Obscure Solitude

12 Capítulo 12 - Kaito x Meiko!


Notas iniciais
He-ey~ Depois desse "drama" do Nyah!, nós trouxemos um novo cap pra vcs! Capítulo especial, KAITO x MEIKO. Espero que gostem ~ Nos vemos lá em baixo 'u'

CAPÍTULO ESPECIAL

KAITO X MEIKO

Eram umas 20:30 da noite e eu estava sentada no sofá, tomando café e corrigindo algumas provas de alguns alunos irritantes da classe em que sou responsável. Ok, pode ser que eu não esteja literalmente tomando café, e sim saquê. Mas o que eu posso fazer?! Sou uma bebum! Não vivo sem minha amada bebida! B-bem... Pode até ser que eu não viva também sem um certo azulado... M-mas e ele não sabe disso! E se depender de mim, nunca irá saber! S-só se um dia bebermos juntos...

– Kagamine Len ... 5! — Eu dizia alto, corrigindo as provas. Como eu morava sozinha, eu podia falar alto o quanto eu quisesse e não seria interrompida. — Kagamine Rin ... 8! Nossa, bem que o Kagamine-san podia ter umas notas maiores comparadas a da irmã... Voltando a correção ... Miki Furukawa ... 10! Olha, a maior nota! Essa aí é uma nerd mesmo!

Continuei corrigindo as 25 provas, e rindo da cara das pessoas que tiravam abaixo de 7,5 que era a nossa média na escola. Já eram 21:05, e eu acabei de corrigir. Ufa!

– Merda! Acabou meu saquê! — Levantei do sofá e fui até a geladeira. — O-oque? Aqui t-também não tem? Droga! Droga droga droga droga! O que eu faço agora? Ai meu Deus... — Eu estava me lamentando, sentei-me numa cadeira e abaixei minha cabeça. — Ah, mas é claro! — pensei. — Tem o mercadinho aqui da esquina! É só eu comprar lá! Isso aí, Meiko! Sua noite vai ser demais!

Me levantei com um sorriso no rosto, coloquei um casaco beje, peguei minha carteira e me dirigi até a porta da frente. Encostei na maçaneta e assustei-me, pois na mesma hora, alguém tocou a campainha.

– Ah, meu Santo! - pensei — Quem é a essa hora?! Só pode ser aquelas gurias malcriadas vendendo biscoitos!

Abri a porta com raiva, e gritei:

– O QUE QUE FOI, HEIN?! — Ih, ferrou. Literalmente... Estão me avacalhando! — K-Kaito...? — Merda! Era ele?! Socorro! Me ferrei! Ai meu Deus o que eu faço? Porra porra porra!

– M-Meiko, se você não queria que eu viesse aqui, era só falar... — Disse ele, choramingando. — Eu até trouxe um pote de sorvete e saquê para nós dois! — Peraí, Saquê? Ah, ele é meu anjo amado! Poupou-me de andar até a esquina!

Esbanjei um sorriso enorme, e ele se assustou.

– Kaito, desculpa! Eu achei que eram aquelas menininhas que vendem biscoitos! Elas sempre passam aqui de noite, e isso me irrita! Vem, entra! — Puxei-o para dentro da casa e tranquei a porta. Ele estava com duas sacolas e colocou-as em cima da mesa de centro do sofá. Depois, sentou-se no sofá.

Nós éramos amigos de infância, sempre fazíamos tudo juntos. Crescemos juntos, fizemos o colegial juntos, faculdade juntos, e agora somos professores juntos. Nós éramos inseparáveis. Eu sempre gostei dele, mas nunca me confessei, pois ele sempre estava rodeado de meninas desde a faculdade, e agora como ele é professor, ele está sempre rodeado de alunas! E isso... Bem, isso me irrita! Eu sei que ele é lindo, que tem um ótimo corpo, um lindo tanquinho, m-mas isso não dá o direito das alunas ficarem se agarrando com ele!

Nós tínhamos uma amizade muito perfeita! Ele me aguentava quando eu estava de TPM, sempre trazia saquê pra mim, quando eu ficava bêbada demais, ele me levava em casa, ele me dava apoio quando eu terminava um relacionamento e ficava chorando, ele me acalmava de um jeito que minha mãe nunca conseguiu me acalmar! Eu realmente... Amava ele... M-mas eu tenho vergonha de não ser correspondida! Ah, porra! Que droga de amizade!

Ele me visitava quase toda noite, pois nós tínhamos " a noite dos amigos " que era a noite em que nós tomávamos saquê, comíamos pipoca e depois tomávamos sorvete, e assistíamos filmes e jogávamos conversa fora. Coisas banais.

