Obsessão

21 Mate o Tempo Perdido. Mas Mate com Ódio.


Notas iniciais
Eu venho primeiro, pedir desculpas para algumas pessoas, que estavam empolgadas com a saga do mil menos sete. Primeiro, eu resolvei, resumir ela... Muito... Muito, Muito... Enfim, peço desculpas. Segundo, muitas coisas foram feitas nesse capítulo, principalmente a partir das quatro mil palavras, eu penso, que ficou bom, agora se vocês vão me odiar por alguma coisa, eu penso que vou perder leitores, vocês irão entender isso rápido, para você que deve ser o único que chegou até aqui, não a história não vai acabar em cinco capítulos, vai ser no minimo mais dez. Sim, não vai demorar tanto assim, mas eu vou ver se conseguirei aumentar para vinte. Terceiro. Faz apenas um mísero mês, e dois dias que essa história foi postada. E... Bom, temos um ótimo número de comentário, favoritos, e recomendações, que eu venho agradecer a nova recomendação da Anônima, muito obrigado, você foi maravilhosa( Quero mais recomends ♥). Quarto. Para todo o leitor que chegou até aqui. A história, em minha cabeça, não vai ter um final feliz... Eu admito isso desde agora. Não vai ser algo fofo, lindo... Romântico. Não, isso não me conduz mais, no inicio, essa era minha ideia, mas eu com o tempo fui mudando. Eu recebi a ideia de um leitor meu, que fez um comentário excelente, dizendo que eu podia fazer um final alternativo, e eu já fiz isso com minha história do Naruto, quem leu entendeu. É o seguinte, um final... Vai ser aquele capítulo que eu vou fazer você chorar, eu prometo por todos vocês que leem até agora. Prometo que vai ser um final bem '' badi vibes '' E o final especial... Vai ser o final feliz, mas não apressem o fim, ainda tem muita coisa a ser dita. Eu espero que mais do que nunca, vocês me deem apoio, eu literalmente, vou precisar de todos vocês agora, nessa quase reta final da história. Foi um mês apenas, mas nós crescemos juntos a uma proporção catastrófica. Obrigado por tudo, e por favor, entendam que esse capítulo vai ter coisas interessantes também, desculpe a todos os meus amigos mil menos sete, eu vos peço seu perdão. Boa leitura. RECOMENDAÇÃO ♥

Existem épocas que simplesmente não são esquecidas, mesmo estando no passado, o presente e o futuro vão voltar pra ela.

(...)

Kushina andava de um lado pro outro trajando um sorriso contente em seu rosto que ela usava fazia muito tempo, mas dessa vez ela tinha vários motivos para sorrir.

— Você está tão feliz que até um cego notaria esse sorriso rasgado em seu rosto, Kushina. – comentou a amiga dela, Najenda, sentada em uma poltrona dentro da tenda, com suas pernas cruzadas enquanto usava seu famoso cigarro nos lábios, os cabelos levemente maiores agora, talvez ela quisesse usar suas tranças novamente. – A notícia da vitória foi tão boa assim? Muito morreram.

Ela continuou com o sorriso. – Mortos sempre vão assolar qualquer lugar no mundo, estes morreram para um futuro melhor, em seus túmulos jaz um descanso merecido. – ela recitou o que sempre recitava pra si mesma quando alguém perguntava se ela ligava para cadáveres. – Em tempos de Guerra, temos que abdicar algo nosso, eu abdiquei um pouco de minha compaixão. Conseguimos conquistar uma vitória, posso dizer que nessa parte, estamos até mesmo acima do Império.

Najenda apenas assentiu. – Eu li os relatórios, mais de duzentos e quinze mil morreram do lado deles, e nós perdemos cento e oitenta mil, é uma boa diferença, nossos usuários de Teigu em sua maioria são Generais, homens experientes, uma vantagem deve ser explorada ainda mais.

— Eu sei. – ela riu gostosa. – O plano do General Yuri antes de morrer foi de extrema importância, um ataque rápido e massivo em todos os cantos, mensageiro aparece a todo o momento com noticias bom de conquistas ao redor do Império. – ela desfez o sorriso. – Mas ainda está longe de acabar, por enquanto a verdadeira Guerra ainda não começou de fato.

A outra teve que concordar com isso. – Acho que podemos dizer que isso são os preparativos, quando a real Guerra estourar, me pergunto quantos irão morrer... – ela sentiu um leve pesar, seus companheiros, Lubba.

— Eu sei o que se passa em sua cabeça, minha amiga. – Kushina que estava atrás da mesa com o extenso mapa em seus olhos a pulou e foi em direção a Najenda, pegando em seu braço metálico. – O menino verde pode ser idiota, mas a força dele é real, e o motivo é você. – ela lhe entregou um sorriso saudoso, típico dela. – Nós venceremos, com certeza.

— Com certeza vamos, é pelo futuro. – ela concordou de imediato suspirando agora mais aliviada pelo apoio da ruiva. – E então, como ela está?

