Oitavo Pecado.

1 Não tão normal.


Notas iniciais
YOOOOOOOOOOOOOOOOOOO,leitores õ/ Como estão?Espero que bem U_U' porque eu a autora-baka estou de volta õ/ mesmo depois de cair da cadeira e arrancar metade da minha pele fora estou aqui u-u' inner: poupe eles pakee-chan --' eu: Verdade..gomén! GENTE,GENTE.Essa fic nova tem muitos mistérios no primeiro cap. POR ISSO: Vai ter coisa confusa e sem explicação ai que só vou contar no desenvolver da fic. Não sei de quanto em quanto tempo vou postar,mais espero que eu não demore u-u isso irrita vocês ): Bom,espero que gostem,gomén os erros e boa leitura! ps: O título só foi esse porque o dia não foi tão "normal" como ela pensava u.u OISJAOISAJASJOSA.

O dia estava como o de comum aqui em Tóquio. Quinta-feira e o Sol escaldante dava um charme especial no céu vazio, que possuía o seu tom de azul um pouco mais vivo que o normal. Eu estava tomando meu café da manhã sentada na sacada de minha casa enquanto lia revista de fofoca que não diz nada de útil, quando o telefone tocou desesperado.

Me levantei sem pressa indo até o tal aparelho telefônico. Verifiquei o identificador e dizia apenas que era aquela desgraça de “desconhecido”.

— Alô.

Hoje o seu cliente é o novo pacote.— Uma voz grossa e sem sentimentos soou. Era ele. Mas tão cedo outro? Eu mal tinha acabado com um... já chegava outro?

— De novo?

Ele é esperto, tome cuidado. Preserve sua vida pessoal acima de tudo. Conversei com a sua chefe e ela me permitiu instalar microfone e microcâmeras na sua sala de atendimento.

Bufei.

— Ele é tão perigoso assim? Ok, eu sinceramente não acredito que você foi encher a paciência da Shizune, mesmo ela sendo a única que sabe disso. Eu sou uma profissional e sei me defender. Você como meu chefe raiz deveria entender.

Queremos ouvir a conversa do garoto. A mídia o julga inocente de qualquer coisa, mas temos provas e quero ouvir da boca daquele sacana.

— Está bem, me descreva-o. Não posso investigar todos o dia inteiro.

Será o único de hoje.

Fui me atrever á responder alguma coisa e ele já havia desligado o telefone na minha cara. Que paciência que esse cara tem, tá bem que é meu chefe, mas odeio isso! Também mereço respeito. Suspirei alto terminando meu desjejum e indo para o trabalho. Afinal, mesmo que eu seja apenas uma dama de companhia me divirto um pouco nas aulas de pole dance que a Karin, minha colega de trabalho dá para nós.

Chegando na boate guardei meu carro no estacionamento subterrâneo e entrei pelos fundos na Hot Twin boate. O nome não era para menos. Shizune um dia nos contara que aquele local foi criado por suas duas tias gêmeas, elas eram donas e além disso strippers, mas usavam uma máscara na hora do show, o que deixava o público mais maluco ainda. Ou seja, era talvez um tipo de herança.

Só que cai entre nós... depois da grande mudança que a chefe fez na boate, tudo melhorou. Agora contendo três andares tudo fica muito mais organizado. No primeiro é calmo, onde as damas de companhia que me acompanham neste ramo ficam. O segundo já é a jaula de excitação para os eróticos: strippers e show’s nada comportados. Já o que se tem no terceiro não é novidade... algum lugar para satisfazer os que precisam, é necessário. Até porque não é na frente de todo mundo que vão fazer isto né...

Passei por Shizune e ela já fez questão de me parar. Com toda a certeza iria me falar sobre o cliente de hoje. Era uma regra: se marcar por telefone tem de responder um rápido questionário sobre preferencias de garotas. Se fosse pessoalmente tinha de fazer o mesmo só que mais detalhista e claro, já que é para agradar... vamos fazer direito não é?

