One For The Group
35 Se morrermos morreremos juntos./ ELA SE FOI.
Notas iniciais
Cap fresquinho, acabei de escrever, e vim postar, espero que gostem muito, quase chorei escrevendo o fim desse cap.
É uma dica isso sim,o fim desse cap é um pouco triste (eu achei)
Bem, vamos parar com a enrolação e vão le.
ESSE É PARA COMEMORAR O FIM DO MUNDO, QUE NÃO ACONTECEU. rsrsrsrs
Sentiu o mesmo se mover sobre ela, abriu os olho e percebeu que ele apenas havia virado a cabeça de lado, e que continuara deitado sobre seu corpo dormindo, sorriu passando a mão direita sobre o cabelo dele, e logo adormeceu novamente. Acordou horas depois com ele se movendo novamente, olhou para ele e sorriu, ele logo respondeu o sorriso dela e beijou entre o vale dos seios dela.
–Bom dia.- ele respondeu com a voz rouca.
–Ainda é dia?-ela perguntou enquanto ele levantava e sentava na cama. Ela se sentou na cama e o abraçou por trás beijando o pescoço dele.
–Acho que não mais.- ele respondeu sorrindo. Se virou para ela e ficou a olhando, depois a beijou, se deitando sobre ela, acariciando suas coxas.-Você é linda.- falou parando o beijo.-vamos tomar banho?- ele perguntou e ela afirmou com a cabeça sorrindo, ele a pegou no colo, e andou em direção ao banheiro sorrindo.
Andou direto para o box pois os dois já estavam nus, ligou o chuveiro, e a aguá fria despencou nos corpos, ele a encostou na parede com um sorriso malicioso nos lábios, começou a beija-lhe o pescoço arrancando suspiros dela.
–Acho que precisarei de férias depois que sair desse quarto.- ela falou sorrindo enquanto ele ainda beijava-lhe o pescoço.
–Por mim eu ficava aqui com você para sempre.-ele respondeu a olhando e logo a beijando, e acabaram fazendo amor novamente ali mesmo no banheiro.
Depois que terminaram o banho se vestiram e logo desceram, foram tomar café estavam mortos de fome, chegaram ao 1° piso e encontraram Pepper, Tony, Bruce e Bianca, assim que viram o casal juntos começaram a rir.
–U a noite ontem foi boa em.- Bianca falou sorrindo.
–Porque você está falando isso?- a morena perguntou corada, de mãos dados com Clint que também ria.
–Acho que é o único motivo para vocês permanecerem no quarto até as 16:00.- ela respondeu sorrindo mais ainda.
–Já é tudo isso.- Andressa perguntou surpresa.
–Não na verdade são 16:12.- Bianca respondeu olhando no relógio de Bruce.
–É... Vou comer algo.- ela falou e logo andou junto a Clint para a cozinha, comeram enquanto se encaravam com pequenos sorriso nos lábios.
–Nossa finalmente saíram daquele quarto, pensei que nunca mais iam sair.-Natasha falou entrando na cozinha, fazendo os dois sorrir.- Bem é Fury que a gente na base ainda hoje.- ela falou e o sorriso logo se desfez do rosto da pequena e do arqueiro.- temos que está no aeroporto daqui a 1 hora.
–Droga.- a morena falou respirando fundo.- vou arrumar minhas coisas.- falou e logo subiu para o quarto pegou uma calça jeans, e uma blusa azul marinho de manga, se trocou colocou uma sandália, enquanto escovava os dentes escultou Bianca chama-la, enxaguou a boca e logo saiu do banheiro do quarto avistando a amiga.-Oi Bi.
–Tenho que te falar uma coisa.-ela falou sorrindo andando até a morena.
–Bi, fala bem rápido que eu tenho que voltar o mais rápido possível para NY e voa pra base, Fury quer alguma coisa comigo, Clint e Naty.
–Vai ser bem rápido.- ela falou ainda olhando a amiga, e logo depois colocando as mão na barriga e olhando a mesma com um olhar bobo.
–Bi, eu ainda não estou intendendo... Ai meu Deus... Você está grávida?- a meio brasileira perguntou com um largo sorriso nos lábios.
