Notas iniciais
Capitulo 1. Ela é extensa demais para caber em um só cap.

Poderia se lembrar da primeira vez que observou um bruxo em sua frente. Estava em casa, não sozinha completamente, mais sua mãe estava no vizinho, não que uma garota de 11 anos tivesse escolha quem seria sua mãe, mais Ellen, gostava de estar sozinha às vezes, sentada no sofá assistindo televisão, essa era sua rotinha nas férias, poderia ir no parque a quatro quadras dali, brincar com Jake o vizinho do prédio ao lado, mais ela gostava mesmo era de assistir documentários, a T.V a cabo gato, puxada pelo vizinho do poste, a menina desconfiava que era porque sua mãe gostava dela entretida com a T.V assim dava mais tempo para ficar com o vizinho.

A batidas da porta a fazê-la revirar, deveriam ser novamente os policiais procurando alguém, suspirando fundo caminha até a janela e grita por sua mãe, Carolina Andrade sai pela lateral, a escada de incêndio, como nos filmes Americanos, apesar que todos os prédios dessa região são assim. Sua mãe suspira e vai a porta. Ela como sempre se tranca no quarto, escutando o Diskman a todo volume, as musicas de Rock que sua mãe tanto odiava. O som dos Guns n’ Roses agitava algo dentro de sua alma.

Sua mãe bate na porta e ela a olha assustada. Gentilmente pede para ela ir a sala.

Uma senhora de cabelos grisalhos, gorda e com um sorriso que poderia parecer como os filmes onde todos eram felizes. Os trajes florais e amarelos dão aquele olhar bondoso, uma coisa rara hoje.

— Sou Pomona Sprout, sou professora na escola onde a senhorita tem uma vaga. Venho querida temos que conversar.

A Professora Sprout conta como ela é uma bruxa, sua mãe não acredita mais um pequeno feitiço onde o abajur vira um pombo, a cara de sua mãe era inacreditável, ela ficou bons minutos falando em português, rindo consigo.

— Minha filha é uma bruxa? Como?

Professora Sprout conta como existem pessoas que chamam nascidas trouxas, como seus pais não possuem magia, porem sua mãe ficou em silencio um bom tempo. Escutando tudo fascinada.

As perguntas eram muitas, e a professora ficou fascinada como ela queria saber de tudo.

— Então sua filha pode ir?

— Quanto são os custos?

Professora Sprout sorriu com entusiasmo. Contou que tem uma pequena contribuição dos pais todos os anos, mais não é obrigatório, mais os materiais devem ser comprados no beco diagonal, que sairá uma pequena comissão de alunos nascidos trouxas, e que alguém do ministério ira os acompanhar até o beco diagonal, e o mais importante, sua mãe foi proibida de contar a alguém sobre o mundo mágico, ela assina um termo, se ela falasse o ministério iria saber. O estatuto do sigilo, a professora fala.

— Bem vinda a Hogwarts Senhorita Andrade. Vemos-nos no dia primeiro de setembro.

Dias depois veio uma mulher bonita, loira de olhos azuis como o céu. Se chamava Annemarie Abbott, funcionário do ministério.

Ellen não sabia como sua mãe conseguiu o dinheiro, mais ela conseguiu. Era bastante ela sabia. Ela conheceu a filha da senhora Abbot, Hannah Abbott, de quem se tornaria amiga de longos anos.

O beco era tudo o que ela tinha imaginado só que sua imaginação era tão grande que algumas coisas ficaram a decepcionariam, como por exemplo, não ter monstros como os livros de fantasia que lia. Mais talvez o mundo bruxo em sua mente fosse medieval, mais ele se parecia mais com a década de 20.

Ela e Hannah desfrutaram de uma conversa agradável. Os livros extras de comprou, a explicação das casas, os ingredientes de poções, ela gostaria de um animal de estimação e encontrou um peculiar. Era a espécie de Gremlins ele era fofinho, a vendedora achou estranho a estranha conexão entre ele a garota. O nome do animal era Demiguise, a vendedora disse que o animal estava ali anos, que o choro de lamento dele a comovia, e que ela foi a primeira pessoas a conseguir o pegar sem que ele ficasse invisível.

— Quer vir comigo pra casa?

Ellen pede para o bichinho, e ele encosta em seu pescoço como se quisesse que ela o levasse.

— É um presente, pode o levar, ele quer ir com você, ele esta a muitos anos aqui, o leve garota antes que eu me arrependa.

Ellen não pensou duas vezes e saiu da loja com o Demiguise para fora da loja. Ele ficou em seu colo assustado, tirando o casaco ela o enrolou. Ele se aquieta em seu colo.

— Você tem sorte por ter ele Desmiguise são raros em contato com bruxos, ele realmente gosta de você, e será fiel. Preciso cadastrar seu nome no ministério por ter ele.

Senhora Abbott sorria ela. O animal era lindo com seus pelos lisos e pratas. Os olhos tristes e pretos. Ellen sorriu a ele sussurrando baixinho.

— Você é como eu, solitário.

O bicho faz um ruído em concordância.

A loja da Madame Malkin foi comprado suas vestes, os pacotes aumentavam. A ultima parada foi a loja do Senhor Olivaras. Hannah foi a primeira a escolher sua varinha.