Kushina sabia que ela se referia à legítima mulher de seu filho, ela suspirou pesadamente, apesar da nova arma ter feito um enorme bem pra guerra nas mãos dela, ela estava mudada, ela ouviu várias pessoas dizerem isso, e como se fosse o destino, eis que duas das maiores assassinas aparecem ali, uma com a expressão mais distinta da outra. Chelsea apareceu primeiro, trocando um leve comprimento com a mão sobre elas, Akame apenas baixou sua cabeça levemente, a espada perfeitamente alinhada com sua cintura.

— Veja só. – começou Najenda. – Minhas duas maiores combatentes trabalhando juntas, com certeza isso é um ganho. – ela trajou um sorriso, mas elas pareciam não estar aptas para divertimento, e isso com certeza significava algo mais. – Conte... – ela apenas disse isso, Akame tomou a frente, seus olhos inflexíveis como sempre foram.

— Nós duas participamos de um interrogatório não faz duas horas. – ela começou suspirando levemente. – Kushina, também descobrimos algo sobre seu filho, sente-se é áspero. – ela viu Kushina morder levemente os lábios, e todos viram a expressão de Chelsea ficar ainda mais vazia com a menção dele. Como se a menção dele fosse algo ruim agora que ele não estava com ela.

— Atire. – disse a ruiva levemente mais baixo do que deveria; Estava preparada.

— Seu filho está preso em uma área que nem mesmo os soldados Jeagers, os mais próximos estão cientes da localização, seu filho está sendo torturado pessoalmente pelas mãos de Esdeath. – como se não bastasse, os olhos de Chelsea perderam ainda mais o seu foco que já estava perdido faz muito tempo. – Eles adquiriram novos integrantes para os Jeagers, ele agora tem onze, matamos um, o nome dele era Uso, conseguimos boas coisas com ele.

— Há algo mais sobre meu filho? – perguntou Kushina tentando soar o mais impessoal possível, mas isso se tornou uma missão impossível, pois sua voz ficou levemente mais embargada.

— Não há. – ela disse calmamente, pois estava falando do filho de uma companheira, falar rispidamente só pioraria ainda mais o temor que já se passava na cabeça dela. – Mas descobrimos que, ao redor do mundo, há uma movimentação estranha... Principalmente da Nação Oriental.

— Entendo. – disse Kushina. – Vou mandar algumas pessoas dar uma volta nos continentes, obrigado por avisar. – ela agradeceu prontamente com um suspiro pesado agora. – Chelsea, fiquei sabendo do que você fez na última missão, como se sente?

— Infeliz. – ela respondeu brusca. – Destroçada, quebrada, totalmente infeliz. – ela não media palavras, não há motivo pra mentira. – Eu desconto minhas frustrações nos inimigos, então nesse ponto estou ótima.

Kushina colocou a mão em sua testa, claramente isso daria uma enorme dor de cabeça. – Já se passou quase duas semanas desde que você colocou suas mãos na Teigu daquele homem chamado Bols, tivemos sorte de ter um usuário compatível com as luvas daquele médico louco, ou o caralho que fosse para ajustar a arma pra você.

— É? – ela disse fazendo pouco caso. – Eu não conto quanto tempo, conto quantos mortos. – ela disse tranqüila, fazendo pouco caso, como fazia de muitas coisas agora. – Eu vou continuar as missões, se temos tempo para papo furado temos tempo para missões. – e saiu sem se virar uma única vez, Akame suspirou.

— Ela está mudada. – ela apontou analítica. – Ela está diferente de como era antes, é fato que ela nunca foi muito compreensível com mortos e companheiros, nem com Tatsumi... – lhe doía lembrar-se do homem que ela nunca teve. – E no fundo ela está focada em missões apenas para receber a missão de resgate de seu filho, dada suas ordens quando ela lhe implorou para deixá-la salvá-lo ela mesma.

Kushina não gostava de lembrar-se do desespero que cresceu nos olhos dela, Akame estava certa, Chelsea só estava focada em missões apenas para conseguir de fato, conquistar toda a Sekirin e conseguir resgatar Naruto, mas isso demoraria muito tempo.

— Ela sofreu um pouco hoje, não sei do que. – começou Akame novamente. – Ela vomitou, sentiu enjôo, e sua barriga parecia doer, por um segundo jurei ter visto um leve aumento nela, e ela está começando a comer mais do que antes.

— Uma péssima hora para ficar adoecida. – apontou Najenda que estava respeitando o momento. – Obrigada por avisar, duvido que ela o faça, bom trabalho, dispensada. – Akame se curvou levemente e quando ia sair Najenda a chamou. – Mantenha seus olhos sobre ela Akame.

— Irei. – respondeu e saiu de dentro da tenda.

Kushina quase desabou, colocando suas mãos em seu rosto com força, seu filho... Ela se sentia impotente, se sentia pequena, se sentia inútil, agora ela entendia o motivo da reação de Chelsea por não fazer nada, ela se sentia tão... Impotente.

Najenda vendo isso não conseguiu ficar mais sem fazer nada. – Kushina. – ela se ergueu de sua poltrona e largou seu cigarro fora, se ajoelhando para ficar no nível da ruiva que parecia estar em uma crise de pensamentos destrutivos possivelmente. – Venha, vamos te levar para sua amiga da tenda vizinha. – ela conseguiu o que queria, um sorriso travesso nasceu nos lábios dela, agora não era hora de ter sentimentalismo, isso poderia afetar suas escolhas e táticas, no final das contas, a morte era só o que ela teria, e Najenda não deixaria isso acontecer tão facilmente.