–To, descobri semana passada, estou tão feliz, e o Bruce também, ele está um pouco preocupado sabe, mas já fizemos exames e está tudo bem com o bebe.- ela falou com o sorriso bobo ainda no rosto, que ficou mas largo ainda quando a amiga a abraçou.-eu estou tão feliz, sabe vou casar com Bruce que eu amo, e ainda vou ter um filho dele, nada melhor poderia acontecer na minha vida.
–Eu to muito feliz por vocês.- ela falou soltando a amiga a olhando nos olhos.
–Agora vai sua loca, ver oque o Fury quer, quando você chega nos conversamos mais.- ela falou dando um pequeno abraço na amiga que logo pegou a mala e desceu, encontrando Clint e Naty conversando.
–To pronta. Vamos.-falou e logo partiram para o aeroporto, depois pegaram o jato e assim que aterrissaram em NY, foram direto para a base. Chegaram na mesma e foram direto para a sala de Fury, encontrando já lá Matyw e Maria Hills.
–Bom noite.- falaram todos em uníssono, logo depois Fury chegou.
–Boa noite agentes. Bem vou falar rápido porque a missão de hoje é bem simples, vocês teram que entrar na casa de Ioles, na Índia e pegar senhas de bombas nucleares. Esse cara é um terrorista em massa, está planejando explodir a Índia inteira, e se não paramos ele, ele logo tentar destruir outros países até ter explodido o mundo inteiro. Quero que prendam ele também, ele parece ser inofensivo mas ele não é. Podem ir agentes já sabem oque fazer.- Fury falou e logo saiu deixando os agentes em sua sala confusos, olhando o mapa da casa do indiano, como iriam fazer para entrar lá? Essa era a questão.
A casa era vigiada 24 hrs por dia,tudo bem que eles iriam se infiltrar durante uma festa, mas isso só tornava as coisas muito mais difícil e precisa, pois iria ser o dobro de seguranças, a morena olhou várias e várias vezes o mapa, memorizando todo ele em sua mente, caso algo desse errado, seria mais fácil sair da casa. Depois que estudou todo o mapa, foi le o arquivo de Ioles, gravando tudo em sua mente e gravando o rosto dos seguranças que sempre estavam com ele.
–A vida desse cara é um tédio;- ela disse terminando de ler o arquivo do indiano, eles já estavam dentro do avião a caminha da Índia Clint que estava ao seu lado, pegou o arquivo e começou a le. Assim que chegaram na mesma foram direto para um hotel, chegaram lá mas nem se deram ao trabalho de descansar, ficaram passando e repassando o plano, Clint não estava nem um pouco gostando dele, O PLANO envolvia a morena, mas do que ele queria, pois era ela quem iria invadir a casa do indiano e pegar as senhas das bombas, e se algo acontece-se a ela? Não ele tinha que tratar de tirar essa ideia da cabeça, ele já havia tentado a fazer mudar de ideia, mas como sempre ela se recusava.
Bem o plano era, Maria e Matyw iriam para a festa e ficariam vigiando o indiano e alguns de seus seguranças, Clint e Natsha iam ficar do lado de fora vendo a movimentação dos seguranças e da festa, dando cobertura para a morena, que iria entrar na casa e ir até o cofre abri-lo e pegar as benditas senhas.
–Bem está na hora gente.- Maria falou já pronta, vestida com um vestido roxo, até o meio os pés mas que mesmo assim deixavam a amostra suas pernas.
–Vamos.-Matyw respondeu e logo todos eles saíram para a festa, em carros separados é claro, Maria e Matyw foram em uma BMW vermelha, e Clint, Natasha e Andressa, foram de van pois ela irias ficar estacionada nos fundos da casa. Assim que chegaram a morena logo tratou de entrar a casa, (que na verdade era uma mansão). pelos esgotos.
–Já estou aqui dentro.- a vos dela soou por toda van, dando tranquilidade ao arqueiro que estava aflito.- vou ir direto para a sala do cofre.- ela falou e foi andando com todo cuidado, até que chegou a um corredor e avistou uma câmera.- Tem uma câmera aqui.
–Vai pelas instalações de ar-condicionado.- a ruiva falou para a mesma, que logo fez oque ela falou, foi engatinhando com um pouco de dificuldade pelas instalações, até que finalmente chegou até a bendita sala, 5 minutos foi o tempo para ela chega até a sala.
