Notas iniciais
Pra quem queria ler sobre Gil e Sara se pegando, esse é o capítulo, hein?!

— Aí, bem que nós podíamos ir a sua casa colocar nossos biquínis e vir à praia, Sara.

— Boa ideia, Dayse. Vamos a praia todos?

Greg espalhou para os demais a ideia que minha amiga falou só para mim enquanto saíamos do restaurante.

Quis dar um tabefe bem dado naquela cabeleira loira do Sanders.

Linguarudo!

Meus pais recusaram a oferta e Maryane também, porque ela detesta praia e areia. Desde pequena ela odiava ambos. Ao contrário de mim que sempre curti praia.

Sean, Lewis e pior, Gil, toparam na hora a ideia que Greg espalhou. Quando o Sr.Gostoso aceitou, eu quis declinar quase que imediatamente a essa ideia de praia, porem a cara pidona que Dayse me lançou, boicotou minha intenção de recusa.

Era do meu conhecimento que minha amiga adora praia, na verdade, ela ama praia. Quando o verão chega onde moramos, nós vamos curtir um pouco de sol em Coney Island, uma das melhores e mais populares praias a qual está localizada no Brooklyn, nosso bairro. Lá não há só a praia, mas, também, um parque, conhecido como Luna Park, que nós costumamos dar uma volta depois de subir da praia.

E amante de praia como só Dayse é, imagino que minha amiga deva estar louquinha querendo muito ir a praia daqui de Santa Mônica, ainda mais se fazia já um tempo considerado que não ia a uma. O trabalho tem nos tragado e privado de certos privilégios.

Contudo, é óbvio que Dayse não deve querer ir sozinha a praia com quatro homens. Portanto eu ia ter que ir junto. Então só me restou concordar com aquele passeio, por ela.

Diante da minha aceitação vi um sorriso discreto em Grissom e uma empolgação geral nos demais, principalmente em meu primo Greg.

Chegamos onde os carros estavam e não resisti em me dirigir à Lewis:

— Volta com a gente no carro do meu irmão, Lewis? — convidei agarrando o braço do irmão de Gil só para provocar novamente e mais ainda, aquele abusado do Sr.Gostoso.

Eu ainda estava passada com o descaramento dele de ter ido atrás de mim no banheiro. Aquele homem não pensou nas consequências que aquele seu ato nos implicaria, caso alguém como, por exemplo, minha mãe ou pior, minha prima aparecessem lá no banheiro? Esse louco!

O irmão de Gil aceitou o meu convite e eu não fiz qualquer questão de esconder a alegria disto com um sorriso. Sorriso esse que foi dirigido, com discrição claro, ao Sr.Gostoso. Este apenas ficou a me observar com uma cara de nada.

Lewis me deu passagem para entrar primeiro no carro e logo em seguida entrou, ficando acomodado bem ao meu lado. Ainda fiz questão de pedir que ele chegasse mais perto de mim para fechar a porta.

Pelo olhar em chamas e o maxilar trancado que bem notei em Grissom, ele demonstrou ficar puto de raiva com tudo aquilo que fiz. Nem tô aí para ele!

Quer dizer, eu até tô. Mas ele não tem que saber!

Enquanto Sean dava partida, observei Gil entrar com Maryane no carro de minha mãe. Daí para frente não vi mais nada, porque meu irmão deu a partida.

Voltamos na mesma farra que fomos, mas agora contamos com a presença de Lewis. Ele se divertia e ria a beça no carro com as nossas loucuras em cantar as músicas que tocavam na rádio que Greg pôs.

— Se eu soubesse que vocês eram dessa animação toda teria ido também ao restaurante com vocês. — com um sorriso Lewis comentou em determinado momento do caminho do restaurante à casa dos meus pais.

— Foi chato no outro carro?

Lewis bufou e revirou os olhos, para logo em seguida confessar:

— Seu pai e Gil foram falando sobre política e negócios de um lado. E sua mãe e Maryane sobre coisas de mulheres do outro lado. Eu fiquei me sentindo excluído dos papos e fui calado o trajeto quase todo.