Sua varinha não demorou a ser escolhida, foi madeira de Almond Tree, núcleo de pelo de unicórnio e 9 ½ cm de comprimento , flexível.

Já Ellen foi difícil, ela demorou, a varinha é que escolhe o bruxo, senhor Olivaras disse.

A varinha era questionador senhor Olivaras disse; 12 ½ de comprimento, madeira de Elder, núcleo de pena de fênix, inflexível.

— Você terá grandes provações Senhorita Andrade. Grandes provações. Leve esse livro como um guia para entender a raridade de como sua varinha é composta. A fênix que deu essa pena era única, foi a ultima fênix livre do ministério da magia, e isso foi a 50 anos atrás. Depois todas elas são monitoradas. São 8 galeões.

As mãe paga o senhor sorrindo, ela não entendia ainda do porque sua mãe ficar feliz de estar ali. Era como se ela estivesse vivendo um sonho em forma de sua filha.

Eles se separaram, Hannah prometeu escrever a ela e senhora Abbott sorria menina. Elas se despedem.

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— Ellen venha aqui.

Sua mãe grita fazendo o jantar no dia 31 de agosto. O Desmiguise estava deitado no sofá foi descoberto que ele gostava de lasanha, chocolate e legumes. Ele comia pouco e sempre ficava invisível quando alguém estava no apartamento que não seja ela e sua mãe, ela quase senta em cima dele algumas vezes. Agora sempre cuidava aonde sentava-se. Mais o bicho dormia com ela e seu nome era Jon, ele só respondia por esse nome e ela ficava feliz.

— Último dia nesse inferno, estou feliz que você esta indo para a escola.

— Porque você esta feliz?

— Você tem a chance de recomeçar em um mundo onde ninguém te conhece e isso é bom Ellen, não deixe que eles te destruam. Você já leva estereótipos demais aqui, lá você tem a chance que muito poucos têm. Começar de novo. Não será mais chamada de minha filha e sim será alguém diferente.

Ellen olha para a mãe e acena com a cabeça. Seria diferente sim. No mundo bruxo ela seria uma garota diferente, não será filha da sua mãe, não será somente a nerd da escola, ela tinha uma amiga já, Hannah mandou cartas toda semana, aprendeu da pior forma como mandar cartas por coruja. A coruja de Hannah a bicou. Jon ficou brabo mais não atacou a coruja.

As férias foram calmas, leu os livros em vez de assistir televisão. Ficou horas no parque lendo. Brincou com Jake, ele a ensinou a jogar futebol. Até que deu certo. Mais sua mira estava mais ligada ao basquete, não futebol.

Primeiro de setembro foi exaustivo, saíram cedo do subúrbio de Londres para chegar na estação de trem. Ficou horas no metrô, mais chegaram a tempo. Jon ficou invisível no cesto de gato que ela encontrou no lixo. Seu velho moletom era o preferido dele para cobertor. Cheio de pelos pratas. Senhor Olivaras a escreveu que compraria os pelos Jon, ela e bicho tinham um acordo, ele soltava no velho moletom e ela vendia escondido de sua mãe. Ela ainda não conseguia entender da onde ela tirou tanto dinheiro.

Na plataforma ela encontra Hannah a esperando junto de seus pais, sua mãe não conseguia atravessar a despedida foi curta, mais as lagrimas de sua mãe foi comovente ao seu ver.

O trem apitava e senhor Manson o pai de Hannah levitou os dois baús e levou a gaiola de Hannah, já Jon não deixava ninguém encostar nele.

A cabine era grande, as duas garotas ficaram em expectativa com a escola. Seria diferente ficar longe de casa.

Hannah saiu do trem para se despedir de seus pais mais Ellen ficou na cabine. Observando a movimentação.

As duas meninas grudaram na janela. Acenando para fora.

A viagem foi bem tranqüila, ninguém incomodou, ninguém entrou na cabine. Ao chegar na estação ela teve a primeira surpresa, um gigante estava chamando os primeiros anos. A viagem de barco foi incrível e o vislumbre de Hogwarts era incrível aos olhos de todos os alunos. A seleção foi tranqüila. Ao chegar no castelo Jon se separou dela, ficou o tempo inteiro oculto dos olhos de todos, já que a capacidade de ficar invisível era a coisa predileta dela. Ele ficou abraçado nela, Hannah achou engraçado que ninguém percebia.

O episodio na porta do grande salão foi estranho aos seus olhos. Quem era Harry Potter? Isso foi logo dispenso em sua mente quando ela observou o teto do castelo, ele era mágico. A seleção foi tranqüila, ela era a segunda da lista.

— Andrade, Ellen.

A professora provavelmente, já que ela não lembra do nome dela a chamou. Imitando Hannah ela senta-se no banquinho. E o chapéu é colocado em sua cabeça.

“ hummm, Dificil, difícil, tem um coração bom, mais quer ser aceita, não quer que as pessoas a chamem de filha de sua mãe, corajosa e inteligente, tem certa astucia, mais ainda quer ser aceita.”

“ Você fala na minha mente?” – a pergunta mental fez o chapeu rir.

“ Sim senhorita Andrade. Se daria bem na soncerina se não fosse seu extratos de sangue, grifinoria seria ideal pela sua coragem, a inteligência em sua mente a sede de saber seria corvinal, mais a vontade de ser aceita é maior do que tudo, já sei aonde colocar-la”

— Lufa-lufa.