— Ela é uma mulher bem boa. – ela se ergueu, mas puxou o braço de Najenda para fora. – Você vai conhecer ela agora, tenho certeza que Lubba não vai ficar brabo se for comigo. – ela lhe piscou os olhos, Najenda pensou nas possíveis reações de Lubba ao ver três comandantes dormindo juntas e se divertindo, ele morreria extremamente feliz com isso.

— Acho que tem razão. – ambas saíram da tenda e foram até sua amiguinha, não há nada melhor do que uma diversão antes da guerra, não era um pecado se divertir com mulheres também. – Como é a língua dela?

Os olhos de Kushina se arregalaram, então Najenda também era dessas. – Eu sempre soube que você e eu era farinha da mesma rola. – ela sorriu ainda mais. – É bem quente. – um pequeno sorriso descontraído se formou no rosto de Najenda. – Você não vai se arrepender.

— Imagino que não. – e entrou na outra tenda.

Nada como uma diversão antes da guerra, Lubba doaria seus olhos para ver isso, mas aí ficaria uma situação complicada, ele não poderia ver o seu paraíso.

Não era pecado fazer um a três agora.

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Ela pensava e pensava como faria isso... Como o quebraria de uma maneira mais fácil e rápida, ela não agüentava mais dormir sem seu calor, sem seu toque, sem ele ao seu lado. Ela precisava dele, ela o queria, ele com certeza deveriam estar sozinho, suas novas doses em seu corpo o deixaram completamente dopado, com certeza, era possível ele até mesmo não se lembrar mais de ninguém.

Ela teria que trabalhar muito bem hoje. Ela ficou feliz quando seus artistas do reino apareceram em sua sala onde ela se encontrava sozinha, já tinha dado missões especificas para cada um dos generais, seriam vinte e dois, mas ela matou dois, pois estava com tédio, uma pena. Ou não.

— Minha Imperatriz. – um deles se curvou muito para ela em completa devoção. – Devo dizer que este é meu maior trabalho. – o homem pegou um pequeno quadro de madeira em detalhes ao fundo e tela branca, com uma réplica quase humana de Esdeath. – Espero que este desenho que fiz com minha alma lhe agrade aos olhos.

Esdeath deu apenas um salto se projetando a frente e pegando o quadro na mão, havia outros sete, bem como ela havia pedido o desenho não está nada mal.

— É satisfatório, saúdo seu talento. – ela disse calmamente. – Espero um melhor nas próximas vezes.

O homem pareceu ter se enfeitado de orgulho em seu rosto, pois seu sorriso quase rasgava seu rosto. – COM CERTEZA FAREI! – ele quase gritou, sua voz ficou maior.

Esdeath pegou seus quadros e colocou em baixo do braço, como no horário combinado, Kuromada apareceu com um leve temor nos olhos, os últimos dias visitando Naruto, não foram nada bons. E com certeza não seria agora que os amigos de Naruto estavam ali.

— Bom você não precisa de nenhuma explicação. – começou Esdeath se deslocando até ele com os quadros em baixo do braço. – Sabe o que tem que fazer hoje não é? Não ouse falhar comigo.

Kuromada sentiu um frio em sua espinha, aqueles olhos não eram bondosos nem com o próprio semelhante, talvez nem com sua família ela fosse gentil. – Eu não ousaria como prova de minha obediência. – ele retirou cinco seringas negras do bolso, obra dos melhores cientistas do Império, os melhores do mundo com eles. – Eu trouxe o que você solicitou, devo alertar-te de algo que os médicos me fizeram jurar te dizer.

— Estou ouvindo. – tomou as seringas e colocou em seu próprio bolso, quase não couberam suas seringas.

Ele suspirou pesadamente. – Como é uma droga de nível cinco, mais do que as drogas de dopagem de nível três que Naruto-san está tomando, ela recomendaram... Usar moderadamente. Se usar cinco dessas, pode haver conseqüências. – ele disse temeroso com os olhos opacos que Esdeath lhe apresentou, ela movimentou a cabeça para ele continuar. – Como você pediu a droga só afetará o Lóbulo Temporal do cérebro, brincando com suas memórias e...

— Pule logo para o ponto, não estou no humor para suas brincadeiras. – ela disse severamente.

Kuromada novamente engoliu em seco, ele queria parar com isso, mas a sua própria vida estava em jogo. – O procedimento pode deixar seqüelas... E não há garantia de perca de memória total...

— Que significa? – ela instigou nervosa.

— Significa que Naruto-san, pode eventualmente recuperar suas memórias se ficar muito tempo sem suas drogas... – ele disse temerosamente, Esdeath o drogaria para sempre. Além disso, a droga diminuía a atividade cerebral e isso prejudicava seus órgãos internos, a vida dele seria diminuída pouco a pouco. Mas Esdeath parecia não se apegar a esse detalhe, ela sabia disso também, pelo menos dessa parte.

