Once Upon A Time - Between Worlds
44 Encontro
Já haviam se passado 4 dias desde que Dee havia recebido alta do hospital, a própria teve que insistir para que Regina permitisse que ela fosse trabalhar, porque se fosse pela mulher ela ficaria de cama por pelo menos mais uma semana. A tarde estava tranquila e a delegacia estava em um silêncio profundo o que era em incomum porque Emma e Dee sempre tinham algo para conversar. Dee folhava o atlas que havia ganhado de Belle, enquanto Emma devora uma cesta de bolinhos que Regina havia dado para Dee levar para o trabalho e comer quando tivesse fome.
-Tem certeza, que você não vai comer? – Perguntou Emma mastigando um bolinho
-Eu não to com fome – Murmurou Dee olhando pensativa para o atlas
-Você ta doente? Não é possível – Disse Emma se arrastando sentada na cadeira e colocando a mão na testa da Dee para chegar à temperatura
-Vai lá o engraçadinha e alias você não me parece nem preocupada com um assunto chamado pedreiro – Disse Dee irônica
-Cala boca – Resmungou Emma
-Mas me fala como fico as coisas? – Perguntou Dee curiosa
-Me diz primeiro o que esta acontecendo, eu nunca vi você com essa cara – Perguntou Emma com um ar de preocupação.
Dee olhou para Emma e hesitou, mas ela confiava em Emma o suficiente para dizer o que estava se passando mesmo que ela própria achasse isso bobagem.
-Sabe ultimamente eu tenho pensando muito nos meus pais verdadeiros – Murmurou Dee
-Ahh sim claro – Disse Emma para a garota, ela foi órfã e entendia melhor do que ninguém como ela deveria se sentir.
-Quer dizer não desse jeito, sinceramente eu nunca pensei e nunca quis conhecê-los ou algo do tipo sabe, na verdade só ultimamente que eu tenho pensando nessas duas pessoas que me fizeram como meus pais – Responde a garota em um tom explicativo.
-Você gostaria de conhecê-los agora? – Pergunto Emma um pouco confusa
-Na verdade, eu estive pensando se eles fossem como eu sabe? – Murmurou Dee
-Quer dizer ultimamente algo esteve martelando na minha cabeça de uma forma diferente, mas que sempre martelou de uma outra maneira durante muitos anos – Disse Dee gesticulando e Emma parecia não entender aonde ela queria chegar
-Eu quero dizer, olha pra mim, eu posso ver fadas, mas não só fadas , desde pequenas eu vejo todos os tipos de coisas e seres estranhos – Resmungou Dee
-Perai, você via essas coisas antes? Tipo existe mais seres mágicos nesse mundo? –Perguntou Emma incrédula
-Sim, quando eu era pequena eu via coisas o tempo todos, mas depois que a mama e o papa começaram a ficar preocupados com isso, e eu parei de ver – Disse a garota frustrada.
-Você acha que isso tem haver com os seus olhos ? –Perguntou Emma
-Não acho que seja isso – Respondeu a garota
-Eu fico pensando que talvez eles eram tão estranhos quanto eu, vivendo em lugar como esse aqui – Murmurou Dee
-Você quer dizer uma outra Storybrooke por ai ?- Perguntou Emma dando um sorrisinho
-Não exatamente uma Strorybrooke pode ser uma Silent Hill , se bem que uma Silent Hill não é lá uma boa ideia – Disse a garota pensativa para Emma
-Ás vezes não pensar muito nos pais é bom sabe, você evita de ficar triste – Disse Emma meio pesarosa.
-Deve ter sido difícil pra você – Murmurou Dee
-Não faz mais diferença agora – Disse Emma com olhar triste, mas ainda sim fazia
As duas pararam para pensar um pouco, Dee sabia que aquele era um tema sensível para Emma de um jeito que não era para ela.
