O que aconteceria se....
1 o que aconteceria se...se eu fosse ao mercado.
Notas iniciais
Mãos quentes, corpo quente, sobre a luz da lua, nascem mais uma família agora somos um, e vamos ser felizes por muito tempo. Não seremenos felizes para sempre...
~~FIM~~
E assim termino mais uma historia da qual nunca será publicadam divulgada, ou vendida. Sim sou escritora.não, não sou famosa, sou iniciante ainda estou na escola ultimo ano. Escrever historias é realmente algo dificil, mesmo que a minha ideia seja boa nunca consigo faze-la ficar no ponto. O que falta? Mais sal? açucar? talvez agridose! realmente não sei o que fazer!...
Hoje é domingo novamente estou na rotina diaria de tentar, e tentar e continuar tentando, mas não há nada! Nem ninguém literalmente estou sozinha, moro sozinha, sou solteira, desajeitada, anti-social, os piores casos que se pode encontrar, novamente volto para meu a fazer normal tentar, tentar , e tentar novamente escrever um livro. Para piorar estou sem ideias, coloco uma musica descanso encostando na cadeira talvez eu devese descansar por alguns minutos...
Abro os olhos lentamente — argh... que horas são – reclamo com voz baixa, estico o braço para pegar o relogio incrivelmente a oito relogios na casa, um bem em cima da cama na parede, o meu relogio de pulso que está no meu outro braço, um na sala, o do computador, o da cozinha, meu celular, o da tv... mas incrivelmente eu só olho o relogio em forma de carro que quando coloco pilhas anda o suficiente para cair no chão. Cinco e meia, eu disse um cochilo e durmi por quatro horas e meia, francamente o que acontece com o meu corpo quando eu digo apenas um cochilo.
É melhor começar a fazer a janta... a é! Não sou boa fazendo comida e sempre acabo errando e tendo que fazer lanches, mas hoje quero comer algo realmente bom, comprei ingredientes para fazer um estrogonofe de frango, preparo tudo com o maior carinho, até mesmo desligo o fogo antes e queimar agora o que me resta é comer a primeira comida descente que preparei na vida....
jonny o garoto das entregas de pizza vai ficar feliz em ver sua cliente vip hoje novamente.... pessoalmente não gosto da minha rotina monotona eu acho que deveria mudar alguma coisa, mesmo assim a vida não é feita de sonhos, é estranho eu estar falando nisso por que eu mesma estou tentando realizar meu sonho.
Não estou falando de livros ou alguém ‘quero ser feliz’.
E com esse tipo de pensamento vou dormir na cama onde divido espaço com a sujeira, miojo, toddynho, leite, pão, e algo que não sei explicar o que é algo com a cara de que já venceu a anos.
De manhã acordo sempre atrasada e vou a escola com um pedaço de pão na boca, meu ultimo dia de aula, meu ultimo ano de escola, e deixei meu pão cair, e o dia também foi otimo. Cai na cantina, cai na sala de aula, cai no corredor, um dia me peguei pensando no que eu seria quando maior, fui discutir com minhas colegas e a minha resposta foi : eu acho que você não vai crescer mais , risos, risos, risos..... nós rimos juntas mas na verdade eu queria mata-las de tanta raiva.
Agora vou para meu emprego, sou jornalista e muitos dizem que os meus artigos são bons, mas sinceramente não era isso que eu queria, meu sonho é apenas escrever um livro de sucesso e largar a carreira de escritora e voltar para a de jornalista, seis horas e meia de trabalho já está bom trabalho apenas para a comida e aluguel que não deixo atrazado por que no mesmo dia que eu me atraza-se seria despejada. sinceramente aquela velha rabugenta.
Ah eu me esqueci, eu deveria ir ao mercado que está em promoção perto da rodoviaria comprar ingredientes para....Talvez seja bom ligar para jonny mesmo. Mas hoje alguma coisa me diz para ir ao supermercado, será que eu realmente deveria ir ?
‘Com certeza não há nada mesmo’
Deixando de lado totalmente nossa protagonista e criando um novo personagem do qual não sabemos nada.
Estando em uma sala quase vazia quieta decidi sair para fazer comida, vou ao mercado perto da rodoviaria fazer estrogonofe de frango.
Realmente estavá bom, realmente bom, me virei para perguntar como estava mas esqueci agora estou sozinho, há alguns dias meu único parente, minha irmã faleceu e agora me resta é está estranha casa que faz barulhos a noite como se disse-se — ela não está aqui para zoar da sua cara, e falar que está com medo -.
Não estou com medo, estou...triste estou desapontado por ela não ter se despedido, estou com raiva.
Encostei minha cabeça no travesseiro, da cama e senti um cheiro meio estranho de fumaça, levantei-me para olhar o que era. Era meu fogão, estavá pegando fogo. Corri para apagar, mas já era tarde,tudo que consegui foi fugir.