–Sistema de segurança foi desativado, pode descer e abrir o cofre.- Natasha falou mais uma vez.
–Tá bom.- A pequena falou retirou a grade da passagem mas antes de descer lembrou de uma coisa.-E as câmera com certeza ai dentro tem câmeras.- ela falou olhando para a escuridão que estava a sala.
–Já foram desativadas também, pode ficar tranquila.- A voz dessa vez que soou em seu ouvido pela esculta foi a de Clint.
–Tudo bem.- falou pegou uma lanterna a ligou, segurou a mesma com a boca e desceu.- A segurança da casa desse cara deve ser uma droga.
–Agora que você falou isso, foi fácil demais desativar os softwares de segurança.- Natasha falou um pouco confusa.
A morena sentiu que tinha alguma coisa errada, mas decidiu continuar e abrir logo aquele cofre para pega as senhas.
–Vou começar.- ela falou pegou na bolsa em que estava um dispositivo, que descobria as combinações, segundos depois odiou ver a senha já descoberta pelo dispositivo, aquilo era óbvio demais, com certeza era confusão.
–Droga.- falou com sigo mesma.- Gente com certeza tem alguma armação desse cara, a senha que ele coloco no cofre é obvia demais.
–Qual a senha?- Clint perguntou sério.
–1234567.
–Oque? É essa a senha? Que imbecil esse cara.- Natasha falou sorrindo mas sendo repreendida por Clint que lhe lançou um olhar ameaçador.- É se foi essa que dispositivo achou com certeza é essa.
–Que bom que eu te divirto.- a morena falou para a ruiva.-Vou abrir a porta do cofre.- ela falou e prendeu a respiração sem perceber, orando para que nada desse errado, mas aquilo não ia acontecer. Assim que puxou a porta escultou um bip, terminou de abrir a porta o mais rápido que pode com um puxão brusco, avistando oque ela não queria nem um pouco.-Porra.
–Oque foi Andressa.- Clint perguntou olhando a ruiva dentro da van que tinha estava paralisada esperando resposta da more.- Oque aconteceu ai.
–Uma bomba, foi ativada.- ela falou ainda paralisada olhando a mesma que estava em uma contagem de 10 minutos.- Droga eu sábia que tinha algo errado com essa porra de cofre, estava fácil demais.
–Tudo bem, pega as senhas e some dai, vamos dá um fora.- a ruiva falou.
–Não dá, vou desarma ela.
–E claro que não — Clint falou nervoso, aflito com o coração acelerado.- é claro que não Andressa você tem que sair dai agora.
–É claro que não Clint, você acha mesmo que essa é uma pequena bomba, que só vai fazer um pequeno estrago, é claro que não. Pelo que eu to vendo aqui, ela tem capacidade de destruir a India inteira.-ela escultou o arqueiro arfa.- Fica calmo eu vou desativar ela.- ela falou enquanto andava de um lado para o outro na sala.- ela não tem nada demais, a única coisa que eu tenho que fazer é saber que fio corta. Só que a merda é descobrir qual o fio já que aqui tem cinco ao invés de 3, e nenhum dele é vermelho.- ela falou e deu uma pequena risada.
–Quais as cores dos fios.- Natasha perguntou, deixando o nervosismo ser notado no tom de voz.
–Azul, amarelo e preto.-a pequena falou com um pequeno suspiro.
–Quais as cores dos fios e quantidades.- Clint perguntou fazendo a morena ficar um pouco confusa, mas que segundos depois ela entendeu a pergunta do arqueiro.
–Dois amarelos, dois pretos e um azul.
–Com certeza deve ser um dos pretos ou um dos amarelos.
–Não acho que seja, acho que deve ser o azul.- a morena falou pensativa avaliando a bomba.
–É claro que não é obvio demais.
–Por isso mesmo Naty, ele fez tudo óbvio demais, para que quando chegasse nessa parte, nós tivéssemos medo de arriscar, ele é obvio mas ao mesmo tempo inteligente.- falou tirando o pequeno alicate da bolsa.
–Tem certeza?- Clint perguntou com a voz séria.
