O vizinho dos meus pais
10 Doente?!
Notas iniciais
“Bom dia Konoha!! Vamos queimar o fogo da juventude nessa sexta. Vamos lá levante. Oh sim! Eu sei do que você precisa: remédio. Mas não qualquer remédio, você precisa da droga que ela se tornou pra você. Sim companheiro, isso é a única coisa que pode te curar e você sabe, lá dentro, que é verdade. Então tome, pois é disso que você precisa: do amor dela. Bon Jovi, Bad medicine.”
Your love is like bad medicine
Seu amor é como um remédio ruim
Bad medicine is what I need
Remédio ruim é o que preciso
Shake it up, just like bad medicine
Agite-o, igual um remédio ruim
There ain't no doctor that can cure my disease
Não há nenhum médico que possa curar minha doença
Observou a moto pela porta de vidro do posto de gasolina e em seguida buscou de onde vinha à música. Adorava Bon Jovi. Esperava pacientemente na pequena fila para pagar o combustível, um homem em sua frente pagava um maço de cigarros.
–Bo..bo..bom dia. No..no que posso ajuda-lo? – A moça do caixa gaguejava. Segurou-se para não suspirar derrotado. Por que isso acontecia na maioria das vezes?
–Hm. – Mostrou o papel que o frentista havia lhe entregado.
–Ce..certo, são 52 reais. Mais alguma coisa senhor? – A garota não parava de olha-lo. Era impressão ou havia sugestão em sua voz?
Estendeu o pacotinho de Halls preto para a garota e pagou o valor final. Saiu sem dizer nada. Montou em sua Harley Davidson Softail Fat Boy, pôs o capacete e ligou o motor envenenado. Ah! Como adorava o barulho do motor daquela moto e mais ainda adorava dirigi-la. Sentia-se livre. Demoraria mais uma hora para chegar em Konoha. Como era cedo à pista estava vazia e o nascer do sol incrível.
E com tudo isso se flagrou pensando nela. Maldito Suigetsu. Por culpa dele agora remoía um pensamento e ele odiava isso.
–---Dia anterior-----
Sasuke trocava de roupa no vestiário da base do exército em Suna. Seus companheiros de esquadrão Juugo e Suigetsu faziam o mesmo.
–Não vai nos contar como é a nova casa capitão? – A voz de Suigetsu tinha um tom diferente.
–Hn. Uma casa normal como qualquer outra. – Sasuke abotoava a camisa camuflada.
–Sério?! Tenho a impressão de que tem algo mais aí. – O olhar era enigmático.
–Por que teria algo diferente? – Sasuke arqueou uma sobrancelha para o homem.
–Bem, para começar você não está de muito mal humor. – Levou uma cotovelada na costela do outro homem que sussurrou um “senhor”. –E o “senhor” parece mais corado, como um paciente que se recupera de uma gripe forte. Você não acha Juugo?
–Permissão para falar senhor?- O castanho esperou a resposta.
–Permitido. – Sasuke cruzou os braços e esperou que ele falasse, o olhar carregava certa dose de curiosidade.
–Suigetsu não está de todo errado senhor. Parece um pouco mais alegre. Desde a perda de seus familiares não o vejo tão...não sei bem que palavra usar...acho que “leve” seria adequado. – Juugo cruzou os braços atrás das costas em posição de descanso para os soldados. – Acho que os ares da nova cidade fizeram bem ao senhor.
–Deixe de tanta frescura quando estamos só nós Juugo. Você também já salvou a vida do Uchiha ali, não precisa dessa formalidade toda. – Suigetsu ralhou. – Eu acho que não tem nada de ares aí não. Isso tem cara de mulher.
Por um instante a imagem de cabelos róseos e olhos verdes passaram por sua cabeça. Piscou para afastar a lembrança.
–Hn. Não tem nada de diferente. Vocês estão vendo coisas. – Fechou a porta do armário e se voltou para os homens. – O comandante Kakashi disse que queria falar comigo primeiro, encontro vocês na sala de treinamento. Não se atrasem. – Saiu do vestiário deixando os dois homens que voltaram a conversar assim que viram Sasuke sumir pela porta.
–Acho que o Falcão arrumou uma namorada. – Suigetsu fechou o armário.
