Notas iniciais
Olá, minhas queridas leitoras! Quero começar agradecendo de coração a Jackeline noara pela incrível e linda recomendação que fez a essa estória. Coração, muito obrigada pelas maravilhosas palavras. Me senti imensamente lisonjeada com cada uma delas e com o carinho explícito nelas. É recompensador receber como retorno esse carinho de vocês através de seus reviews e recomendações. Sinta-se retribuída não só com meu agradecimento, mas também com esse capítulo que é dedicado à você. Espero que aprecie, assim como, as minhas demais leitoras que acompanham essa estória. Um beijo a cada uma de vocês, queridas. E agora vamos à mais um capítulo.

Quando abri os olhos me deparei com outros azuis, me fitando com carinho e ternura. Alguém aqui acordou primeiro que eu!

— Bom dia, minha bela adormecida!

Sorri, apreciando a forma pela qual ele me chamou. Toquei o rosto de Gil, sentindo sua barba sob a palma da minha mão. Até com cara de quem acordou há pouco, ele ficava lindo. Me perguntei em qual momento aquele homem não ficava lindo. Ainda não vi isso até agora.

— Bom dia!

Gil pegou minha mão e levou aos seus lábios e beijou com delicadeza cada um dos meus dedos.

Quando que eu ia imaginar que aquele cafajeste podia ser tão carinhoso e doce assim. Confesso que estava surpresa e amando aquela sua faceta.

— Acho que descobri uma ótima maneira de acordar com você do meu lado, sem ter me abandonado numa cama.

— Qual?

— É só dormir com você na sua própria cama!

Ele acabou de falar e sorriu, eu também. Depois ganhei um demorado beijo do meu Sr.Gostoso. Como estava sendo bom acordar com ele. Por duas vezes perdi essa chance, mas daqui para frente não abriria mais mão disso.

— Eu adoraria passar o dia inteiro com você, de preferência nessa cama fazendo tudo. — e seu lado safado estava dando o ar de sua graça com aquela fala acompanhada de um sorriso para lá de malicioso. — Mas infelizmente tenho que ir, querida! São seis da manhã e tenho que correr pra minha casa em Nova Jersey, depois para o trabalho. — ele falava, deslizando com carinho sua mão pelo meu rosto.

— Tudo bem. Eu também tenho que ir trabalhar daqui a pouco.

Ah, se não fossem nossas obrigações com o trabalho!

— Se importa de eu tomar um banho rápido no seu banheiro?

— Claro que não. Vai lá! Tem toalha limpa na segunda gaveta do armário sob a pia.

— Ok! Vou lá. — ele me deu outro beijo antes de sair da cama rumo ao banheiro nu como estava.

Fique lhe vendo ir até ele sumir das minhas vistas banheiro adentro. Quando isso aconteceu, lancei meus olhos para o teto do quarto. Um sorriso gigantesco se formou em meus lábios, eu mal podia acreditar ainda em tudo o que aconteceu e nas coisas que ouvi do Gil ontem.

Pareceu até coisa de filme, mas não foi.

Foi tudo real! Como num conto de fadas modernos.

Mas ao pensar nos meus pais e na Maryane, o meu sorriso se desfez.

Eu estava preocupada e me sentindo mau por minha prima e principalmente, por meus pais quando soubessem sobre Gil e eu. O que eles iam pensar de mim ao saber que o noivo de Maryane e eu nos envolvemos? E mais, que foi para ficar comigo que ele deixou-a?

Tudo o que eu não quero é decepcioná-los ou magoá-los, nem tampouco a minha prima com aquela história. Mas sabia que Maryane, seria inevitável. Ela estava apaixonada por Gil e pela forma como eu a vi falar dele no quarto comigo, não desistiria fácil dele. A sua convicção em dizer que ia lutar por ele, me deixou mais preocupada ainda agora. Ela não ia aceitar numa boa quando ele terminasse com ela e eu temia, que por isso, Maryane acabasse tornando minha vida com Grissom um verdadeiro inferno.