— O cliente de hoje só quer conversar. Pediu apenas uma garota que se comporte bem, saiba ouvir e ser legal. Nada mais.

— Como assim nada mais? Vou ficar sem falar nada? – zombei rindo.

— Engraçadinha. Se vista normal, como se estivesse em casa, ele chegará as 10hrs. A Karin disse que hoje a aula te interessaria.

— Ah! Injusto,só vou ter uma horinha para dançar. Epa, nem uma hora! Mas mesmo assim obrigada por avisar, Shizu. Até mais tarde.

Eu não podia reclamar, só trabalhava depois das duas da tarde normalmente, tinha a chefe mais calma do país e além de tudo podia me intrometer totalmente contente nas aulas da minha amiga ruiva. A rainha do pole dance e cai entre nós: ter sem nenhum esforço aula com a professora mais procurada no tal estilo é muita sorte.

Cheguei lá em cima e dei de cara com a própria ensinando Konan, a dona dos cabelos azuis meio roxeados, a como se prender no poste usando apenas a perna esquerda. Uma cena que de fato é engraçada e fora do normal. Soltei um riso baixo, automaticamente voltando a atenção de ambas para mim, provocando uma queda pequena de Konan no palco redondo.

— Olha só quem veio mostrar as garras.

— Cuidado Karin, você já sabe que sou uma tigresa. Te arranho e deformo sua face de pervertida em segundos... – ameacei em tom mais zombeteiro do que amedrontador.

— Vamos Hinata, me diga! Como eu faço para me prender com a perna? – A face de Kon era totalmente igual a uma criança quando pede grana para comprar sorvete daquele caminhão medonho.

— Não tem como eu te ensinar, amiga. Você simplesmente deixa a música te envolver, é só isso.

— Ela tá melhor para professora que você, Maria Sangrenta – Respondeu para a “nossa” professora mostrando a língua.

— Eu sei que sem mim você não se viraria, ameixa seca.

Segurei o riso. Me troquei no banheiro que tinha mais próximo e quando cheguei, Karin, ou melhor a senhorita Maria cabelo cor de Sangue, colocou uma música que ela costumava usar para show’s privados e não para treinar. Como eu sabia? Ela era minha melhor amiga ao lado da senhorita Ameixa, contava tudo sem frescuras. Fui até um dos postes e fechei os olhos subindo minha mão direita pelo cano fino. Respirei três vezes fundo acompanhando as batidas, andando lentamente naquele pequeno palco circular, esperei o ritmo aumentar e por extinto me pendurei ali, cruzando minhas pernas em torno do objeto, girando rapidamente e parando quase que sentada.

Algo que nunca descobri é como isso ainda não quebrou e como eu consigo me sair tão bem, como elas me dizem. Levantei rebolando lentamente ainda de olhos fechados, com sensualidade e calma abri minha pálpebras como se estivesse algum homem me olhando, sorri fitando uma cadeira vazia logo dando continuidade aos meus movimentos completamente sedutores e sem sequência.

Quando o som atrevido deu sua ultima batida, eu estava praticamente de cabeça para baixo no poste apenas me segurando com as pernas. Ofegante, fitei as duas que estavam paradas me olhando. Corei um pouco, pareciam duas pervertidas.

— O que foi?

— Você tem jeito... por que não dança, Hina? – Karin dizia empolgada.

— Não consigo fazer isso na frente daqueles homens. – Tentei esconder minha face corada enquanto descia do pequeno palco – E além do mais, meu trabalho é no primeiro andar.

— Concordo com a Karin, Hinata você realmente leva jeito para essa coisa.

Era Shizu, realmente me assustei com sua presença. Andei até minha bolsa, que estava em uma poltrona ao lado da porta em que a mesma estava escorada, e peguei uma toalha para secar meu suor. Eu havia dançado por meros cinco minutos que pareceram eternas horas.