– M-Meiko! He-ey! Terra chamando Meiko, Terra chamando Meiko! ACORDA MEIKO! — Gritou Kaito, tirando-me dos meus pensamentos.

– Ahn? Ah, desculpe-me. Eu estava pensando sobre algo...

– Percebe-se. Ficou aí parada na frente da porta por quinze minutos! E nem te falo das caretas que você fazia! Era hilárias! — Começou a gargalhar alto. Que babaca!

– Cala a boca, babaca! — Corri até o sofá e joguei uma almofada nele, que pegou-a e jogou-a em mim, num movimento rápido. — Ai! Ah, então é assim, seu azulado de uma figa! Se é guerra que você quer, é guerra que você terá! — Peguei outras almofadas e joguei tudo nele. E assim começou uma guerra.

Kaito levantou-se do sofá e correu até mim. Eu corri para fugir dele. Estávamos correndo em círculos em volta do sofá. Até que eu peguei uma almofada e joguei nele. O mesmo tropeçou e caiu em cima de mim.

– A-ai! K-Kaito.. Isso doeu! — Abri meus olhos lentamente e me deparei com uma cabeleira azul se afundando nos meus seios. MAS QUE PORRA É ESSA?! — K-KAITO! S-SAI! KYAAAAAAAAAH — Gritei. Comecei a me debater loucamente. Eu provavelmente estava como um pimentão de tão corada e envergonhada que eu estava. T-Tudo bem que ele caiu porque eu joguei a almofada nele, mas tinha que ser justo nos meus peitos?! Caramba!

– M-Meiko, fique quieta! Tá doendo, sabia?! — Disse ele, erguendo a cabeça rapidamente e segurando meus pulsos no chão. Fiquei assustada, será que ele não tinha percebido que estava deitado nos meus seios? Olhou para baixo e corou. Parece que ele percebeu o porquê de eu estar me debatendo feito louca. Ele ficou encarando meus seios. Caramba, que pervertido!

– K-Kaito, não fique encarando eles, seu pervertido! — Eu disse, corando ainda mais e virando minha cabeça para o lado. Tentei livrar meus pulsos das mãos dele, mas ele era muito forte.

– S-são lindos Meiko... — Ele sussurrou. PERAÍ, OQUE? ELE DISSE MESMO ISSO? NÃO, NÃO NÃO... SÓ PODE SER O EFEITO DO SAQUÊ... MAS EU TOMEI SÓ UMA XÍCARA! AI MEU SANTO SENHOR, ESTOU DELIRANDO! — E ... Grandes também ..! — Disse ele, completando sua fala. Ele soltou uma de minhas mãos e prendeu-a junto com a outra. Agora ele tinha uma mão livre e a outra segurando meus pulsos. Fiquei observando-o o tempo inteiro, curiosa. Ele aproximou a mão direita dele perto do meu seio e ... Apalpou-o. ISSO MESMO, O SAFADO PEGOU NO MEU SEIO!

– A-ah ... K-Kaito ... — Merda, eu gaguejei! E o pior... Eu gemi! Merda, merda! Tudo bem... eu gostei disso, mas ele não tem o direito de fazer isso! — Pare com isso Kaito!

Ele parecia que tinha saído da Terra. Estava com uma expressão de surpreso, e ficava apalpando meus seios toda hora. Ele não estava me ouvindo, esse filho da mãe!

– Macio... — Sussurrou.

Ele pegou minha camisa e ergueu-a até os seios ficarem expostos. Eu me debatia a toda hora, mas como ele estava em cima de mim, eu não podia fazer nada, além do mais, ele é muito pesado e forte. Eu estava com um sutiã branco, quase transparente. Ele ficou olhando-os por uns cinco minutos, até que passou a mão por trás das minhas costas, e abriu o fecho do sutiã. Ok, isso está indo longe demais.

– K-KAITO PARA COM ISSO! — Gritei. Ele não fez nada. Apenas ficou me olhando com a mesma expressão de surpreso. E o safado nem estava corado, esse mané! — Kaito, por favor! Para com isso! Eu... Eu não quero que seja assim! — Lágrimas começaram a se formar no canto dos meus olhos. Eu tentava não chorar, mas era muito difícil. Eu ainda era virgem, mesmo tendo 21 anos. Eu sei.. Uma solteirona, bebum e professora. Tem coisa pior que isso?

Kaito ficou me olhando. E eu olhando para ele. Estávamos os dois se encarando. Não sei o que aconteceu com ele, mas do noda ele prendeu meu sutiã de novo, abaixou minha camisa e soltou meus pulsos. GRAÇAS A DEUS!

– Desculpe — Murmurou e se levantou do chão, me erguendo junto.

– T-Tudo bem... — Sequei uma lágrima que estava prestes a cair.