–Não. Eu estou deixando me guiar pela lógica, ele fez tudo para confundir nossas mentes tudo, segurança fácil e senha mais fácil ainda, ele tá ligando os óbvios, para que quando chegasse nessa parte nós pararsermos de pensar que as coisas seriam fácil e óbvias.
–Faz sentido.- a ruiva falou pensativa.
–E ai corto ou não corto o fio azul?- ela perguntou com a mão já posicionada no fio entre o alicate.- só temos 50 segundos.- ela pergunto mas não obteve resposta eles ficaram calados pensativos apreensivos será que essa teoria da morena estava mesmo certa? Pensaram mas um pouco até que escultaram a voz da morena novamente.-Pronto.
–Oque, você cortou.
–Sim o tempo tava acabando e vocês não me respondiam então cortei.
–Você é loca.- Natasha falou com um pequeno sorriso no rosto.-Só podia ser filha do Stark mesmo.
–Essas missões estão ficando cada vez mais estressantes, preciso de uma dose de vodka.- ela falou fazendo o arqueiro e a viúva sorrir, mas logo parando ao escultarem um alarme ativado, as portas da sala haviam sido trancadas ela tentou escapar mas ela estava presa.
–Andressa, oque aconteceu ai.
–Está tudo trancado, não há nenhuma saída que eu possa sair.
–E as instalações de...
–Também está trancada. Esperem estou escultando passos.- Ela falou nervosa, pegando as senhas de dentro do cofre a guardando na bolsa e se escondendo atrás de uma enorme porta, escultou os barulhos de dígitos e logo a porta se abrindo, continuou da mesma forma que estava em silêncio atrás da porta. Viu um homem andando até o cofre, avaliando tudo, e logo depois escultou ele falando em outras língua ficou meio confusa, e levou um pequeno susto assim que escultou a voz de Natasha traduzindo oque ele falava pela esculta.
–Seja quem for que fez isso, é bem esperta ou esperto, entendeu a lógica do senhor Ioles.- ele deu um pequeno sorriso, mas logo voltou a falar só que dessa vez estava gritando.- Tranquem a casa não deixe ningúem sair, temos que encontra-la, ou encontra-lo. Ele ou ela não vai sair vivo daqui.- a morena sentiu um arrepio por todo seu corpo, colocou a mão na pistola e já deixou a mesma apontada para o homem que ainda estava de costas, escultou pessoas correndo, com certeza eram seguranças, o homem foi andando de costas até a saída por um momento olhou para trás da porta avistando a morena, assim que a viu sacou a arma que tinha, só que a pequena foi mais rápida, o pegou pelo pescoço imobilizando o seu braço o fazendo soltar a arma, pegou o rosto dele e o batei contra a parede, o fazendo desmaiar no mesmo instante.
–Droga o corredor está cercado.- ela falou pegando a pistola do segurança no chão.- eu vou sair.
–Não dá Andressa, você tem que ter um plano.- a ruiva falou procurando por Clint dentro da van, mas não encontrando o arqueiro.
–Eu tenho um plano, ATAQUE.- ela falou e logo saiu pelo corredor atirando, acertando todos, trocou o pente da arma que já estava vazio por um cheio, voltou a atira, e assim que olhou o corredor se assustou vendo tantos homem caídos deixou os pensamentos de lado e logo correu pelo corredor, batendo de frente com Clint, que tinha o olhar assustado repleto de desespero.
–Temos que sair daqui.- ele falou a puxando pelo braço.- isso aqui está cercado de seguranças, Matyw e Maria já prenderam Ioles, temos que sair daqui o mais...- o arqueiro não terminou de falar assim que viu o corredor lotado de seguranças, puxou a morena no sentido oposto, mas paralisando também assim que avistou que a unica saída seria eles se jogarem pela janela.- não tem saída.
–Droga.- ela falou, olhando desesperadamente para os dois lados mas logo depois olhando o arqueiro vendo o mesmo desesperado, a unica saída seria eles se jogarem da janela, mas estava um pouco fora de hipótese, já que eles estavam no 4 andar da mansão do indiano. Mas era isso que eles iam fazer, se jogarem do 4 andar era a unica forma de saírem vivos, iriam sair com alguns ossos quebrados mas era isso ou morrer, com uma quantidade impossível de bala.-Vamos.
–Não dá.- ele falou temendo especificamente por ela.
