On the Edge of Paradise
6 Capítulo 5
Notas iniciais
POV Sum
Acordei me sentindo estranha. Molhada, suja, dolorida, com frio... Meus olhos demoraram em se acostumar com a claridade, quando enfim consegui abri-los levei um susto. Guilherme estava deitado com a cabeça no meu ombro, e ainda estávamos na praia. Soltei uma gargalhada. Aquilo fez o acordar em um salto e quase cair de novo pela rapidez e o sol. Ri um pouco mais. Me sentei e olhei ao redor. Já havia algumas pessoas dispersas pela praia. Alguns vendedores começando a abrir suas coisas, algumas pessoas caminhando... E nós. Com roupa de festa, molhados e dormindo.
— Não acredito que pegamos no sono aqui. – Ele disse ainda sonolento. Concordei.
— Me ajuda a levantar. – Pedi esticando o braço.
— Ah, ta querendo demais né madame? – Perguntou divertido. Revirei os olhos. Ele me puxou mesmo assim. Com força até demais. Meu peito bateu no seu. Fiz cara feia e dei um soco nele. – Nem doeu. – Falou que nem criança.
— Aham. – Escutei um pequeno “ai” atrás de mim depois de me virar. Dei uma risadinha. Comecei a caminhar em direção da onde eu lembrava que estava o carro.
— Ei gatinha. – Gui resmungou divertido.
— Que foi? – Perguntei sem olhar pra trás.
— Sei que estamos na praia. Mas essa sua saia levantada mostrando a calcinha ta meio vulgar. – Falou entre risadinhas. Olhei para baixo e vi uma saia que mais parecia um cinto. Também, depois de tudo aquilo de horas antes...
— Obrigadinha babaca. – Respondi enquanto arrumava. Chegamos até o carro.
— Porra, estamos altos sujos! – Ele disse tentando tirar um pouco da areia. Concordei e comecei a me limpar também. Sem muito sucesso.
— E agora?
— E agora que vou ter que limpar os bancos antes de devolver o carro. – Gui disse revirando os olhos. Dei um gargalhada. – Nem ri muito não queridinha. O certo seria você limpar! Foi por sua causa que eu peguei o carro emprestado!
— Não te obriguei a nada! Se não queria vir atrás de mim era só não vir seu idiota! – Respondi já com raiva. Estava do lado da outra porta pronta pra entrar, mas parei.
— Fiquei com dó da donzela em apuros né! – Guilherme disse entrando no carro.
— Donzela em apuros teu cu! Eu sei muito bem me virar sozinha! Na verdade, nem sei por que merda eu te liguei! Uma idiotice! – Falei virando as costas e me afastando do carro.
— Ei, aonde você vai?!
— Me virar sozinha! – Gritei.
— Não vai nem pegar tuas coisas?
— Não to afim!
— Deixa de ser idiota Summer!
— Vai se ferrar! – Gritei cada vez mais longe. Continuei andando até que senti uma mão em meu braço.
— Para de ser uma garota mimada que não pode nunca ser contrariada porra! Entra no carro!
— Eu. Não. Sou. Mimada. Sou bem independente! Isso sim! Não vou entrar em merda de carro nenhum, e vai se ferrar!
— Já falasse isso. – Ele disse sorrindo falsamente.
— Mas pelo jeito você não foi!
— Não tem graça sozinho. Vem comigo que melhora. – Deu uma piscadinha. Bufei.
— Vai tomar no cu babaca. – Falei me soltando.
— Para Summer! – Ele falou me puxando pela cintura.
— Da pra me soltar seu otário? – Disse tentando me soltar, o que o fez apertar ainda mais o braço.
— Foi mal ta legal? Agora só vem comigo. Depois se quiser ficar puta a semana toda sem nem olhar na minha cara tudo bem. Só não quero me sentir culpado em te deixar sozinha aqui.