Para minha surpresa quando levantei a cabeça novamente, avistei um corpo masculino. Era parecido com um Apolo da vida, não apenas no seu corpo bem trabalhado, não apenas naquele cabelo bagunçado e sexy... aqueles obres mostravam algo muito mais lindo do que tudo isso.

Ouvi suspiros leves vindo de minhas melhores amigas. Realmente, ele era de tirar o fôlego! Quando dei por mim lembrei de minha situação. Eu vestia um shorts ousado, top de ginástica e um salto alto nada discreto, além do corpo molhado e os cabelos malditos grudados por todo o meu rosto. Eu deveria estar vermelha de cansaço. Pelos deuses!

Tem coisa pior do que um garoto te ver pela primeira vez nesse estado?Bem... garoto não. O loirão aparentava ter minha idade, senão por volta de uns vinte e cinco, com certeza não passava disto. Ah, não mesmo! Respirei fundo me virando de costas e caminhando em direção ao palco grande, onde desci para os “bastidores” indo até o banheiro tomar uma bela ducha. Após terminar o banho, vesti um vestido azul marinho de alças entrelaçadas no pescoço, batendo no joelho, combinado com meus cabelos soltos e um sapatinho sem salto, preto de verniz. Passei o melhor perfume que achei em meio aos camarins, também valorizei meus lábios com um simples gloss.

Quando voltei, não tinha ninguém lá em cima. Desci e logo avistei o tal Deus Grego conversando com Karin, Konan e milagrosamente com Shizune. Apesar de ser super legal, evitava conversar com clientes, nunca entendi seus motivos mas resolvi deixar quieto. Enquanto elas se matavam na gargalhada ele, o tal estranho, sorria de um modo que parecia ser a pessoa mais calma e feliz do mundo. Transmitia paz e era completamente lindo. Quem seria aquele homem esculpido por um Deus?

Andei de fininho até o grupo segurando minhas mãos em frente ao corpo. Não sei se corei ou o que fiz. Apenas ouvi minhas duas matraquentas tirarem uma comigo.

— Anw, a velha Hinata está de volta, toda envergonhadinha.

— Verdade Konan, quem diria que depois de dar um show daqueles, ela ficaria vermelhinha?

Na mosca!, pensei. Eu não corava a tanto tempo e agora por vergonha de ter aparecido daquele jeito... epa! Será que o homem me viu dançando? Por Kami! Seria vergonhoso demais, o que ele pensaria de mim? Ah,nossa que grande sorte. Se eu não dançasse como uma profissional (era o que elas me diziam) talvez, só talvez, não tivesse medo da opinião do estranho macho que apareceu aqui.

— Hinata, ele chegou mais cedo – Explicou a chefe pacientemente.

— Ahm... mil perdões por antes, eu não sabia que chegaria mais cedo. – Tentei manter a voz firme sorrindo simpaticamente para o tal. Eu não tinha notado, mas o cara tinha um charme que pelos deuses... já conheci muitos homens e ele superava todos. – Sou Hinata.

— Prazer senhorita. – Disse o loiro beijando minha mão. Vou admitir, isso me deixou besta. – Sou Uzumaki Naruto.

Sorrimos um para o outro e as garotas nos chutaram literalmente para minha sala. Que não era nem um pouco igual as outras, era do meu estilo, como eu realmente gostava. E isso era o melhor, afinal trabalho aqui a três anos, desde que minha atual chefe começou a cuidar do local. Sentei no sofá branco e espaçoso que tinha no centro do lugar, Naruto fez o mesmo sentando uns centímetros longe. Mas nada exagerado, até que foi uma medida razoável... alguns sentam do outro lado para no fim irem do meu lado e depositar selinhos em minha bochecha.

— E então, Naruto... quer beber alguma coisa? – Tentei ser educada e extremamente elegante. Não sabia nada dele, apenas o básico do básico do pouco.