Sorri de Lewis que fez uma careta engraçada após terminar de falar.

— Pelo visto foi chato mesmo!

— Bota chato nisso!

Nós sorrimos juntos e Dayse nos interrompeu para nos pedir que cantássemos.

E assim o restante do trajeto foi só cantoria.

****

— Sara já tô pronta! Você ainda vai demorar?

— Vou só escovar os dentes, passar um batom e colocar essa canga. — respondi me encaminhando só de biquíni em direção à suíte do quarto.

Já dentro do banheiro escutei minha amiga questionar se eu me importava em ela descer e ficar me esperando lá na sala. Pensei em dizer para ela ficar aqui me esperando por causa do Grissom, mas aí achei que ele não se arriscaria tanto assim vindo aqui, não com todo mundo circulando pela casa. Deste modo, concordei com Dayse.

— Ok! Me espera lá. — gritei já colocando pasta na escova.

— Não demora!

Apenas resmunguei um "aham" já com a escova na boca. Tenho quase certeza que Dayse nem me ouvi respondê-la, mas eu escutei bem quando ela bateu a porta do quarto.

Escovei os dentes e em instantes já terminava essa tarefa. Enquanto enxugava o rosto com a pequena toalha que estava no suporte próximo a pia, senti a parte de cima do biquíni afrouxar o nó.

— Droga, Dayse! Você não sabe dá nó direito, não?!

Ouvi a porta do quarto bater e imaginei que era minha amiga, que tinha voltado para buscar algo que esqueceu. Na mesma hora a chamei.

— Dayse vem já aqui! O nó que deu na parte de cima do meu biquíni afrouxou. Vem cá amarrar isso direito. — pedi, mas na verdade, o tom era de ordem mesmo.

De costas para a porta do banheiro, eu ouvi a mesma ser aberta enquanto passava batom. Sem me virar para minha amiga tornei a lhe falar.

— Amarra isso direito dessa vez. Não quero fazer top less no meio do caminho pra praia. — reclamei. Deus me livre de pagar peitinho no meio do caminho, ainda mais, na frente do meu irmão, Greg, Lewis e Grissom.

— E nem eu ia permitir uma coisa dessas, querida.

Falando no diabo! Eis que ele aparece.

Virei na mesma hora em que ouvi sua voz pronunciando tais palavras em tom de censura.

— Você enlouqueceu? O que tá fazendo aqui? Vai embora, agora!

Ao invés de atender meu "pedido", Gil trancou a porta do banheiro e depois, com um sorriso nada inocente e cheio de más intenções, veio até mim feito um predador nato pronto para dar o bote perfeito em sua indefesa presa: eu!

— Não se aproxima de mim ou eu grito! — ameacei, mas ele nem deu bola.

— Grita nada! Ontem você disse a mesma coisa e não gritou.

— Mas agora estou falando sério. — alertei. Mas era tudo mentira. Eu não ia gritar, porem queria mesmo que ele saísse, porque do contrário acho que não responderei por mim e meus atos diante daqueles olhos mergulhados na luxúria e desejo que o Sr.Gostoso estava direcionando a mim.

— Não acredito em você. Mas se quer saber, eu gosto dos seus gritos, ainda mais, se eles vêem seguidos de um gemido rouco seu.

Seu sorriso sacana me fez espremer os olhos em desagrado. Esse cara ainda vai nos meter em encrenca feia desse jeito.

— Você não vale nada!

Ele me agarrou pela cintura e me puxou de encontro ao seu corpo.

Tenho que confessar que ter meu corpo colado ao dele de novo, me trouxe lembranças agradáveis.

— Me solta. E saí daqui! — pedi com as mãos espalmadas no peito de Gil na tentativa de afastar aquele homem de mim. Mas para ser bem franca, por dentro, eu torcia para o Sr.Gostoso não atender meu pedido de maneira alguma. Estar nos braços daquele homem era muito bom. Tão bom como eu não lembrava de ter sido em quaisquer outros braços antes do dele.

— A gente não tem muito tempo, então...