-Você nunca realmente teve nenhuma curiosidade sobre eles Ou sobre o que eles não puderam ficar com você? – Perguntou Emma séria
-Sinceramente até esses dias não, mas como você disse não faz mais diferença agora – Respondeu Dee com sinceridade.
-E se eles tiveram que me deixar eu prefiro acreditar que foi porque eles queriam o melhor pra mim – Murmurou a garota
-Sabe que o Henry disse algo parecido pra mim – Suspirou Emma
Ela não conseguia entender porque para Dee e Henry , era tão fácil lidar com esse tipo de rejeição ou simplesmente acreditar que ela aconteceu por que de alguma forma esse era o melhor para eles. Mas mesmo agora conhecendo os pais e sabendo os motivos que os levarão a deixa lá, ela ainda assim, não conseguia encara aquilo de uma forma tão simples como eles.
-Talvez porque tivemos a sorte que você não teve em encontrar pais adotivos legais sabe? – Disse Dee tentando consolar Emma
-Você acha que se eu tivesse encontrado pais adotivos ou se você não tivesse encontrado nós ainda pensaríamos do mesmo jeito? – Perguntou à loira
-Eu não sei... – Murmurou Dee coçando a cabeça
-Mas se aconteceu assim é porque tem algum motivo especial – Disse a garota finalmente pegando um bolinho
-Você quer dizer essa historia de destino de novo? Que não adiantaria nada que eu fizesse minha vida séria uma porcaria de qualquer forma...– Disse Emma aborrecida e resmungando
-Não, destino não – Murmurou Dee
-Destino é tão pobre, é como se tudo estivesse escrito e você não tivesse escolha – Disse Dee levantando o dedo.
-Quando eu era pequena minha avó me ensinou uma coisa, ou melhor uma palavra revestida de todo um conceito – Disse Dee gesticulando e olhando para Emma
-Qual? – Perguntou Emma dessa vez curiosa
-Hitsuzen ... – Disse Dee levantando a sobrancelha enquanto Emma ficou parada com uma cara de nada
Emma gesticulou para que a garota continuasse
-É uma palavra em japonês, que não existe em nossa língua...destino seria o mais próximo de uma tradução mais ainda sim um conceito que não explicaria o quão profundo é o significado dela – Disse Dee tomando um ar enquanto Emma prestava atenção atenta
-Destino seria algo já definido, o que não te dá oportunidade de escolhas porque o que vai acontecer já está decidido, mas Hitsuzen é o inevitável, são suas escolhas criando uma espécie de destino – Disse a garota
-Isso não faz sentido, você disse que o destino não abre espaço para escolha porque tudo já esta decidido, mas ao mesmo tempo em Hitsuzen as minhas escolhas criam algo que já está decidido, como isso faria sentido? É como se até minhas escolhas não fossem minhas – Murmuro Emma
-Não, nunca pense nisso, todas as escolhas que fazemos são nossas e apenas nossas, nada nem ninguém e nem mesmo o próprio universo pode interferir no livre arbítrio de uma criatura, seja ela qual seja – Murmurou Dee
-E qual é o sentido disso tudo? – Perguntou Emma
-Apenas o inevitável, um paradoxo que eu levei anos para entender, mas o inevitável – Murmurou Dee
Emma apoiou o queixo nas mãos e a conversa fez com que ela instintivamente se lembrar da aula que ela teve com a Regina sobre as leis do universo, a palavra paradoxo bombardeou a cabeça da xerife fazendo com que uma das leis batesse na sua cabeça como um martelo.
-“...Todos os paradoxos podem ser reconciliáveis...”– murmurou Emma
- O que? – Perguntou Dee curiosa
-Não, eu só me lembrei de uma das leis da magia que Regina me ensinou quando estávamos no navio "Tudo é duplo, tudo tem dois polos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliáveis" – Disse Emma repetindo a lei que ela havia decorado.
Dee abriu a boca meio chocada por Emma, saber daquilo e compreender como ele poderia ser aplicado à mesma coisa.
