O que o destino nos guarda
2 Não quero pais novos, quero os meus
Notas iniciais
Miguel vai para a sala, onde encontra a diretora Fernanda e todos os moradores do orfanato. Ele se senta no sofá perto de Aiko.
–Crianças, amanha um casal ira visitar o orfanato. Por isso, quero todos de pé bem cedo!
“Mas eu não quero pais novos, quero os meus!” -Pensa Miguel não gostando muito da ideia.
Anoitece em Gotham City, e na mansão Wayne, Diana esta no antigo quarto do filho. Ela passa a mão na cama.
Cinco anos antes
–Mamãe, canta uma canção. -Pede o pequeno Miguel para a mãe. Diana se senta ao lado do filho e começa a cantar.
Meu anjinho,
Tenha bons sonhos!
Meu anjinho,
Durma tranquilo.
Não precisa ter medo,
Pois vou sempre estar aqui!
Meu anjinho, meu anjinho,
Tenha bons e durma tranquilo,
Pois vou sempre estar aqui!
Diana percebe que Miguel dormiu.
–Boa noite meu anjinho! -Ela beija a testa do filho e vai para seu quarto.
Presente
–Diana? -Diz Bruce entrando no quarto. Ele vê a princesa das amazonas dormindo na cama de Miguel. Ele a pega no colo, a leva ate o quarto e a coloca na cama delicadamente.
–Boa noite meu amor! -Ele beija a testa dela e vai dormi.
No meio da madrugada...
–Papai... Mamãe... Me tirem daqui. -Dizia o pequeno garoto batendo no vidro da janela em meio de tossidos.
Enquanto isso, do lado de fora do galpão, Batman e Mulher Maravilha lutam para salvar o filho daquele velho galpão.
–Você vai querer mesmo arriscar sua vida por esse pirralho Batmazinho? -Pergunta Coringa provocando Batman, ao mesmo tempo em que da um violento soco na barriga do herói, deixando ele sem fôlego.
O palhaço psicopata deixa Batman no chão e pega uma caixa de fósforos.
–Espero que tenham se despedido! -Diz Coringa acendendo uns seis fósforos e jogando no galpão.
–NÃO!–Grita Diana e Batman
–PAPAI! MAMÃE!–O galpão desaba.
–MIGUEL!–Grita Bruce acordando desse passado que ele queria que não tivesse acontecido. Por sorte, ele não acordara Diana. Ele volta a dormir.
Amanhece, e no orfanato de Gotham, todos os moradores já estão acordados, a espera do casal.
–‘To tão animado, tomara que eles me adotem. -Dizia Aiko todo alegre.
–Eles podem te adotar a vontade! Afinal, eu já tenho pais.
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