–Você acha que o capitão está em um relacionamento? – Juugo amarrava as botas.
–Talvez não em um relacionamento, mas eu sinto que ele tá diferente e pra mim tem cheiro de mulher.
– O capitão merece alguém que cure suas feridas e preencha o vazio em seu peito, talvez ele esteja se apaixonando, seria muito bom pra ele.
–Isso soou muito gay Juugo, mesmo vindo de você. Bom, se ele tá tendo sexo e isso tá deixando ele de bom humor quem sou eu pra jugar. Mas ele não era assim com a namorada que ele tinha antes talvez ele não seja tão cubo de gelo quanto ele quer parecer. Aposto que ele é pau mandado da namorada. – Suigetsu sorriu zombeteiro para Juugo.
–Ele não disse que estava namorando.
–Vamos lá Juugo, você o conhece tão bem quanto eu também viu que ele parece melhor , seja lá do que ele estivesse sofrendo.
–Não disse que não o achei melhor. Só disse que o capitão não disse que estava namorando.
–Você não sabe ler nas entrelinhas?! Isso é óbvio.
–Talvez seja só amizade.
– O quê?! – Suigetsu levou a mão o rosto e balançou a cabeça de um lado para o outro. – Juugo querido, estamos falando de Uchiha Sasuke, codinome Falcão, capitão das forças especiais, sabe-se lá quantos idiomas fala, quantos tipo de luta sabe....mas uma coisa é certa, mesmo com aquela cara de quem chupou limão e não gostou e aquele jeito de bad boy cubo de gelo, nunca vi uma garota não soltar um suspiro perto dele, é até frustrante andar ao seu lado. Na missão da Sérvia só faltou à princesa decretar que ele devia casar com ela. Pelos deuses! É difícil imaginar que ele tenha sido friendizoneado. O pior de tudo é que o cara não aproveita o mel que deus lhe deu!
–Talvez eles estejam se conhecendo. O capitão não é do tipo que aproveita das garotas, até a imperatriz o chamou de gentleman. – Os dois saiam do vestiário.
–Você é muito puxa-saco dele Juugo. Mas tô achando que vai rolar casamento, anota aí o que eu disse. – Seguiram o corredor até a saída.
Sasuke chegou sala do comandante entrou assim que recebeu a ordem.
–Capitão Uchiha Sasuke se apresentando senhor. Soube que queria falar comigo. –Bateu continência e esperou.
–Descansar. Vamos sente-se rapaz. Não é uma conversa muito rápida e foi por isso que foi chamado aqui. – O mais velho se sentou atrás da mesa e indicou a cadeira á sua frente para o moreno. – Mas me conte primeiro como está a nova casa e me diga : você estava doente antes? Porque me parece tão diferente hoje.
–-----xx------------------xx------------------xx-------------------x-------------xx--------------
I ain't got a fever
Eu não tenho febre
Got a permanent disease
Tenho uma doença permanente
It'll take more than a doctor
Vai ser preciso mais do que um médico
To prescribe a remedy
Para receitar um remédio
Não estivera doente não é? Não se lembrava de ter ficado doente desde que mudara, nem antes disso. Talvez estivesse diferente porque passava mais tempo ao sol, correndo em ares diferentes...
As novas companhias talvez? Se bem que os Haruno foram os primeiros e únicos vizinhos com quem estabeleceu uma espécie de amizade, nem em Suna conhecia os vizinhos de seus pais tão bem. O senhor Haruno o mantinha ocupado fazendo os mais variados tipos de coisas quando estavam juntos poderia até definir como “divertido”, era tranquilo estar perto dele, Kizashi falava e ele só precisava escutar e falar alguma coisa de vez em quando, era completamente agradável e ele o tratava como filho. Já a senhora Haruno parecia uma segunda mãe, toda cheia de mimos, gestos e palavras carinhosas, sentia-se muito bem-vindo ali, e não gostava de admitir, mas se sentia perfeitamente confortável ali. Os outros amigos que conhecera através dela o receberam muito bem, adquiriu uma maior afinidade com Naruto, mas talvez seja porque ele é do tipo que fala e não fica esperando que os outros falem o mesmo tanto, e a filhinha dele parecia o ter adorado. Sorriu de lado.