A morena apenas o puxou e eles logo correram de mão dadas até a janela.
–Vamos ter que nos jogar.- ele falou recebendo um pequeno sorriso da morena, logo se tacaram, caindo em cima da van em que eles havia chegado ali.
–Porra.- ela xingou sentindo todo seu corpo doe.
–Vamos.-ele falou puxando a morena que ainda estava imóvel em cima da van.- intendeu agora porque eu quero que você não trabalhe com isso.
–Isso foi muito demais.- ela sorriu, mas logo desceu, e entrou na van aonde a ruiva já estava no volante, assim que entraram fecharam a porta e ela logo dirigiu, o mais rápido que pode já que os seguranças estava atirando contra a van.
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–Você foram ótimos, estão de parabéns, prenderam o indiano, e pegaram as senhas e ainda desararam a bomba.- Fury falou feliz, com um largo sorriso no rosto, mas os agentes estavam sérios,principalmente Clint e Andressa, mas ainda a morena, que estava morrendo de dor.- Mas principalmente os parabéns para senhorita Stark.- ela apenas o olhou e fez sim com a cabeça.- Bem agentes, você já podem ir, creio que devem está cansados demais. Dispensados.- Fury falou e eles logo saíram da sala do moreno. Cada um foi para seus dormitórios. Assim que a morena tomou seu banho, se vestiu tomou um analgésico e logo foi encontrar os agentes no refeitório da base. Chegando lá encontrou Natasha, Clint e Matyw só Hills que não estava lá ainda, alguns minutos depois ela chegou e eles jantaram e ficaram conversando durante algum tempo, Hills não tirava os olhos de Clint, coisa que a morena não estava gostando nem um pouco de ver, por alguns segundos sentiu uma vontade imensa de socar cara da colega de trabalho, ela estava dando em cima de Clint na frente da morena, e ele nem estava percebendo, ou estava fingindo que não estava, mas mesmo assim ele não estava dando a minima para ela, ve ela dando em cima do arqueiro só aflorou o ódio que a morena sentia por ela.
–Me desculpem, mas eu vou me deitar, estou muito cansada e com uma maldita dor de cabeça.- a meio brasileira falou se levantando da mesa, ela queria dormi, por pelo menos uns 4 anos de tão cansada que estava.- boa noite gente.- falou e logo depois foi andando para o dormitório.
–Andressa, eu quero falar com você.- Clint falou andando até a morena.- eu sei que está cansada mas...
–Tudo bem amor.- ela falou pegando na mão dele e andando para fora da base.-fala.- ela falou com a voz doce, com um pequeno sorriso nos lábios.
–Você ainda quer continuar com isso?- ele peguntou sério.
–Isso?
–Ser uma agente, você ainda quer ser uma, mesmo isso de hoje ter acontecido?
–É claro que sim, porque eu não iria mas querer ser uma agente?
–Andressa, você quase morreu, nós quase morremos.
–Mas eu não morri, você não morreu, estamos aqui, i é isso que...
–Não você sabe que vai ter uma hora que um de nós não vai mais voltar, que um de nós vai morrer com esse emprego. Eu não me importo de morrer, mas você não, você é meu tudo.
–Se morrermos morreremos juntos, não só você, porque você também é meu tudo.
–Você antigamente nunca falaria isso.
–É claro que não falaria, eu iria ser covarde e desistir, e veria você morrer, mas agora não mais. Eu não vou desistir disso Clint, vamos ficar...
–E se eu te pedisse para escolher, entre isso ou eu, oque você escolheria?
–Oque, tá me fazendo escolher?- ela perguntou sorrindo incrédula com a atitude do arqueiro.
–Só me responde.- ele disse frio.
–E você, se eu te pedisse para você escolher entre mim e as missões, qual você escolheria?
–a questão aqui não sou eu...
–Não a questão aqui é que você quer que apenas EU me sacrifique, que apenas Eu abra mão das coisas. Você sabe que não funciona assim.
–eu só quero a sua seguranças, mas depois que você disse essas coisas, acho que já sei a sua resposta.
–aé e qual seria a minha resposta? Qual seria a minha escolha?- ela perguntou um pouco irritada.