— Algo mais? – ela fez pouco caso da noticia, Kuromada apenas negou. – Ótimo, onde estão os camponeses do vilarejo de meu companheiro? – ela perguntou enquanto andava com o mais novo ao seu lado.

— Em baixo, na primeira parte da câmara. – ele respondeu. – Totalmente algemados.

— Perfeito. – ela simplesmente disse isso. – Sua Teigu está preparada? – ela perguntou descendo as escadas com os quadros e seringas prontos, ela faria um bom trabalho hoje, mas ela não faria uma segunda visita como ontem, seu amado ficaria cansado demais para brincar, ela seria gentil com ele e deixaria o descansar, dessa vez as correntes foi reforçado, ele não arrancaria sua própria mão. Ela não escondeu a satisfação a ver somente poucos vivos, com certeza os mortos tentaram lutar e teve seu fim, Daidara fez um bom trabalho, ele conhecia o local, sua besta favorita agora que os outros dois fracos haviam morrido. E aqueles amigos do loiro, estavam ali, com uma mordaça em sua boca e com suas mãos amarradas, ela se divertiu quando viu o temor quando ela se aproximou. Ela colocou os quadros para Kuromada segurar, coisa que ele fez sabiamente, ela se aproximou mais deles, colocando-se quase sentada, olhando para eles de cima, com uma alegria indescritível nos olhos.

— Eu sinto inveja de vocês. – ela disse quase honestamente. – Vocês tiveram anos que eu ainda não tive com meu querido companheiro, meu doce loiro. – ela recitava novamente. – Eu não gosto de vocês vivos, vamos mudar isso... – ela sussurrou a parte em seus ouvidos com um sussurro quase infantil. – Eu quero ver apenas a morte em vocês dois, vamos cooperar sim?

Ela juntou todas as correntes ali, parecia que o Líder daquele vilarejo havia morrido bom, não faria mais falta agora. Havia apenas cinco ali, um número miserável, ela olhou bem para os outros três.

— Vou dizer que toda a aldeia dele foi queimada e todas as mulheres estupradas, crianças raptadas e vendidas... – ela colocou sua mão no queixo e olhou para os outros três, um homem forte e duas mulheres. Ela cortou suas correntes.

Os três ficaram surpresos com isso, ela viu a movimentação dos amigos de Naruto, como se quisessem ser soltos. Mas eles teriam mais sorte do que os três agora, pelo menos por agora.

Os três correram para as escadas, mas não foi possível, uma barreira de gelo se formou Esdeath puxou os outros dois, os fazendoeles serem arrastados. Ela cortou barras das gaiolas ali, onde os seus amiguinhos ficavam nenhum deles ousou tentar fugir, sabia o que aconteceria a eles, sobrevivência sempre foi usada, não importava os meios, Makoto teve o seu fim, mas o sangue dele foi pego e vai ser usado bem, ao menos ele fez algo de útil.

Ela pegou o homem que estava tremendo igual uma vara, e jogou dentro da gaiola dos homens mais velhos. – Comam... – ela simplesmente disse isso, pegou a pobre senhora, que mal vestia um pano para se cobrir pelos cabelos, e a arrastou até a jaula de mulheres e garotas. – Devorem... – ela jogou a velha sem cuidado algum. Agora só faltava a mulher, que começou a rezar. – Orar para Deus não há beneficio algum agora, eu sou sua Deusa nesse momento, e como tal. – ela a pegou pelo braço quase o quebrando com tamanha força e jogou na sua jaula preferia a das crianças. – Eu decido que você vai ser comida, deliciem-se com a carne nova dela.

Kuromada queria vomitar com todas as cenas que via, e com todas as palavras que lhe vieram no ouvido, os amigos de Naruto, estavam com os olhos vidrados, se não se enganava o nome deles era, Sasuke, e Sakura, com certeza teriam um ótimo futuro pela frente, mas agora apenas o inferno os aguardava quando Esdeath empurrou a parede e os fez descer as escadas.

Kuromada segurava tudo o que ele tinha os quadros, sua Teigu e suas seringas reservam de nível três, Esdeath ordenou usar os dois tipos dessa vez, como um teste de reação. Ela pegaria mais pesada hoje, ele queria ajudá-lo... Mas o medo impedia tudo.

Ele nem se deu conta que a parede já havia sido fechada, e os gritos dos três haviam parado, pobres almas. Torcia para elas não terem sido comidas também pelos prisioneiros, o respeito que Esdeath colocava era pavoroso, nem com a jaula aberta eles sairiam, e com certeza todos estariam lá quando tudo acabasse. Mas Esdeath sabia disso também, e se bem que nem ligava, ela continuava a olhar para a expressão de medo dos dois amigos do loiro, com um divertimento quase infantil em seu rosto, Kuromada suspirou pesadamente, isso não seria bonito, ele estava ajudando ela a quebrar o espírito de um homem.

Só Deus sabe o que se passou na cabeça do loiro quando ela abriu a porta, e a ilusão já estava acontecendo.

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Uma voz...

Conhecida...

Uma reação...

Esperada...

Um temor...

Velho...

Aquela voz esganiçada acompanhada de uma risada novamente se projetou ali.

Não demorou muito e novamente.

Aquela dor lhe atingiu os olhos...