I got all the symptoms count 'em 1,2,3
Eu tenho todos os sintomas conte-os, 1,2,3
Mas e ela? Sua cabeça trouxe a tona os cabelos róseos.
Sua companhia era agradável como a dos outros Haruno certo? Certo.
Ela é uma mulher independente certo? Certo.
Mas precisava de alguém que a protegesse dos tarados certo? Certo.
Todo o encanto que os outros dizem que você exerce nas mulheres parece não surtir efeito nela certo? Certo.
Você não está tentando fazer surtir efeito certo?... Certo?... Certo.
Pois bem última...você não se sente atraído por ela certo? Hn. Certo?
I got lots of money
Eu tenho muito dinheiro
But it isn't what I need
Mas não é disto que preciso
Gonna take more than a shot
Vai precisar de mais que uma dose
To get this poison out of me
Para tirar este veneno de mim
Estacionou em frente à garagem de sua casa e encerrou os pensamentos antes que sua própria cabeça o deixasse louco. Não precisava se perguntar coisas mentalmente, muito menos respondê-las.
Retirou o capacete e olhou em volta. Não viu o carro dela por ali. Já devia ter ido trabalhar. Abriu a garagem e guardou a moto. Entrou silenciosamente em casa. Não queria acordar a mãe. Pendurou a chave da moto junto das outras chaves na cozinha. Pegou a chaleira e pôs água no fogo para um café. Subiu as escadas sem fazer barulho. Abriu a porta do próprio quarto e entrou tirando a jaqueta de couro.
“Puta que o....” Se censurou mentalmente antes que o palavrão se formasse.
First you need
Primeiro você precisa
That's what you get for falling in love
É isto o que você ganha por se apaixonar
Then you bleed
Então você sangra
You get a little but it's never enough
Você ganha um pouco, mas nunca é suficiente
On your knees
De joelhos
That's what you get for falling in love
É isto que você ganha por se apaixonar
And now this boy's addicted
E agora este garoto está viciado
'cause your kiss is the drug
Pois seu beijo é a droga
Sakura estava deitada meio de lado em sua cama, a colcha não a cobria e com isso suas belas e torneadas pernas estavam a mostra. Os olhos do Uchiha seguiram desde o pé e foram subindo pela perna, ele prendeu um pouco da respiração quando chegou à coxa a camiseta que ela usava, que ele logo reconheceu ser dele, estava levantada e ele podia ver parte da calcinha preta dela. Continuou acompanhando o corpo esguio, abraçava um dos travesseiro gentilmente em frente ao corpo, os lábios estavam entreabertos e os cabelos róseos se espalhavam pelo lençol. Era uma visão muito bonita, linda na realidade, ao mesmo tempo tão inocente e sensual.
Sasuke quase se socou quando percebeu que seus olhos queriam vagar novamente pelo corpo da mulher ali deitada. Piscou e sacudiu a cabeça para afastar pensamentos nada ortodoxos que começavam a se formar em um canto obscuro. Era impressão ou a camiseta tinha ficado melhor nela?
Saiu do quarto do mesmo jeito que entrou: sem barulhos. Voltou a fechar a porta se encostou a ela. Fechou os olhos e os coçou sobre as pálpebras. Soltou o ar que só agora havia percebido ter preso.
Oh céus! Nenhum dos treinos do exército o preparou para uma tentação dessas. Nem a missão na Rússia na época do inverno para derrubar uma célula remanescente da antiga KGB poderia ser considerada difícil depois de uma visão tentadora dessas. Sentia-se um adolescente. Um baita de um adolescente pervertido nesse instante. Talvez seja todo esse tempo de abstinência ao qual se submeteu.
Respirou fundo.
Caminhou até o escritório e deixou a jaqueta lá. Já ia descer as escadas quando ouviu a voz feminina o chamar baixinho.
Your love is like bad medicine
Seu amor é como um remédio ruim
Bad medicine is what I need
Remédio ruim é o que preciso
Shake it up, just like bad medicine
Agite-o, igual um remédio ruim
There ain't no doctor that can cure my disease
Não há nenhum médico que possa curar minha doença
–Sasuke querido. – Sua mãe estava amarrando o roupão. – Chegou cedo, mais cedo do que esperávamos. – Ela se aproximou e ele se inclinou para receber o beijo da mãe.