A mesa amarela gritou para a receber. Suas vestes mudaram, o símbolo do texugo apareceu no emblema da escola, o cachecol que usava virou amarelo e preto. Sorrindo ela se senta ao lado de Hannah.

— Sou Cedrico Digory, bem vinda a lufa-lufa.

Todos conversaram com ela, riram com ela. E quando seu Desmiguise apareceu, todos arfaram e contaram historias de Newt Escarmander um lufano que escreveu sobre animais fantásticos. E foi assim que a Lufa-lufa adotou Jon como seu mascote.

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o salão comunal era no porão ao lado das cozinhas, Jon amaria isso. eles tocavam nos barris o nome de helga Hufflepuff, era engaçado. O salão era lindo, oval tinha uma lareira enorme no centro da sala, as paredes de pedras, as janelas altas em forma redonda dava para ´perceber que metade do andar estava embaixo da terra, cadeiras e poltronas sofás por todos os lados, uma porta grande redonda do lado esquerdo era o dormitório feminino. Os monitores continuavam a falar, mais ela não escutava fascinada com o lugar, era como estar em casa pela primeira vez.

A monitora explicou que os quartos eram dividos por todos do mesmo ano, que existe um banheiro para elas dividirem no dormitório.

O quarto era lindo aos seus olhos, as cortinas mesclavam preto e dourado, a cama grande até, parecia mais de casal do que de solteiro, talvez um meio termo?

As garotas que ela dividia o dormitório eram: Hannah, a loira de olhos azuis que seria muito bonita quando fosse mais velha, Megan Jones uma garota morena de olhos castanhos agradáveis, Leanne uma morena que tinha cara de poucos amigos e Susan Bones que era loira de olhos azuis.

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Jon saiu pela janela encima de sua cama sempre. Ellen fez amizade com seus colegas, leu os livros, mais a aula com Professor Snape era difícil. Ela leu, conseguiu fazer uma poção até boa, era para curar furúnculos, mais a impertinência da Corvinal com que eles dividiam aulas era irritante. Em um momento de silencio quando os alunos saíram da sala de aula Ellen se aproxima do professor.

— Professor? – ela pergunta baixo.

— O que posso fazer por você Senhorita Andrade.

— Gostaria de uma indicação de livros sobre ingredientes mágicos e como fazer poções.

Ellen olha para baixo e o professor levanta a sobrancelha.

— Porque?

— Pelo que percebi, os ingredientes a quantidade e suas propriedades mágicas podem fazer poções mais fortes ou fracas, eu me interessei pela matéria, e como sou do mundo trouxa queria estudar mais. É fascinante.

A paixão na voz dela fez Snape resmungar algo e a olhar.

— Não se pode estudar poções sozinho, precisa aprender mais quatro matérias para isso, ser mestre em herbologia, feitiços, runas e arritimancia, tudo pode influenciar uma poção, com o conhecimento certo pode se fazer poções mais fortes ou fracas, até mesmo as transformar em venenos.

Ela abaixa a cabeça e engole a seco. O professor a olhou e resmungou. Era típico dele, ela descobriria depois. Ele levanta a varinha e alguns livros voam para a mesa.

— Esses livros são meus, os leias e escreva 100 cm de pergaminho sobre o que você aprendeu, nenhuma rasura, nenhuma anotação, nenhuma mancha entendeu senhorita Andrade?

Ela engole a seco e o professor a encara.

— Interessante a madeira de sua varinha, qual o núcleo?

— Fenix professor.

— Interessante. Não me faça se arrepender por os emprestar. Suma da minha frente.

Snape observou a menina com a gravata amarela sair dali, se perguntando como uma lufana gostaria de poções, a única exceção era Cedrico Diggory. Permite um pequeno sorriso, talvez será interessante observar a garota, que ela não se prove uma decepção.

Os meses passaram num piscar de olhos. Ellen fez amigos, muitos amigos, no castelo ela era aceita, ninguém sabia sobre sua mãe, ela não contou, não queria que eles a julgassem, Hannah ficou próxima de Ernie, ela gostava do garoto, mais algumas coisas a incomodavam.

Primeiro foi as aulas com a corvinal, nenhum dos alunos conseguiam calar a boca quando os professores faziam perguntas. Outra coisa foi as aulas com a grifinoria que Hermione Granger era irritante com as respostas na ponta da língua e Lavander Brawn e sua voz irritante que não calava a boca. Outra coisa foi as aulas de transfiguração. Ela até conseguia as fazer, mais era muito mais difícil para ela do que poções, feitiços e herbologia.

Professora Mcgonagall disse a ela que muitas vezes pessoas não tem afinidade com transfiguração, mais sua teimosia era inconfundível, tentava, tentava até conseguir. Levou o apelido de Nerd Amarela por sempre estar estudando, mais nunca deixou de se divertir com seus novos amigos, conseguiu até mesmo fazer amizade com Cho Chang, apesar que muitas vezes ela a irrita.

Professor Snape mandou mais livros depois que ela escreveu um enorme relatório, a pior parte da escola é escrever com penas, sua letra não é das melhores mais ela consegue pelo menos ser legível.