-Você acha que isso tem alguma coisa haver? – Perguntou Emma com um olhar pensativo
-Por que você me pergunta de algo que já tem a resposta? – Rebateu Dee
-Qual resposta? Você continua dizendo que todas as coisas ruins que aconteceram comigo foram por um motivo maior – Disse Emma raivosa
-Só coisas ruins? Pensa bem – Murmurou Dee
-“...Todas as verdades são meias verdades...” – Dee parafraseou Emma
-Se seus pais não estivessem te enviando para cá, você nunca teria tido o Henry, sem o Henry você nunca teria vido para Strorybrooke, quer dizer você ainda poderia ter escolhido ter ligado para a policia levar o Henry, mas ainda sim você escolheu leva ló para Storybrooke pessoalmente, eu me pergunto por quê ? – Perguntou Dee séria para Emma
-Eu não sei, eu me senti mal por ele e era meu aniversario eu estava sozinha – Murmurou Emma confusa.
-Mas ainda sim se você não tivesse ido, você nunca teria conhecido a Regina e você nunca teria ficado, certo ? – Perguntou Dee
-Certo – Concordou Emma aborrecida
Ela nunca havia pensado por esse lado, Neal foi um idiota mais sem ele, ela não teria Henry e sem ele, ela não teria ficado presa, e Henry também não seria adotado por Regina e ela também não conheceria seus pais, na verdade se a principio não houvesse maldição como seria sua vida ? Emma se questionava.
-Você acha que se não tivesse havido maldição eu seria mais feliz? – Perguntou Emma aflita
-Você se senti infeliz agora? – Perguntou Dee, e Emma hesitou mais concordou com a cabeça.
-Já olhou para as escolhas que você está fazendo? – Perguntou Dee, que fez Emma coçar a cabeça
Ela não odiava Neal, mas também não o amava mais, era só um fino sentimento que ela tentava manter por causa de Henry, para ele ter uma família que ela não teve, mas ainda sim ela se sentia muito infeliz, por que era com Regina que ela gostaria de estar, mas era com ela que era errado ela estar. Agora que ela tinha tudo que ela sempre desejou, uma família, ela não queria jogar tudo no lixo tão facilmente.
-Nós não vamos nos casar, a gente deu um tempo – Murmurou Emma e Dee sorriu.
-Eu só quero te pedir uma coisa, não faz com ela o que ele fez com você, não desiste – Suspirou a garota.
-Eu não entendo nada de relacionamento, e eu tenho um QI de um asno quando o assunto é amor, mas faz isso por você , quando você começa a fazer algo por você, você vai fazer por ela também – Disse Dee sorrindo para Emma.
-Sabe às vezes eu acho que a piralha aqui sou eu – Disse Emma sorrindo para Dee
-Você acha? Eu tenho certeza! – Disse Dee sorrindo e jogando resto de bolinho em Emma
Regina foi pegar Henry na saída da escola, a mulher queria conversar com o menino sobre Blue, mas desde que Dee tinha havia saído do hospital, Henry havia monopolizado a garota de uma forma, que a mulher achava difícil de separar os dois e encontrar um momento para conversar com o menino.
-Henry querido como foi escola hoje? – Perguntou a mulher puxando assunto
-Foi boa... – Disse o garoto atento ao jogo nas mãos
-E o lanche tava bom? – Perguntou Regina meio sem jeito
Regina não era uma mulher de dar voltas, mas com Henry ela tinha que ser assim, por que ela não queria pressionar e fazer o garoto pensar algo errado sobre ela. Mas Henry era esperto o suficiente para saber quando a mãe realmente queria saber algo mais.
-Mãe você quer me perguntar algo? – Perguntou o garoto agora prestando total atenção em Regina
Regina olhou para o garoto com a boca um pouco aberta, Henry era esperto demais pensou Regina e depois deu um sorriso ao garoto.
