Once Upon a Time in Hidden Islands
4 Prólogo - Flynn
Notas iniciais

Que dor de cabeça!
Não bastava eu estar no mar, eu ainda tinha que ter levado umas duas, ou três porradas na cabeça? Que dia maravilhoso. Não que estar no mar seja ruim... Mas eu já tinha passado muito tempo no mar. Tanto tempo que eu talvez tivesse conhecido todos os mares. De Agrabah à Southern Islands. E claro, eu amava o mar. Mas isso me fazia sentir saudade dele. O cara mais próximo de pai que eu tive.
Flashback On:
Eu tinha oito anos. Naquela época não era comum ver órfãos pelas vilas. Os pais, apesar de suas dificuldades, mantinham seus filhos. Não importa o que acontecesse. Bem... A maioria deles. Os meus, por exemplo, fogem dessa regra. Nunca os conheci. Desde que me lembro, vivia às minhas próprias custas. Roubava de alguns feirantes que em troca me atiravam pedras. Mas Eugene Fitzherbert era um menino rápido, sagaz, e muito bonitão. Então, a cada dez pedras que me arremessavam eu desviava de uma. Ah... Era um bom número. Então, depois que eu roubava alguns legumes, frutas e pães, eu voltava para o meu tronco. Sim, eu morava em um tronco oco de árvore. Alguns guardas da Rainha Regina me perseguiam, mas como eu disse, o sagaz, rápido e bonitão Eugene sempre dava um jeito de despistá-los. Sim, eu era mesmo muito bonitão. Mas eu não roubava só para mim... Tinham meus amigos que moravam no orfanato do vilarejo. Eu nunca me adaptei àquele lugar. Mas sempre levava frutas frescas para eles, que me pediam para ler “Os Contos de Flynnigan Rider”. Era um cara rico, que viajava bastante e namorava várias garotas. Um herói para um órfão como eu.
Então, num dia em que eu fugia, mais uma vez, de alguns feirantes e dos guardas reais, eu esbarrei num moço. Ele tinha roupas de couro e era alto. As frutas que eu segurava caíram com o impacto e ele me ajudou a catá-las. Quando terminamos, ele me olhos nos olhos e pela primeira vez eu não vi o desprezo nem a piedade me encarando. Era mais um olhar simpático.
— Como se chama garoto? — Ele me perguntou com um sorriso.
— Eugene Fitzherbert... — Falei baixo.
— Fale mais alto amigo — ele disse enquanto colocava a mão em meu ombro e nos levantávamos.
— Eugene Fitzherbert, senhor — ele soltou gargalhadas. Mas não eram debochadas.
Ele não era velho. Aparentava ter seus trinta anos. Barba negra bem aparada e baixa. Seus cabelos também eram curtos e negros. Olhos azuis como o mar e voz forte. Usava um sobretudo preto de couro aperto, que deixava sua blusa vermelha à amostra e , como os botões desta não estavam todos fechados, um pouco do seu peitoral também aparecia. Foi então que reparei que ele só possuía uma mão. No lugar de sua mão esquerda havia um gancho. Bastante afiado por sinal. Em seu sinto, pendia-se do lado direito uma espada. Suas calças de couro e suas botas terminavam de montar sua aparência.
— Apressado, Eugene? — Quando ele me fez tal pergunta eu percebi que eu havia perdido muito tempo e cinco guardas reais, com suas armaduras pretas, já vinham atrás de mim pela feira. Casas de madeira fechavam meu caminho. Eu estava morto. “Ali!” gritou um deles e logo correram para onde eu estava, com suas espadas em mão. Algumas pessoas presenciavam a cena.
— Espere um minutinho — o homem falou enquanto se virava para os guardas.
