One More Hope.
5 Capítulo 3.
Notas iniciais
Nos vemos lá embaixo.
Estávamos no portal e eu podia ver a Bifrost, que para minha infelicidade, não era exatamente um arco-íris.
Heimdall retirou sua espada de um recipiente, um lugar feito para guardá-la. Assim que ele a retirou, o portal parou de girar.
Vi uma carruagem dourada e branca se aproximar, sendo puxada por dois cavalos brancos e muito bonitos. Heimdall fez uma reverência e me ajudou a entrar na carruagem. Agradeci e tive como resposta um “boa sorte” sussurrado.
Enquanto a carruagem passava pela Bifrost pude ver os primeiros detalhes de Asgard. A cidade tinha contrastes extremamente lindos: o céu em seus tons lilás, azul e rosa revelava dois Sóis que brilhavam intensamente, junto com as milhares de estrelas e outros planetas que ali se podia ver; as construções lembravam filmes da Europa Medieval, mas também possuíam grandes arquiteturas que a Terra não possuía, algumas dessas arquiteturas flutuavam e mudavam de lugar.
A atmosfera de Asgard parecia estar sempre alegre, seu ar era pesado porém limpo, havia muita vida e as pessoas pareciam viver totalmente em paz umas com as outras; tal coisa me vez sorrir.
Estava observando o lindo céu estrelado e colorido, quando o enorme Palácio de Odin entrou no meu campo de visão. Perdi as contas de quantas vezes me belisquei para ter certeza de que não estava sonhando.
Como já era esperado, o palácio era inteiramente dourado. Tinha milhares de torres e, na mais alta de todas, podia se notar certo brilho especial. Minha boca se abriu.
Nem o mais rico empresário de Abu Dhabi teria um castelo como esse ou minimamente parecido com este, com certeza não.
A carruagem parou na frente da enorme escadaria de mármore que levava a porta principal do Palácio. Os guardas reais me esperavam. Ajudaram-me a descer e me conduziram para dentro.
Não preciso dizer que fiquei com mais cara de retardada ainda quando entrei na enorme sala circular, né? O chão feito de mármore revelava um brilho fora do comum. As paredes de ouro se erguiam em toda sua majestosa arquitetura em par com a prata , que fazia desenhos principalmente nos pilares.
Acordei do meu transe quando ouvi passos e vi os guardas reais fazendo uma reverência. Em poucos segundos Odin, o Pai de Todos apareceu em meu campo de visão sendo ladeado por sua esposa Frigga. Ambos sorriam para mim. Posso desmaiar?
– Enfim chegou! — Odin disse em uma voz firme e rouca, ele ria. — Seja bem-vinda, Rebeca de Midgard. — O Pai de Todos autorizou que Frigga se encaminhasse até mim. Quando ela chegou perto o suficiente me abraçou.
– Espero que esteja bem queria. — Com um leve aceno de cabeça respondi que sim e sorri, não conseguindo falar.
Ah não, maldito gato! Devolva minha língua.
Notas finais
Lokisses e até mais.
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