–O trabalho, você escolheria o trabalho. Agora você intendeu porque eu pedi o tempo? acho melhor voltarmos a dar um tempo de novo- ele falou a olhando assistindo a mesma dar um sorriso de lado, mas que ao mesmo tempo demonstrava uma enorme e profunda tristeza.
–Eu NUNCA faria isso com você. Eu NUNCA te largaria por um emprego... Mas parece que você não me conhece tão bem a esse ponto de saber oque eu quero. Mas já você eu sei exatamente oque você escolheria.- ela falou e logo saiu andando para o dormitório. Chegou no mesmo, se deitou e apagou, não iria ficar pensando em nada, aquela maldita dor no corpo não passava e aquela dor de cabeça também não ajudava.
Acordou e ficou encarando o teto por alguns minutos, depois se levantou e se arrependeu, assim que sentiu uma forte dor de cabeça lhe atingir. A dor no corpo, já não era mais quase sentida, masa dor de cabeça, nada de passar. Foi até o banheiro escovou os dentes e logo tratou de tomar um banho, assim que acabou se vestiu, com o uniforme tomou um remédio para vê se passava a dor, e logo foi para o refeitório da base pega um suco.
–Obrigado Terry.- ela falou agradecendo pelo suco. E logo foi andando pela base sem destino, tomou um gole de suco e continuou a andar.-Bom dia Naty.- falou assim que encontrou a viúva.
–Bom dia dona Andressa.- a ruiva falou com um grande sorriso.-mas tarde reunião na sala do Fury, com os heróis.
–Tudo bem, mas que horas vai ser.
–15:00.
–Tudo bem Naty.- ela falou e logo as duas voltaram a seguir seus caminhos, no caso da morena, ela estava andando sem direção, sem saber para onde ir. Pensou por um instante em Clint, e logo relembrou a pequena discussão que tiveram, isso foi o bastante para a cabeça dela doer mais ainda parecendo que poderia explodir a qualquer instante. Tentou não pensar mais no arqueiro, mas foi em vão assim que viu o mesmo, sentado e Maria Hills ao seu lado, sorrindo, felizes, ela odiou a ideia em que se passou em sua cabeça, então tratou de apaga-la o mais rápido possível ficou observando os dois, mas não se conteve assim que viu Hills, beijando Clint, ele empurrou de leve a agente desgrudando os lábios dos dois, a observando com um olhar assassino.
–A, então foi por isso que me pediu um tempo.- a morena falou quebrando os olhares entre os agentes.-Foi por isso?
–Oque é claro que não.- Clint respondeu andando até ela.
–Eu sempre soube que você era uma vadia.- a pequena falou olhando para Hills.
–Olha, você está me ofendendo.
–E não é de se ofender?- a morena perguntou a olhando.
–Com licença.- Hills falou saindo.
–Eu não acredito que...- o arqueiro não a deixou terminar de falar.
–Você acha mesmo que eu estava te traindo com a Hills? É claro que não Andressa.- ele falou segurando os braços dela.
–Me solta, ME SOLTA.- ela gritou com ele.- foi por isso, é claro que foi, "Acho melhor darmos um tempo."- ela falou relembrando as palavras do agente.
–Oque é claro que não, você sabe que eu nunca faria isso com você. Eu te pedi um tempo porque você está diferente, foi por isso e você sabe muito bem, não foi por causa de outra mulher pois você sabe que eu te amo.
–Me ama, me fazendo escolher. Com certeza, eu não tenho a menor duvida.- ela falou irônica.
–Você está vendo o quanto você está ridícula falando isso? Você não é mais a mesma, seria incapaz de sacrificar uma coisa que quer muito, mesmo com todas as consequências, mesmo perdendo pessoas que te ama, pessoas que você ama.- ele falou com o tom de voz um pouco alterado. Ela o olhou e logo deu de costas, andando deixando o mesmo confuso, ele logo foi atrás dela, viu quando a mesma entrou na sala de Fury e entrou junto a ela.
–Me desculpa entrar sem bater diretor Fury, mas eu gostaria de saber se... Aquelas férias ainda estão disponíveis — perguntou.
–Sim senhorita Stark, estão disponíveis.
–Que ótimo pois, eu vou quero...- pensou em algum palavra.- tira-las.- falou com um sorriso forçado olhando o homem com o tapa olho, que também estava com um pequeno sorriso, ele fez que sim com a cabeça para ela.-Obrigado, e com licença.