Não houve conversa. Ele pegou sua espada e lutou contra os cinco. Deu uma cotovelada na cara de um, que caiu sentado mas logo se levantou, e logo depois um chute nos países baixos do outro. Este caiu no chão e rolou de dor. O terceiro levou uma joelhada no estômago e o quarto tentou lhe desferir um golpe de espada. Mas o homem se abaixou a tempo e lhe deu uma banda. O quinto guarda veio por trás e levou um golpe de gancho bem no pescoço, caindo sem vida. O que rolava no chão levantou-se, fraco, e foi acertado pela espada bem na barriga. O guarda que levou uma cotovelada desembainhou a espada, como os outros dois. Logo, estava 3x1. O homem-de-couro deu um salto quando dois deles tentaram atacar seus pés e, ao alcançar o chão, cortou-lhe as mãos. Sangue jorrou e as lâminas caíram no chão, juntamente com os cavaleiros que tremiam.
— Fracos — ele falou com um sorriso. Respingos de sangue pintavam seu rosto e mais um pouco escorria pela sua roupa. — Eu perdi uma mão e não morri por isso.
Ele desferiu um arco que lhes cortou o pescoço. Logo pararam de se mexer. E de respirar. Ele se virou para o último desafiante. O soldado foi com tudo com a espada para cima dele e houveram vários tilintares com o encontro dos metais. O homem-de-couro segurou a espada do adversário com seu gancho e cravou a espada no coração do mesmo. Com um grunhido, o corpo sem, vida caia de joelhos. Sem misericórdia, ele retirou a lâmina e chutou o cadáver. Ele se virou, limpou o sangue de seu rosto com sua mão e caminhou até mim. Estava boquiaberto e paralisado. Aquele homem iria me matar agora?
— Não se preocupe garoto, — ele pôs a mão em minha cabeça — não vou machucá-lo.
Eu estava horrorizado. Mas também estava grato por ele ter me salvado. E maravilhado com o super espadachim que ele era.
— Muito prazer, Eugene — ele disse retirando a mão de minha cabeça e estendendo-a para mim. — Sou Killian Jones. Mas sou conhecido como Captain Hook.
Depois daquele dia, daquele confronto na feira, em que as pessoas que presenciaram ficaram assustadas e correram para suas casas, eu me juntei à tripulação do Jolly Roger. Jones me contou que simpatizou comigo e me ofereceu lugar em sua equipe de bordo. Foi quando ganhei uma nova identidade, que me acompanharia por muito tempo.
— Garoto... — Deu um gole no eu cantil cheio de rum. Era sua bebida preferida. — Acabo de perceber que ‘Eugene’ não é nome de pirata.
— Verdade, capitão — Realmente, não era. Não havia discussão sobre isso.
— Que tal lhe dar um novo nome? — Jones se ajoelhou, com a mão em meu ombro e me encarou com um sorriso paterno. — Você tem algum em mente?
— Não senhor... — Foi quando dei uma pausa e um nome me veio a mente — Na verdade... Tem um sim.
O capitão forçou os olhos, prestando atenção.
— Flynn... Flynn Rider — abaixei meus olhos. Talvez este também não fosse nome de pirata, mas era o nome do aventureiro que eu mais admirava, até aquela manhã.
— Flynn Rider... — Ele parou por um tempo, abaixou a cabeça e eu pensei que ele fosse rir de mim. Mas ao invés disso, ele me pegou em seus braços e me ergueu para a tripulação. — Companheiros! Eu lhes apresento nosso mais novo pirata: Flynn Rider!
Ouvi gritos de saudação e aplausos. Hook me abaixou e me levou até o timão.
— Vamos sair daqui garoto — sussurrou. — Vamos arrumar umas novas roupas pra você.