E agora estou nessa situação, sem casa, é noite e não tenho parentes, pelo menos que eu conheça ... ainda bem que antes de morrer minha irmã me falou um lugar seguro para ir, — bem seguro, é mas é meio bagunçado – disse ela. Acho que eu tenho o numero em algum lugar da casa queimada preciso verificar ... Entro lentamente nos destroços da casa para procurar coisas que ainda estão salvas, dentre elas encontro: uma caixinha de som que na verdade era da minha irmã, um relógio, entre outros até que achei o numero e o endereço.
— acho que finalmente cheguei – falo em voz baixa, me aproximo da porta, mas assim que decido abri-la, saem de La uma mulher com coque no cabelo e alguns palitos parecidos com hashi, -ela é bem baixa- pensei, ela deveria ter uns 1,54 ou 1,51 mas acho que estou pensando isso por que sou bem alto, tenho 1,84 sou um poste...
- Er... poderia falar com a senhorita Morgana ? – falo em um tom confuso já que ela parecia estar em uma briga com a outra mulher.
- Sou eu, por que ? – responde , a mulher um pouco mais alta de cabelos pretos, que aparentava uma pele bem bonita, mas ainda sim parecia sarcástica. Estou decepcionado, Morgana não é a mulher com hashi na cabeça.
- Tenho um favor a pedir... – explicando toda situação a ela peço um lugar para ficar por uns tempos.
- Oliver, você sabe que a sua irmã era minha melhor amiga, é claro que você pode ficar, na verdade você pode ficar aqui quanto tempo quiser, eu vivo nesse condomínio com essas meninas , já estava na hora de um garoto aqui – disse , Morgana com a cara de safada, literalmente esse lugar deve ser uma bagunça...
- Mas Oliver não há nenhum apartamento vazio, sinto muito se você for ficar teria que ficar com alguém. – era isso que eu temia, esse não é o pior só há garotas nesse condomínio, acho que Morgana tem medo de hospedar homens e eles tentarem algo. Não quero ficar aqui, não vou ficar aqui.
- se possível qualquer lugar seria bom – sou um desastre, mas vou sair desse lugar o mais rápido o possível.
- Então , vou deixa-lo com minha melhor hospede, ela não faz muito barulho, paga as contas em dia e tem dois quartos no apartamento dela, embora... – senti um arrepio quando ela disse embora, mas não vou falar nada, a menos que eu queira dormir na rua hoje. Concordei, e a segui até o apartamento, na verdade parecia um lugar agradável aquele condomínio, mesmo com meninas malucas.
Ao chegar La havia uma porta branca o numero 52, pouca luz, me pergunto se ela estava acordada.
- Senhorita Morgana, será que ela não poderia estar dormindo já? – pergunto em tom baixo.
- Com certeza não, ela deve estar escrevendo aquele livro, que nunca termina – recebo de resposta.
Uma escritora ao menos uma pessoa normal nesse lugar, é bom saber que há uma pessoa sensata por aqui, eu posso até gostar.
Morgana bate na porta, mas ninguém responde, ela resolve então bater novamente, até que se escuta um som de trancas se abrindo, tento me ajeitar para parecer normal, mas novamente esse lugar maluco me surpreende.
Cabelos longos e loiros, levemente despenteados, grandes olhos azuis, mas aparentemente cansados, pele branca parecida com a neve, nenhuma mancha, na verdade perecia que ela nunca havia conhecido o sol.
- Morgana, o que está fazendo aqui a essa hora da noite? – falou ela com uma voz suave, enquanto mexia os lábios, como se estivesse me chamando, se ela fosse droga eu estaria viciado, meus olhos não paravam de ver, e se abriam mais e mais conforme eu olhava, baixinha, aparentemente fofa será ilusão minha? Estou vendo coisas de mais?
- argh – falo inconscientemente, e dou um passo para trás.
- Oliver? Você esta bem? – fala Morgana, que por um momento estava sem entender, mas logo fez uma cara.
- ah, eu estou bem, desculpe – respondi
- Sophia, este é Oliver Walker, ele é o irmão de uma amiga minha que recentemente faleceu, e agora a pouco sua casa foi queimada, será que ele poderia ficar no seu apartamento alguns dias? – fala Morgana. Sinceramente parece que ela contou minha vida toda agora. Talvez não seja tão ruim ficar uns dias casa dessa garota, Sophia...
- Acho que ele pode ficar mas,... as coisas aqui estão meio bagunçadas – diz a garota mexendo nos longos cabelos perto da nuca.
- você se importa? – pergunta ela novamente, parecia minha sentença de morte, eu deveria responder? vou ficar louco hoje.
— Não me importo – respondo olhando firmemente para ela com as mãos nos bolsos.
- Então, eu vou indo, Sophie deixo ele com você, até a manhã – diz Morgana saindo como se não quisesse estragar o clima.