— Ah! – Sua cabeça girou lentamente para a mesa de drink’s leves e um sorriso de canto formou nos seus lábios. Pelas motocicletas sem rodas! Aquilo era de levar qualquer garota para o céu em questão de um piscar de olhos. – Um vinho está de bom grado.

Me levantei servindo duas taças, até que o Uzumaki tinha um bom vocabulário. Só que a única coisa que notei apenas agora foi a sua voz... era outra coisa que o cara tinha de perfeito! Grossa e sexy. Aposto que se algum dia ele sussurrasse em minha orelha, eu desmaiaria como nos velhos tempos, ou então encarnaria meu lado descontrolado.

Sentei ao seu lado estendendo sua taça, estava cheia até a metade. Já a minha metade da metade, nunca gostei muito de “encher o caneco”, como dizia Karin. Após alguns minutos de silêncio ele tinha acabado com todo o vinho do copo e estava com os cotovelos apoiados nos joelhos. Parecia achar o chão interessante, já que era meu trabalho e eu não sabia quantas horas ele havia me contratado, parti para meu lado mãe de ser.

— Tem alguma coisa te incomodando?

— Você lê mentes? – Me respondeu erguendo a cabeça um pouco mais “animado” talvez.

Sorri satisfeita pelo resultado.

— Infelizmente, ainda só posso ler a minha. – Brinquei espontaneamente como se aquilo não fosse a resposta mais idiota do mundo. – Ah, me perdoe. Você deve estar me achando uma besta.

— Não, eu gosto disso.

E de novo... aquele bendito sorriso dos céus. Falando em céus, eu já falei o quão lindo é o tom de azul que seus obres possuem? É uma miniatura do tão grande céu. Não sei se é pira minha mas ele aparenta o tipo galã, pegador, rodado de garotas. Mas se ele é tão lindo assim, pra que vir aqui falar comigo? Será que não tem uma menina com a cabeça no lugar para ir atrás dele nesse mundo?!

— Ah, fico aliviada. E então, sobre o que quer conversar?

— Qualquer coisa que me faça esquecer do trabalho. Precisava relaxar, bem... um dos meus sócios me disse que você é a mais procurada por não ser tão atrevida e a melhor no ramo. – Uma recomendação? A mais procurada? Como eu era tudo isso e nem sabia? – Shino me disse que é uma garota engraçada.

Ah sims o garoto sério que eu fiz rir como besta. Ele era no final das contas uma boa pessoa. Agradeci mentalmente por ter comentado com o Uzumaki sobre mim, pelo menos teria uma pessoa fácil para conversar, que pela primeira vez em anos que transmitisse confiança.

— Sou meio ruim quando o assunto é comédia.

— Pois eu duvido.

— Qual o motivo? – Beberiquei meu vinho ainda o fitando.

— Já me fez rir a alguns minutos atrás. Pareceu espontâneo pela tua forma de se desculpar. Mas foi realmente bom, brincadeiras assim é que relaxam.

— Acredite, não me faça fazer isso... eu vou ficar envergonhada demais. Que tal você contar um pouco do trabalho? Alguns relaxam com isso, é sempre bom contar para alguém.

— Você vai morrer dormindo com tudo o que eu vou dizer.

Sorri fitando o chão. Ergui as sobrancelhas e lentamente levantei os olhos encontrando os dele.

— Acredite, para mim qualquer conversa é interessante.

— Tudo bem... vamos fazer uma aposta então.

— Diga.

— Se você não bocejar durante minhas baboseiras sem sentido te pago um jantar.

— Não acha inapropriado?

— É uma boa recompensa. E então?

— Bem se eu não tiver nenhum outro para acompanhar, quem sabe dê certo? – sorri gentilmente.

— Ah... sobre isso. Bem... eu comprei o seu dia todo.

Me engasguei com o vinho quase expelindo tudo de minha boca ferozmente. Como Naruto havia tanto dinheiro assim? Me lembrei do que ele havia me dito no telefonema. Ah! Mas que droga... dessa vez meu pacote é um Deus grego e tanto. Que grande desperdício, o pior de tudo é o seu jeito. Posso acabar me encrencando se não der um fim rápido nessa história.