O arqueiro ainda estava atrás dela, ficou paralisado com oque ela acabara de fazer, viu a passar e logo foi atrás dela, ela estava andando rápido. Ela caminhou até para fora da base, para pegar ar.
–Porque você fez aquilo.- ele perguntou atrás dela a olhando.
–Não era isso que você queria?- ela perguntou virando de frente para ele o olhando.-Isso é mais uma coisa que você não sábia de mim. Eu sou capaz de fazer tudo por quem eu amo, Sou capaz, de sacrificar tudo pelas pessoas que amo.Estamos a mais de um ano juntos e você ainda duvida do que eu sinto por você...
–Não duvido...
–Duvida, é claro que duvida.- ela falou e eles ficaram se olhando durante uma longa pausa.-Eu te amo, eu morreria por você, será que você não intende, é tão difícil de intender?- ela falou com a voz chorosa, ele se aproximou dela e a abraçou, enquanto ela chorava com o rosto enterrado em seu peito.
–Andr...
–Não Clint tudo bem.- ela falou desfazendo o abraço entre os dois bruscamente.-Quem quer um tempo agora sou eu.
–Andressa.
–Tá tudo bem.- ela falou e logo foi andando.
–Aonde você vai?- ele perguntou segurando o braço esquerdo dela.
–Embora, vou para casa.- ela falou com um pequeno sorriso, o arqueiro achou estranho sentiu seu estomago todo se revirar.
–Então... Conversamos outro dia?.- perguntou a olhando, a única coisa que a morena fez, foi sorrir e logo saiu andando.
Ele ficou confuso, oque ela quis dizer com "Embora, vou para casa."? aquilo soou estranhamente para Clint, mas ele decidiu não pensar mais.
–-------------*8*-----------------
Andou até a Ferrari, ligou a mesma e dirigiu sem destino, tudo estava ficando sem destino, sem rumo na vida dela, ela não estava gostando disso. Se cansou de dirigir e parou em um parque de Ny, saiu do carro e se sentou em baixo de uma arvore, ficou observando um casal com um bebe, eles brincavam felizes com a criança, que parecia ser filho deles, o bebe parecia ter uns 8 meses, sorriu em pensando se algum dia poderia ter uma vida assim ao lado de Clint, uma família com ele.
–É claro que não.- ela falou consigo mesma respondendo a própria pergunta, com ironia, com a decisão que havia tomado, ela não poderia ter mais nada com Clint, pensou em mudar de ideia, mas não iria, sua decisão já estava tomada, e talvez nunca mais iria ver o arqueiro, mas talvez essa era a decisão certa a ser tomada, pequenas lágrimas escorreram de seus olhos, as secou e logo voltou a sua Ferrari, dirigindo o mais rápido que podia para a Torre Stark.
Chegou na mesma, subiu para o quarto e começou a fazer oque que tinha pensado, assim que já estava pronta, ouviu a campainha tocar.
–Quem é Jarvis?- perguntou com a voz chorosa.
–É o senhor Matyw senhorita, posso deixa-lo entrar?-ela pensou durante alguns minutos, "oque Matyw estava fazendo na torre?" mas logo tratou de responder a Jarvis.
–Claro Jarvis, avise-o também de que já estou descendo.- ela falou pegando o objeto em cima da cama e descendo dando de cara com o agente.-Maty, oque faz aqui?
–Vim te fazer uma visita, sabe? Estamos tendo tantas missões mas nem estamos nos falando direito.- ele falou com um pequeno sorriso.
–É mesmo.- ela falou terminando de descer os últimos degraus com um pequeno sorriso nos lábios.
–Andressa, porque a mala?- ele perguntou assim que viu a pequena, com uma mala em mãos.
–Vou embora, vou voltar para o Brasil.- ela respondeu.
–Oque, mas porque?- ele perguntou com tom de desespero na voz.- Não você não precisar ir.
–Preciso sim Maty.- ela respondeu se direcionando até a porta, mas parando assim que sentiu as mãos de Matyw em seus braços.
–Porque?