- Entre – ela gaguejou, abrindo mais a porta para que eu entrasse, e novamente esse lugar maluco da sua cara, há roupas por todo lado, comida em cada canto, poeira em todo lugar parece um lixão.
Ela me guia até o quarto em que vou ficar, eu esperava um horror de quarto, mas o que encontrei foi muito mais estranho. Estava tudo tão arrumado parecia o único cômodo descente na casa.
- É, você pode dormir aqui – disse ela com sua suave voz, ela me olhou um pouco se virou e saiu fechando a porta. Não estava tão tarde assim, achei que ela não tinha comido ainda quando a campainha toca, e por costume eu vou ver quem é, mas ela é mais rápida.
Tinha cheiro de calabresa, era pizza. Fiquei encabulado por ver aquilo, quer dizer parecia que ela não comia uma comida descente á anos, eu já estava no meu limite, minha irmã costumava dizer que eu era muito ordeiro. Ela se retirou devagar, parou um pouco e de costas perguntou se eu queria um pouco.
Não, eu queria derrubar da mão dela ela já era pequena como crescer comendo pizza, e a casa, ela parecia uma colegial.
- Ei a quanto tempo, não come uma comida caseira? – perguntei, quase me arrependendo, quer dizer mal cheguei na casa dela, e já estou mandando nela?, mas isso é algo que não posso segurar.
- Bem faz um tempo, e mesmo que eu queira, não consigo cozinhar bem – responde ela
- E a sua família? Não cozinha para você? – droga estou perguntando demais ela deve estar com raiva, mas eu quero saber o porque.
- minha mãe morreu quando eu era pequena e meu pai mora no interior em uma fazenda, com minha madrasta e meus meios irmãos – responde ela já preparando para morder o primeiro pedaço de pizza. Mas eu pego sua mão e a pizza que esta em seu colo e jogo fora ela fica sem saber, ou entender o porque, ela vira a cabeça para o lado e fica reta com sua camisola azul de carneirinhos.
- eu vou fazer para você, uma comida caseira – falo em tom baixo, mas firme. Seus olhos aregalaram-se soltou o pedaço de sua boca que ainda não havia mordido, e se sentou do meu lado.
Mesmo contrariado por dentro começei a lavar as louças para fazer algo, estou com raiva, eu mal a conheço, o que a nessa garota que é tão intrigante? Nem mesmo sei o seu sobrenome.
- Meu sobrenome é Williams – disse ela sorrindo, como se tivesse lido a minha mente, foi quando percebi que falei um pouco alto a parte do sobrenome. Arght, não escondo minha verdadeira cara estou serio agora, e com medo ela não para de me olhar, será que estou fazendo algo de errado?
- ei, quem te ensinou a cozinhar? – perguntou ela meio curiosa, mas ainda com seu olhar grande sobre mim sentada na mesa, mas pequena demais para alcançar o chão com os pés.
- minha irmã, ela me ensinou quase tudo que eu sei – arght maldição porque estou falando tudo assim como se eu já conheçe- se ela?
- quando você fala ela parece uma pessoa muito legal – diz ela um pouco mais baixo, um tom mais calmo com as mãos para baixo. O que diabos aconteceu?
- não ela era horrivel, ela fazia academia de luta livre, e sempre me batia – falei lembrando de algumas cenas estranhas em que ela me acordava de manhã com socos, e como ela costumava falar alto no meio do povo quando estava com raiva. Logo esculto um riso meio baixo, era a garota baixinha sentada na mesa, ela parecia realmente se divertir com isso.
Depois que eu terminei de fazer a comida ela agradeceu sinceramente, e foi se deitar me desejou boa noite, mas aquela casa era mais assustadora que a minha, havia roupas para todo lado, resolvi entrar no único cômodo da casa descente, me encostei na cama e logo peguei no sono.
Lembranças da minha irmã, não consigo parar de pensar nela, afinal ela morreu do meu lado no carro, me traumatizou quando sorriu cheia de sangue, ela estava morrendo e mesmo assim sorriu, e para mim, ela não queria sorrir, eu queria chorar, logo depois o único que escapou foi eu, apenas alguns arranhois, me encostei em uma árvore tentei chorar, tentei sorrir, nenhum sinal não havia espressão, então eu estava andando na neve fria e vi a mim mesmo gritando pela minha irmã mas eu não chorava.
Acordei assustado, me levantando repentinamente do nada senti algo mole na lingua, como eu poderia dizer quente quase umido, suave, abri meus olhos para verificar, era ela a garota de olhos azuis, hoje com a luz da janela os olhos dela pareciam mais azuis ainda cintilantes e estavam olhando para mim, meio confuso, minhas mãos seguravam seus braços.
Soltei levemente de seu corpo ela parecia congelada
- desculpe, eu realmente não queria... – falei baixo, olhando para o outro lado, eu queria verificar seu rosto mas não podia não tinha esse direito.
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