One And Only
2 Capítulo 1
Notas iniciais
Conta um pouco do passado e o tempo atual, enfim.
Boa leitura.
Feliz a cidade que nos tempo de paz teme a guerra. (Cecílio Balbo)
POV BONNIE
Em meados de 1942
O país sofria com o ínicio da segunda guerra mundial. Essa por sí fazendo muitos estragos.
Bonnie Bennett caminhava pelo corredor, cumprimentando á todos.
Era uma das enfermeiras do éxercito.
Gostava do que fazia, ajudando o próximo.
Refez o caminho para o pequeno quarto, onde cuidavam dos feridos.
Encontrando um novo paciente deitado na maca.
Não tinha duvidasde ser soldado.
Aproximou vagamente.
O corpo era musculoso, o que era proporcional para seu tamanho.
Os cabelos escuro, mais próximo possível do preto.
A sua pele era pálida.
Ele abriu os olhos tão derrepente que me assustei.
Antes estava de olhos fechados, com a respiração leve...
parecia está descansando.
Ao olhá-lo mais uma vez, pudi distinguir a cor de seus olhos.
Lindos olhos azuis.
Por um momento senti-me hipnotizar, tamanha era a beleza do ser na minha frente.
Mas logo me lembrei onde estava e que não vim para admirar a beleza de ninguém.
Senti minhas bochechas avermelhar-se de vergonha.
Endireitei-me, assumindo minha postura profissional.
Bonn: O senhor está bem? O que sente?
O mais curioso é que sendo enfermeira e cuidando de tantos soldados, muitos bonitos por sinal.
Mas nada com que não conseguisse controlar.
Mas dessa vez foi diferente.
Algo avassalador e arrebentador, ao mesmo tempo.
Damon: Estou bem, quer dizer... sinto uma dor forte nas costas.
Podem tê-lo jogado de mal jeito em algum lugar.
Bonn: Posso exeminá-lo para saber do que se tratar essa dor.
Somente acenou a cabeça dando sinal que concordou com a idéia.
Depois de colocar as luvas, me aproximei novamente.
Puxei vagamente sua camiseta para poder ver melhor algum machucado ou ematoma.
No meio das costas havia um ematoma vermelho quemais tarde provavelmente ficará roxo.
Havia duas opções:
Alguém deu um soco ali, naquele local.
Ou
Alguma coisa ou alguém bateu em suas costas.
Através da luva podia sentir que sua pele era macia, diferente dos outros que era áspera.
Contive o grande impulso de continuar acariciando sua pele.
Retirei as luvas e caminhei jogando-as no lixo.
Bonn: Como suspeitava antes, seu corpo caiu de mal jeito ou alguém o jogou. Há um ematoma meio avermelhado no centro de suas costas, mas nada grave, vou passar uma pomada antiinflamatória que evitará de ficar roxo.
Damon: Lembro de me sentir sendo jogado numa das árvores da mata por um de nossos inimigos que queriam invadir.
Peguei a pomada num armário pequeno na parede.
Devia ter sido um impacto grande.
E doído bastante.
Bonn: A pancada foi forte, porque se fosse ao contrário não ficaria um ematoma.
Damon: Realmente foi.
Logo depois de ter passado a pomada e tido a oportunidade novamente de de tocar naquela pele.
Bonn: Aconselho á ficar de repouso por pelo menos dois dias, ou pode infeccionar.
Damon: Serão os dias mais longos de minha vida, mas farei como me foi recomendado. Desculpe a indelicadeza, me chamo Damon Salvatore, senhorita...
Bonn: Prazer senhor Salvatore, me chamo Bonnie Bennett.
Então o nome dele era Damon Salvatore.
Me surpreendeu ao tomar a atitude de beijar minha mão.
Como um verdadeiro cavalheiro que era.
Damon: Encantado.
TEMPOS ATUAIS
Seus cabelos caiam em cascatas sobre seus ombros.
Seu caminhar era confiante e gracioso.
Sorria feliz por está de voltar na sua cidade Natal.
Bonn: Nada como está de volta. (sussurrou)
Puxou seu sobretudo cobrindo ainda mais seu corpo.
A noite estava fria e nada receptiva.
O inverno havia chegado com força total.
Parou na porta de sua casa.
Casa que conseguira alugar com rapidez.
A casa estava toda mobiliada quando chegou, era uma de suas exigências.
A outra, que a casa fosse um pouco afastada da cidade.
Com a desculpa que não gostava do barulho dos automóveis.
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Bufei mais uma vez com claro sinal de tédio.
Levantei do sofá em que estava deitada e subi as escadas com uma idéia.
Porque não sair? Conhecer algum lugar animado?
Separei do closet uma camiseta de manga comprida de gola alta, calça jeans, bota cano alto e minha inseparavél jaqueta de couro vinho.
Peguei as chaves do carro e as chaves da casa colocando na bolsa.
Entrei no carro ouvindo uma rádio qualquer que tocava.
Logo achei um bar chamado Mystic Grill, que realmente parecia animado.
Minha noite só estava começando.
Notas finais
Não esqueçam de comentar.
Kiss, kiss
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