Fiquei ali pensando compenetrada naquela situação toda, que nem notei quando Gil saiu do banheiro minutos depois e começou a se vestir. Fui perceber sua presença, quando ele sentou na cama totalmente vestido e me perguntou se estava tudo bem comigo.

— Está sim. — não quis estragar nosso momento trazendo o nome de Maryane para a conversa.

— Certeza? Enquanto me vestia, notei que você parecia tão alheia ao mundo.

— Estava pensando numas coisas do trabalho. — menti.

— Hum... — seu olhar me inspecionou de cima abaixo. Acho que ele não pareceu acreditar muito no que eu disse. Contudo não insistiu mais no assunto. — Estou indo.

Pedi que ele esperasse só eu me vestir, que ia levá-lo até a porta do apê. Ele esperou e poucos minutos depois estávamos nos despedindo na porta do apartamento.

— A gente se vê o mais breve possível! — ele disse antes de dar-me um beijo demorado, seguido de um tapinha na bunda.

— Você gostou de bater na minha bunda, né? — murmurei assim que nossas bocas se separaram.

— Adorei! — afirmou antes de roubar mais um beijo de mim. — Até mais, querida!

Esse querida é uma coisa linda saindo da boca dele.

— Até, Gil!

Com a cabeça apoiada à porta e metade do corpo para fora do apê enquanto a outra estava dentro, eu fiquei observando o Sr.Gostoso seguir pelo corredor até alcançar o elevador no fim dele. Olhando para mim com um sorriso enfeitando sua face, Gil aguardou a vinda do elevador. E quando este chegou em poucos segundos, o Sr.Gostoso me jogou um um beijo e cruzou as portas do bendito elevador, sumindo das minhas vistas. Só depois que ele já se foi que fechei a porta do apê. Quando me virei, levei um susto danado ao ver Dayse ali na sala, de braços cruzados parecendo uma alma penada me assombrando.

— Porra, Dayse! Que susto! — eu tinha uma mão sobre o peito por conta do susto.

— Desculpa! — ela pediu, ligando a luz do abajur e pude ver que sorria. — Ele passou a noite aqui foi? Isso quer dizer que vocês se entenderam e estão juntos?

— É!

— E a sua prima, Sara?

— Ele me pediu uns dias pra resolver a situação com ela.

Eu esperava que fosse somente uns dias mesmo.

— Hum... Ele está muito apaixonado por você, amiga. Precisava ouvir as coisas que ele me disse ontem.

— Que coisas foram essas que ele te disse?

Agora fiquei curiosa em saber. Pois para Gil ter conseguido dobrar a Dayse, ele só pode ter dito coisas muito convincentes mesmo. Minha amiga estava possessa com ele e quando ela fica assim com alguém é difícil conseguir fazê-la mudar de comportamento com a pessoa, como ela mudou com o Gil ontem a ponto de pedir para eu aceitar falar com ele.

De maneira resumida minha amiga me contou o que Gil lhe disse enquanto eu estava no quarto dormindo. Basicamente, foi quase o mesmo que ele falou para mim com o acréscimo de outras. Quando terminou de contar, a curiosa da Dayse quis saber de mim como foi minha noite com Gil.

Como entre nós não havia segredo algum, eu satisfiz a curiosidade da minha amiga e contei como foi tudo.

— Ah, o cretino sabe ser romântico!

— Sabe, amiga. E como!

****

— Sara Sidle?

Ergui a cabeça dos manuscritos que lia e deparei-me com um rapaz uniformizado, segurando um lindo buquê de rosas vermelhas.

— Sim, sou eu mesma. — respondi ainda estranhando aquele sujeito parado com aquelas flores.

— São pra senhorita.