O ano termina com ela e seus amigos se despedindo. Mais no ultimo dia no castelo, com a grifinoria ganhado a taça das casas, ela percebe um garoto magrelo, cabelos cor de areia e olhos cor da tempestade. Azuis elétricos, cor da tempestade.

Suas ferias foram boas, seus colegas a visitaram em casa, e as mães ou pais deles a buscavam em casa. Sua mãe tentava disfarçar, mais algo estava errado. Muito errado.

O segundo ano foi o ano da descoberta. Ela continua com as notas altas em muitas matérias, mais transfiguração não se tornaria tão difícil apesar da dificuldade. Professor Snape continuou mandando livros sobre poções, herbologia, Arritimancia que se tornou um dos assuntos preferidos apesar da dificuldade de fazer cálculos, pelo menos os básicos ela faria. Runas era bom, aprendeu que caldeirões tem certa peculariedades para explodir dependendo do material, mais que as runas muitas vezes ajudam a propriedades químicas dos metais a intensificar os ingredientes, não entendia as traduções, mais era muito bom. feitiços era o máximo, aprendeu tanto com os livros que suas anotações eram tantas que muitas vezes quando tinha duvidas mandava cartas ao professor que a respondia. Snape nunca respondeu suas cartas, ele mandava livros no lugar.

Jon ficou mais gordo, ele comia e dormia, desaparecia por dias e voltava para ela sempre carente, dormindo sobre seus cabelos.

Mais o ano do colégio foi cruel. Todos acusavam Harry Potter de ser o herdeiro da soncerina, mais ela não acreditava nisso, algo nele dizia que não era ele. Mais quando viu os olhos amarelos, ela acordou três meses depois, com Jon grudado nela. Madame Pronfrey dizendo que o bicho não tinha saído de seu lado.

Ela poderia ter perdido muito da escola, mais conseguiu recuperar a tempo. Não foi um ano muito espetacular, mais foi um bom ano.

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O seu terceiro ano começou estranho, Jon estava deitado na cama, olhando para ela. Seus corpo tinha mudado muito, sua mãe sempre disse que por ser latina as curvas apareceriam, sua mãe é brasileira que tentou a sorte no exterior, conheceu um cara a anos atrás e ele desapareceu como mágica, foi a gravidez que a fez ficar no país, pois teoricamente ela estava a mais de dois anos legalmente, e o pai não se sabe como, era inglês. Então como nascendo na Inglaterra sua mãe ficou legalmente aqui. Talvez o fato que ela nasceu em uma prisão , já que sua mãe foi presa fumando maconha em via publica, a pena foi leve e a liberdade condicional para ela cuidar do bebe Ellen foi concedido.

Mais agora ali, Ellen observava os seios crescendo, os quadris se alargando, a cintura fina, a pele morena, ela beijou Jake em uma brincadeira com o pessoal da vizinhança. Foi estranho, mais ela contou para Hannah que estava em uma paixonite por Fred Wesley, o que era engraçado. O garoto era uma peste.

A vergonha bateu nela, nenhuma de suas amigas tinham um corpo como o seu. Ela olhou para os livros, ela era uma nerd, não a garota mais bonita da escola. Todos diziam que do seu ano tinha um Ranking escondido, onde os caras mais velhos escreviam o nome das garotas bonitas. O que era estúpido, mais o sorriso veio em sua face. Cedrico já tinha a chamado de bonita.

— Eu estou sendo idiota não é? – ela olha para o Desmiguise que soou como se a chamasse de estúpida. – eu sei Jon ele nunca vai olhar para mim, tenho certeza. Não quando ele olha para as garotas da grifinoria e corvinal.

Suspirando fundo ela coloca a musica alta. Sua mãe estava metida em encrenca ela sabia. Os encontros escondidos na noite estavam piores, ela sentia em seu âmago algo errado, mais ela percebe alguém na janela, alguém que não deveria estar ali, a escada de incêndio era usada por ela para escapar pelo quarto ou ficar lendo, não para curiosos ficar ali a observando. Jake a observava com a boca aberta.

Ellen fez a única coisa que ela pode. Gritou muito alto.

Os dias passaram devagar, comeu sobremesa extra na casa dos Abbout, ela e suas colegas lufanas passearam por Londres trouxa. Ela gostava da tranqüilidade que isso implicaria em sua vida.

Mais em uma noite ela escuta um barulho vindo da cozinha. Era tarde da noite. Sua mãe falava baixo com um homem todo tatuado, Jon estava dormindo no sofá, ela percebe que a conversa foi abafada, mais pelo vislumbre ela sabe que é. Sirius Black estava em sua casa, ela sabia que sua mãe era amiga de criminosos, principalmente se eles estivem ligados ao trafico de drogas. O homem a olhou com ternura, sua mãe percebe e bate a porta em sua cara. A discussão continuou por algum tempo, mais foi abafada do nada. Ela sabia que o homem era bruxo.

Sirius Black dormiu no sofá da sala naquela noite, como nas noites seguintes. Eles nunca trocaram uma palavra, seus olhos brilhavam quando a via, mais ele temia algo. Ele sorria só isso.

