One Shot (One Dead)

1 Sobre Política e Vadias.


Notas iniciais
Minha primeira fic, espero que gostem...
O enredo e um pouco diferente, mas sera descrito ao londo da historia.

Vegeta esta naquele planeta há exatos 4 meses. uma planeta azul e verde. Terra, esse era o nome , o que na opinião dele , era um nome um tanto bobo já que todos os planetas possuíam terra . Alias quase tudo era bobo naquele planeta, os costumes , a língua, o sistema de governo... Agora entendia o porquê dele ser declarado como um protetorado da Organização Intergaláctica de Administração Espacial.

Quase tudo era simplório. Eles tinham um sistema educacional retrógrado que formavam pessoas igualmente retrógradas. Não era raro ouvir casos de intolerância religiosa, social ou racial.

O planeta era divido em vários países. cada um com suas respectivas línguas, costumes e religiões. Um tentando se mostrar mais poderosos que os outros. No entanto, esses nações "tão" poderosas pareciam ignorar o fato de ter, até continentes inteiros, vivendo em condições de extrema miséria. Fato que ele, poucas vezes viu pelo universo.

Porém o que Vegeta mais achou peculiar mesmo, eram os dois modelos político-econômicos vigentes na Terra. Um, ele era bem familiarizado : o capitalismo, presente em quase todo o universo e modelo econômico não qual viveu a sua vida inteira e mesmo modelo que , graças a Deus, era do País em que estava hospedado.

Já o outro, o qual despertou a sua curiosidade foi o socialismo. Não que fosse coisa inédita no universo, isso não . Outros planetas já tinham um sistema parecido e muito bem sucedido como era o caso dos Namekuseijins e de outros povos que conheceu em sua viagens pelo espaço. Mas aquelas pessoas, com tantos preconceitos, que apesar de pertencerem todos a mesma raça se dividiam em Países ao invés de uma única Nação. Que se digladiavam por diferenças de tom de pele, ou ate mesmo por opiniões contrarias, como elas poderiam entender o socialismo?

Porém uma coisa não poderia negar, aquele planeta era lindo.Principalmente com aquela vista do lugar onde estava: no topo de uma montanha, abaixo dava para ver uma praia quase deserta , salvo algumas crianças que provavelmente estavam indo para casa com suas respectivas brincadeiras. O céu estava azul límpido e ao olhar para o horizonte dava a impressão que se fundia com o oceano, em um azul sem fim.

Sorriu por um momento ao imaginar o caos que seria se as pessoas de descobrissem que no universo existem raças incontáveis, seres de todas as cores, tamanhos e formas. Imaginou a surpresa nos olhos das pessoas que o tinham visto ao descobrirem que ele mesmo era um extraterrestre.

Enquanto tudo isso passava por sua cabeça lembrou-se das pessoas com quem convivia . Elas já sabiam da sua origem e mesmo assim não se surpreenderam, aquela mulher loira mesmo sabendo que ele era um alienígena continuava o chamando de bonitão e dando, nada discretos, beliscões em sua bunda. O homem de cabelos grisalhos continuava o chamando de filho e insistia em conversando sobre com ele sobre coisas do cotidiano e quando ele lhe dava uma má resposta o velho apenas ria dizendo que essas gerações atuais era muito estressadas.

Mas a pessoa que mais causava-lhe espanto era ela. A menina de cabelos azuis. Ela era diferente das pessoas patéticas daquele planeta. Ela já havia viajado pelo universo, conhecido outras raças e enfrentado seres perigosos. Sem duvida alguma ela era diferente e por mais, nem sob tortura, ele admitisse isso, ele a achava contagiante.

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Bulma estava saindo da universidade, ela cursava engenharia mecânica na melhor universidade do País. A mesma na qual seu pai havia concluído o ensino superior.

Mesmo com a pouca idade (16 anos), ela já estava no 2 semestre. E como ( ela mesma gostava de repetir) era um gênio, iria terminar o curso juntamente com um mestrado por volta dos 20 anos. E inegável que Bulma tinha um futuro promissor. Filha única do Dr.Briefs, criador da Corporação Capsula, uma das empresas de tecnologia mais bem sucedidas do mundo. Herdara além da empresa, a inteligência do pai e a beleza da mãe. Entretanto, o que todos se perguntavam era como uma casal tal calmo quanto os Briefs poderiam ter uma filha tão explosiva como Bulma. A sede de aventuras a fazia um pouco instável e a sua coragem era quase inabalável. Mas lhe bastava um sorriso para lembrar a todos que por traz daquela capa de atrevimento não existia nada além da bondade do pai e da gentileza da mãe.