Ele tentou se rebelar contra isso, mas dessa vez ele não conseguiu se mexer um centímetro se sentiu ainda mais tonto, ainda mais fraco, estava com fome... Onde estava Kurama... Ela o abandonou... Não, só deveria estar a dormir... Sim, só estava dormindo, logo ela acordaria, e ele poderia conversar com alguém novamente.

Novamente outra voz tirou a sua própria voz mental de sua cabeça, dessa vez um sussurro gélido se pregou em seu ouvido, ele conhecia esse frio, ele odiava esse frio, mas novamente, algo entrou em seus olhos...

Ele tentou gritar, mas ele não conseguiu...

Ele queria retirar essa dor de dentro de si com um grito alto e que transmitisse toda a sua agonia, mas nem isso, Esdeath lhe deixava fazer, ela queria que tudo ficasse guardado dentro dele.

Por que ela estava fazendo isso com ele...? Não sabia...

Ele ouviu a voz latente dela, sentiu repulsa.

‘’ Isso pode doer um pouco, conte pra mim, mil menos sete é 993, quanto que são 993 menos sete? Você tem que manter o foco em alguma coisa, mantenha isso em números, não quero te machucar. ‘’ – ela lhe dizia.

‘’ Você está me machucando mais do que imagina. ‘’ – ele pensou, mas não conseguia dizer nada, sua voz não deveria passar de um sussurro quase inaudível.

Ele não respondeu a voz não gostou disso.

‘’ Quanto que são 993 menos sete? ‘’

‘’ Não vou responder. ‘’

Talvez ele estivesse errado enquanto a isso, ele sentiu a mão dela deixar seu ombro, ele ficou com medo disso, ela não saía do seu lado se não fosse por um bom motivo. Ele jurou ter ouvido algo, mas ele estava mais zonzo que o normal, a droga parecia estar mais forte, com certeza isso era uma droga...

‘’ Você precisa de uma dose de obediência, pode fazer. ‘’

Naruto não entendeu o que ela queria dizer com sua fala, que mal chegava a seu ouvido.

Ele sentiu algo ser injetado em sua pálpebra foi aberta e novamente, seus olhos arderam mais lágrimas, mais dor. Ele não conseguiu pensar em nada direito, sua cabeça parecia arder... Ele tentou pensar em Chelsea, desejando profundamente que ela estivesse bem, que ninguém a estivesse estuprando... Que nada de ruim tivesse acontecido com ela, mas ele esqueceu de se preocupar com sigo mesmo. Sua cabeça começou a latejar, ele se sentiu fraco, por um segundo ele sentiu que ia desabar ao chão, preso entre as correntes ou não, sua mão já sangrava novamente, suas coxas também, ele fedia a sangue, ele tentou pensar em Chelsea... Mas tudo o que apareceu em sua mente era uma garota ruiva de saia. Quem era ela? Quem era essa mulher? Onde estava Chelsea...

Chelsea?

Chelsea?!

Onde ela estava?

Por que não estava ali?

Onde ela estava em sua cabeça?

Ela foi... Esquecida?

Não...

Ela não se esqueceria dele...

Ele que foi esquecido...

Por que não conseguia se lembrar de Chelsea?

Ele não queria se lembrar dessa ruiva...

Ele com tantos pensamentos não conseguiram ver a cara feliz que Esdeath estava lhe mostrando a sua frente, os olhos dele estavam cerrados, para a sua desgraça, ela queria vê-los, esses olhos azuis perfeitos, ela precisava deles. Ela os teria.

Ela foi em direção a mesa, que se foda a recomendação dos médicos, Naruto ficaria bem, ela tinha certeza disso.

Ela pegou um líquido verde, e colocou dentro de sua seringa, a ponta pronta para cravar na pele dele.

Naruto dessa vez não sentiu tanta dor em seus olhos quando a seringa foi injetada neles de novo, ele não conseguia sentir seu corpo, sua cabeça estava estranha...

Chelsea...?

Era o nome dela, não...

Sim... Era.

Era sim... O nome dela era...

Chelsea...?

Estava ficando louco, só podia estar.

— Abra seus olhos. – ele ouviu uma voz autoritária. De quem era essa voz? Ele jurou reconhecer essa voz, seu coração batia mais forte, ele subiu sua sobrancelha, de quem era sua voz? Algo dizia que ele não gostava dessa voz, mas...

Ele abriu seus olhos, lentamente...

Ele viu uma mulher, de cabelos azuis e um colete branco, um chapéu em sua cabeça e um sorriso, que ele não sabia dizer o que significava, mas parecia ser um sorriso...

Orgulhoso... Como se estivesse feliz por algum motivo...

O nome dela era... Esdeath...

Ele conhecia Esdeath.

Ele não gostava dela...

Ele se lembrou, do que ela havia feito.

Como ele conseguiu a esquecer... Não se perdoaria...

Chelsea...

O NOME DA RUIVA ERA CHELSEA, ELE A AMAVA, COMO ELE CONSEGUIU ESQUECER UMA DAS ÚNICAS PESSOAS NO MUNDO QUE ELE AMAVA?

Esdeath. A culpa é só dela.

Ele a odiava...