Antes que eu ousasse em questioná-lo a respeito do para quê a gente não tinha tempo, Gil colou sua boca a minha ao mesmo tempo em que me arrastava até a parede mais próxima e me prensava nela com seu corpo grande e forte.

Ainda tentei resistir, contudo minha resistência se esvaiu em nanossegundos, mais precisamente, quando a língua de Gil invadiu minha boca. Aí, foi babau resistência e bem vinda rendição. Porque me rendi ao beijo dele. Um beijo desesperado e cheio de paixão.

Não levou mais que poucos segundos daquele beijo desesperado para eu já estar sentindo sua ereção firme batendo em meu ventre. Diante disto, aí mesmo que qualquer intenção, que eu ainda pudesse ter sobre evitar que as coisas seguissem o caminho que eu sabia que seguiriam, foi pelo ralo da pia.

Se Grissom queria me possuir, pois que ele me possuísse agora, porque era o que eu queria e ele também.

Que se foda que ele é comprometido com minha prima e que depois eu, certamente, vá me arrepender do que vai acontecer aqui. Mas como Dayse costuma dizer: "É melhor nos arrependermos do que fizemos, do que não fizemos!". E creio que minha amiga tem toda razão. Portanto, vou transar com Grissom e deixar para me arrepender disso depois de feito, ao invés de, me arrepender por não ter transando. Porque sei que isso vai acontecer.

A boca de Gil se separou da minha e desceu até meu pescoço, ao mesmo tempo suas mãos já trabalhavam em abrir o velcro do short de tactel que ele usava e depois disso, ele baixou um pouco a peça junto com sua sunga.

Uma de suas mãos ergueram uma das minhas pernas do chão e colocaram enroscada em sua cintura, enquanto ele ainda me mantinha prensada a parede. Aquela altura eu já estava louca e em chamas para senti-lo outra vez dentro de mim. No instante seguinte isso aconteceu. Ele me invadiu após afastar para o lado a peça de baixo do meu biquíni, fazendo-me arfar e agarrar seus cabelos conforme foi se interrando em mim.

Meu pai do céu!

Como era bom senti-lo de novo entrando em mim, me abrindo como só ele com suas medidas avantajadas conseguiu até hoje.

Sem demora, Gil já se movimentava em um vaivém rápido e gostoso, pois como bem ele disse antes, não tínhamos tempo para ser devagar.

Eu tentava manter o equilíbrio em uma perna só diante de suas estocadas firmes e rápidas.

— Sabia que você queria isso de novo tanto quanto eu, querida!

— Não seja convencido!

Ele sorriu rente em meu ouvido e apertou minha coxa que sua mão segurava.

— Oh, céus! — deixei escapar quando seus movimentos aceleraram cada vez mais e foram fundos tocando meu ponto sensível.

— Adoro ouvir seus gemidos, mas dessa vez você vai ter que ser silenciosa, querida. Ou seremos descobertos. — Gil cobriu minha boca com a sua para abafar meus gemidos.

Questão de poucos segundos dessa fala dele, nós ouvimos o barulho da porta do meu quarto sendo aberta e a voz de Dayse chamar por mim.

— Sara!! Por que tanta demora? — ela batia na porta do banheiro. — Você não ia só escovar os dentes e colocar a canga?

Puta merda!

E agora?

Gil me encarou, separando sua boca da minha e parando seus movimentos.

— O que a gente faz? — ele sussurou muito, mais muito baixo para mim.

— Sara!! Morreu aí dentro desse banheiro?

Não! Mas tô quase!

— Dayse... eu acho que comi algo lá no restaurante que não me fez bem agora.

— Comeu, nada! Na verdade está sendo comida! — em meu ouvido Gil murmurou em tom safado e eu lhe acertei um golpe de leve no braço fazendo-o me encarar com um sorriso cafajeste.

— Fala sério, Sara! A gente vai ter que cancelar a ida à praia?

Pela voz dela havia frustração. Tratei de tranquilizá-la.

— Não! Me dá uns... Quinze minutos e já desço.

— Tudo isso?

— Sim!

