One For The Group
14 Dreaming.
Notas iniciais
Bjhssss Boa leitura! U.U
... se tornou um beijo quente e Cheio de prazer de ambos. Aquele beijo deixava amostra, todo sentimento, toda paixão, todo desejo que eu sentia por Clint.
-Não, acho melhor, pararmos por aqui.- Ele falou afastando nossos lábios e falando ofegante por causa do beijo.
-Am? Porque?- perguntei também ofegante.
-Isso não devia ter acontecido.- falou com a mão ainda em minha nuca mas logo depois a soltando.
-Porque? foi perfeito você não achou?- pergunte sorrindo confusa e afastando nossas testa, que ainda estavam juntas.
-É... Você bebeu, e...- o interrompi.
-É você...você não...não ta achando que eu estou bebada né?- perguntei sorrindo incrédula. Fiquei olhando ele e ele nada me respondeu.- não acredito nisso. -falei e me virei para sair daquela sacada.
-Andressa, não faz isso. Não faz isso. -ele falou segurando meu braço pra me impedir de sair da sacada.
-Não faz isso você. Oque você... Qual é... Qual é o seu problema? Nossa foi tão ruim assim pra você?- perguntei me soltando da mão dele.
-Eu só não quero que, corra risco, eu não me perdoária se algo de ruim acontecesse a você.- ele falou se aproximando de mim novamente.
-Oque de ruim poderia acontecer comigo?- perguntei sarcastica.
-Você sabe, você sabe dos riscos que eu corro e ficar com vc só te prejudicaria. Eu não posso fazer isso.
-Eu sou filha do Homem de Ferro se esqueceu? O homem convencido rico, playboy, bilionário, filantropo, odiado por um DEUS da trapaça que é meio que doente por vigança. Será que eu poderia correr mais risco que isso?- perguntei e ele apenas ficou fitando o chão, parecendo pensar e uma resposta convicente. Apenas olhei para ele que olhou pra mim e continuou calado, dei um sorriso de lado.-Que droga.-falei saindo da sacada e entrando novamente pra festa, deixando Clint sozinho.
Assim que cruzei a pista de dança vi Natasha e Thor na mesa conversando, pareciam se diverti, e logo a minha frente estavam Steven e Emily dançando. Não parei apenas continuei indo em frente até chegar em uma porta, entrei sem bater sem me importar, se caso houvesse alguem dentro. Era um banheiro, por sorte não havia ninguém, traquei a porta e fiquei escostada nela, e logo em seguida fui deslizando na mesma até está sentada no chão frio, causado pelo piso. Depois de alguns segundos relembrando oque havia acontecido a minutos atrás, desabei em lágrimas, estava vuneravél de mais, oque estava acontecendo comigo? Eu nunca fui assim, droga, Clint estava mesmo mexendo comigo e isso era Horrivel de admitir. Logo eu que hávia jurado pra mim mesma que nunca mais me apaixonaria ou sofreria por amor, eu hávia fechado meus sentimentos, para que oque estava acontecendo não acontecesse, não mais, Nunca Mais.
POV Autora.
-Droga oque eu tenho na cabeça, insinuar que ela tá bebada, muito legal seu idiota.- Clint falava consigo mesmo, enquanto chutava a cerca de segurança da sacada, chatiado pela atitude que tinha tido.- Que droga.
Ficou durante alguns minutos olhando a paisagem, o ceu estrelado, e se castigando, se amaldiçoando por ter falado aquelas coisas. Riscos ele sabia que ela corria muitos por ser filha de Tony, mas se estivessem juntos ela correria muito mais. Assasino profissional secreto, esse era seu emprego e como ela hávia falado que não poderia correr mais risco ao lado dele?.
"Foi tão ruim assim pra você? " essa pergunta se ecoava pela cabeça dele, e a resposta dele era não, que aquele beijo fora o melhor, o melhor de toda sua vida, mesmo tendo tido muitas mulheres um dia. Porque estava se culpando tanto? ele ficava se perguntando, mas agora já tinha a completa certeza de que estava realmente apaixonado por ela. Droga precisava conversa com ela, deixa bem claro tudo, exatamente Tudo, não iria omitir nada, ne uma virgula... Decidiu não pensar por muito mais tempo, apenas pegou o celular e discou o número dela. 1° toque e nada, 2° e também nada, 3° e ouviu a voz dela do outro lado da linha.
-Alô.- Ela estava com uma voz tão estranha, perecia está, Chorando.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ainda sentada no chão ouviu o celular toca, mas quem poderia ser naquele momento, estava tão desnorteada que apenas o pegou o aparelho e atendeu, sem mesmo se dar ao trabalho de olhar para ver quem era.
-Alô.- falou com a voz chorosa, e esperou que a outra pessoa da linha falasse.