Primeiro de setembro chega. Ela não contou nada a suas amigas sobre o Black, respirou fundo e saiu pelos corredores do trem, precisava de ar e a curiosidade sempre foi grande. Esse seria um grande ano, ela poderia escolher o que fazer. Andou devagar para o ultimo compartimento do trem. Ela queria respirar um pouco. Chovia mais mesmo assim o lugar estava ocupado. Um garoto com a gravata da soncerina, ele não olhou para trás, ela só queria ficar sozinha. Começou a caminhar para fora mais o trem parou. Ela ficou assustada. Uma criatura negra começa a caminhar como se fosse uma fantasma de contos trouxas, mais todo negro. Ele se aproximou dela e ela sentiu toda a felicidade sair de seu corpo. Mais seu demiguise Jon corre para a ajudar pulando na criatura e o atacando. A criatura sai de cima dela e a ultima coisa que viu foi um par de olhos com a cor da tempestade.

Acordou em Hogwarts e o monitor agora Cedrico em seu encalço. Fazendo ela sorrir quando acordou.

— O que acontecei? – pergunta com a mente nublada. – Aonde esta Jon?

— Um dementador te atacou no trem, você desmaiou, ficou desacordada até agora, Jon esta bem, ele atacou o dementador e ficou super protetor a sua volta. Olha lá. – Cedrico aponta para a cama ao lado. – Esta dormindo.

— que merda.

Suspirando Ellen ficou observando Cedrico.

— Você esta linda Ellen.

Ele fala e ela revira os olhos, Cedrico sempre foi gentil.

— Conta outra Ced, eu estou uma merda, sei disso.

Ele apenas sorriu. E saiu do local dando um beijo em sua testa.

Isso realmente foi estranho.

No primeiro dia de aula, ela escolheu fazer Runas, Aritimancia, deixou de lado as aulas de trato com as criaturas mágicas, ela não queria estudar os animais. Adivinhação estava longe do que ela queria. Mais foi estranho a primeira aula.

Aritimancia era no mesmo tempo que trato com as criaturas mágicas, uma matéria que ela não faria, a sua classe tinha poucos alunos. Alguns corvinais, três soncerinos, uma grifinoria e ela da lufa-lufa.

Era incrível a aula, até a Granger começar a explicar todo o conteúdo lido no livro, mais na aula a professora fez uma pergunta especifica para cada aluno, e parece que só Ellen sabia responder por que Professor Snape fez ela ler todos os livros. Afinal agora ela queria ser uma mestra de poções.

O calculo era simples. Mais mesmo assim ela se levantou da mesa e respondeu no pequeno quadro. A professora agradeceu e a pontuou com vinte pontos a sua casa, foi a primeira vez que isso aconteceu.

Eles ficaram em pares. Ela emparelhada com Dafne Greengrass, ela queria ficar com Cho, mais a Granger foi emparelhada com ela. Dafne era inteligente, elas entraram em uma espécie de negócios nas aulas, casa uma fazia sua parte. O silencio entre ela era agradável.

Runas novamente tinha menos alunos. Dois corvinais, quatro soncerinos, uma grifinoria e um lufano, no caso ela.

As aulas eram difíceis, ela ainda usava a aula de historia de magia para ler os livros que professor Snape recomendava e fazia os relatórios que ele pedia, ela não ganhava nota por isso, era mais pelo conhecimento.

O ranking das garotas mais bonitas de Hogwarts tinha um pergaminho, pregado no corredor do segundo andar, em frente do retrato dos cavaleiros ambulantes. O nome era estúpido mais cabia perfeitamente a pintura.

Tinha nomes como Angelina, a artilheira da grifinoria, mais supreendente seu nome estava lá entre as dez. ela não sabia disso, mais comentaram no salão comunal que ela estaria entre elas. Cedrico piscou maroto e saiu pelo salão nem esperando ela falar com ele.

O ranking estava a todo vapor. Pelos corredores ela notava os olhares dos caras mais velhos, mais era como olhar para os traficantes de boca de fumo, eles olhavam um pedaço de carne. Mais no caso os alunos nem chegavam aos pés.

Todo o inferno na sua vida acadêmica começou com os gêmeos Wesley.

Ellen começou um amizade com Dafne Greengrass, as meninas eram vistas juntas na biblioteca fazendo os trabalhos de runas. Professora Vector gostava delas e a nota máxima deixou as duas sorrindo. Ao sair da biblioteca com Dafne, a soncerina depois do corredor do primeiro andar que ia paras masmorras seguiu seu caminho e ela foi para o porão. Ao passar na frente das cozinhas ela percebe os gemos Weley saindo sorrindo.

— Ora, Ora se não é nossa lufana preferida, me diga Andrade, como você conseguiu com sendo uma menina do terceiro estar em uma lista.

— Espera George, pelo que sabemos ela é a preferida da Lufa-Lufa. Acho que devemos dizer o porque.

— Ou talvez será porque ela tem esses olhos tão distintos.

Os dois riram dela. Ela suspirou fundo.

— Porque vocês agem como se fosse os donos do castelo? Serio isso é tão deprimente, porque vocês não seguem seu caminho e me deixam em paz.

Ellen revirou os olhos e continuou caminhando, os gêmeos se olharam e a seguram. Dando um selinho em suas bochechas e saindo correndo. O que Ellen não sabia era dos boatos que os gêmeos Wesley começaram.