-Eu queria saber o que a Blue estava conversando com você e a Dee no hospital? – Perguntou a mulher
-Nada demais, mas pelo visto você não confia nela não é? – Disse Henry com um tom sério
-E para ser sincero eu também não confio totalmente — Murmurou o garoto fazendo a mulher respirar em alivio
-Mas eu não disse ... – Comentou Regina sendo cortada pelo garoto
-Mãe eu conheço você – Disse o garoto sorrindo e fazendo a mulher sorrir
-Mas então por que você não confia nela totalmente? – Perguntou Regina curiosa
-Bom, não é que ela seja ruim, afinal ela nunca me deu motivo para pensar isso mas ... – Disse Henry coçando a cabeça e fazendo biquinho
-Ela trata a Dee bem demais, na verdade melhor do que eu já ela tratar qualquer um nessa cidade e bem isso é muito estranho não acha?– Disse o garoto confuso para Regina.
-Sim, mas deixa isso pra lá, era só uma curiosidade... – Disse Regina sorrindo para o garoto
-E alias o que você quer comer mais tarde? – Perguntou a mulher ao menino
Regina não queria envolver Henry nisso, o garoto já estava muito ligado a Dee para que ela induzisse o menino a fazer algo que acabaria machucando ela, e pelo pouco tempo que Regina conhecida Dee, ela sabia que a garota dava muito valor as amizades e era tão cabeça dura quanto Emma ou pior, e criar algo que poderia gerar uma espécie de atrito entre Ela e Henry não era bom.
-Mãe o que você fazer está ótimo, mas será que a gente podia convidar a Emma para jantar com a gente? – Perguntou o garoto de supetão
-Por que ? – Perguntou a mulher meio assustada
-Eu acho que ela e o Neal não estão mais juntos, ela anda meio triste, meio esquisita – Murmurou Henry
Regina não pode evitar de abrir um sorriso largo ao ouvir que Emma e o batedor de laje poderiam não estar juntos.
-Esquisita é o normal dela – Disse a mulher não conseguindo esconder o sorriso
-Ah mãe vai deixa, por favor ? – Implorou o menino fazendo cara de cachorro pidão
-Tudo bem ... – Disse Regina em um tom de derrota, mas mesmo era obvio que ela concordaria.
Emma e Dee entraram no Granny, depois de um dia de praticamente nada na delegacia, elas mais do que nunca queriam beber alguma coisa e relaxar, ambas entraram no local que estava quase vazio , Ruby e Belle conversavam no balcão.
-Olha quem finalmente apareceu por aqui – Disse Ruby com um sorriso
A mulher correu por de trás do balcão e de um abraço na garota a apertado, Dee não estava lá acostumada com estranhos a abraçando, mais retribuiu e sorriu.
-Se depende-se da Regina , ela ficava um mês de cama ainda – Disse Emma sorrindo de lado e dando tapinhas no ombro da garota
-Você está falando igualzinho ao meu pai sabia? – Disse Dee de deboche, fazendo Emma dar um tapa mais forte.
Belle ainda estava lá parada olhando as três interagirem entre elas, meio sem saber o que dizer, Dee tinha a habilidade de fazer ela ficar com picos de emoções que beiravam a bipolaridade
-Como você está se sentido? – Disse a moça meio desconcertada
-Ainda com um braço quebrado, mas bem melhor – Disse a garota sorrindo.
As moças ouviram um grito da vovó chamando Ruby, um provável pedido, Ruby saiu deixando um desconfortável silêncio entre Dee e Belle que até Emma pode sentir, mas preferiu não comentar, achou que fosse coisa da cabeça dela.
-Aqui tá o seu pedido – Disse Ruby entregando um saco a Belle
-Até mais pessoal – Disse a moça pagando e saindo pela porta deixando Dee com um olhar de cachorro pidão, ela queria muito conversar com ela.