Esdeath o vendo de cima começou a ver que sua expressão estava mudando, ele começou a ficar confuso, sua expressão mudou muito, ele parecia não a conhecer, por um segundo ela pensou que a droga havia funcionado, mas logo ele se lembrou dela, isso a deixou feliz, ela era boa demais com ele, e ele não conseguiu a esquecer, isso era ótimo, mas agora isso era um problema...

Restavam mais três seringas que afetavam o cérebro, ela injetou todas as três nele, ele novamente ficou fraco.

Ela injetaria tudo.

Ela pegou a seringa de força, ele conseguiria falar e abrir seus olhos, mas sua cabeça doeria como nunca doeu. Ela o drogou também a seringa de dopagem.

Ele ficaria bem no final, no final tudo valeria à pena e eles estariam juntos...

Ele se lembrou dela mesmo com duas, tente a sorte com cinco...

Mesmo que sua memória fosse apaga, o ódio sempre fica no coração, naquele tempo, ela não entendia isso. Só foi entender quando era tarde demais.

Ela pegou os quadros do chão, vendo o olhar alienado dele sobre ela.

— Meu nome é Esdeath. – ela começou lenta e carinhosamente, o olhar de Naruto a fez sorrir novamente, os pensamentos dele deveriam estar o matando por dentro, perfeito.

— Esdeath... – recitou o loiro algemado... – Eu... Não me lembro de você.

— Não se preocupe você ficou doente, por isso não se lembra de mim.

O olhar de descrença dele se fez presente em seu rosto, mas ela tinha uma saída.

— A sua cabeça está doendo, meu querido. – ela lhe afagou levemente. – Eles fizeram isso com você, esses quatro.

Naruto direcionou o olhar para quatro pessoas, duas duplas, pareciam estar sofrendo, duas ruivas, completamente nuas e ensangüentadas e dois jovens, talvez da idade dele, ele não soube, mas sentiu um aperto no coração quando viu o rosto deles, pareciam... Ser familiares pra ele. Eles estavam com medo? Por quê?

— Eles... Fizeram o que comigo? – Naruto perguntou, olhando para os quatro, os dois mais jovens estavam com algo na boca, não podiam falar, mas eles estavam chorando, chorando muito, Por quê?

Ele direcionou os olhos para as ruivas, elas lhe olhavam nojo, com raiva...

Ele olhou para a ruiva mais jovem, ela lhe olhava com desprezo, ela cuspiu no chão em sua frente, ela lhe olhava com repulsa, mas...

Por que ele sentiu que isso era mentira? Ele olhou para o rosto dela, ele não conseguiu entender, mas alguma coisa dentro dele, não achava isso certo, esse nojo dela por ele, algo dentro dele lhe dizia que isso não era verdade, ele acreditou nisso.

— O que eu e você somos, Esdeath...? – perguntou o loiro olhando para ela.

Ela lhe mostrou quadro por quadro, com um sorriso no rosto.

Kuromada só ouviu mentiras da boca dela, ele não demonstrou ao lado de fora da sala, olhando pela fresta, mas ele ficou inexplicavelmente feliz, ao ver certo receio na voz de Naruto, ao ouvir isso. Mas ele com certeza...

Acreditou que a fonte do seu sofrimento era sua companheira.

Esdeath pediu para os pintores criarem um quadro perfeito, de ambos juntos.

A mentira é algo horrível.

Ele sabia qual seria o próximo passo dela...

Ela queria ardentemente transar com o loiro, ele sabia disso, ela lhe dizia os planos...

Ele sabia exatamente tudo o que ela faria com ele.

Ela o estupraria, em breve. Mas agora ela só queria saber. Quem ele escolheria.

Se Esdeath um dia parasse de drogá-lo, e ele se lembrasse de tudo o que fez sem saber, com certeza ele teria um surto, e Esdeath não poderia fazer nada, nada. Só veria o fruto de seus esforços irem para a lama, ela só conseguiria ver o ser que ela mais amava sofrer, por causa dela mesma, por algum motivo, ele gostou de pensar nela sofrendo.

Anos tarde, ele ficou feliz de pensar que um dia Esdeath sofreu, pois no futuro foi exatamente isso que aconteceu, mas até esse dia chegar, coisas horríveis aconteceram para Naruto.

— Você e eu somos noivos, meu amor. – ela disse calmamente. – Antes de você me comprar um anel, eles te atacaram, eu não estava lá para te proteger.

Naruto apenas ouvia, mas as provas estavam nos quadros, e ela estava sendo amável com ele, e os outros pareciam estar em desespero e raiva, Esdeath explicou para ele que estavam em desespero porque o troco deles iria chegar por ter o feitoele sofrer, ele entendeu isso.

— Eu quero que você escolha... – ela sussurrou Naruto não entendeu, mas ela lambeu seus lábios, algo dentro dele parecia reconhecer isso... E parecia ter nojo, ele não entendeu isso.

Mas sua cabeça estava doendo demais, ele não conseguia pensar direito, seus olhos estavam pesados, tudo estava tão ruim dentro dele, e ela estava ali, cuidando dele, ele podia acreditar nas palavras dela, não é?