Ela nunca foi beijada pelos dois. Nunca em sua vida ela faria isso. os rumores começaram e seus ranking na “lista” subiu. Muitos garotos começaram a chegar perto dela e tentar algo. Mais todas as vezes eles eram enfeitiçados por algum aluno da Lufa-lufa.

O inverno tinha chegado, Ellen queria vingança contra os Gemeos mais não sabia como. Ela teve uma idéia ao ler sobre como as poções eram usadas no tingimento de tecidos, dos pigmentos que os faziam brilhar. Sorrindo ela caminha após a aula de poções para conversar com professor Snape.

— Professor?

A pergunta baixa e o respeito que a menina tinha pelo professor era grande.

—Senhorita Andrade. – a voz seria disse que esse professor nunca brincava. – No que posso te ajudar.

— Gostaria do laboratório emprestado professor. – incerta ela suspira funfo. – para fazer uma poção.

Encarando a jovem, em três anos foi a primeira vez que ela pede isso.

— Porque? E para que?

— Gemeos Wesley, ele começaram os boatos infundamos sobre mim, eu quero revanche.

— Isso é contra as regras. – snape percebe que a garota tinha se fechado um pouco, depois que ele escutou seus alunos na soncerina comentar algo.

— eu sei, eu vou pagar as conseqüências, eu queria os tingir com as cores da Lufa-lufa, eles não são os donos dos castelo.

Snape respirou fundo observando a menina. Ela era inteligente, todos diziam isso, Minerva comenta sobre a dificuldade em transfiguração. Mais mesmo assim ela é teimosa e faz o que é pedido em sala. Todos tinham problemas com os gêmeos. Até ele mesmo, ele não sabe quantas vezes seu estoque de ervas foi invadido por eles. Talvez...

— Qual é a poção?

— Tingimento brilhante, ela é usada em vestidos medievais, não tem nenhuma contra-indicação por ser ingerida em seres humanos, mais – ela sorri um pouco – em seres humanos você precisa deixar o efeito passar, dependendo do metabolismo pode durar até duas semanas.

Ela abaixa a cabeça engolindo a seco.

— Você vai pegar uma detenção.

— Eu sei professor mais vai valer a pena. – os olhos negros de Snape observam a garota se encolher.

— Não se barganha com soncerinos Senhorita Andrade, muita corajosa você pedir isso a um professor.

— Você é o único em que eu confio, nenhum dos outros professores deu bola, mesmo que eu fui reclamar coma Mcgonagoll, ela protege a grifinoria. – Ellen tentava não chorar.

— Quinta-feira a noite. Você pode usar os ingredientes de meu estoque pessoal se precisar, ficara em detenção comigo Senhorita Andrade. Eu posso te pedir algo que não ira gostar.

— Tudo bem professor. Eu só não quero ser mais humilhada.

A menina tinha mudado, ele notou como professor. Alguns alunos da corvinal olhavam suas pernas, seu corpo mais maduro, ela seria uma bela adolescente. Mais ele sempre notava algo a mais que fazia essa menina da lufa-lufa ser diferente de suas alunas. Era a dor em seus olhos.

— Senhorita Andrade, eu sempre abro um estagio no verão para um aluno. Gostaria de saber se você gostaria de ser minha estagiaria esse verão?

Snape observa os olhos da menina brilhar e dar um enorme sorriso.

— Seria uma honra professor, vou falar com minha mãe. Obrigada.

— Agora saia da minha frente. Antes que eu mude de idéia.

A menina sai correndo da sua sala. Snape percebe que em treze anos lecionando em Hogwarts, essa foi a segunda vez que ele faz isso. talvez ela seja diferente de Correy, e mostre respeito, para ser um mestre de poções ela precisaria dele.

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A poção demorou duas semanas para ficar pronta, entre as aulas ela verificava como ela estava, professor Snape observava se ela tinha feito algo errado, ele resmungava e as vezes xingava quando não fazia algo certo, mais explicava a forma certa, coisa que ele nunca fez em sala de aula.

O dia foi em uma sexta-feita. Os aviso sobre quando seria marcado o dia que todos poderiam fazer testes estava posto no mural. Cedrico a encorajou a fazer os testes, ela tinha voado bem na aulas no primeiro ano.

— Você vai fazer não é Ellen?

— Claro Ced, eu gostaria. – ela olhou nos olhos azuis do captão do time. Cede era bom, e muitas vezes ela notava ele a olhando demais, a paixonite que começou no segundo ano estava mais alta agora, sentia frio no estomago e suas pernas tremiam.

O almoço começou normal como todos os dias. Mais persuadi um Elfo domestico para colocar a poção para os gêmeos Wesley. Foi instantâneo, eles colocaram na boca o suco de abobora, um ficou amarelo berrante, cheio de brilhos, o outro preto como pixe brilhoso. Eu ri, até seus amigos riam deles, as cores da lufa-lufa ficou estampado no corpo dos dois.

Dumbledore estava rindo na mesa dos professores.

— Foi você.

Ela não sabia qual dos gêmeos disse. Mais eu ria. Acho que a risada mais escandalosa de todos foi de Ronald Wesley. Dei de ombros para os gêmeos, eu sabia que ia ter retaliação. Ela realmente sabia. Mais não se importei.

— Senhorita Andrade.

