One- Natal de Alec e Renesmee
1 One-Espirito de Natal
Notas iniciais
O incrivel som das notas natalinas, o docê cheiro do pão de mel favorito, o frio e o chocolate quente beiravam nos pensamentos de Bob e Lih. Mas, nem tudo seria como queriam.
–PAPAAAAAAI
O grito fino e feminino foi ouvido de longe, mas deixando claro que o moreno tinha que ir logo. Se levantou e correu as pressas ate o quarto cor de rosa.
–Papai, lih não alcança o ursinho.- exclamou revoltada a pequena ruivinha que tentava muito pegar o ursinho favorito, pendurada encima do banco.
– Querida, você pode se machucar assim.- Alec correu pra pegar a filha antes que caísse.
–Mas papai eu não consigo pegar o ursinho, acho que ele não quer ir comigo pra Noi Lok.- Lih cruzou os bracinhos fazendo cara emburada.
Alec riu da filha, amava o jeito que ela falava, desde que lih nasceu, sua filha mais velha e menina ele sempre foi guarda-costa, pra ele ensinaria Bob cuidar de sua ruivinha.
–Não querida, se fala New York.-corrigiu a filha enquanto pegava o urso e colocava ela sentada na cama indo ver se a mala tava pronta.
– Palavrinha dificil papai.-suspirou cansada, fazendo o pai rir.
–Sua mãe ta acabando de arrumar seu irmão, ai nós vamos, okay?- perguntou amarrando o tênis dela.
–Sim papai.
–Olha filha, eu sei que você não esperava irmos passar natal longe de casa e longe da familia. Você vai ver, vai ser divertido. Sabia que lá tem um park que tem muitos bonecos de neve?
–Serio papai???! E chocolate quentinho?- perguntou arreganhando os grandes olhos azuis brilhando.
–Serissímo.- sorriu pegando a mala e dando a mão pra filha saindo do quarto. Logo deparou com a esposa carregando Bob.
–Amor, você viu a mala de Bob?- a ruiva mais velha perguntou desesperada, afinal ja estava tarde e o voô não demoraria pra partir.
–Não se preocupe, ja tava no carro junto com o resto. Vamos.- deu um beijo na testa da esposa e Lih deu lingua pra Bob que sonolento riu e puxou um cacho da mãe.
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–Atenção passageiros com destino a New York compareça ao portão A. Por favor passageiros compareça ao portão A.- Soou a voz feminina anuciando o Voô.
–Esse é nosso Voô, Nessie.- disse Alec empurrando o carrinho com as malas, enquanto Nessie segurava a mão de Bob e Lih que tentavam correr.
–Okay, Filho vai com o papai, a mamãe vou levar sua irmã no banheiro.- Falou por garotinho que correu ate o pai, que colocou ele sentado no carrinho e saiu correndo arracando risadas do pequeno.
–Mamãe, Lih não quer ir no banheiro, eu queria falar com a senhora sozinha.-explicou a garotinha envergonhada.Renesmee olhou sem entender pra filha e se abaixou pra fica do seu tamanho.
–o que houve querida?
– To com medo.- sussurrou pra mãe.
–Filha, olha pra mamãe e fala.- A ruiva incentivou a ruiva pequena.
–Não gosto de altura. Tenho medo do avião.- falou.
Mesmo com palavras pequenas Nessie entendeu a filha. Se sentia assim quando era menor.
–Querida, não precisa ter medo. Eu e seu pai vamos está com você. Vai ser rapidinho.-Deu um peteleco na ruivinha que riu e se agarrou na mãe á abraçado, Nessie puxou a menina por seu colo se levantando e seguindo ate onde Alec tava com Bob.
Renesmee logo avistou seu moreno jogando e girando Bob que por sua vez enchia a sala de emparque com suas gargalhadas fofas. Lih ao seu lado começo a correr em direçao dele e se jogou nas costas do pai.
–Amor tava esperando por você, Vamos?- Alec perguntou se aproximando da esposa e abraça ela. Atrás deles, Bob e Lih olhavam a cena sorrindo e de mão dada.
Nessie assentiu e deu um selinho no amado.
–Queria muito te beijar mais, mas as criança estão bem ali olhando pra nós.-sussurrou fazendo carinho no cabelo de Alec que fechou os olhos e sorriu pegando a mão da esposa á beijando.
–Eles parecem você
–Não me diga. Você que ensina eles serem curiosos.- respondeu ae soltando dele.
–Aê senhorita, vamos descurti isso no avião.-disse puxando a esposa e as crianças.
*****
Bob e Liz estavam encantados enquanto o carro passava pelos pontos de Nova York, diferente de Londres que era cercada de historias antigas. Tinha crianças correndo e caindo na rua, tinha um casal de velhinhos rindo na varanda de casa, tinha adolescentes na praça brincando.