A sua última visão sã, que Naruto teve antes de outra seringa de memória ser colocada em seu pescoço, foi à visão de seus dois amigos, morrendo pelas mãos de Esdeath, seu amigo, Sasuke, teve sua cabeça esmagada por uma bola de gelo, enquanto Sakura, foi repartida ao meio... Chelsea, foi estuprada por uma estaca de gelo, ele ouviu os gritos dela, sua mãe...

Sua mãe foi levada para longe, mas ele ouviu os gritos dela.

Se ele simplesmente soubesse que era apenas uma ilusão... Ele não teria sofrido tanto depois.

Esdeath continuou a visitá-lo, durante muito tempo desde então.

Naruto não sofria mais os efeitos da droga como deveria, ele só perdia lembranças em sua cabeça, depois de dez doses, mas sua vida estava se encurtando, pouco a pouco, perdendo dias, perdendo semanas, perdendo meses, mas estava perdendo, logo isso aumentaria muito.

Naruto jurou em voz alta, que ele a mataria, Esdeath se sentiu péssima com isso, seus esforços não estavam funcionando.

Ela se afastou durante dois dias, Kuromada sentiu na pele o que Esdeath podia imaginar quando queria alguma coisa.

Kuromada foi promovido para escudeiro dela, ele a acompanhava sempre.

Wave, Kurome, e Run, não reconheciam mais sua Generala, ou sua Imperatriz, depois do que Naruto disse pra ela, ela surtou.

Esdeath queria ele para si.

Ela pediu para desenvolverem novos tipos de drogas, foram feitos mais três tipos.

Um com um efeito pior do que o outro, e Naruto eram injetados com isso em grandes quantidades, ele quase quebrava de tanta dor, sua cabeça latejava, saia sangue de seus olhos e nariz e ouvidos, mas algo dentro dele o manteve vivo, ele dizia que uma voz felina o dizia para continuar vivo. E ele continuou.

Um mês a mais se passou.

Kuromada tentou admitir para si mesmo, que Esdeath nunca teria coragem de fazer nada de ruim com ele, que ela nunca teria coragem de danificar o corpo dele, que ela nunca teria coragem de o torturar como torturou Ishiki, que ela nunca teria coragem fazer abominações com ele, que ela nunca teria coragem para o machucar, fisicamente e mentalmente.

Ele gostava de pensar assim, mas isso era mentira.

Ele fez tudo isso... Em um mês.

Naruto estava...

Indo para o inferno...

Ou já estava embarcado nele...

Mas esse inferno parecia mais quente...

E o senhor dele, amava brincar com ele...

Mesmo assim, Naruto nunca se rendeu nunca se rendeu para nada que Esdeath dissesse, as ilusões ficaram mais pesadas, mas nada disso adiantava, Naruto continuava se lembrando de Chelsea, ela com certeza era amada por ele.

Esdeath odiava isso, ela alegava que Naruto só a amava mais do que ela porque tinha se deitado com ela, todos os Jeagers que conheciam Esdeath a mais tempo, tentaram a convencer de não fazer o que ela pensava fazer, ele próprio havia tentando. Mas ela não os ouviu, ela não estava se importando com as baixas do império e os soldados, ela estava se importando apenas com Naruto, estava descendo a um nível tão baixo que ninguém quase a reconhecia, ela estava em um nível muito pior do que antes.

Kuromada gostava de pensar que.

Esdeath nunca o machucaria, nunca o torturaria, nunca cortaria sua carne.

Esdeath sempre dizia, que o motivo de Naruto amar aquela garota, era apenas por sexo.

Esdeath pensou sobre isso, realmente pensou sobre isso, e ela chegou a uma conclusão obvia, não importava o que ela fazia, Naruto não conseguia esquecer Chelsea. Agora ela sabia o motivo...

Chelsea havia obrigado ele a foder sua bunda suja...

Então...

Era apenas fazer ele dormir com ela, transar loucamente e dar-lhe prazer, com certeza ele a amaria de novo.

Kuromada se perdeu em pensamentos infelizes com as reações de Naruto nesse mês. Esdeath ficava quase um dia inteiro dentro da sala com ele, fazendo de tudo. Durante um mês, ela deu sofrimento para ele, mais do que qualquer outro, mais do que até Ishiki sofreu. Muito mais.

Era uma blasfêmia dele, Naruto sofreu centenas de vezes mais do que Ishiki, seja com dor, mental ou física, seja com drogas, seja com mentiras, seja com ilusões, seja com cortes, seja com tortura, seja com o que for, ele sofreu de todas as maneiras, mas ele continuou fime.

Mas Esdeath não conseguiu o quebrar mesmo com isso...

Então ela fez o que todos a alertaram para não fazer...

Para Esdeath, Chelsea só tinha um lugar no coração do seu companheiro porque havia feito sexo com ele, era simples, algo comum...

Então era só ela obrigar Naruto a fazer isso com ela, mas no fundo do seu coração ela sabia que ele nunca faria isso, ela não admitia, mas no fundo ela sabia que ele nunca faria isso...

Ela o retirou da cela, com vinte e duas seringas descartadas dentro do corpo dele, quarenta e quatro pupilas de sono, cinqüenta e cinco medicamentos de dopagem. E o retirou dali, ela o levou para o quarto dela.

