Notas iniciais
Olá geeeente :D Volteeeei com mais um capítulo! Obrigada pelos comentáriooooos! Espero que gostem! E

Felipe saiu enfezado da casa da Ana, finalmente aquele escroto conseguiria o que sempre tentou desde que começou a namorar a Ana, leva – la pra cama e difama – la entre seus amigos como sempre fazia com suas namoradinhas.

Felipe ainda estava cego de raiva, quando esbarrou em alguém na rua.

– Ai! – De bunda no chão – Ta atacado dos nervos é? – riu.

– Ah, desculpa Julie, não te vi – Esticando a mão até a garota, levantando –a

– Percebi! – sorriu, limpando os shorts – E o que houve? Que cara é essa?

– Acabei de brigar com a Ana – bufou

– Já sei, por conta do Carlos de novo – revirou os olhos, afirmando.

– O que você acha – Irritado – Ele finalmente vai conseguir o que quer Julie – Dando um tapa no muro.

– Como assim? Comer a Ana? – Assustada

– E o que mais ele quer com ela? – contrariado

– A Ana vai mesmo fazer isso? – afirmando a cabeça negativamente

– O que você acha? E o pior, ninguém pode falar mal daquele cretino que ela fica atacadinha! – bufou

– Eu sei que o cara não presta, mas tu também não colabora né – dando um risinho sem graça – Xinga o cara sem pudor

Felipe revirou os olhos.

– Olha – tocando no ombro do Felipe – Eu vou tentar falar com ela, pra vê se ela desiste dessa idiotice, e você, vê se acalma os ânimos.

– Vai falar? – animado – Só você mesmo Julie – dando um beijo na cabeça da Julie que sorriu – Você é um anjo!

– Menos ta? Bem menos – riu – Vou falar com ela, depois te ligo. Tchau pra tu. – Deu uma pedalada no garoto e entrou na casa da Ana.

***

– E aê, cadela! – Adentrando o quarto da Ana e se jogando na cama.

– Ah, oi Julie.

– Muito obrigada pela recepção, e que cara é essa? – Olhando –a

– Cara, que cara? Cara de quem não agüenta mais o Felipe, ele passa dos limites.

– Já sei, brigaram por conta do Carlos de novo, e blá blá blá – revirando os olhos.

– Ele não pode chamar o Carlos do que quiser e ficar por isso mesmo — bufou

– De boa? Eu não sei porque você defende tanto esse cara, nem afim dele você é. – falando, tranqüila.

– E quem disse que não? – arregalando os olhos.

– Pra cima de mim? – Gargalhou – Você é de quatro pelo Felipe e não assume logo pra ele.

– Isso já passou ta legal?

– Passou porra nenhuma, deixa da tua frescura. O cara ai maior dado pra você, e tu fazendo cú doce.

– Eu não posso ter nada com o Felipe, esqueceu?

– E porque não? Tá com cinto de castidade na periquita por acaso?

– Deixa de ser ridícula Ju – rindo – Não é isso – desfazendo o sorriso – Iria arruinar nossa amizade.

– nhenhenhe arruinar amizade, sabe quando essa frescura vai acabar? Quando ele te pegar de jeito, ai quero ver.

– Nada a ver, sem falar que já marquei com o Carlos, e vou resolver isso hoje a noite!

– Você vai dar pra um cara que nem gosta Ana!

– Não tem problema, mas eu mostro ao Felipe que eu não vou me arrepender como ele falou.

– Olha, com certeza pra o Felipe isso não é um jogo. Se ele falou isso, pode até ser verdade. Guardou tanto essa virgindade pra que? Pra acabar num motel de beira de estrada dando pra um cara que tu nem gosta e você sabe melhor que nós que não presta.

– Ih, la vem você também é? – bufando — E eu não vou pra um motel de beira de estrada, vou pra casa dele.

– Você que sabe, depois não diga que eu não avisei ta legal? Agora eu vou embora, e deixa a porra do telefone ligado, e liga pra o 190 se for o caso!

– hahahaha, muito engraçado – fechando a cara – não vou precisar da polícia, pode ficar tranqüila

– Cê que sabe, tchauzinho – dando um beijo na bochecha de Ana – e se cuida.

Julie saiu da casa de Ana, esta que foi logo se organizar para encontrar o Carlos. Julie pegou seu telefone, discando para o Felipe.

– Alô? Julie?

– Olha, se liga! Hoje a noite na casa do Carlos, vê se faz alguma coisa ou tu vai perder a mulher da tua vida pra aquele filho da puta, tchau! – Desligando.

Felipe olhou para o telefone, piscando duas vezes, sem entender quase nada. Julie era louquinha, mas muito especial, não era a toa que Pedro era de quatro nela.

***

Logo a noite chegou, e Ana foi de encontro a Carlos, suas mãos trêmulas suavam, e hesitavam a tocar a campainha. Respirou fundo tomando coragem e então a tocou, e não demorou a que Carlos enfim aparecesse, com o seu sorriso cafajeste de costume, que já era marca registrada de seu duvidoso caráter.

Carlos era alto, forte, moreno, dos cabelos repicados, sorriso meio amarelado e de olhos castanhos escuros, com pircing no queixo e brinco na orelha. Um pouco o inverso de Felipe, que tinha a pele branca, de cabelos cacheados e macios, de olhos mel, sem furos no rosto e sua boca era mais convidativa do que um morango em seu ápice de sabor, porém também era alto, e forte, mas sem as bombas que o Carlos tomava.

– Demorou pra chegar ein! – puxando –a com tudo para o apartamento, colocando –a contra a parede – Já estava pensando que tinha desistido.

– N... Não, claro que não – Saindo dos braços de Carlos, que novamente a puxou e a colocou contra parede.

– Pra onde vai? – Perguntou, pressionando – a mais.

– Ah, eu ia tomar um pouco de água – tentando sair novamente

– Deixa a água pra depois, você vai precisar – rindo maliciosamente.

Ana abriu um pouco mais os olhos, sentindo o nervosismo subir pelas suas pernas, era aquilo mesmo que ela queria?

Notas finais
Bem, espero que gostem :D O que será que Ana irá fazer? Aguardem o próximo capítulo de O que seu amigo pode ser. besitos :*