Depois disso, ficou um clima muito estranho. Eu não olhava para ele e ele não olhava para mim. Nós estávamos sentados no sofá, assistindo um filme qualquer, um em cada canto e só a pipoca no meio. Eu tentava formular uma frase para falar com ele, mas eu ainda não tinha assimilado o que ele estava tentando fazer comigo na hora em que a gente tinha caído no chão.

Após o filme acabar, ele levantou-se, pegou seu casaco e dirigiu-se a porta. Parou na mesma.

– Desculpe pelo que aconteceu mais cedo... Adeus — Girou a maçaneta e ... Esperaí, o que? "Adeus"? Quer dizer... NUNCA MAIS IRÁ ME VER? É ISSO?

Ele estava quase saindo de casa, quando eu corri e abracei-o por trás. Comecei a chorar.

– K-Kaito, não vá embora. Por favor... Por favor, fique aqui — Murmurei, afundando minha cabeça nas suas costas. Ele nem se moveu.

– Por que eu deveria ficar aqui depois do que eu fiz com você, Meiko?

– Porque... Porque eu... Eu te amo, seu idiota — Pronto. Agora estou realmente fodida. Acabei de me confessar pro meu melhor amigo, e provavelmente irei levar um pé na bunda. Como se o meu dia já não tivesse ido de mal a pior. Eu não parava de chorar, e apertei mais ainda meus braços, que estavam em volta da cintura dele. Ele não disse nada, o que me fez ficar com mais vergonha e mais arrependimento.

Ele tentou se soltar, mas eu continuei agarrando mais e mais forte.

– Kaito, não! Você não vai embora, eu te amo... Fica aqui, por favor... Você não pode me abandonar... KAITO, EU TE AMO! — Gritei. Não me importo mais se os vizinhos estão ouvindo, se algum conhecido meu está ouvindo, se alguém está dando risada da minha cara agora, eu só me importo com esse azulado. Ele soltou minhas mãos da cintura dele e virou-se para mim.

– Meiko — Sussurrou.

– O-o que ... ? — Tentei dizer, nos meio de soluços e lágrimas.

– Eu também... Te amo.

E me beijou. Não acredito, me segurei todo esse tempo... Eu podia estar casada com ele agora! E que beijo, hein! No começo foi um selinho, mas ele logo foi virando um pouco a cabeça, pedindo passagem. Eu cedi. E começou o "verdadeiro" beijo. Nós entrelaçávamos as línguas, fazendo pequenos estralos. Tivemos que parar o beijo, por causa da maldita falta de ar. Quando eu abri os olhos, ele já me observava. Sério.

Eu sorri, e corei. Estava muito feliz, e orgulhosa de mim mesma. Orgulhosa por ter falado para ele que o amava, pois assim nós descobrimos os sentimentos do outro. Ele pegou minha mão e beijou-a, abaixando-se no chão.

– Meiko, você... Quer namorar comigo?

– Claro que sim! — Abaixei-me com ele e abracei-o. Agora sim eu não parava de chorar!

Ele me pegou no colo estilo noiva e adentrou minha casa. Fomos até meu quarto, que tinha uma cama de casal. Ele me colou na cama e logo se posicionou em cima de mim. Nós nos beijamos. Quando paramos o beijo, ele começou a chupar e lamber meu pescoço, fazendo-me gemer. Oh meu Deus, o quanto ele consegue ser perfeito?!

Ele passou sua mão pela minha barriga, dentro da camisa. Chegou até os meus seios e olhou para mim.

– Posso continuar? Você sabe.. Se eu não parar aqui, não paro mais.

– P-pode... Kaito, isso foi tudo o que eu sempre quis! — Eu disse, feliz.

Ele sorriu de volta e tirou minha camisa. Logo em seguida, tirou meu sutiã. Ele ficou observando-os, corado e com a mesma expressão de surpresa.

– K-Kaito não fique o-olhando para eles... É v-vergonhoso ... — Eu disse, corando e virando minha cabeça para o lado.

Ele olhou para mim e depois para meus seios, novamente. Ele pegou meu seio direito e abocanhou o esquerdo, fazendo-me gemer. Ele lambia e chupava o meu seio, e com o outro ele brincava. Eu gemia alto, não me importando com os vizinhos. Kaito parou de brincar com meus peitos e olhou para mim novamente. Eu apenas assenti com a cabeça. É... Parece que vai ser uma longa noite!

Notas finais
Galaco: E então? Saudades? Narciso: Pois é, depois que o Nyah! ficou fora do ar, eu achei que ele não ia mais voltar. Galaco: Sim TTwTT ~ Mas e o cap especial, KAIxMEI, cara, KAIxMEI ..