–Acordei cedo novamente mamãe. — Sentiu a voz levemente rouca e pigarreou para limpar a garganta.
–Você não entrou no seu quarto, entrou? – Mikoto passou na frente e começou a descer as escadas, ele a seguiu.
–Não. – Mentiu. Odiava mentir para ela... Sempre era pego.
A mãe o olhou diretamente, ônix no ônix.
Ele podia ser o que for, temido dentro do exército, conhecido pelo olhar gélido e mortal que lançava, pela máscara impassível que carregava... Mas Mikoto o conhecia e não tinha “medo” dele.
–Você entrou. Não minta pra mim. Sabe que não gosto. – Voltou-se para a direção da cozinha.
–Hn. – Ele se dirigiu a pia e começou a preparar as coisas para coar o café.
–Não viu nada que não devia, certo? – Mikoto arqueou uma sobrancelha para ele.
–Hn.
–Acha ela bonita não é? – Ela riu e Sasuke a olhou curioso. – Seu pai também ficava todo sem palavras quando eu perguntava algo que o deixava constrangido. Era a maneira perfeita de saber o que ele pensava. – Mikoto piscou para ele. – Não precisa ficar assim filho. Somos só nós dois aqui, você pode me contar.
–Quem é bonita? – Uma Sakura sorridente apareceu na cozinha ainda vestida com sua camiseta, pelo menos agora ela vestia um short. E ele a viu corar levemente quando os olhos se encontraram. – Oh Sasuke. Não sabia que você já havia chegado. – Ela segurou a barra da camiseta nervosa.
–Oh querida, Sasuke me surpreendeu também. Mas assim ele pode tomar café da manhã conosco. A propósito, acho que essa camiseta ficou muito boa em você. – Mikoto tocou no braço da mulher e saiu da cozinha indo em direção as escadas e deixando os dois sozinhos. O cheiro de café fresco inundava a casa.
Sakura olhou para a camiseta que vestia como se precisasse se certificar do que vestia. Olhou nervosa para ele e mordeu o lábio inferior como se esperasse algo dele.
O mundo, com toda certeza, não estava conspirando a seu favor. Aqueles olhos verdes interrogativos e aquela nada intencional, mordidinha sexy no lábil, o estavam deixando débil, pois ele simplesmente concordou com um aceno de cabeça.
I don't need no needle
Eu não preciso de uma agulha
To be GIVING me a thrill
Para me dar uma emoção
And I don't need no anesthesia
Eu não preciso de anestesia
Or a nurse to bring a pill
Ou uma enfermeira para trazer um comprimido
I got a dirty down addition
Eu tenho um vício sujo
It doesn't leave a track
Que não deixa rastro
I got a JONES for your affection
Eu tenho um vício pela sua afeição
Like a monkey on my back
Como um macaco nas minhas costas
Ele terminou de passar o café e logo Mikoto voltou terminando de por a mesa. Sentaram-se os três. Sasuke de frente pra Sakura e Mikoto ao lado dela. Ele percebeu que as duas conversavam de maneira despreocupada e, aparentemente, íntima. Riam uma para outra, faziam cara de surpresa, preocupação....e depois de um tempo ele se flagrou observando a mulher rosada em sua frente.
Tinham o mesmo hábito de tomar uma generosa xícara de café, as mãos de aparência delicada tinham as unhas pintadas num tom claro com alguns desenhos que ele não conseguiu identificar. Subiu o olhar e a observou melhor na camiseta, realmente ficava bem melhor nela...muito melhor. Olhou para os cabelos, sedosos e brilhantes, desceu para os olhos assim que ela levou a caneca a boca, a observou sorver o café, e quando os olhos dela se ergueram os ônix se mergulharam no verde. Nenhum dos dois desviou o olhar.
–Sasuke?! Filho, você está me ouvindo? – Mikoto os livrou da hipnose mútua.
– Não. Pode repetir? – Ele se apressou em tomar um pouco do café. E ele viu que sua mãe havia percebido o que lhe tirara a atenção.