Ele gargalhou e girou o timão, dando ordens aos outros marujos como “Ergam as velas!” e “Todos aos seus postos!”. Durante os dez anos seguintes. Cresci combatendo piratas inimigos lado a lado com meus irmãos do Jolly Roger e de Jones. Ele virou um pai para mim. Nas primeiras noites, eu dormi na cabine do capitão, na cama e ele em sua cadeira. Nas noites de insônia ele me levava para o convés e me ensinava a usar o sexteto para mapear as estrelas. Me contava sobre sua amada Milah, que morrera nas mãos de um maldito covarde ao qual ele chamava de “crocodilo” e sobre sua viagem para Neverland. Lá ele adotara um menino, Baelfire, mas este teria sido capturado por Peter Pan e seus Lost Boys. Então, depois que comecei a dormir na minha própria cabine, desenvolvi o hábito de dormir nu. O que foi ótimo quando comecei a levar garotas para o barco. Nossa... Aquelas noites foram perfeitas. Eu e os marujos íamos sob a liderança de Jones a bordeis e fazíamos orgias e batalhas inesquecíveis. Mas então, depois que Hook foi ao castelo da Rainha Regina, a Evil Queen, ele não voltou mais ao Jolly Roger. Havia ido para lá para conseguir sua vingança contra o crocodilo. Aparentemente, havia uma prisioneira da Rainha pela qual o covarde se apaixonou e ela poderia saber das fraquezas dele. Então, quando o capitão não voltou, a tripulação se dispersou. E eu voltei a roubar, mas dessa vez com a ajuda dos irmãos Stabbington e claro, com minhas técnicas piratas.
Flashback Off.
Então o resto foi muito rápido. Roubei a tiara da princesa de Corona, achei uma torre com uma loira muito gata dentro, aí fugimos, lutamos contra alguns cavaleiros de Corona e um cavalo com uma frigideira, vimos umas lanternas, derrotamos uma velha enrugada assustadora — por sinal, onde é que ela está hein? —, viramos amigos dos Pub Thugs e nos casamos. Rapunzel me colocou na linha. Saí de uma vida de crimes para uma vida de príncipe, ao lado da mulher que amo. Passaram-se três anos e cá estou eu, com dor de cabeça, numa cama na cabine de um barco, indo pra uma coroação. Pedi ao Ulf que trouxesse Punzie até mim. Eu estava com dor de cabeça, então não me julgue por ter pedido a um mímico. Alguns minutos depois, Punzie entrou no quarto. Estava mais linda a cada vez que a via. E claro, durante esses dois anos de casados, ela continuava gostosa como sempre.
— Me chamando, Flynn? — Perguntou sarcasticamente.
— Não foi isso que o Ulf te disse? — Respondi com sarcasmo também.
— Na verdade — ela se sentou na cama, ao meu lado — foi o que o Atilla traduziu.
Ela se inclinou sobre mim e me beijou. Os lábios dela eram quentes, macios e delicados. Minha mão direita encalçou sua cintura e a puxei para mais perto, enquanto minha outra mão desabotoava seu vestido. Nos separamos para que tomássemos ar. Ela me olhou e surgiu uma expressão sedutora em seu rosto.
— Você não estava com dor de cabeça?
Meu membro já se enrijecia e começava a ficar dolorido.
— Se não continuarmos, vou ficar com dor nas duas cabeças.
Ela riu e nossos olhos se cruzaram. Os dela demonstravam uma mistura de desejo e amor. Eu a tomei de novo em meus lábios enquanto terminava de abrir o vestido dela. Quando o fiz, paramos de nos beijar e a parte de cima das suas vestes caiu pelos seus braços e sua pele de pêssego. Ela não tinha nada por baixo então seus seios estavam à amostra. Não eram muito grandes, mas enchiam minhas mãos. Eu os apalpei e ela gemeu um pouco. Eu mudei a posição: coloquei-a embaixo de mim, mas ela rapidamente voltou à posição inicial.
— Uau! — Eu disse com um sorriso safado. — Está tentando me dominar?
— Pra quê tentar algo que eu já faço com louvor? — Ela disse no pé da minha orelha.