–Aqui é lindo.- exclamou Liz suspirando, Bob concordou com a irmã sorrindo.
–Espere ver as apresentação.
– Muita neve.- Alec falou olhando para a esposa que riu da piada deles. As crianças logo se lembraram.
–No natal passado papai não saiu de casa por causa da nevinha, por que?-Bob perguntou.
– Neve é molhada.-explicou, logo recebeu olhar irônico das crianças, Renesmee somente ria.
–Por que o senhor toma banho se a água é molhada?
–É diferente.- revirou os olhos.
–É não.- Os três falaram no mesmo tempo, arracando risadas de todos ate mesmo do motorista. Bob olhou espantado por homem e se encolheu no colo do pai.
– Papai o homem barrigudo ta grávido ? — sussurrou com biquinho e olhando de canto por homem.
Alec riu da inocencia do filho e apertou o menino.
–Não querido, ele só é...gordo.- sussurrou de volta.
–Ata...
O resto do caminho foi calmo, a cidade tava totalmente no clima de natal, Renesmee suspirou notando que Liz estava triste por não passar natal com o resto da familia Cullen. Após o carro parar na frente do hotel onde iriam ficar, Alec pegar malas e Bob tenta ajudar, mas fica somente segurando o ursinho. Com seu andar engraçado, ele faz o mesmo que o pai.
–Feliz Natal.- Fala o motorista acenando pra familia. Bob acena dizendo.
–Tchau, Gordo .- E logo suspira se virando, deixando os pais com olhar incrédulo e Liz rindo que correu atrás do irmão.
–Eu sei que foi você Alec.-Renesmee soltou de uma vez.
–Desculpa, tive que dá a resposta óbvia, o menino pensou q o Homem tava grávido.- falou. A ruiva riu e deu um selinho no marido.
– Pai bobão, Eu te amo!-exclamou a ruiva olhando com admiração por moreno.
–Eu te amo, Ruiva!- sorriu segurando a cintura dele.
Mais tarde naquele dia, Alec e Renesmee arrumavam as crianças para a apresentação de natal.
–Querida arrumei seu casaco tem poucos minutos, para e fica quieta se não vai sempre sair.-Diz a ruiva arrumando novamente a mini ruiva.
–Cade papai?
–Arrumando Bob, ele não quis deixar eu ver a roupa do seu irmão, só espero que seja apresentavel.
Enquanto isso no outro quarto Alec tentava colocar a gavata borboleta no filho, que por sua fez sempre tirava irritado.
–Bob para, Por Deus. Desse jeito sua mãe me mata se demorar demais.-exclamou segurando os braços do filho e colocando ela novamente, Bob riu.
–Mamãe brava dá medo.-fez careta.
–Sim, ela fica da cor do cabelo de vocês.-afirmou.-Que tal filho?! -perguntou girando.
–Papai ta lindo como diria Liz.- Alec riu negando .
–Vamos mostra pra sua mãe?.
–Siiim.- Bob pulou da cama e segurou a mão do pai.
Ao sairem notaram que Liz e Renesmee já estavam esperando do lado de fora.
–Até que fim! Mamãe tava pra congelar com a Liz.-Exclamou a pequena com seu jeito de referi a mesma com o nome.
–Eu esquentaria a mãe de você.- falou piscando pra ruiva e deu um tava no seu ombro.
–Pare Alec, e vamos logo, temos que chegar em uma hora.
–Relaxa.-respondeu pisando no acerelador.
Assim que chegaram no Central Park, se depararam com as luzes e o ambiente mágico que se encontrava o local.
–Nossa!- Exclamaram as crianças que olhavam tudo com O perfeito formado na boca deles. O casal sorriu com a expressão dos filhos. Alec se aproximou da esposa e lhe deu um beijo enquanto mandava os filhos na frente.
–Se lembra do Quatro ano atrás?- Perguntou da esposa.
–Sim...Lembro de você derrubar sorvete na minha roupa.
–Já lhe falei, fiquei encantado com sua beleza ruiva.- O moreno piscou lembrando da cena que a ruiva fez.
–Agradeço por ter acontecido aquilo.- Ela sorriu dando um selinho no moreno.
–Mesmo perdendo 100 dólares eu ganhei um tesouro maior.- falou colando a testa na dela.
–O quê?
– Você, nossos filhos, minha familia. — Logo puxando a esposa por beijo apaixonado e lento , mordeu e puxou de leve o lábio inferior dela.
–Temos que ir.-sussurrou tirando uma mecha do rosto da mulher.