Para Esdeath, ela só precisava fazê-lo dormir com ela, fazê-lo comer sua bunda, ou qualquer coisa do tipo, qualquer coisa que ele tivesse feito com Chelsea, isso era simples não era? Era fácil.

Para Esdeath, o que ela fez foi amor.

Para os sensatos, o que ela fez foi loucura, e estupro.

Um ano se passou desde que ela fez isso pela primeira vez.

E ela continuou com isso, e continuou... E continuo novamente.

E de novo.

E mais uma vez.

E de novo.

Sempre novamente, nunca parando...

Para a surpresa de Kuromada.

Wave, Kurome, e Run, tentaram solta Naruto, não agüentando mais presenciar os horrores que Esdeath estava fazendo com ele.

Os três morreram.

Esdeath não hesitou em nenhum momento. Ela fez de tudo com eles.

Ela separou seus braços, queimou uma parte de seus corpos, jogou para os lobos, cortou suas cabeças, e empalou o que sobrou para servir de exemplo para seus soldados que achavam que ela não deveria fazer isso com Naruto.

Para Kushina e Chelsea, Kuromada só desejava que não sentissem nada sobre Naruto agora.

Ele não era mais o mesmo...

Depois disso.

Ele não era mais o mesmo.

Esdeath conseguiu definitivamente, quebrar o que ele era.

Mas ela não conseguiu o tornar seu.

Ele estava simplesmente...

Destruído.

E Esdeath não se importou, ela dizia para si mesma que eventualmente, ele voltaria para ela, e ela continuou deitando-se com ele, fazendo de tudo com ele.

No final das contas, alguns espiões vazaram uma informação sobre ele, sobre o que de fato havia acontecido com ele. Tiraram fotos dele.

Esdeath matou mais de mil homens suspeitos, mas era tarde.

A Guerra se intensificou.

Esdeath resolveu usar sua última carta na manga.

Soldados de gelo.

A Guerra completou um ano...

Naruto estava preso, há um ano...

E ele tinha uma filha agora.

E não era filha de Esdeath, ela não engravidou, pois não quis, quando ele ouviu essa informação, pensou que era Esdeath que havia ficado grávida... Mas ela disse que congelou o esperma dentro de seu útero.

A filha de Naruto foi concebida por Chelsea.

Fora do alcance de Esdeath, ela queria matar Chelsea, mas ela jurou não matar a filha de Naruto, pois era uma parte dele...

O nome dela era Aiko, a filha amada.

Chelsea... A mulher legitima de Naruto, para a surpresa de Esdeath.

Apareceu dentro do império, trazendo a criança, que mal havia bebido leite, nos braços, com uma expressão destruída, mas o ódio. O ódio sempre dominou seu coração.

Chelsea não havia traído a revolução, ela só havia esgotado suas forças para não ir de encontro com seu amado, ela não agüentou saber o que houve com ele.

Kuromada não sabia dizer se Naruto se lembrava dela.

E nem se conseguiria ver ela de novo.

Chelsea foi morta.

Não por nenhum soldado, não por nenhum Jeager que ficou vivo, não por nenhum general.

Não pelas mãos de Esdeath.

Não pelas mãos da Guerra.

A morte simplesmente, a deixou doente.

E a fez morrer, segundos depois, de entregar a filha de Naruto e dela, para Esdeath cuidar.

Nenhum ser humano pensou que isso aconteceria um dia, ninguém no universo, imaginou que ela faria isso, mas ela fez.

Esdeath cuidou da filha dela.

Esdeath dormia com a filha de Chelsea e Naruto, abraçada e ela, Esdeath fazia tudo o que estava em seu alcance, para cuidar da filha de Naruto.

Esdeath, gostava dessa criança.

Esdeath mandou esculpirem uma lapide em memória a Chelsea, que nunca conseguiu ver Naruto, e mesmo que conseguisse, apenas a tristeza e a desgraça estariam ali para serem vistas, Naruto não sabia que tinha uma filha. E não sabia que Chelsea havia morrido, quando Aika apareceu na vida de Esdeath, ela nunca mais ousou fazer nada de ruim para Naruto.

Mas a essa altura do campeonato, já era tarde, simplesmente, muito tarde.

Esdeath perdeu a vontade de lutar, Esdeath perdeu a vontade de muitas coisas, ela dedicava seu tempo, a Naruto, e a Aika... A sua filha que ela adotou.

Simplesmente, muitas coisas mudaram.

Mas simplesmente também, muitas coisas haviam sido feitas, e suas conseqüências começaram a aparecer.

Simplesmente, o homem que Esdeath jurou ter ao seu lado, não era mais o mesmo, simplesmente, aquele menino risonho, e loiro, já não era mais o mesmo.

O ser que rege o mundo, deveria estar se divertindo nos céus, com o futuro que não tardou a chegar.

Quando um homem tem sua família arrancada de si, ele não perde apenas seu coração, ele perde a si mesmo, e quando um homem perde-se para a vida, o amor é exposto a sua frente novamente, mas ele é esquecido, o ódio é muito mais bonito, para um homem que perdeu tudo.

Notas finais
E foe.