-Então garotas vocês vão querer o que? – Perguntou Ruby
-Cerveja – Responderam em uníssono
-Ta doida ? Regina vai lançar bola de fogo em mim – Disse Emma para Dee
-Tem milkshake – Disse Ruby sorrindo
-Hey eu gosto disso também – Disse a moça sorrindo
-Eu vou buscar então meninas – Disse Ruby sorrindo
Dee não conseguia parar de olhar para a porta até que o celular de Emma tocou, era Henry. Dee aproveitou a distração e saiu pela porta, ela andou um pouco e virou na esquina e viu a silhueta de Belle e correu em direção a moça, por sorte ela andava devagar e não estava muito longe.
-Oi !!! – Disse tocando no ombro de Belle e depois recuperando o ar
-Aconteceu alguma coisa? – Disse Belle preocupada
-Não na verdade, eu queria agradecer pelo atlas que você me deu – Disse Dee sorrindo para a moça.
-Ahhhh não precisa agradecer, eu até fico feliz que você tenha um hobby saudável – Disse a moça em um tom de deboche mais brincalhão.
-Eu imagino – Disse Dee, que fez com que ambas trocassem pequenos sorrisos
Ambas ficarão alguns segundos se olhando sem saber o que dizer, mas definitivamente não queriam sair dali.
-Escuta... — Disse Dee quebrando o silêncio
-Eu estava me perguntando se você vai estar ocupada mais tarde? – Perguntou Dee esfregando as mãos uma na outra
-ahhh , não , por que? – Respondeu a moça meio incerta
-É que a Regina me deu telescópio astronômico assim que eu sai do hospital e bem como você me deu o atlas e a noite ta bem limpa hoje, e queria saber se você não gostaria de ver algumas estrelas comigo hoje? – Perguntou Dee falando tudo de uma vez se ao menos parar para respirar
Belle sentiu um breve pânico, ela estava a convidando para um encontro? Mas e Rumple? De certa forma não fazia muito sentido ela pensar naquilo daquela forma já que ela e Dee eram apenas amigas, e Rumple era o seu amor verdadeiro.
-Ahhh eu ... – Belle gaguejou
-Se você não quiser não tem problema em dizer que não – Disse a garota com um sorriso meio forçado
-Não...eu não disse isso ... – Murmurou Belle
-Tudo bem , a gente se vê por ai – Disse Dee dando um sorriso e se virando para voltar para o Granny
-A que horas e aonde a gente se encontra? – Perguntou a moça deixando impulso falar mais alto
Dee parou e se virou com um sorriso de orelha a orelha
-Me dá seu telefone, eu te dou o meu, a gente acerta tudo – Disse a garota sorrindo para Belle e quase pulando de felicidade.
Dentro do Granny Emma coçava a cabeça enquanto Henry tentava convencer a xerife a ir jantar na casa da mãe dele. Emma não queria causar incomodo a Regina, mesmo que elas estivessem distantes, o relacionamento delas havia melhorado e ela não queria estragar isso.
-Garoto eu não quero incomodar a sua mãe... – Resmungou Emma
-Não vai, ela disse que você pode vir – Insistia Henry
-Mas Henry...– Murmurou Emma sendo interrompida
-Vai ser um jantar em família, eu, você, a mamãe e a Dee – Disse o garoto feliz
-Um jantar em família? – Emma não conseguiu evitar sorrir ao ouvir que Henry pensava neles, nos quatro, como uma família.
-Tudo bem então – Disse Emma desistindo
Notas finais
E galera não se preocupem se o ritmo da historia ficar mais lento , a historia não acabou e tem mais segredo pra se descobrir, só que agora eu vou desenvolver mais uns certos ships para a historia andar mais não se preocupem
E perguntou aleatória alguém assiste american horror story ?
Estou pensando em escrever uma fic , quando essa acabar :)
E de novo bem vindos aos novos leitores e muito obrigado a todos vocês que leem e curtem essa fanfic !
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