— Tá tudo bem, Hinata?

— Sim, me desculpe. – Respirei fundo três vezes para ter certeza de minhas palavras. – Então, pode começar. Estou aqui para qualquer coisa.

— Tá começando a dar certo. – E de novo, aquele mesmo sorriso de canto.

Ficamos alguns minutos quietos, claro que aproveitei estes instantes para pensar no que dizer conforme ele conta as coisas. Se fosse sobre alguma namorada as respostas talvez fossem as minhas mais usadas, para trabalho daria conselhos mas antes descontrairia tirando com a cara de quem estaria o atrapalhando. Mas elaborei tudo isso em tão pouco tempo que quando notei estava olhando para ele novamente, notando cada parte de seu corpo, mesmo que boa parte o terno escondesse.

— Eu estou liderando a empresa de meu pai. Não sei se já ouviu falar de Minato Namikaze.

— O loiro mais poderoso de Tóquio?

— Sim... ele mesmo. – Parei para pensar, os dois eram parecidos, talvez fosse isso. – É ele o meu pai. Não sei onde eu estava com a cabeça quando concordei em assumir essa coisa. Não tenho dom pra isso, me irrito demais, me dedico demais e estou começando a achar que nem beijar mais eu sei.

Abafei o riso, abaixando minha cabeça. Ele olhou para mim com cara de confusão e tratei de me desculpar.

— Gomén.

— Não... tudo bem.

— E é isso que te incomoda?

— Sim, mas isso é só um mero detalhe. O real problema na minha vida é Madara, um dos meus sócios. Se não fosse pelo Shikamaru, que trabalha comigo já teríamos falido, esse aí tá cada vez pior. Só que eu não consigo dizer pro meu pai.

— Ele acha que está tudo bem, não é?

— Sim, que é tudo o que eu queria. Mas na verdade, isso sempre foi meu medo. Fazer o que, não é? O que eu não faço pra ver meu velho sorrindo.

Fiquei o fitando, com uma certa admiração. Se o loiro tivesse um sonho, o deixou para cuidar da empresa Namikaze’s, se está triste com isso esconde perfeitamente. Tudo isso pelo pai e sua felicidade, ele sim é digno do orgulho de uma família, ao contrário de mim. Mas isso não importa agora, eu sou um assunto e ele outro, o que estou precisando prestar atenção é no Apolo aqui e não em mim.

Continuamos a conversar. Na maioria das vezes em que eu falava eram curtas frases, simples mas pareciam fazer efeito sobre ele. Sempre que tentava arrancar um sorriso nele, com rapidez conseguia, palmas para mim estou fazendo mágica hoje!

E entre papos e papos continuamos, mal vi a hora passar, meu estômago roncava pedindo por comida, mas ignorei-o. Ele estava confiando em mim como se fosse sua melhor amiga, o que de fato pareceu quando a noite, depois do maravilhoso jantar, ele me deixou em casa. Obviamente antes, já tinha voltado para casa me arrumar, sabia que andar com um homem desses eu iria consequentemente para os melhores locais de Tóquio!

Por incrível que pareça, nunca me senti assim tão bem e apaziguada como estou agora, o garoto sabe como encantar uma mulher apenas com o olhar, sabe... ôh se sabe. Para meu grande azar, mal coloquei os pés na sala de meu apartamento e o telefone tocou. Bufei baixo indo me encontrar novamente com o “desconhecido”.

— O que é agora?

Notas finais
Nhaaa, menina safadinha u-u' KKKKKK,bem gente gomén novamente os erros,repito porque NÃO DUVIDO nada que tenha algum por aí despercebido u.u O que acharam do primeiro cap? Será que vai pra frente? inner: não sabia que capítulos tinham pernas! eu: *gota* -chuta inner pra pqp- Nhaq,obrigaada mesmo por ler.Kissus:*