Dayse vai embora logo, por favor! Não pergunta mais nada. Deixa o Sr.Gostoso e eu terminarmos o que ele começou.

— Tá bem! Quer que eu pergunte a sua mãe se ela tem algum remédio pra você?

— Não precisa! — falei apressada e quase gritando.

Diante de mim Gil se segurava para não rir daquela situação toda, enquanto eu estava nervosa e embaraçada com aquilo, ele parecia visivelmente se divertir.

— Tá bem. Não precisa gritar. Vou te esperar na sala.

— Ok!

Esperamos o barulho da porta sendo aberta e fechada, para só assim pronunciarmos qualquer palavra em tom alto ali dentro.

— Viu? Você não tem juízo, não? E se fosse a sua noiva ou outra pessoa e não a minha amiga? — reclamei, lhe acertando um soco de leve no ombro.

— Ninguém ia saber que eu tô aqui, a não ser que você dissesse. Agora chega de reclamar, vamos continuar. Se agarra ao meu pescoço.

— Por que?

— Vou mudar nossa posição.

Passei os braços por seu pescoço e Grissom ergueu minha outra perna, colocando-a em torno de sua cintura. Deste modo eu estava com as duas pernas abraçando-o.

— Agora, vamos retomar de onde paramos, querida, pois só temos quinze minutos pra terminar essa "brincadeira" gostosa.

Ele recomeçou os movimentos de seu quadril, segurando-me pelas coxas.

— Eu diria que está mais para uma 'brincadeira' perigosa do que gostosa.

— Já eu diria que são os dois mesmo.

— Deus!... Você sabe que isso que estamos fazendo é errado, não sabe?

— Não. O que a gente tá fazendo é bom e gostoso, muito gostoso. — Gil murmurou antes de esconder seu rosto em meu pescoço.

Pelo espelho sobre a pia e localizado do lado oposto ao que eu me encontrava, eu via Gil me possuindo. Sua bunda exposta e se contraindo a cada investida, que aquele homem fazia para dentro de mim era uma loucura de assistir. A vontade que dava era de morder aquela bunda ou apertá-la com a mão. Mas não dava para fazer nenhuma e nem outra coisa, então só me restava se deliciar com a visão tentadora dela.

Em mais algumas poucas investidas rápidas e firmes de Gil, nós gozamos.

— Desde que nos reencontramos ontem, que eu estava louco pra te possuir de novo.

— Você é mesmo louco, Gil!

Ele sorriu-me todo convencido e me deu um rápido beijo.

Com sua ajuda eu fiquei de pé. Minhas pernas estavam meio bambas e dormentes. Felizmente não fomos pegos.

— Adorei ter você de novo. — suas mãos envolveram meu rosto e o puxaram para bem próximo do seu. Estávamos face a face. — Uma pena que teve de ser rápido, sem preliminar alguma, querida. Ia adorar te provar de novo. Talvez na próxima.

Ele é louco!

— Não vai ter próxima.

— Vai! Eu sei que vai.

Nos sonhos dele, pode ser. Mas na realidade aí já é outra coisa bem diferente. Resolvi não entrar em discussão agora.

— Por sua culpa vou ter que tomar um banho rápido.

— Boa ideia. Vou tomar com você.

Aquele louco não deixou nem eu lhe negar aquilo e já estava se livrando do short junto com a sunga e posteriormente, foi a vez da camiseta.

— Você não vem?

— Você quer nos meter em sérios problemas, não é?

— Jamais! Vem.

— Não! Você não bate bem da cabeça, cara.

— Sara, nós não temos muito tempo para discussão. Vem logo, querida.

Gil me puxou para dentro do box do banheiro e juntos tomamos um banho rápido, mas foi rápido mesmo. E ele não ousou fazer gracinhas comigo.

Ao término do banho me enxuguei com minha toalha e ao acabar de fazer isso, repassei a mesma toalha a Gil que se enxugou rapidamente.

Que loucura era aquela em que eu estava me metendo?

Não queria ter transado com ele. Mas a pesta me tentou e foi impossível resistir a sua investida. E foi a rapidinha mais gostosa e perigosa que já fiz.

