Notas iniciais
Hey! Estou eu aqui de novo, com minha primeira fic Outlaw Queen.
A Cora está viva na historia e está morando com a Regina, assim que começaram a ler vcs vão entender
Sorry pelos erros!
Enjoy

Meu dia estava perfeito, eu tinha conseguido fazer Henry vir almoçar comigo e com minha mãe, que depois de eu ter devolvido seu coração, ela estava boazinha, mas não se lembrava de nada do que havia feito antes de arrancar o próprio coração, acho que o impacto do coração bom com um corpo malvado apagou as memorias das coisas ruins que ela fez, mas enfim, eu estava preparando o almoço com a ajuda da minha mãe, ela aprendeu a lidar com as coisas desse mundo bem facilmente, e ela era uma pessoa maravilhosa, ela ainda usava magia, mas era para "ajudar" as pessoas. Nós terminamos de fazer o almoço, e meu telefone tocou, era o Henry:

- Henry! Já estava vindo? — Eu perguntei assim que atendi o telefone

- Mãe, eu te liguei pra dizer que eu vou almoçar com meus avós a Emma e o Hook, não tem problemas se nós deixarmos o almoço para outro dia né? — Ele me perguntou

- Tudo Bem Henry, marcamos para outro dia — Eu escondi a tristeza na minha voz

- Ok, tchau mãe!

- Tchau Henry — Eu desliguei o telefone e sentei no sofá, não era a primeira vez que ele fazia isso, toda vez que marcavamos um compromisso juntos, ele desmarcava em cima da hora, acho que havia chegado a hora a qual eu mais temia desde a chegada de Emmma e a quebra da maldição: Henry não me amava mais, esse pensamento não saia da minha cabeça, eu comecei a chorar, logo minha mãe apareceu

- O quê foi filha — Ela se sentou ao meu lado

- O Henry não me ama mais — Eu falei, pronunciar essa palavras só quebravam mais meu coração, o Henry e minha mãe eram as duas coisas que eu mais amava, como minha mãe havia voltado a ser boa a pouco tempo, eu não estava acostumada a ter uma mãe, mas o Henry, eu criei ele durante 11 anos, vi ele crescer, ouvi as primeiras palavras dele, cuidei de cada febre, suportei cada mal criação, e agora ele me trocou por uma mãe desnaturada e uns avós que colocaram a propria filha numa caixa e mandaram para o Maine

- Não diga isso querida, eu tenho certeza que ele te ama- Ela ai passar a mão em meu cabelo, mas eu recuei por instinto — Desculpe, eu sei que você não gosta disso — Ela se desculpou, mesmo não sabendo o porque de um não gostar disso

- Tudo bem, eu só não estou acostumada — Eu expliquei

- Eu não amava você antes? — Ela perguntou, eu havia contado a ela, que ela havia perdido as memorias de quando ela era uma pessoa ruim

- Amava, mais da sua maneira, e ás vezes eu não compreendia essa maneira — Eu expliquei lembrando do que ela havia feito com Daniel, eu nunca contei a ela sobre ele, não precisava,e eu não queria deixa-la com peso na consciencia. Um silencio se instalou na sala, até que ela falou:

- O Henry vem para almoçar?

- Não, ele vai almoçar com a familia perfeita dele! — Eu disse com um tom de raiva misturada com ironia e tristeza a minha voz

- Não fica assim querida, eu estou aqui com você — Eu fiquei feliz em ouvir isso, mesmo eu ainda não ter estabelecido uma confiação com minha nova mãe, era o melhor que eu tinha

- Vamos almoçar — Ela disse levantando do sofá e me puxando junto com ela

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Nós já estavamos na sobremesa, ficamos conversando sobre o que minha mãe se lembrava, ela havia ficado "boazinha" a uma semana, ela se lembrava do meu nascimento, de ter se casado com meu pai e de ter amado o Rumple. mas só, as memorias antes de ela arrancar o proprio coração, o que não era muita coisa, e ela ficava preocupada porque nós não tinhamos muitas lembranças juntas, ela se arrependia disso, ela sempre me perguntava: "Por que eu arranquei meu coração?" e eu nunca sabia o que responder.

Terminamos a sobremesa, eu ia levantar para arrumar a mesa, mas ela mandou eu continuar sentada

- O que foi mãe? — Eu perguntei

- Eu quero saber uma coisa sobre você, todos nós temos ou tivemos um amor verdadeiro, e você, quem é seu amor verdadeiro? — Essa pergunta me pegou de surpresa, e eu disse a primeira coisa que me veio cabeça

- Eu não tenho amor verdadeiro — Eu disse colocando uma colher de sorvete na boca

- Claro que você tem filha! Quem e ele? Ele está na cidade? — Minha nova mãe era curiosa, eu iria ter que contar a verdade um dia mesmo, porque não agora

- Ele morreu — Eu disse, eu segurei minhas lagrimas

- Como? — Ela realmente queria saber, eu tinha que contar agora ou nunca

- Foi morto... Você o matou! — Eu disse, e soou mais rude do que eu imaginava, ela ficou calada processando a informação, eu percebi que isso havia atingido ela, ás vezes eu esquecia que ela não era mas a mesma, agora ela tinha sentimentos

- Desculpe mãe, eu não queria falar dessa forma, não foi totalmente culpa sua! — Eu tentei me desculpar mas acho que não funcionou porque ela se levantou e disse:

- Eu vou para o meu quarto — Ela se retirou e começou a subir a escada e fui atrás dela, eu sabia que eu não devia ter contado a verdade, mas agora já era tarde

- Mãe! — Eu fui até o quarto dela, ela estava sentada na cama chorando, era tão estranho ver-la assim, não parecia minha mãe antiga que falava que chorar era uma fraqueza

- Mãe! — Eu cheguei perto dela e a abracei, acho que isso a pegou de surpresa — Não precisa chorar, você fez o que você achava que era bom para mim — Eu tentei acalma-la

- Mas isso é terrivel, por que eu fiz isso? — Ela me perguntou, eu sabia que seria dificil, mas eu teria que contar.

Eu contei toda a historia, ela ficou meio assustada no começo, mas depois ela começou a entender, principalmente quando eu falei sobre a maldição

- Então, você lançou a maldição para se vingar da Snow... Mas acabou que você não conseguiu e ainda perdeu a unica pessoa que ainda te amava seu pai- Ela falou, parecia que ela estava me dando uma lição

- É mas agora eu tenho minha mãe de volta — Eu falei,acho que eu poderia me acostumar com isso facil

- Eu queria poder consertar tudo isso, depois de tudo o que você passou, você merece outra chance de amar — Ela falou, e isso me trouxe uma lembrança de muito tempo atrás

- É isso! Como eu não lembrei disso antes!- Eu dei um pulo da cama

- Isso o quê filha? — Minha mãe perguntou sem entender

- O homem da tatuagem de leão — Eu me lembrei da Tinker e do que ela fez por mim

- Que homem? — Minha mãe perguntou e eu contei a historia para ela

- É isso! Vamos atrás desse homem! — Ela realmente queria consertar o passado, mas não havia como voltar para floresta sem algo para abrir um portal

- Não dá, não tem como voltarmos para lá sem algo para abrir um portal! — Eu expliquei, mas ela me ignorou e foi até seu porta joias em cima do criado mudo e pegou algo bem pequena enrolado em um pano e me deu

- Um feijão mágico! — Eu exclamei — Como você conseguiu?

- Com o Gold — Ela respondeu — Agora nós podemos ir atrás do seu final feliz?! — Ela mais exclamou do que perguntou.

Notas finais
E aí?? Comentários são bem vindos!
Kisses and Hugs