–Tantos motivos, mas eu... Prometo que vou manter contato com você- ela falou abraçando o mesmo que ainda estava meio confuso com aquela história.- Pode me fazer um favor?- ele apenas fez que sim com a cabeça.- Entrega isso para o Clint, por favor?- ela perguntou entregando um pequeno envelope na mão do amigo. Ele fez que sim mais uma vez.
–Mas... Andressa, por favor não vai.
–Tenho que ir Maty. Vai ser o melhor a ser feito.- ela falou com as lágrimas teimosas que não paravam de escorrer de seus olhos.-Jarvis?
–Sim senhorita Stark.- Jarvis respondeu.
–Pede desculpa para meu pai.- ela falou e logo saiu, desceu até a portaria, e esperou um taxi, pegou o mesmo e foi direto para o aeroporto. Chegando lá comprou uma passagem de volta para o Barsil, o lugar de onde nunca deveria ter saído pensou assim que se sentou para esperar até a hora de seu embarque, que seria a mais ou menos 30 minutos.
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"EMBORA, VOU PARA CASA." Isso não parava de se repetir na cabeça do arqueiro, ele mal conseguia presta atenção na voz de Fury, já que eles estavam em reunião, não só ele e o diretor, como todos os outros super heróis.
–Embora, vou para casa.- ele repetiu as palavras, sentindo um súbito desespero tomar conta dele por inteiro.-Não pode ser.
–Oque foi Clint?-Natasha perguntou, avistando o gavião suando frio.- Você está bem?
–Ela tá indo embora. Não posse deixar.- ele falou.
–Agente Barton está com algum problema.- Fury perguntou para o arqueiro que apenas o olhou, e logo se levantou correndo da sala.
–Oque aconteceu com ele?- Tony perguntou confuso.
–Andressa está indo embora.- a ruiva falou e logo se pois a correr atrás do amigo.-Clint eu vou com você, me espera.- ela falou correndo o mais rápido que pode, entrando no carro aonde o arqueiro estava, ele nem se deu ao trabalho de colocar o cinto de segurança, apenas acelero, chegou na torre e avistou Tony, Thor e Matyw.
–Onde ela está?- perguntou desesperado, olhando para os homem.
–Ela foi embora.- Tony falou.
–Não não, ela não pode ter ido.- gritou.
–Ela pediu para te entregar isso.- Matyw falou andando até ele entregando o envelope.
Ele pegou o envelope e abriu com um pouco de dificuldade, pois estava tremendo, ela não podia ter deixado ele, viu um pequeno bilhete, o pegou e abriu, estava escrito.
"EU TE AMO, MAS... ISSO É O MELHOR A SER FEITO."
Ele terminou de ler e logo viu que ainda havia algo dentro do pequeno envelope, virou o mesmo, e o anel que ele dera para a morena caiu em sua mão. Olhou para o mesmo durante alguns segundos, mas logo largou o envelope com o bilhete e o anel e disparou pela porta.
–Clint a esse momento ela já pegou o voo.- Tony falou mas já era tarde, o arqueiro já estava descendo as escadas, correndo, depois de alguns minutos chegou no estacionamento, entrou novamente no carro, ele estava ofegante demais, a ruiva o olhou preocupada, mas ele apenas deu partida novamente e dirigiu como um louco para o aeroporto de NY. Chegou no mesmo, largou o carro e correu para dentro do aeroporto, a ruiva logo foi atrás.
"ULTIMA CHAMADA, PARA O BRASIL. EMBARQUE PELO POTÃO 21."
A voz ecoou por todo o aeroporto e Clint correu o mais rápido que pode, deixando a ruiva para trás, empurrando as pessoas, se esquivando delas o mais rápido que podia, descendo escadas e mais escadas, correndo pulando sobre as malas, dando tudo de si.
TARDE DEMAIS.
Assim que chegou em frente ao portão, ele já estava trancado, e a unica coisa que ele pensou Foi que ELA SE FOI, ELE HAVIA PERDIDO ELA.
–Clint.- a ruiva chamou assim que chegou em frente ao portão e viu o arqueiro sentado com as mãos na cabeça, ele a olhou e ela viu que ele estava chorando.
–Ela se foi Naty.- ele falou recebendo um abraço da ruiva.
Notas finais
Maria dando em cima do nosso arqueiro que isso.
E a nossa morena foi embora que triste :(
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