Ali mesmo ainda no banheiro, a gente se vestiu. Gil me ajudou a amarrar o biquíni. E segundo ele amarrou muito bem para não correr o risco de afrouxar o nó e eu acabar pagando top less pelo caminho ou na praia. Já devidamente vestidos, eu abri a porta e saímos do banheiro.

— Espera que vou ver se não tem ninguém do lado de fora do quarto. Não quero que te vejam saindo daqui.

— Nem eu quero isso. — ele piscou e sorriu de modo cafajeste.

— Seu traste! — bati com a canga nele e o sujeito sorriu.

— Antes espera! — ele me deteve quando ia lhe dá as costas para seguir até a porta do quarto.

— O que é?

— Quero te dar um aviso.

Seu tom era autoritário e sério.

— Que aviso?

— Parou com as insinuações e flertes para cima do meu irmão. Fique sabendo que você não tem a menor chance com ele.

Gil me pareceu seguro demais ao pronunciar a última frase, que me deixou com duvidas quanto a ele ter falado com seu irmão e este ter dito algo sobre mim.

— Ele te disse isso por acaso?

— Não. Mas eu sei que você não faz o tipo dele, pois Lewis é gay!

— Quê? — minha boca se abriu em surpresa total.

— Isso mesmo que ouviu. — Gil segurou em meu queixo e sorrindo, tratou de me fazer fechar a boca. — Meu irmão é gay, Sara. Inclusive, ele tem namorado. Então está perdendo seu tempo flertando com ele.

— Você não tá inventando isso só pra eu me afastar do seu irmão, está?

Do nada eu me vi cogitando aquela possibilidade de Gil está só inventando aquilo para que eu parasse de dar em cima do irmão dele. Se fosse isso seria uma baixeza da parte dele inventar uma mentira deste tipo do próprio irmão.

— Pior que não estou mentindo. Se dúvida pergunta ao Lewis.

— Eu não vou fazer isso!

Isso seria muito indelicado da minha parte. Sem contar que acabei de conhecer o cara. Nem somos próximos para que eu lhe perguntasse: "Lewis é verdade que você é gay?". Sem chance! E até se fossemos próximos, eu também não o questionaria a esse respeito.

— Lewis é gay, mas não é desses de dá pinta. Eu sou o único que sabe da real orientação sexual dele. Quer dizer, eu e você, agora. Meu pai nem sonha com isso. Ele é um homem com mente retrógrada e obsoleta. Nunca ia aceitar Lewis do jeito que ele é, por isso meu irmão não assume quem é de verdade por medo de isso chegar aos ouvidos do nosso pai e acabar sendo rejeitado por ele.

— Nossa!

Coitado do Lewis ter que fingir o que não é e ainda esconder seu companheiro por medo de rejeição do próprio pai, deve ser uma barra e tanto para ele, e até para seu namorado.

— Agora, eu preciso ir antes que sua amiga apareça de volta. — Gil se pronunciou, me tirando das explanações acerca de seu irmão.

— Tá. Eu... Vou dar uma olhada pra vê se não tem ninguém no corredor. Espera. — disse ainda estupefata e tentando digerir a revelação que ele me fez sobre seu irmão mais novo.

Após abrir a porta, olhar o corredor e constatar que a barra estava limpa, sinalizei para Gil vir.

— Já sabe, nada de ficar se insinuando ou flertando com Lewis, hein.

Ele fala como se tivesse alguma autoridade sobre mim.

— Você não manda em mim.

Gil sorriu para então me dar um beijo rápido na boca seguido de uma tapa na bunda, e saiu assoviando pelo corredor.

Fechei a porta depressa. Sozinha no quarto, eu ainda estava passada com aquilo que soube. Aquele homem lindo do Lewis era gay e tinha namorado. Ele nem parecia ser gay. Estou besta!

Notas finais
Ana, você acertou sobre o irmão de Gil. E Sara não teve como resistir ao Sr. Gostoso. Mas também quem em sã consciência ia resistir a um homem desses, né? Sábado eu volto a postar. Beijos e até.