Bulma namorava há quase dois anos com Yancha, um promissor professor de artes marcias que conheceu há exatos dois anos em sua viagem pelo mundo junto com seu melhor amigo Goku. Em seu primeiro contato, Yancha tentou furta-los , porém se arrependeu e Bulma, como sempre, revolveu ajuda-lo levando-o para morar em sua casa. Hoje Yancha ensina artes marciais para crianças.

Yancha no auge de seus 22 anos pode ser considerado um homem bonito, apesar de ter uma cicatriz em sua face. Ele também, não pode ser considerado um cara mal caráter. Já tinha se redimido de sua vida como ladrão, e mesmo quando roubava , no passado, era pela mais pura e simples necessidade.

As vezes ele se perguntava o que teria acontecido se Bulma não o tivesse levado para sua casa. A vida no deserto é muito dura. Um arrepio percorria lhe o corpo quando pensava na possibilidade de se tornar novamente o que era antes de Bulma o tirar de lá.

Mas como todo homem Yancha tinha defeitos e um deles eram as garotas. Ah, como ele gostava de mulheres. Em seu entendimento o que fazia com seus casinhos não era algo ruim. Ninguém ficava sabendo, ninguém saia machucado. Afinal Yancha amava sua namorada, de todas as garotas, ela era a que ele mais gostava e , principalmente, confiava. Ele devia tudo a ela e sabia disso, por isso era sempre muito respeitoso e fazia de tudo para agrada-la.

No final daquela manhã Bulma e Yancha iriam se encontrar perto da academia onde ele dava aulas e juntos iriam para casa almoçar. A aula de Bulma havia terminado 30 minutos mais cedo graças a um professor com preguiça. Por isso ela pegou suas coisas colocou-as na mochila e foi correndo encontrar Yancha, iria fazer uma surpresa a ele. Como estava quente, Bulma vestia apenas um short jeans e uma regata branca combinando com seu tênis all stars igualmente branco. Sua mochila estava pesada mas com muito esforço conseguiu chegar a academia que não ficava muito longe da universidade.

Olhou na dentro através da porta de vidro e estranhou não ter nenhum aluno e decidiu entrar, chamou algumas vezes mas não obteve resposta . A academia Dragaozinho não era muito muito grande, apenas um salão com um tatame, alguns equipamentos utilizados para auxiliar as crianças no treino em um canto, um grande espelho em uma parede e na parede oposta um quadro de um dragão filhote.Perto da parede de espelho tinha um porta que levava a uma salinha privada na qual funcionava como um deposito e escritório ao mesmo tempo.Ela já conhecia aquela sala , já havia entrado lá para dar uns amassos em Yancha. Intrigada com a ausência do namorado na academia Bulma decidiu bater na porta do deposito/escritório. Sem obter resposta entrou. Ficou mais intrigada ainda quando viu Yancha um pouco desalinhado tentando se recompor.

-Meu Deus Yancha! o que aconteceu?

-Nada, as crianças pularam em mim no final da aula. Não ouvi você chegar. Pensei que iriamos nos encontrar na praça daqui à pouco.

Disse ele caminhando em sua direção para lhe dar um beijo que mal foi correspondido.

-Vamos?

Completou saindo da salinha sem trancar a porta. Segurou a mão de Bulma e a guiou para fora da academia se tranca-la também.

-Você não vai trancar a porta?

Bulma perguntou desconfiada.

-Não, o dono da academia esta passando ai e ele perdeu a chave dele e me pediu para deixar aporta aberta. Não se preocupa , por aqui a vizinhança e bem segura e não vai acontecer nada.

-Se você diz, okk então...

E assim fora andando para casa dela. Mas Bulma tinha certeza e existia algo errado naquela história mas mesmo assim deixou passar, afinal, Yancha sempre fora um bom namorado e não havia motivos suficientes para arrumar uma briga sem bancar a louca ciumenta, papel que, alias , ela odiava desempenhar.

Porém mal sabia ela que sua suspeitas estavam mais do que certas. Se ela pudesse ler o pensamento de Yancha a decepção seria enorme.

No rosto de Yancha havia um sorriso inexplicável de satisfação. Não saberia dizer como havia convencido Melissa a se esconder de baixo da mesa para que Bulma não a visse. A adrenalina foi tanta que não se lembrava das suas exatas palavras, mas lá estava ele voltando para casa com sua amada namorada em paz. Provavelmente agora sua mais nova peguete estava saindo da academia. Como se nada tivesse acontecido, ligaria para ela mais tarde para se encontrarem com mais calma. Ah como ele amava as vadias...

Notas finais
Por favor deixem reviews...
A lot of Kisses