— Foda-se! – Tentei dar um chute nele, mas ele segurou meu joelho entre as pernas. Tentei dar um tapa em seu rosto, mas ele virou a cara. Acabei o arranhando.
— Porra Summer! – Gui disse me soltando e levando os dedos no rosto. Estava saindo um pouco de sangue.
— Foi mal. – Falei um pouco preocupada.
— Quer vir vem, se não quer vai se ferrar também! – Ele disse virando as costas e andando rápido. Pensei por dois segundos. E depois fui atrás. Passei ele e parei no lado da porta do carro. Ele abriu, entramos, e fomos embora em silêncio o caminho todo.
Eu estava morrendo de raiva. E tinha certeza que ele também. Quando olhava pelo canto do olho via seu maxilar se contraindo. Tentei não pensar em como ele ficava sexy daquele jeito. Quando ele parou em frente ao meu apartamento, ficou quieto olhando pra frente. Eu deveria agradecer... Mas não estava afim. Então só saí do carro e bati a porta bem forte. Ele nem se importou, o carro saiu arrancando atrás de mim. Em segundos já tinha sumido. Fiquei ainda mais brava. Subi bufando. Quando abri a porta dei de cara com três pessoas sentadas na sala, quietas uma olhando na cara da outra.
— Era só o que me faltava! – Resmunguei batendo a porta. Barbie e Teresa levantaram me olhando de cara feia. Minha mãe levantou só para acompanhá-las.
— Summer o que deu em você! – Barbie começou. Revirei os olhos e comecei a andar em direção ao meu quarto. – Ei espera aí!
— Não nos ignora Sum! – Teresa completou. Parei e olhei pra elas de braço cruzado.
— O que foi?! – Perguntei exaltada.
— Como o que foi Summer?! – A loira estava me fulminando com os olhos. – Você estava com a gente e simplesmente some! Sem dar explicações! E ainda se fosse à primeira vez, entretanto fez isso sexta também! Qual o seu problema?
— Ficamos preocupadas amiga! Alguma coisa poderia ter acontecido! Você nem atende nossas ligações quando some! – Minha outra amiga continuou. Muito mais melosa que a Barbie.
— Porém não aconteceu, ta legal? Já sou bem grandinha. Sei me virar.
— Não importa Summer! Você estava com a gente! Que merda! Pra que fazer isso? Ainda por cima manda aqueles dois loucos do nada!
— Ah, vocês estavam precisando se divertir e esquecer aqueles dois babacas. Não acham?
— Não! – As duas responderam juntas. Bufei.
— A bronca já acabou mamães? Ops, verdade, vocês não são minhas mães! E não sei se perceberam, mas a tal minha mãe nem se importa. – Falei gesticulando para a minha amada mãe que só observava tudo.
— Summer! Não é que não me importo. Somente já estou acostumada com esse teu jeito. Contudo suas amigas não merecem isso! Deixo você sair porque sei que está com elas. Mas, se começar a fazer isso terei que te proibir!
— Hahaha! Boa piada! – Falei espumando de raiva já. – Você não conseguiria.
— Tente pra ver!
— Tentarei! – Nos encaramos por alguns segundos e depois virei para as duas. – Se já terminaram vou para o quarto.
— Sum... – Teresa murmurou. Virei às costas e entrei no meu quarto. Elas foram atrás. Comecei a tirar a roupa indo para o banheiro.
— Pelo menos vai dizer onde foi? – Bie disse se encostando à porta do banheiro.
— Não é obvio? – Perguntei olhando para meu corpo cheio de areia.
— O que fosse fazer na praia? – Terry perguntou curiosa.
— Fugir um pouco. – Comecei a imaginar nós dois dentro do carro, conversando, rindo, enquanto o vento batia em meu rosto. Não iria contar á elas que estava com o Guilherme. Então precisava mudar o foco. – Desculpa ta legal? – Me encostei na bancada da pia só de calcinha e sutiã. – Vou tentar não fazer mais isso. Pelo menos avisar. Foi vacilo.