Minhas sobrancelhas se ergueram em surpresa. Fazia tempos que não recebia flores, ainda mais, umas tão lindas como aquelas. Elliot no começo do nosso namoro me deu alguns buquês em datas especiais, mas os seus não chegavam nem perto da beleza e maravilha que aquele seguro pelo rapaz a minha frente.

— Pra mim? Tem certeza?

— Sim.

Fiquei de pé e o rapaz me estendeu o lindo arranjo. Ele me informou que eu precisava assinar o recibo de entrega. Depositando o buquê sobre minha mesa, eu apanhei a prancheta que o jovem entregador me estendia e assinei o recibo.

Devolvi a prancheta ao rapaz, que me deu um comprovante e partiu dali. Sentei na minha cadeira e apanhei o buquê. O perfume que emanava das flores era delicioso. Trouxe o buquê próximo ao nariz e inspirei mais ainda o perfume dele.

Com um sorriso bobo enfeitando os lábios, eu tentava decifrar quem tinha sido o responsável por esse belo buquê. Um nome logo me passou pela cabeça. Procurei por algum cartão para ter certeza se estava certa a respeito de quem me mandou tal presente. E encontrei um pequeno envelope vermelho como as flores. Abri e dele tirei um papel branco onde li:

Flores para a flor mais linda que eu já conheci e possivelmente, futura mãe do meu filho.

Ass: Gil Grissom

PS: Já estou louco de vontade te ver de novo.

Sorri mais boba ainda por comprovar, que tinha sido quem pensei. Foi o meu Sr.Gostoso! Mais uma prova de que ele sabe ser tão romântico. Que lindo!

Mas como é que ele sabia onde eu trabalhava?

— Belas flores! Namorando, Sara?

Olhei para meu chefe escorado a porta de sua sala, com os braços cruzados e um sorriso no canto dos lábios. Eu nem havia percebido sua presença ali até ele se pronunciar.

Gil não podia ser taxado de namorado AINDA. Então me limitei em apenas dizer ao meu chefe:

— Na verdade é um pretendente a namorado, Brooke.

— Ele ainda está em processo de análise? — brincou meu chefe.

— Podemos dizer que sim.

— Hum... Bom, você pode vir a minha sala pra gente debater sobre os manuscritos que temos pendentes para revisão.

— Claro! Você só me dá dois minutos pra eu colocar essas flores num jarro com água pra elas não murcharem, por favor?

Brooke sorriu.

Meu chefe é um gato. Loiro de olhos claros, corpo atlético e sorriso de menino. Ele é um cara boa pinta total e o melhor, é solteiro.

Quando comecei a trabalhar com ele, me apaixonei por Brooke e jeito agradável de ser. Tive até sonhos eróticos e românticos com ele depois. Mas minha paixonite por meu chefe terminou no momento em que me interessei pelo canalha do Elliot, o meu ex.

— Tá. Vai lá, Sara.

Meu chefe consentiu antes de entrar em sua sala. Aproveitei e corri até a pequena copa no fim do corredor para fazer o que pedi a Brooke. Enchi o jarro de vidro, que guardo no armário dali e coloquei as flores lá dentro. Aproveitei para digitar rápido uma mensagem de agradecimento à Gil pelo presente e enviei para ele.

Momentos depois estava com meu chefe revisando os manuscritos de novos e desconhecidos autores, para escolher um o qual seria a nova aposta da editora.

****

— Ei, alguém aqui recebeu flores. Quem é o cara, Sara? Conta aí pra geral.

Olhei imediatamente para Dayse, porque havia lhe dito antes sobre aquilo. Minha amiga ao receber meu olhar, ergueu as mãos dizendo que não falou nada para ninguém.

Então como aquele povo soube disso?

Trent então revelou que foi Janine, a recepcionista do prédio da editora, que comentou com ele sobre o entregador que me procurava.

Ô povo fofoqueiro!

— Ele é só um pretendente que tô conhecendo. — expliquei mentirosamente ao meu colega enquanto me acomodava ao lado dele na mesa do refeitório da editora.

