Once Upon A Time: The Cursed Ship
1 Prólogo
Notas iniciais
tive que mudar algumas coisas, pois achei que estava estranho e confuso.
irei postar os outros capítulos mais rápido pra vocês.
bjss e espero que gostem dessa mudança!
irei postar os outros capítulos mais rápido pra vocês.
bjss e espero que gostem dessa mudança!
Com isso, o tempo passa, as coisas mudam e, eu cresci. Quando completei sete anos de idade, meus pais já não estavam se dando "bem". Eles passavam praticamente o dia todo brigando sobre coisas estúpidas. Até que houve um dia em que minha mãe entrou em depressão. Durante a depressão, ela adquiriu um transtorno bipolar e morreu em apenas um mês. Meu pai não se importou com isso, pois já estava ficando com uma mulher nada agradável, ela cheirava a rum e se vestia como uma prostituta. Depois da morte de minha mãe, eu e meu pai não estávamos mais nos falando, vivíamos separados. Ele com sua namorada e eu com o navio. O navio era certamente meu melhor amigo, adorava navegar com ele. Sentia-me livre e ele me lembrava muito minha mãe. Um ano depois, meu pai se casara com aquela mesma mulher e deixara de ser um pirata. As coisas realmente mudaram. O navio não era mais o mesmo, ele estava velho, caindo aos pedaços. Sua esposa se chamava Rosalie, conhecida como a irmã bem mais nova da madrasta de Cinderela. Ela era igual sua irmã no jeito de tratar as pessoas. Era mandona, grossa, seca e maldosa. A única coisa que Rosalie não tinha igual sua irmã era a classe. Ela havia abandonado a vida de madame para ir pras ruas, pegar muitos homens, roubar e se encher de bebidas alcoólicas. Morávamos todos em uma pequena casa, longe do vilarejo e perto do oceano. Do meu "quarto" era possível ver o navio parado e algumas gaivotas voando em sua volta. A paisagem era linda. A casa era bem simples. Suas paredes eram feitas de pedras, as portas, janelas e o piso eram de madeira. O telhado era bastante resistente; as cortinas eram farrapos bem velhos e fedorentos. A casa era térrea (havia apenas um andar), havia dois quartos pequenos, uma sala e a cozinha. Enquanto meu pai "trabalhava pelo vilarejo, eu e Rosalie ficávamos em casa. Eu era praticamente sua empregada. Ela me obrigava limpar toda a casa, lavar suas roupas e as do meu pai, arrumar toda a casa, lavar a louça e me obrigava a fazer todas as refeições do dia. Se eu não as fizesse, ela me deixava de castigo ou me chicoteava, com um chicote que ela obtinha escondido que, até mesmo meu pai não sabia. Tinha marcas do chicote que deixavam minha pele em carne viva. Tentava falar e mostrar para meu pai o que ela fazia comigo, mas ela escondia o chicote novamente, se cortava e falava que eu a tinha feito aquilo tudo e, até mesmo em mim, pois estava ficando "maluca". Com isso, era obrigada a fazer todas as tarefas que ela propunha. Quando eu terminava e meu pai chegava em casa. Ela falava que fora ela quem fizera tudo sozinha. Ela era um verdadeiro anjo, quando meu pai estava em casa. O pior de tudo é que, quando os dois estavam no quarto sozinhos no meio da noite, podia ouvir os gemidos e as falas de Rosalie: POSSUA-ME! Faça-me sua escrava! Com os gemidos amedrontadores e as falas, já tinha mais ou menos uma idéia do que eles estavam fazendo. Geralmente de madrugada, saia escondido do meu quarto pela janela e ia ver as estrelas e a lua no navio, e adormecia lá. Assim foi por muito tempo, até completar treze anos de idade. Um dia, meu pai chegou em casa bem nervoso, pois precisávamos pagar muitas dívidas e não tínhamos dinheiro, pois tudo o que meu pai havia roubado, Rosalie havia gastado em roupas e bebidas pra ela. Ouvia sempre as conversas dos dois no quarto e, logo depois que ele havia falado sobre o dinheiro ela disse: Tem um jeito de conseguimos bastante dinheiro. Você só precisa fazer um pequeno pacto com o demônio, pedindo dinheiro e, em troca ele irá querer algo. É bem simples, eu garanto." Fiquei perplexa quando ouvi aquilo. "Claro que meu pai não vai fazer isso"-pensei. Ele havia ficado calado, não deu resposta a Rosalie. Achava que ele não iria fazer o que ela dissera, Rosalie era totalmente louca. Mas me enganei, meu pai acabou fazendo o tal pacto com o demônio e recebeu muito dinheiro e ele conseguiu pagar todas as dívidas. Mas havia um problema, meu pai devia algo para o demônio, algo que nunca revelou, nem sequer para Rosalie. O prazo de dar algo ao demônio havia terminado, e meu pai não conseguiu o que ele desejava. Claro que ele seria punido, mas ele estava calmo, sem medo do que poderia acontecer.
Estava em nosso navio, quando tudo aconteceu. Queria ajudá-lo, pois da pequena janela redonda era possível ver uma fumaça negra vindo até ele, e sabia que era por causa do tal pacto, sabia que algo muito ruim iria acontecer naquele momento. Tentei sair do navio correndo, mas todas as saídas estavam bloqueadas, e fiquei presa pedindo ajuda, mas ninguém vinha até mim. O demônio havia tirado sua alma e a impregnado no navio enquanto eu estava nele. Sendo assim, o navio foi amaldiçoado e eu também, e a maldição não nos permitia que ficássemos longe um do outro. Eu nunca poderia navegar em outro navio e ficar longe dele por muito tempo. Além de viver sozinha, pois ninguém era corajoso o bastante para enfrentá-lo. O navio agora havia vida própria, nunca iria ser destruído, e nem eu. No final, Rosalie ficou com todo o dinheiro do pacto e fugiu com seu novo homem, sem pagar as dívidas que falara que havia pagado para meu pai. O pior é que ela não teve pena dele, ela praticamente o matou. Na verdade ela apenas queria tirar tudo o que tínhamos e fugir para as ruas novamente e ver se encontrava um novo idiota para destruir, pois era isso que ela fazia e ninguém acreditava em minhas palavras, era vista como maluca por todos do vilarejo, meu nome também nao era bem vindo lá, até por meu pai que não acreditou em mim. Nunca tive nenhum amigo por causa dela. Tinha treze anos quando fui amaldiçoada pelo demônio. Mas ainda procuro por Rosalie para me vingar de tudo que ela fez. Juro que quando a encontrar novamente irei destruí-la com uma dor profunda e letal, fazendo com que ela sofra como sofri todos esses anos da minha vida. Desde que ela penetrou em nossa família, até hoje que estou amaldiçoada, sem poder viver normalmente e sem ter tido uma infância boa como as outras crianças, mas em vez disso, tive de amadurecer como uma adulta já aos treze para comandar um navio amaldiçoado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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