–Certo.-Puxou o marido atrás das crianças que por incrível que pareça estavam olhando para os pais sentados em um banco com sorridos sapecas no rosto e logo se levantaram e correram pra perto dos pais.
********
–Obrigado pela presença de todos. Hoje Juilliard tem o orgulho de apresentar os seus antigos alunos e alunas e nossos convidados especias da Companhia Royal Academy of Music que vieram de Londres para nós acompanhar no concerto de Natal.- Dizia a senhora sorrindo encima do Palco no meio do Central Park, onde dezena de pessoas estavam pra ver o tão esperado concerto.
Uma ruiva em especial estava sentada enquanto observava de cima seus filhos ao lado do seu marido sorrindo pra ela.
–E com prazer apresento O concerto Amantes da Música.-A mulher levantou os braços nas últimas palavra e o som de palmas ecoou pelo Park e logo as luzes se apagaram focando na ruiva com o violino.
O som invadio os ouvidos de todos, muitos admiravam a música outros a ruiva concentrada no que fazia.
Enquanto tocava em sua cabeça passava tudo que a musica podia lhe oferecer, paz, felicidade e lembranças.
Se lembra do momento em que colocou os olhos no certo moreno de olhos azuis, que se encontrava todo arrumado com um soverte na mão, riu do pensamento, sabia que tinha que agradecer sempre que encontra-se um soverte, pós tudo começou por causa dele, hoje ela tem tudo que sempre quis e muito mais. Uma familia, o marido dos sonhos, dois filhos que ela daria a vida.
O moreno compartilhava o mesmo pensamento que a ruiva. Um pouco diferente dos pais, Liz e Bob só pensavam em como amava a mãe e queriam ser como ela, tocar e se apresentar pra muitas pessoas se conhecido e admirado.
–Estão gostando?- Alec se agaichou sussurrando pros filhos.
–Sim- falaram unidos.- Mamãe é magnifica.- disse Liz com olhos brilhando.
–Quero ser amante da musica quando tiver maior.-murmurou Bob.
–claro, mas pode ser agora sabia? Só tem que acreditar na musica e faze-la parte de sua vida. Igual sua mãe.- Aconselhou.
Sons de palmas foram ouvidas e logo o moreno olhou por palco vendo a esposa se curvar e sorrir lindamente. Logo a moça que apresentava tomou o microfone.
–Uma salva de palmas os nossos convidados de Royal Academy of Music e aos nossos alunos e alunas de Julliard.- disse.- Gostaria de chamar para dá a umas palavras uma grande violista, Renesmee Cullen.- Mais palmas e uns gritos vindo de Liz e Bob ao ver a mãe falar.
–Obrigada.-sorriu e continuou.- Hoje é um grande dia não só por que é o concerto.e sim porque é Natal, uma época de alegria e momento em familia, e um passe de amor e paz para todos. Eu me orgulho de está aqui para mostrar minha paixão pela musica e está com minha familia. Que nesse natal tudo de bom aconteça com vocês, e nós próximos muito mais.
Pra mim o verdadeiro significado do Natal é o amor. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.O verdadeiro significado do Natal é a celebração deste ato de amor incrível.- Lágrimas brilhavam nos olhos da ruiva ela podia ver pessoas sorrindo com carinho, outros chorando e principalmente sua familia que sorria orgulhosos dela.
Se era possível muitas palmas foram ouvidas. Sorriu orgulhosa de si mesma e desceu do palco com ajuda do marido que a girou no ar a fazendo gargalhar e puxou o marido por beijo.
– Palavras lindas amor.- Alec disse.
– Devo agradecer a você isso.
–Mamãe!- Renesmee se virou a tempo quando Bob se jogava nela e Liz lhe agarrava pela perna.
–Foi lindo mamãe.- Liz disse querendo subir nos braços da mãe, Alec ao ver a cena pegou a filha no colo e ficou na frente dos dois com Liz no braço.
– Abraço em familia.- exclamou Bob puxando o pescoço do pai.
–Mesmo estando longe da familia toda, somos nós aqui, e eu sei agora que o importante é ta com a familia no natal e esse natal ta maravilhoso, eu amo vocês.- Liz surpreendeu tanto os pais quanto Bob que olhava estranho pra irmã.
–Também te amamos filha.- Alec beijou a testa da filha fechando os olhos.
–Liz é tão inteligente.- murmurou Bob de braços cruzados e cara de raiva, fingindo. Renesmee riu e deu um beijo na bochecha de cada um e um selinho no marido fazendo ele aperta sua cintura.
–Vamos pra casa.- sorrindo acolhedora todos.
E assim foi, tudo que queremos nem sempre acontece do jeito que queremos, ás vezes mais outras menos, mas o melhor é ta nessa época de natal com a familia e esperar de presente saúde, paz e amor.
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