One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
82 Apolo x Poseidon - Percy Jackson and The Olimpians | Série
Notas iniciais
Apolo x Poseidon
Percy Jackson e os Olimpianos
"Uncle, please!"
Apolo andava pelas ruas de Nova York, mais precisamente, perto do edifício Empire State Building. Ele havia recentemente voltado a ter a posse de seu trono e, Deuses, como era bom. Ser semideus foi uma experiência legal, mas ele esperava nunca mais ter esse castigo novamente. E nunca mais, era uma eternidade sem palhaçadas gerais em guerras, uma tristeza, mas necessária. E com pensamentos lhe enchendo a cabeça, entrou na cafeteria mais próxima, sentando perto do vitral, pedindo um café simples.
Aquela era uma manhã simples e calma, fria, cujo Apolo havia acordado com vontade de sair, mas não para baladas, e sim para eventos mais simples e calmos. Enfim seu café chegou e sorriu para o atendente que imediatamente corou. O Deus levou o café à boca e observou o local, bem iluminado, mas sem exagero, deixando uma luz fraca para um ambiente que necessitava de calma. Os olhos brilhosos do rapaz loiro e de pele bronzeada demais para um nova iorquino nato sorriu observando as pessoas, um casal de mão dadas e olhares apaixonados – o garoto beijava a mão da garota toda hora, fazendo-a corar – e uma atendente conversava com o pai. Ele sabia, afinal, a relação de um filho com pai é fácil de recordar. E um cara sentado do outro lado do local o olhava, fazendo-o sorrir, afinal ele o conhecia, era seu tio, Poseidon, aqueles olhos azuis num verde-água e aquela aura eram reconhecíveis em qualquer lugar. O homem acenou levantando o café e levando-o à boca, enquanto lhe dava uma piscada, e assim se retirava da loja. E ele sabia, era um convite para se retirar dali. Riu, levando a cabeça para trás, e então se levantou e seguiu porta afora.
O homem de sobretudo preto, assim como os cabelos, estava do outro lado da rua, sorrindo para o sobrinho. A barba por fazer emoldurava aquele sorriso lindo do surfista fez o Deus do Sol dar um riso nasal, indo para frente da faixa de pedestre, esperando que o sinal abrisse. Assim que foi aberto seguiu em direção do Deus do Mar, sentindo aquele cheiro de maresia marinha em conjunto de uma maravilhosa colônia que deixou Apolo hipnotizado. Parou em frente do tio e bebeu um gole de seu café, vendo-o repetir o gesto, olhares conectados.
—Olá, tio. — Apolo falou, vendo o outro sorrir, os olhos mostrando a alegria.
—Sobrinho. — Ele disse.
Então ele apoiou o corpo na mureta e assim nossos copos juntos. Sorriu para mim e me puxou gentilmente pela cintura, colando nossos lábios num beijo simples, calmo e apaixonado. A língua afrodisíaca do maior adentrou minha boca, controlando o beijo. Sorri durante o beijo, segurando-o pelo rosto. Ele acariciou minha bochecha com as costas da mão e aprofundou o beijo, os lábios experientes domando os meus, igualmente experientes. Era bom estar um pouco passivo.
E num estalar de dedos, estávamos no quarto dele, localizado não no Olimpo, mas sim no seu palácio. Eu retirei o sobretudo do maior, o puxando pelos cabelos sedosos, escutando-o gemer gravemente, me segurando com força na cintura, colando mais nossos corpos. Ele retirou meu suéter, juntamente da minha camiseta, fazendo com que eu sentisse o quanto as mãos dele eram quentes, instantaneamente me arrepiando. Gemi assim que senta a mão dele parando na minha bunda e seu dedo médio tentando adentrar por cima, me causando sensações extremamente prazerosas pelos movimentos feitos por ele.
Desabotoei então sua camisa, revelando o torso sem muitos pelos, aparados que já cresciam novamente. Um torso malhado. A camisa deslizou pelos braços do Deus, e então ele me puxou, e juntos, caímos na cama. Ele riu, fazendo com que eu me sentisse abobado o encarando. Uma risada grave, mas divertida.
—Apolo? — Ele perguntou.
—Sim? — O respondi.