A voz do professor Snape ecoou pelo salão, e como mágica todos olham para eu, fiquei com vergonha.

— Você é a única aluna dessa escola com inteligência o suficiente para fazer uma poção tão complexa, vinte pontos para a lufa-lufa pela brincadeira. Detenção todos os dias durante um mês.

Ela suspirou fundo, nunca barganhe com um soncerino.

— Você foi incrível Ellen – a voz de cedrico no meu ouvido me fez suspirar fundo. Olhando em seus olhos, Ellen se sentia tonta.

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A detenção foi pior do que ela esperava. O sala de aula não era usada a muito tempo. Professor Snape a acompanhou para a detenção. Lá estava quem ela menos gostava Crebbe e Goyle. Parados em sua frente com um olhar reprovador do professor Snape. Ellen oberservou os dois meninos e o professor.

— Senhorita Andrade, você terá dois estudantes para monitorar, eles tem grande dificuldade em muitas matérias, sua detenção é fazer suas notas melhorarem, você tem um mês.

Professor snape sai da sala deixando Ellen para trás transtornada. Esperando uma resposta.

— Bom vamos começar.

As aulas não foram tão ruins, os dois trogloditas, prestaram atenção, apesar dos insultos de sangue rum serem chamados a todo o direito. Os dois ficaram observando eles começarem a aprender.

Nos dias que se passaram, algumas coisas mudaram. Como os gêmeos Wesley pararam de ir atrás dela, e como ela cuidava até para comer. A detenção começou a render frutos. Ellen observou as coisas ficarem normais.

O ano passou sem interferência. Mais quase no final do semestre ela observa como Granger, Potter e Wesley ameba, começaram a se comportar diferente.

Andando com seus pensamentos para fora do castelo, perto das estufas, ela percebe seu Desmiguise estar ao lado de um cachorro. Ela anda devagar até ele sorrindo, seu amigo fez um amigo. Mais o cachorro faz ela o seguir pegando a manga se sua blusa. O seguindo ele nota ele andar para longe do castelo perto da casa dos gritos.

O cachorro se transforma em Sirius Black. Ela choca e pergunta.

— O que você quer de mim?

As palavras saírem ela perceber. Acostumada com a vida de sua mãe, ela sabia que era assim que as coisas eram. São tudo troca de favores.

— Conversar Ellen, a última vez que a vi, você estava saindo para o colégio. Você não esta curiosa porque eu estou aqui?

— Não, não estou.

— Você se parece com meu irmão Régulos, tem até os mesmo olhos, olhos cor do deserto.

O som das palavras fez a menina olhar atenta para o homem. Como Assim?

— Sim Ellen eu sou seu pai, antes de qualquer coisa, sua mãe não quer que você saiba. Vaca desgraçada, o que ela fez com você. Eu ...

— Você não é meu pai. Eu não tenho pai.

Saindo correndo pelo terreno Ellen vai até o dormitório e chora até conseguir dormir.

O resto do ano letivo foi sem interferências. Ela conseguiu suas notas altas. Era amiga de Dafne Greengrass, agora Crabbe e Goyle pagavam para ela a ajudar nos estudos. Mais as coisas continuaram e as palavras de Black sempre ficaram nas sua mente. PAI.

O último dia de aula foi o mais estranho. Professor Snape pediu para ela ir até o laboratório. Ao chegar se deparou com um professor sentado, tomando Chá e a esperando.

— Sente-se senhorita Andrade. Precisamos conversar sobre seu estagio.

— Claro professor.

— Chá? – ele pede sem emoção e a menina acena com a cabeça.

— Sua mãe permitiu seu estagio, eu pago pouco, você começara as oito da manhã e sairá as cinco. Aqui mesmo na escola. Um elfo ira te buscar todos os dias as sete e meia da manhã. Compreende?

— Sim professor.

— Eu confio com o que será dito e feito em laboratório nunca será passado para ninguém, nem mesmo o diretor. Compreende?

Ellen compreendia, poções era classificadas como da luz e das trevas, e as poções muitas pessoas não sabiam, algumas não todas eram consideradas das trevas. Professor Snape que ela aprenda artes das trevas por causa das poções.

— Compreendo.

— Muito bem... Senhorita Andrade tome seu chá, eu quero falar as minhas regras.

— Claro professor.

— Não aceitarei nenhuma nota baixa em seu currículo, não aceitarei nenhuma detenção, não aceitarei nenhuma brincadeira, a arte das poções não é compreendida, todo mestre sabe que o caminho é longo, meu próprio mestre me encinou que em poções não existe magia branca e nem negra, é só magia. Você compreende o que quero dizer?

— Sim professor, eu imaginava isso.

Ellen toma um pequeno gole do chá, era ervas finas, sem açúcar, mas as próximas palavras do professor a fizeram congelar.

— Seus colegas de casa não sabem sobre o passado d sua mãe e o seu menina. Por isso nunca me esconda o que acontece em sua casa. Eu sei o que sente.

— Claro professor.

Ellen abaixa a cabeça. Seu professor não entenderia. Não vivendo aonde vive.

— Termine de tomar seu chá, Senhor Crabbe e Goyle me pediu para dar os cumprimentos a você, as notas de seus filhos melhoraram consideravelmente. Você sabe quem é seu pai Ellen?

— Eu sei não sei professor.