Era horário de almoço e estavam ali na mesa além dele, Dayse e eu, Cristina do RH, Erick do setor de cópias, Nina da contabilidade e Bolton, o assistente do chefe de criação de arte dos livros produzidos pela editora.

Aquele era nosso grupinho fechado de almoço. Éramos amigos e na hora do almoço nos reuníamos ali para bater papo e fofocar, principalmente, os homens. E depois dizem que só nós mulheres é que gostamos de fofocar.

— Qual o nome dele, Sara? — Erick me interpelou.

— Gilbert!

Não disse seu sobrenome porque era conhecido demaid e não queria alardear que estava com o herdeiro de uma das empresas mais conhecidas e ricas do planeta.

— Isso é nome de velho! — Bolton debochou com um sorriso escapando.

— Ele é mais velho que ela.

— Dayse! — recriminei minha amiga por contar aquilo. Não é que eu tivesse vergonha disso, mas é porque ainda não queria expor Grissom e nem a relação que estávamos começando. Ele tinha algumas pendências a resolver e só depois que as resolvesse, que eu daria mais detalhes a seu respeito para meu amigos. E até lhe apresentasse a eles futuramente.

— Ah, ele é coroa, Sara?

— Não tanto assim, Bolton.

— Quantos anos? — alguém perguntou.

Talvez só essa informação não fizesse mal compartilhar.

— Ele tem praticamente dezesseis anos a mais que eu.

— Ah, não é tão velho assim.

— Não, Cris.

— E ele é um coroa gato, Sara?

Gato era apelido. Gil era simplesmente um Deus grego gostosão.

— Muito, Nina. — não escondi o sorriso ao responder.

— Ela o chama de Sr.Gostoso.

A Dayse linguaruda não tinha nada que revelar aquilo.

— Quem deu esse apelido pra ele foi ela.

Se era pra revelar então vamos revelar direito e dar o nome a quem de fato tem o mérito da questão.

— E você aderiu.

Isso é verdade. E como aderi.

— Com esse apelido devemos imaginar que o danado seja um pedaço de mau caminho, né?

— Com certeza, Nina — confirmei aos risos.

Os comentários ali ainda giraram mais um pouco sobre Gilbert e depois foram para outros, algo que agradeci porque já chegava de ficar ouvindo piadinhas dos meninos chamando o Gil de "meu coroa".

O horário do almoço terminou e cada um de nós seguiu para seus respectivos postos para retomar o seu trabalho.

O resto do dia transcorreu numa velocidade assustadora que quando me dei conta já era hora de ir para casa. Apanhei minhas flores da mesa, me despedi do Brooke e segui para encontrar o pessoal no elevador.

— Aí, quem tá a fim de me acompanhar num drinque rápido no Darco's?

— Bolton em plena segunda você já quer beber, cara? — alguém indagou enquanto entrávamos no elevador.

— Esse daí quando nasceu ao invés de berrar, deve ter pedido ao médico uma dose de vodka.

Nós caímos na risada dentro do elevador pelo comentário de Dayse em zoação ao Bolton.

— Olha quem fala. A cachaceira número dois do grupo.

Bolton não perdeu tempo em zoar a Dayse de volta e novas risadas vieram do nosso grupo por seu comentário.

— Eu não sou cachaceira. — rebateu minha amiga golpeando Bolton enquanto saíamos do elevador naquele momento.

— Quem não te conhece que te compre, Dayse. — Trent também tirou onda da minha amiga.

No fundo ela era sim um pouco cachaceira. Só não admitiria a ninguém isso, nem mesmo para mim.

Do grupo apenas Erick topou o convite de Bolton, porque era o cachaceiro número três do grupo. Eu, Dayse e os demais recusamos. Beber em plena segunda não é comigo. A não ser que seja uma ocasião especial.

