Obscure Solitude
14 Capítulo 14 - I love you.
Notas iniciais
No capítulo anterior...
"– T-Teto? — Miku parou nos degraus da escada.
– MIKU-NEE! "
Atualmente...
NARRADORA ON.
Teto correu até as escadas. Como estava apenas de meia, e o chão era escorregadio, acabou tropeçando.
– Teto! V-você está bem? — Perguntou a esverdeada, descendo um degrau.
– NÃO! — Gritou a Kasane. — Q-quero dizer, fique aí.
– Oque? Porque? Teto, você bateu a cabeça quando caiu? — Perguntou, aflita.
– Eh? A-ah, n-não... — Fez uma pausa. — E-eu apenas queria fazer aquelas cenas que vemos nos filmes, quando um casal se reencontra e corre para abraçar um ao outro... — Completou, corando e desviando o olhar da Hatsune.
– A-ah... Entendi ... — Falou a esverdeada, corada. — Eu acho que entendi... — murmurou.
Teto levantou-se e limpou-se. Olhou para Hatsune com um sorriso encantador no rosto.
– Posso recomeçar de onde parei? — Perguntou a Kasane, ainda sorrindo.
– H-hai... — Respondeu, sorrindo de volta.
– Então... AQUI VOU EU! — Gritou a avermelhada, e começou a correr em direção da outra.
– T-T-T-Teto, calma! Nós v-v-vamos... — Tentou continuar sua frase, mas foi interrompida pelo corpo da Kasane. — Ai!!! T-Teto, você é p-pesada...
– M-Miku-nee, não se mova! — Tentou dizer a Kasane, mas foi tarde demais. A esverdeada não aguentou o peso da outra sobre seu corpo, e moveu-se para o lado. Mas Miku não sabia que Teto estava desequilibrada, e que se a movesse, cairia junto escada abaixo.
As duas rolaram escada abaixo até chegar no último degrau, que mesmo não sendo tão longe do degrau onde estavam, causou uma dor tremenda.
– A-aiiiii! — Disse a esverdeada, abrindo aos poucos os olhos. — T-Teto, você está bem? D-desculpe, eu não havia notado qu- Parou sua frase, pois percebeu onde a Kasane estava. A esverdeada corou violentamente e travou na hora.
A mesma, abriu seus olhos lentamente, e alguma coisa macia em sua face. Quando abriu seus olhos por completo, deparou-se com um tecido listrado, cuja cores eram azuladas e brancas. Piscou algumas vezes para perceber onde realmente estava.
– Ahn... — murmurou a Kasane. — O-onde eu estou ... ?
– TETO! — Gritou. — N-Não fale... I-isso faz c-cócegas...
– Que? E-espera um minuto... E-eu estou ... — Fez uma pausa. Pronto, ela tinha percebido! Corou instantaneamente, ao perceber no local onde estava. — E-e-e-e-eu e-estou... — Tentava dizer, mas a vergonha á impedia.
– A-ahh! T-Teto p-pare! — Gemeu Miku. — Oh, meu Deus!– Pensou. — Eu gemi?! Essa não... Ela vai achar que eu estou gostando! M-mas... Eu estou gostando... Aff Teto! Como você pode confundir tanto minha vida?!?
Teto tentou sair, mas quando foi fazê-lo, foi interrompida pelas pernas da esverdeada.
– Oque? — Pensou. — Espera... Ela está gostando disso? Miku-nee... Quando você se tornou uma pervertida ?! — Sorriu.
– Miku-nee, sinto muito, mas eu não posso fazer isso! N-não agora... — Tentou dizer, no meio das pernas da esverdeada.
– Eh? EEEEEEEHHHHHHHHH? — Gritou Hatsune. — H-hai, eu n-nem sei no que eu e-estava p-pensando... — Mas que merda eu estava fazendo?! — Desculpe-me, Teto — Corou e desviou o olhar da avermelhada.
Teto aproximou-se da Hatsune. Pegou seu rosto e virou-o para que pudesse observa-la.
– Tão linda... — Murmurou a avermelhada. Não deu tempo da esverdeada responder algo, pois logo tomou seus lábios. No começo, foi apenas um selinho, mas logo a Kasane tomou a iniciativa de pedir para aprofundarem.