Ellen olhou para o nada, a dor de saber a verdade, sua mãe era...

— entendo Ellen. Por favor termine seu chá, amanhã o trem parte cedo, você se parece com alguém que eu conheci a muito tempo. Talvez ...

— Quem professor? – a declaração era algo surpreendente, ela não se parecia com sua mãe, o homem a quem disse que era seu pai disse que ela se parecia com alguém.

— Regulos Black, foi um amigo durante meus anos de Hogwarts, vocês tem a mesma cor de olhos e cabelos.

Suspirando Ellen sai do escritório do professor sem saber o que pensar.

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Ellen ficou esperando na plataforma três quartos sua mãe, depois de se despedir de todas as suas amigas e amigos ela senta no banco esperando. O desespero começa a chegar mas a última pessoa que ela esperava era Sirius Black parado do outro lado da rua, diferente sim, mas parado a chamando.

Suspirando ela atravessa a rua. Já fazia muitas horas que esperava.

— O que você quer?

— Ellen, sua mãe me pediu para te buscar. – ele tentou sorrir. – filha.

— guarde suas desculpas para Potter, uma firebolt, um presente gigantesco.

Elle ficou esperando a resposta mas Sirius olhou para baixo, suspirando fundo ele a puxa para um beco. No processo ele faz seu malão ficar do tamanho de uma caixa de fósforo e Jon pula em seu colo abraçando-a no processo.

Sirius não foi gentil, a aparatação foi momentânea, quando parou de girar ela começa a vomitar, Jon não estava bem também.

— O que você fez com minha filha.

Sua mãe corre para a socorrer.

— Foi aparatação, a primeira vez é a pior.

— Você deveria ter me deixado ir buscar ela.

— Carolina, você teria sido presa, Ellen não precisa de dois pais presos e ficar no sistema de adoção.

Ellen olha para os dois e corre para o quarto pegando Jon, ela não queria mais escutar desculpas.

No outro dia foi um inferno. Ela recebe a carta de professor Snape o que deixou seu Sirius irado.

— Ele é um comensal, ele...

— É meu professor de poções que ofereceu um estagio, você pode não saber, mas professor Snape tem me ajudado desde o primeiro ano. Ele vai me encinar. Eu não sou uma sangue puro que tem uma fortuna, eu vou fazer meu próprio caminho.

Ellen começou no dia a seguir. Professor Snape era bom. encinou muito sobre arte das trevas. Mas principalmente sobre herbologia.

— Se queres mesmo ser uma mestre, precisa aprender a cultivar suas plantas. Ou as colher corretamente. Dumbledore me deixa ter plantas considerada das trevas em uma pequena estufa nas masmorras, eu vou permitir o acesso Senhorita Oliveira. Não me decepcione.

Tudo ocorria bem. As cartas de suas amigas, sua mãe e seu pai dentro de casa. A realação dela e Sirius não era das melhores. Sirius as vezes tentava conersar, mas isso gerava brigas, as vezes ele saia e ficava dias fora. Sendo um animago ele vagava pelos becos e as vezes a observava quando sentava no meio da praça para ler. Ellen aprendeu que seu professor de poções era muito inteligente, mas por algum motivo ele gostava dela.

Ela sorria escrevendo uma carta para Hannah quando algo acontece inesperadamente.

O estrondo na sala foi enorme. Seu pai estava ensangüentado e seu professor de defesa contra a arte das trevas estava parado.

— que merda aconteceu?

Ela fica parada na porta.

— Eu...

Ellen corre para seu quarto e pega o kit de poções já preparado por ela. Ela nunca tinha testado em um ser humano, mas os sapos de Hogwarts estavam vivos. Professor Snape estava fazendo seu kit aumentar mais a cada dia.

— Que feitiço fez isso?

— Eu não sei. Sirius só chegou na minha casa, nenhum feitiço que eu conheça esta funcionando. – seu professor fala urgente. – ele esta perdendo muito sangue.

— Me dê sua varinha.

Lupin a olha arregalado, mas suspirando fundo tirando a varinha de seu pai de sua mão.

Ela começa a recitar o encantamento que Snape a fez decorar, era para ver se o feitiço era das trevas que no caso era. Ela suspira fundo e começa a misturar poções. Algumas presente não era bem o tipo de poções que uma adolescente teria em um kit, principalmente porque eram das trevas. Mas se mistiurase raiz de arramboia com veneno de píton, teria um material cicatrizante para limpar o local. Mesmo não sabendo o porque Ellen ajuda seu pai.

A limpeza foi incrivemente fácil, o problema era a seguir. Qual poção para cicatrizar. O corte era muito profundo então a opção, como era usar o velho liquido vermelho escuro. Sirius não gostaria disso, mas ele não era expert em poções.

Uma gota apenas. o conta gota estava ali. Ellen consegue pingar bem no meio da carne exposta. Sirius grita como nunca, mas estava sendo curado.

— Essa é uma poção das trevas Ellen, como você conseguiu?

— Snape esta me treinando para ser uma mestre em poções, nenhuma poção é das trevas professor, o método que são usadas é o que define se ela é ou não.

Ellen suspira saindo da sala. Mesmo estando em sua casa ela se fecha no quarto. Jon murmurava tristemente. Eles nunca entenderiam.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.