— Sim. Foi. – Barbie concordou séria. Suspirei.
— Nós estávamos precisando de ti. – Teresa falou baixo, fazendo a outra encará-la.
— Me perdoa. – Sabia que iam sofrer pela ausensia daqueles dois. Realmente sou uma péssima amiga. – Vocês devem estar morrendo de sono também né. – Olhei para elas que ainda estavam com a roupa de ontem, maquiagem borrada, e meio roxas de frio.
— E com frio. Por causa de ti. – Barbie falou fria. Ela costuma demorar a esquecer das coisas.
— Foi mal. Vocês podem ir para casa. Estou bem agora. Só preciso de um banho e poder dormir. Prometo que vou para casa da Bie quando acordar. Pode ser?
— Ok! – Teresa disse meio triste.
— Você não vai se escapar fácil Summer. – Barbie fez questão de deixar claro. Me encarou e puxou Teresa pela mão.
Corri para trancar a porta do quarto quando saíram. Fechei a do banheiro também. Liguei o chuveiro na água bem quente. Tirei o resto da roupa e me enfiei debaixo d’água. Não queria (pois uma parte de mim ainda estava cheia de raiva), mas me deixei pensar no que havia acontecido. Sem pensar no que significava, na raiva que sentia, nem em nada do tipo. Só na sensação de suas mãos quando me tocaram. De seus dedos precisos, seu toque quente. Em seu sorriso perfeito, seus olhos azuis brilhando pela luz da lua, na sua gargalhada dentro do carro. Na sensação boa de correr na praia com ele atrás de mim. Na vontade imensa que tive de beijá-lo. Deixei cada músculo do meu corpo relaxar e esquentar. Não sei por quanto tempo fiquei lá, porém quando acabei me proibi de pensar mais sobre tudo aquilo. Sequei o meu corpo com a toalha, e o cabelo com o secador, depois corri nua para de baixo do edredom. Peguei no sono logo em seguida.
POV Gui
Já era noite e eu estava em casa. Tinha acabado de voltar da casa do Jefferson. Resolvi tomar mais um banho, pois ali era o lugar que eu mais pensava. Suspirei. Que dia! Logo depois de deixar a Ruiva, voltei furioso para minha casa. Todavia percebi no meio do caminho que não podia aparecer com um carro estranho e sujo de areia as oito da manhã. Além do arranhão em minha bochecha. Minha mãe surtaria.
Então fui para casa do Vini. Ele e Jefferson estavam dormindo, e na verdade eu nem estava muito a fim de falar com eles. Como todos os empregados me conheciam me deixaram entrar, me serviram café, e o pai de Vini conversou comigo me mandando ir dormir um pouco em um quarto de hóspedes. Tomei um bom banho antes de deitar. Virei um pouco na cama até realmente conseguir dormir. Quando acordei já eram três da tarde. Os meninos tinham me mandado mensagem falando que iam chamar o Carlos e o Jake e jogar vídeo game na casa do Jeff. Isso era o bom dos homens: nem se quer me encheram o saco por ter sumido na noite anterior. Só fizeram umas piadinhas no grupo, perguntando se eu ainda estava vivo, falando que a guria deveria ser incansável pelo meu sumiço de horas. Respondi com meias palavras e risadas. Não iria contar que tinha literalmente perdido uma noite com a Summer. Summer! Percebi que ainda estava com raiva dela, e que infelizmente poderia encontrá-la aqui com a Barbie. Porém não podia ficar trancado dentro de um quarto de hóspedes. Saí de mansinho pela casa.