Seguimos para saída do prédio na maior falação e ao chegar a rua tive uma surpresa imensa ao dar de cara com Gil do outro lado da rua, num terno escuro, sem gravata, encostado num carro preto, mãos no bolso e um sorriso de matar.

— Ai! Quem é aquele bofe escândalo olhando todo sorridente pra você, Sara? Não me diz que é o tal Sr.Gostoso?

Ainda que eu quisesse mentir não daria certo. Portanto falei a verdade.

— Ele mesmo, Nina! — confirmei e vi Gil acenar para mim. Me despedi rápido do pessoal e fui até Grissom. — Ei, o que faz aqui? — o interpelei assim que parei a sua frente. Notei seu olhar desviar por um segundo de mim para as flores que eu segurava e seu sorriso se alargar. Depois ele tornou a me olhar com alegria.

— Vim te sequestrar pra ir comigo para Nova York passarmos a noite juntos lá.

— Quê?

— Isso que ouviu. Vamos de helicóptero e em poucos minutos chegamos lá. Vem comigo?

A proposta era mais que tentadora, contudo, eu pensei no amanhã. Em como viria de Nova York para o trabalho? Ia ter que acordar muito cedo.

— Grissom, eu tenho que trabalhar amanhã. Como eu vou voltar de Nova York pra cá?

— Vamos voltar de helicóptero também. — ele ajeitou para trás da minha orelha, uma mecha castanha de cabelo que estava em meu rosto. — Te deixo cedo na sua casa para que venha trabalhar. E aí, topa?

Depois disso não tinha como não topar. Só se eu fosse louca para recusar tal proposta dele.

— Eu topo.

Acenei para meus amigos, que ainda estavam todos lá no outro da rua de olhos atentos em mim e Gil. Depois sem demora entrei no carro com Grissom.

— Luke nos leve para o Taurus. Tem um helicóptero a minha espera no heliponto de lá. — Gil instruiu o sujeito, que deduzi ser seu motorista.

— Sim, senhor.

O sujeito que eu não vi direito o rosto, mas que deu para perceber que era careca, trajava terno escuro. Se usava gravata também não vi, mas deduzo que sim. Ele deu a partida no carro após responder ao Sr. Gostoso.

— Acho que alguém aqui está me devendo um cumprimento, mas amoroso que aquele que trocamos ainda pouco. — Grissom me puxou para mais perto dele e nós nos beijamos. Sua língua mergulhou dentro da minha boca e senti a mão do Sr.Gostoso deslizar pela minha coxa e ir subindo até invadir meu vestido. No mesmo instante interrompi o beijo.

— Grissom!! O motorista! Se comporta. — ralhei, tirando a mão boba daquele safado do meio das minhas pernas.

Ele sorriu.

— Não se preocupe com ele. Luke é surdo e mudo nessas horas.

Dito isso, Grissom tornou a tomar minha boca na sua em outro beijo, que demorou uma eternidade para terminar.

— Não parei de pensar em você o dia todo. — a confissão foi feita tão logo o nosso beijo se encerrou. Havia um sorriso tão lindo enfeitando aqueles lábios deliciosos dele.

— Verdade?

— Muito!

— Eu também pensei em você o dia todo. — principalmente depois das flores recebidas. Aliás, tratei de agradecê-lo por elas outra vez. — A propósito, obrigada novamente pelas flores. Elas são lindas, adorei. Pensei em deixá-las enfeitando minha mesa, mas aí mudei de ideia e achei melhor levá-las comigo para casa.

— Melhor. E fico feliz que tenha gostado delas. Exigi da minha nova secretária, que fossem as rosas vermelhas mais lindas.

— E ela cumpriu sua exigência muito bem.

— Vou me lembrar de agradecê-la amanhã.

— Chegamos, senhor. — o carro parou.

— Já? — sussurrei para Gil, me espantando com a rapidez com a qual chegamos no Taurus.

— Já!... Venha!

Notas finais
Até o próximo capítulo. Beijos.