Punzie colocou uma perna em cada lado do meu quadril — era esperta. Seus movimentos eram ousados e preciosos. Punzie era outra mulher na cama. Ela retirou minha blusa e passou as mãos em meu peitoral. Eu a ajudei a retirar minhas calças e a acabar de retirar o vestido. Comecei a acariciá-la demoradamente. Passava minhas mãos por todo o seu corpo. Apertava-lhe os seios de vez em quando e ela gemia baixinho. Meu membro estava muito doído de tão duro, mas não apressaria nada. As preliminares eram muito divertidas. Passei meus olhos sobre ela e sorri.
— Não se cansa de me ver assim mesmo depois de dois anos? — Ela perguntou
— Como posso me cansar de uma visão tão bonita e sensual? — Respondi e mordi um de seus seios, fazendo-a gritar.
Minha língua fazia movimentos enlouquecedores e ela já não sabia por quanto tempo resistiria. Suas unhas passeavam pelo meu peitoral, arranhando, apertando, cravando-se na carne. Seus quadris insinuavam-se sedutoramente sobre os meus, em um convite calado. Eu não resisti, dei uma palmada em sua nádega e ela gemeu, mordiscando os lábios inferiores. Jogamos os lençóis no chão e eu toquei sua feminilidade, arrancando um gemido despercebido de sua boca. Meus dedos brincaram ali por alguns instantes, pressionando, massageando, invadindo. Punzie rodou sua cabeça, como se aquela fosse a sensação mais deliciosa do mundo. Seu corpo pedia por mais.
Ela se inclinou e mordiscou meu ombro. Em seguida, levantou a cabeça lentamente, roçando o nariz na minha nuca e quando chegou à altura de meus ouvidos, emitiu um longo gemido. Isso era demais. Eu não podia mais aguentar. Empurrei-a e fiquei por cima, mas logo fui descendo e coloquei minha cabeça entre suas pernas. Ela entendeu o recado e abriu as pernas. Coloquei minha língua em sua abertura e brinquei. Ela pôs a mão em minha cabeça e bagunçava meus cabelos. Arqueava as costas e ofegava bastante. Depois disso, foi sua vez. Ela agarrou meu pênis e como um animal faminto o abocanhou. A impressão era ótima: meu membro dentro de sua boca. Era quente e ela passeava com a língua envolta do meu pênis. Eu fechei meus olhos e coloquei minha mão em sua cabeça, fazendo-a subir e descer mais depressa. Soltei um gemido e ela levantou a cabeça, retirando-me se sua boca. Nossos olhos se encontraram mais uma vez. Ela subiu novamente em mim e minha mão apertou a carne do quadril dela, que percebeu o sinal, erguendo-se um pouco e então eu a penetrei, com firmeza. Novamente um grito escapou de seus lábios e novamente eu ri.
Nossos movimentos eram sincronizados. Eu me sentei, mas sem me retirar de seu interior. Ela me abraçou enquanto quicava em meus quadris, fazendo com que minha cabeça ficasse entre seus peitos. Eu os agarrei, um em cada mão e mordi novamente um deles, passando minha língua pela aureola dele. Ela gemia com frequência, mas não muito alto para não alarmar os Pub Thugs. Nós mudamos a posição. Ela deitou d costas e eu fiquei de joelhos, com meu membro ainda dentro. Aquela visão era o paraíso. Punzie, completamente indefesa e excitada na minha frente. Sua expressão pedia por mais. Então eu segurei seus pés, e recomecei a me mover. Para frente e para trás.
— Mais rápido Flynn... — Ela implorou enquanto eu me movia. Seus seios balançavam e ela mordiscava seu indicador. — Mais forte...
Como um bom marido, eu a dei o que queria. Larguei seus pés, mas ela continuou com eles erguidos. Coloquei meus braços, um em cada lado dela e ficamos cara a cara. Mais uma vez eu lambi os seis dela. Movimentei-me o mais rápido e forte que pude. Nós gememos e suspirávamos. Ela colocou as mãos em minhas costas e me apertou, me colando em seu corpo. Estávamos colados, sincronizados. Eu estava me movendo muito rápido e aquilo não estava me cansando, por incrível que pareça. Punzie arranhou minhas costas e a cada estocada eu usava mais força.