Foram apenas longos e demorados selinhos.
Miku abriu passagem para que Kasane passasse. As duas hesitavam, mas logo começaram a "briga". Elas entrelaçavam as línguas com tanta força que parecia que iam se engolir, ali mesmo. Miku passou seus braços pelo pescoço da Kasane, puxando-a mais para si. Teto, por sua vez, puxou a cintura da amada para mais perto de si. Por falta de fôlego, elas se separaram. As duas estavam ofegantes, e encaravam-se com desejo. Teto levantou-se e puxou Miku junto.
– Venha.
– Para onde? — Perguntou a Hatsune, já de pé.
– Apenas... Levante-se e... Confie em mim, Miku-nee.
Teto empurrou Miku contra a parede e prensou-a na mesma. Começou beijando e chupando seu pescoço de leve, fazendo a esverdeada estremecer e soltar leve gemidos.
– T-Teto, tem c-certeza disso ...? — Perguntou a esverdeada, totalmente corada.
– Você não quer? — Levantou o olhar.
– Qu... Quero... — Desviou o olhar, corando mais.
– Então — sorriu malicioso. — Deixa que eu faço meu trabalho aqui. Outro dia você me retribui, Miku-nee.
Miku assentiu com a cabeça, pois não tinha como discordar. Estava adorando a atitude da avermelhada. Nunca havia se sentido daquela forma... Nem mesmo com o beijo do Kagamine.
Miku estava exitada.
– Essa sensação... — pensou. — Teto causa isso em mim?
– Miku-nee... Seu gosto é tão bom! M-mas... Eu quero mais que isso... Por favor Deus, desculpe-me se estou fazendo algo insano demais, ou algo que o Senhor não vá gostar. Mas... O Senhor não pode tirar o amor que sinto da Miku-nee assim tão facilmente, não é?! - pensava Teto, orando á Deus.
Teto avançou mais. Começou a erguer a camisa que Miku usava. A esverdeada hesitou na hora, mas logo cedeu. Queria muito que Teto fizesse o que quisesse com ela. A avermelhada tirou completamente a camiseta da amada, ficando á mostra o sutiã listrado, cujo cores eram iguais á sua calcinha. Branco e azulado.
– Teto, tire os seus também! — Disse a esverdeada, já pegando na camisa da outra.
– Miku-nee... — Sorriu malicioso. — Quando você ficou tão pervertida assim?
– E-e-eu o-o-oque? — Corou insanamente. — E-e-e-eu só estou fazendo o q-q-que eu deveria f-f-f-fazer! Eu não acho justo ficar apenas você de camisa!
– Hai, hai! — Aumentou o sorriso.
Logo, as duas já estavam sem camisa. A única coisa que cobria seus peitos eram os sutiãs. Teto aproximou-se novamente de Miku, mas foi hesitando. Não tinha certeza se continuava, afinal falar é fácil, difícil é fazer.
– M-Miku-nee... — Começou distribuindo beijos pelo pescoço da mesma, fazendo-a gemer. — E-eu posso? — Passou as mãos por trás das costas da esverdeada, parando a mão no fecho do sutiã listrado.
– E-eu vou p-poder ver os s-seus também?
– H-hai... — Dessa vez, foi Teto quem desviou o olhar.
– Então pode! — Sorriu. Um sorriso de orelha a orelha.
– Então ela quer isso mesmo... - pensou a avermelhada. — Que bom! Achei que ela... Achei que ela não me amava mais...
Teto abriu o fecho do sutiã da esverdeada, mas antes que pudesse ver os seios da mesma, foi surpreendida por um abraço. Mas foi apenas uma armadilha da Hatsune, pois assim ela pôde abrir o fecho do sutiã da avermelhada.
– Então, v-vou contar até três — disse a esverdeada. — No três, nós nos soltamos.
Teto assentiu com a cabeça.
– Um... — Começou a esverdeada. — Dois... — Fez uma pausa. — TRÊS! — As duas se soltaram. Seus sutiãs caíram junto, pois elas se soltaram do abraço muito bruscamente.
As duas estavam coradas, de frente uma pra outra. Silêncio.