–Perguntei se foi tudo bem lá em Suna. – Mikoto pôs a mão dela sobre a de Sakura que descansava sobre a mesa. – Sakura também está curiosa. Não está querida?
–Oh, sim claro. – Ela lhe sorriu expondo os dentes brancos.
–Kakashi quer que eu saia em missão daqui algumas semanas e Suigetsu e Juugo ficaram dizendo que eu parecia curado de alguma coisa. Bobagem deles. – Ele tomou mais um gole do café e viu Sakura arquear uma sobrancelha ao olhar para ele.
–Você se sente bem? – Ela lhe perguntou e ele sentiu uma leve preocupação na voz. – Teve febre recentemente? Dor em algum lugar? – Ela se levantou e se aproximou dele, ficando de costas para Mikoto.
Tocou lhe a testa como se medisse temperatura, desceu a mão lentamente pela lateral de seu rosto e parou alguns instantes na bochecha. As mãos dela eram realmente macias e delicadas. Já seu rosto já se encontrava um pouco áspero pela barba por fazer. Ela observou seus olhos, e quando ela lhe tocou os lábios levemente com o polegar ele a viu molhar os lábios e entreabrir a boca. Ele freou seus instintos masculinos que gritavam que aquela ação era típica de quem desejava um beijo. Mas voltaram a se encarar, um desafio silencioso que ele não sabia se era intencional.
There ain't no paramedic
Não há para-médico
Gonna save this heart attack
Que salvará este ataque cardíaco
When you need
Quando você precisar
That's what you get for falling in love
É isto que você ganha por se apaixonar
Then you bleed
Então você sangra
You get a little but it's never enough
Você ganha um pouco mas nunca é suficiente
On your knees
De joelhos
That's what you get for falling in love
É isto que você ganha por se apaixonar
And now this boy's addicted
E agora este garoto está viciado
And your kiss is the drug
Pois seu beijo é a droga
–Você viu alguma coisa errada querida? – A pergunta de sua mãe soou o gongo do final do round. Sakura se distanciou aos poucos voltando para o seu lugar e ele se pegou pensando em esticar o braço e puxa-la de volta para perto.
–A temperatura está normal. Os olhos não mostram nada. Talvez seja melhor você fazer um exame Sasuke. – Ela lhe olhou com um leve semblante de preocupação.
– Estou bem. O médico da base disse que estou em excelente condição física. – Ele olhava de Sakura para a mãe.
–Fez coleta de sangue? – Sakura insistiu.
–Sim. Tudo dentro da normalidade. Juugo e Suigetsu só estavam falando bobagens.
–Fico mais feliz que seja só impressão querido. Não podemos descuidar da saúde. – A mãe lhe estendeu uma torrada. – Vamos lá se alimente. Você também Sakura, nada de tomar somente essa caneca de café. Incrível como vocês dois tem o mesmo hábito. – Mikoto riu acompanhada da rosada.
O resto do café se passou com as duas conversando. Ele grunhia alguma coisa em resposta quando alguma delas perguntava algo. Não queria ser mal educado, mas não gostava de falar muito. Depois de terminarem os três organizaram a bagunça. Sakura então subiu para se trocar dizendo que precisava ir ao hospital, e já que eu havia chegado mais cedo não havia motivos para que ela chegasse mais tarde.
–Acho que ela gosta de você. – Sua mãe sussurrou enquanto passava por ele e subia as escadas. –Só queria deixar claro que eu sou totalmente a favor querido. – Ella riu baixinho e subiu as escadas e sumiu no corredor.
Sasuke ficou olhando para o lugar onde a mãe sumiu.
Oh sim estava perdido!
E talvez ele estivesse ficando doente, só que dessa doença ele nunca havia sofrido, mas talvez, só talvez, ele tivesse uma ideia de qual remédio tomar.
I need a respirator 'cause
Eu preciso de um respirador
I'm running out of breath
Porque estou ficando sem fôlego
You're an all night generator
Você é um gerador a noite inteira
Wrapped in stockings and a dress
Envolvida em meias-calças e um vestido
When you find your medicine
Quando você encontrar seu remédio
You take what you can get
Você pegue o que puder
Cause if there's something better baby
Pois se existe algo melhor, baby
Well they haven't found it yet
Bem, ainda não encontraram
Fale com o autor