Havia dado uns trocados para um cara que trabalhava ali, para dar uma geral no carro. Então o levei para o endereço que meu amigo havia dito. Fiquei lá por algum tempo, conversando e bebendo. Depois ele me deu uma carona até a cara do Jeff. Passei o resto do dia jogando com os meninos e comendo pizza. Depois Carlos me deixou em casa. E agora estava ali. Revivendo os acontecimentos e percebendo que a raiva já tinha passado. Contudo pensar em ver ela na manhã seguinte era estranho. Como agiria? Algo entre nós tinha mudado? Não! Continuaríamos nos odiando como sempre foi. Era assim que deveria funcionar. Suspirei. Porque merda então eu tinha que pensar em como ela era gata? Pensar naquele corpo com aquele vestido apertado e levantado pela manhã. Naquela calcinha minúscula naquela bunda perfeita. Ou pior... Naquele sorriso lindo que me fazia sorrir de volta como um bobo. Ou em como sua risada era contagiante, seu cheiro enchia tudo ao seu redor, sua presença era maravilhosa. Em como seu cabelo emoldurava seu rosto e corpo, e seus olhos eram a parte mais linda. Desde quando eu prestava atenção e lembrava-me dos olhos de uma garota? Que porra! E era a Summer! Joguei-me na cama com uma puta vontade de dormir pensando nela. Não deveria! Mas foi o que eu fiz...
POV Narrador
Summer acordou com um grande mau humor como em todas as segundas-feiras. Ficou enrolando até não poder mais. Trocou de roupa quando foi obrigada e teve que correr quando ouviu a buzina do motorista de Barbie. A amiga buscava Teresa e ela todos os dias para ir á escola.
— Bom dia flor do dia! – Teresa disse animada quando Summer entrou no carro. O seu bom humor logo cedo dava ânsia. Apesar de Summer ser a mais alegre e festiva das três, odiava acordar cedo e também era a mais sem paciência. Barbie se sentia sempre superior a todos, então possuía uma calma irritante na maior parte das vezes, mesmo quando estressada falava tranquilamente, gostava de ter sempre classe e razão. Teresa por sua vez, era super sentimental e transparente, era otimista demais também.
— Bom dia pra quem? – Sum respondeu bocejando. Barbie revirou os olhos. Elas haviam se entendido no dia anterior, mas a loira iria continuar seca por algum tempo, Summer sabia.
Chegaram à escola e foram direto para o banco onde sempre ficavam. Vinicius e Jefferson já estavam lá. Juntos de Jake, Bianca, Carlos e Luciane, seus outros amigos. Sum agradeceu mentalmente por Guilherme não estar ali também. Sentou no sol já que o dia amanhecera um tanto quanto frio. Como o esperado, pois era outono.
Guilherme morava em frente á escola, mas sempre era o último a chegar. Era péssimo em acordar cedo. Naquele dia não fora diferente. O despertador tocava, e ele continuava dormindo. No último toque do último despertador, se obrigou a levantar. Correu para o colégio e se encaminhou para o lugar onde seus amigos sempre ficavam. Todos estavam lá conversando. Todos inclusive ela. Summer Dummel estava sentada em um banco com as pernas em cima do mesmo, com os olhos fechados abraçava seus joelhos. Gui desviou o olhar dela, cumprimentou os que estavam próximo e entrou na conversa.
Summer abriu os olhos quando ouviu sua voz, e mesmo sem querer, seus olhares cruzaram. Ele estava um gato! Calça jeans preta, camiseta mescla com um casaco de couro azul marinho. Seu cabelo estava com gel de um jeito que o deixava ainda mais bonito. E seus olhos a encaravam de um jeito divertido.
Guilherme pensava em como Sum ficava bonita sem muita maquiagem. Ela sempre aparecia assim na segunda-feira. Provavelmente tinha preguiça de se maquiar nesse dia. O que ela não sabia era que ficava super atraente assim. Cabelo meio selvagem, moletom, calça legging e tênis. O ponto forte de seu visual ficava por conta dos seus lindos olhos verdes.