—Posso? — Ele perguntou, se dirigindo para minha calça jeans. Assenti, logo sentindo os dedos desabotoando e adentrando, acariciando meu membro já ereto por cima da cueca, rodeando a cabeça não circuncisada, me arrepiando e me fazendo soltar gemidos arrastados, segurando os lençóis abaixo de mim. Sem parar os movimentos sobre minha cueca boxer amarela, ele foi abaixando minha calça jeans, tirando meus tênis. Minhas sobrancelhas arquearam, num silencioso pedido para retirar sua calça. Ele sorriu e assentiu, segurando minhas mãos contra sua ereção que vibrava sobre minha perna. Aproveitei que ele estava de pé e sentei-me, desabotoando a calça, revelando uma cueca boxer que marcava bem o que muitos deuses e deusas pelo Olimpo diziam ser a visão mais prazerosa, e deuses! Como eu tinha que concordar.
A calça deslizou e ele retirou o sapato social, revelando os pés envoltos na meia branca, e até seus pés eram lindos. Então o acariciei por cima da cueca boxer, aumentando ainda mais aquela ereção muito satisfatória aos meus olhos. Levei meus lábios para a cueca, lambendo e provocando o membro não circuncisado, molhando a cueca com minha boca, já muito salivada, principalmente pela visão. Deuses! Aquele homem era muita perfeição. Retirei aos poucos a cueca, fazendo o membro pular pra fora, batendo de leve no meu rosto. Ri, segurando o membro, enquanto a cueca caia. E engoli, sem esperar, vendo-o berrar com minha boca ao redor do seu pau. Poseidon segurou meus cabelos loiros e o impedi, segurando a mão, sorrindo enquanto negava com a cabeça. Circulei o membro com audácia, colocando toda a extensão, muito grande, fazendo-o adentrar minha garganta e ir um pouco mais fundo. Lambi um dos dedos e voltei ao membro, fazendo-o se desfazer dentro da minha boca, mas ficando ainda mais duro.
Ele me puxou pelas coxas, os dedos me segurando com força e precisão, deixaria marcas, me encaixando contra sua pélvis. E então ele subiu em mim, beijando meu peito desnudo, sem pelos, lambendo meus mamilos, mordendo-os, deixando-os meio arroxeados, me fazendo gemer alto, enquanto o segurava pelas costas, arranhando de leve, deixando a pele dele arrepiada.
O Um dos Três Grandes me mordeu no pescoço, beijando e estimulando aquela área, para então mordiscar meu lóbulo e pular para o umbigo, onde lambeu, descendo para minha pélvis, onde massageou de leve com os dedões, me fazendo suspirar e soltar gemidos mais agressivos, enquanto o apertava com minhas pernas.
E então minha boxer foi 'pro chão, libertando então minha ereção dolorida. O olhar já escurecido de Poseidon pousou sobre meu pênis, onde ele levou as mãos aos poucos, segurando com força meu membro, me fazendo berrar, literalmente, antes que começasse os movimentos de vai-e-vem com as mãos. Quando os começou, meu mundo girou, me fazendo ficar por momentos fora de órbita. Os braços me abraçaram e me puxaram contra seu corpo, para então roçar nossas ereções, molhando a minha com o gozo que eu fizera questão de deixar, para o deixar com aquela sensação de inacabado.
Antes que eu pudesse gozar, ele interrompeu, rindo com minha cara.
—Apolo, sobrinho... — Ele sussurrou no meu ouvido, enquanto me virava na cama. — Eu não vou deixar você gozar até que eu esteja por inteiro em você. E então, vou te fazer ter vários orgasmos, um seguido do outro.
Gemi, segurando os braços dele ao redor de mim com força, enquanto ele beijava minha nuca, eriçando meus pelos da nuca. Ele sorriu, levando uma mãos para minha coxa, acariciando ali e subindo, passando pela minha bunda e costas, para então, com os dedões, posicionar e abrir minha entrada, posicionando o membro ali. Só naquele movimento quase gozei.
—Tio, estou quase gozando. — Implorei.
—Segure. Espere até que eu esteja completa e inteiramente em você. — Ele disse, mordendo minha orelha. Gemi, segurando a mão dele que deslizou para meu membro. Ele riu, enquanto roçava o membro na minha entrada, antes que molhar o membro com um pouco de lubrificador e então, adentrar a cabeça. Quase me desfiz, mordendo o travesseiro, segurando os lençóis com força, sentindo meus olhos assumirem sua real forma, brilhantes como o sol.
Então Poseidon entrou com todo o membro, mais calmo impossível, fazendo assim que eu gemesse alto e sem pudor, gozando em seguida. Os movimentos se iniciaram lentos, mas logo não demoraram a acelerar, nos levando à vários orgasmos. O sorriso dele fazendo com que eu apertasse-me mais ao redor dele. Os meus olhos o fazendo me beijar mais, acalmando-me aos poucos.
Assim que acabamos, ele me abraçou por trás, enquanto me vestia com sua camisa. E juntos, adormecemos envoltos numa nova história grega.
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