-Andressa, aonde você está, preciso conversar com você...- imadiatamente reconheceu aquela voz, pensou que ele devia ser bipolar, e fez a unica coisa que deu vontade, encerrou a chamada sem falar mais uma palavra sequer. Poucos segundos depois, o celula estava novamente tocando, encerrou novamente a chamada, mas desta vez desligou o aparelho, ficou por mais alguns minutos sentada no chão, até que se levantou e foi até a pia lavar o rosto, se olhou no espelho e viu o desastre que estava. Maquiagem borrada, olhos inchados e cabelo despenteado, sorriu pra si mesma, com um pouco de alivio, alívio? mas alivio de que? não sábia, mas se sentia bem leve, talves por ter chorado e ter colocando suas tristezas pra fora (QUE DRAMA). Pegou um pedaço de papel higienico e passou debaixo dos olhos pra tirar o lápis de olho que estava todo borrado devido as lágrimas, e prendendo o cabelo em um coque, respirou profundamente e saiu do banheiro, foi andando sem rumo sem presta atenção aonde iria chegar, até que batei de frente com alguém.
-Droga, não olha por onde anda não é?- perguntou mal humorada, esfregando o braço aonde a pessoa havia esbarrado.
-Sou eu Andressa, Maty Calma.- o" amigo colega" falou olhando a com as mão pra cima, em sinal de que se rende. Mas logo depois abaixando a mão e vendo que a amiga não estava com uma cara muito feliz, e então perguntou mesmo com medo da resposta.-Oque aconteceu?.
-Nada maty.- ela respondeu olhando para ele com uma cara péssima mas que estava tentando esconder algo pra não ter que dá explicações, mas até um cego inchergaria que hávia algo de errado.- Mas me tira daqui por favor? Você pode me levar pra casa?- perguntou manhosa, e o amigo não pode negar, já que viu, que algo havia acontecido a ela.
-Tudo bem, me espera aqui que vou pegar o carro.- o amigo falou e foi pegar o bendito carro, não demorou nada mais que 3 minutos, para ele volta. Andressa entrou no carro e assim Maty acelerou. Ela clamava por silêncio, tentava a todo momento ajeitar as coisas em sua cabeça, mas parecia que tudo estava perdido, Maty mas uma vez perguntou se havia acontecido algo , mas a morena falou que nada demais hávia acontecido.- Mas se quiser falar, pode contar comigo, não vou ficar te precionando.- ele falou estacionando, o carro na calçada da torre Stark.
-Obrigado Maty, você é um amigão. — ela falou sorrindo e abrindo a porta do carro.
-De nada.- o amigo respondeu e deu um beijo nas testa da morena.
-Agente se vê segunda, desculpa por ter te feito sair da sua própria festa, pra vim me trazer, Boa Noite.
-Não tem problema, até segunda, fica bem tá?!- a esse momento a morena já havia saido de dentro do carro, e já estava em pé na frente da janela, acenou tchau e logo subiu.
Abriu a porta de casa e levou um pequeno susto com o pai, olharam um pro outro assustados, mas logo cairam no riso.
-Oi filha.- o Homem de Ferro falou.
- Oi pai.- falou meio desanimada.
-Nossa já chegou, aconteceu algo?.- perguntou o moreno todo preocupado com a filha. Ela queria falar, dizer tudo, que Cint estava confundindo a cabeça dela, e que estava gostando pra valer dele. Queria conversa, chora, desabafar, mas não sabia se conversa sobre homem com seu pai era uma boa idéia, intão resolveu emitir.
-Não, não aconteceu nada. — respondeu com um sorriso falso nos lábios.
-Então porque essa cara triste?... Você chorou filha?- concerteza agora o Homem de Ferro estava preocupado com sua filha. "Quem ousava fazer a princesa dele chorar?" era oque pensava antes da morena responder.
-Você é um fofo quando está preocupado, pai. E estou apenas com sono.- ela respondeu, parecendo convicente, e fazendo o pai ficar meio desconfiado.
-Eu sou irresistivel.- Falou o homem passando a mão direita no cabelo.
-Eu falei fofo, não irresitivél.
-A, da tudo no mesmo.
-tá bom intão.- a menor respondeu e foi andando para a escada, até que ouviu a voz de seu pai perguntar como havia sido a festa, o coração gelou só de lembra dos acontecimentos, e tentando não demostra reação nenhuma na vós respondeu.- +ou-.- e subiu rápidamente para seu quarto. Chegou ao quarto trancou a porta, tirou os saltos, pois estavam a matando, e foi até o notebook e colocou uma música do Deady By April pra toca, era Dreaming, ironica a musica, sonhando bem que ela desejava que aquilo não passa-se deu um pesadelo, de um sonho ruim, mas infelizmente não era, era real. Deixou os pensamentos de lado e foi para o banheiro, se despiu e entro em baixo da ducha fria, um arrepio logo percorreu sua pele, quando a agua fria se despejou sobre ela. Ficou durante alguns minutos parada embaixo do chuveiro, esperando os sentimentos ruins passarem, logo após o momento nostágia, voltou a tomar o banho normalmente.
Acabando o banho se vestiu e assim que deitou na cama ouviu seu pai bater na porta, avisando que Clint estava no 1° piso, e que queria falar com ela.
CONTINUA...
Fale com o autor