– M-Miku-nee... — Teto começou, quebrando o silêncio. — P-posso tocá-los?
A esverdeada assentiu. Teto aproximou sua mão direita do seio esquerdo da esverdeada. Logo, tocou-o suavemente. Miku gemeu e estremeceu ao mesmo tempo.
Teto tomou a liberdade de começar a brincar com os dois seios da amada. Beijava, lambia, chupava e brincava com eles.
– A-Ahhh, Teto! — Gemia a esverdeada.
– M-Miku-nee, você tem um gosto ótimo.
– Teto! E-eu quero experimentar v-você t-também... — Disse, surpreendendo a avermelhada, que logo assentiu.
– Pode pegar!
Miku tocou-os suavemente, mas logo começou a fazer os mesmos gestos de Teto. Brincava, chupava, lambia e brincava com eles.
– V-você também Teto... — Disse a Hatsune, em meio a beijos e chupadas. — Tem um gosto ótimo...
– A-aahh, M-Miku-nee...!
Miku levantou seu olhar para a Kasane, que corou. As duas selaram um beijo sincero, amoroso, desejoso.
Elas estavam começando a subir as escadas, quando alguém tocou a campainha.
– Eh? Miku-nee, você convidou alguém? — Perguntou Teto, olhando para a porta depois para a esverdeada.
– Lógico que não Teto! — Suspirou e fez uma pausa. — Eu vou ver quem é... — Pegou suas roupas e vestiu-as. — Poxa, logo agora? Hunf... — Murmurou.
– E-Eu vou também! Me espera! — Disse a Kasane, colocando as suas roupas.
Miku chegou na porta, ajeitou seu cabelo e abriu-a.
– L-LUKA? — Gritou. Teto ao ouvir o grito, correu para a porta.
– LUKA-SENSEI? — Gritou também. As duas se olhavam surpresas demais para raciocinar o porquê da Louc-- quer dizer, Luka estar ali.
– NÃO GRITEM COMIGO, CRIANÇAS IMUNDAS! — Gritou a rosada. Uma aura negra possuía seu corpo, assustando as meninas. Esticou seu chicote e adentrou a casa. — QUERO SABER POR QUE EU OUVI GEMIDOS VINDOS DAQUI?
– Espera, ela ouviu? — pensaram as duas. — Meu Deus... Estamos ferradas!
– B-bem é que... — Começou Miku. Como Teto sabia que ela era uma péssima mentirosa, inventou uma desculpa.
– Sabe, Luka-sensei. A Miku-nee me chamou aqui porquê ela estava com um problema...Um problema...
– UM PROBLEMA?
– Ah sim! Um problema nas nádegas! Ela tinha um espinho no bumbum dela! Então, como ela não alcançava, eu vim aqui para ajuda-la. Sabe, coisas de amigas... — Completou Teto, suspirando de alívio logo em seguida. Percebeu que a Hatsune fez o mesmo.
– A-ah, só isso...? — Perguntou Luka, para si mesma mas alto o basteante que as outras puderam ouvir. — Oh, então parece que não vou usar você hoje, chi-kun.
– Chi-kun? — Perguntaram as meninas ao mesmo tempo.
– Hai! Chi-kun, o apelido que dei para o meu chicote — Fez uma pausa. As meninas estavam se segurando para não rir. — ALGUM PROBLEMA COM ISSO? HUM? HUM?! — Gritou, já estendendo o chicote novamente.
– Não não! — Disseram em uníssono.
– Okay. Uahhh — Espreguiçou-se. — Acho que vou dormir aqui. Teto você também vai? — Perguntou a rosada.
– Ahn... Vou!
– Ah... Okay, vou preparar a cama de vocês... — Respondeu Hatsune, dirigindo-se ao segundo andar. Foi seguida pelas duas outras.
No final da noite, as três ficaram conversando até as 03h50min, depois form dormir. Teto e Miku na mesma cama e Luka num colchão do lado da cama.
– Teto... Eu te amo! – Pensou a esverdeada.
– Miku-nee... Eu te amo a cada dia mais! — pensou a avermelhada.
– Chi-kuuuuuuun! — Pensou a rosada.
E assim, todas adormeceram.
Continua....
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