— Flynn, não vou aguentar... — Ela sussurrou
— Só mais um pouco Punzie — eu respondi. — Ah... Isso é tão bom... Vamos gozar juntos.
E assim fizemos. Ela estremeceu e eu também. Ela me apertou mais forte a nós ejaculamos juntos. Senti o líquido quente escorrer e nossos corpos relaxaram. Eu me joguei para o lado, caindo na cama com Punzie a minha direita. Nossa respiração estava pesada e nós estávamos soados. Em circunstâncias normais, nós teríamos nos abraçado e dormiríamos de conchinha ali mesmo, pelados. Mas em poucas horas chegaríamos à Arendelle. Precisávamos estar preparados. Então fomos para o banheiro da cabine. Tomamos banhos juntos, passando a mão no corpo de cada um e aproveitando nosso momento. Mesmo acabando de fazer sexo, nós continuávamos a nos acariciar, provocando um ao outro. Eu passava a mão em seus seios e ela acariciava meu pescoço. Eu tocava sua vagina e ela “esbarrava” no meu pênis. Mas não aconteceu nada. Pelo menos desta vez.
Saímos do banho e fomos nos arrumar. O que foi bastante rápido já que minhas roupas estavam lá, jogadas no chão. Foi só pegá-las e vesti-las. Mas Punzie foi vestir seu vestido de festa. Uma peça não muito extravagante, mas que ficava perfeita nela, como tudo que ela vestia. Ela era perfeita. O vestido era roxo e bordado com fios dourados. Tinha um decote leve e sem volume na parte de baixo. Colocou seu colar com um sol de ouro — símbolo do nosso reino — e uns sapatos pretos de salto alto. Lá estávamos nós, representantes de Corona, desembarcando uma hora antes no esperado. Os Pub Thugs decidiram não ir. Ficaram no navio “para defendê-lo do ataque de piratas”, de acordo com Hook Hand. Segurei-me para alertá-lo de que não havia piratas naquelas ilhas, mas não adiantaria mesmo.
Logo que pisamos no cais, nos despedimos dos Thugs e nos encaminhamos para o castelo. As ruas de Arendelle eram muito bonitas e limpas. O ar de reino litorâneo e a sensação calorosa do verão faziam daquele lugar muito aconchegante. O reino era dividido em duas porções: o castelo e a aldeia. A aldeia era onde os navios atracavam e os camponeses viviam. Várias barracas de comércio e uma linda decoração. Fitas, bandeiras e até mesmo um mastro colorido no centro da praça. Vários cidadãos se encaminhavam para o castelo, enquanto outros preferiam manter-se perto das barracas. Vi de vislumbre um aldeão com uma rena, o que me surpreendeu. Nunca havia visto uma rena. Mas não dei muita atenção. O castelo, por sua vez, era ligado à aldeia por uma ponte de pedras muito bem desenhada. Suas bordas eram finas e com alguns lampiões — apagados, óbvio. O castelo era como uma península: cercado de água por todos os lados, exceto pela ponte. E que construção era aquela! Um monumento digno e majestoso. Com torres e muros altos. E dava pra ver que também tinha grandes dimensões internas. Mal via a hora do baile. Chegamos aos portões, junto com vários outros nobres. Eu estava nervoso, era meu primeiro evento grandioso como príncipe de Corona.
— Calma, vamos nos sair bem — Punzie apertou meu braço e me olhou. — Também estou nervosa.
— Você é uma dama por natureza — sorri para ela, que retribuiu. — Pronta? Vamos dar conta desta pressão juntos, okay?
— Okay — Nos viramos para os portões, esperando que se abrissem, de mãos dadas.
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