Logo viraram a cara e se ignoraram. Na verdade, fizeram isso pelo resto do dia. Porém, quando ninguém percebia, ambos se admiravam de longe. Nos momentos em que estiveram no mesmo lugar trocaram suas naturais agulhadas, ainda mais afiadas que o normal. Seus amigos como sempre riam e reviravam os olhos. Aquilo era natural entre eles. O que não era natural era o sentimento dentro deles.
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Summer tinha terminado seu treino mais tarde do que as outras garotas, por esse motivo estava sozinha no vestiário. Havia acabado seu banho e saía do banheiro já vestida. Guilherme precisava descontar seu estresse em alguma coisa, e lutando era uma ótima forma. Por causa disso foi mais cedo para o treino. Quando entrou no vestiário deu de cara com uma Summer de cabelo molhado. Assustou-se um pouco, pois sabia que o horário das garotas já tinha acabado á uns vinte minutos.
— Ah não! – Summer resmungou.
— Ah não digo eu né! Já basta olhar pra ti na escola.
— Não tenho culpa se você precisa me perseguir até na academia! – Falou o encarando.
— Querida, o mundo não gira em torno de ti! Você sabe muito bem que treino esse horário.
— Na verdade, quem treina nesse horário sou eu. Tem quarenta e cinco minutos de diferença entre eles.
— Pois é. E o seu tempo já acabou!
— E o seu não começou ainda, cacete! – Respondeu irritada. Ela estava com um shorts preto apertado e uma regata branca, por cima por causa do frio um grande casaco. Guilherme teve que se concentrar para não perder a briga olhando para o seu corpo.
— Ta então a culpa não é de nenhum dos dois... Dessa vez. – Fez questão de enfatizar a ultima parte.
— O que você quer dizer com dessa vez?
— Nada ué. – Falou com uma cara de debochado. Provocando-a. Seu sorriso idiota o deixava ainda mais bonito.
— Ai como você é irritante! Até o ar que você respira me irrita!
— É só não respirar ele também! Vai acabar com todos os seus problemas. – Deu uma piscadinha. Aquilo a ferveu de raiva. Os dois estavam cada vez mais perto um do outro gesticulando nervosamente.
— Porque você não vai se ferrar, seu otário?!
— Porque não estou afim! Estou a fim apenas de socar alguma coisa.
— Nossa você não imagina como eu também estou! Mais necessariamente essa sua cara!
— É só vir! – Gui disse batendo em seu rosto teatralmente como de costume. Summer deu os últimos passos para estarem frente a frente. Sua mão coçava para dar na cara dele. Sentia cada centímetro de seu corpo ferver de raiva. Guilherme não estava pra trás. Às vezes agradecia por ela ser mulher, se não já havia caído na porrada.
— É o que vou fazer!
Sum realmente queria bater nele, mas ali com seus rostos enraivecidos a centímetros um do outro, outra sensação invadiu seus corpos. Suas bocas se encontraram ao mesmo tempo, em um beijo urgente e fervoroso. Guilherme passou o braço ao redor da cintura de Summer, colando seus corpos. Sum enroscou seus dedos em meio ao seu cabelo, o puxando com força. Ambos sentiam que seus corpos ferviam, que suas cabeças podiam explodir. Embriagados com seus cheiros, gostos, formas... Tudo aquilo que queriam tanto provar. Com seu outro braço livre Gui passeava pelas curvas de Sum. Apertou sua bunda com força, o que a fez suspirar de prazer. Ela por sua vez deixou sua mão descer por aquele peito definido, passando por debaixo de sua camisa. Passou também as unhas pelas suas costas, marcando. Mordiscou o lábio inferior de Gui, e sentiu seu membro apertado contra seu corpo. Foi quando perceberam o que estavam fazendo e se afastaram abruptamente.
— An, eu tenho que ir. – Summer murmurou apressadamente. – A Bi está me esperando e...
— É, eu tenho que me trocar. Os caras logo devem estar chegando.
— Sim. Isso. É. Hum... – Se virou meio correndo.
— Tchau. – Gui disse e correu para o banheiro.
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