O que a Akatsuki fez no verão passado
210 G2: "AMA" se mostra...?!
Notas iniciais
NO CAPÍTULO 206…
A câmera estava virada ao espelho e, devido a isso, eles continuavam vendo “a coisa”.
Num canto do banheiro, olhando para Jane the Killer, havia um vulto. Se era uma pessoa ou não, não dava para saber, mas era humanoide. A criatura tinha entre 100 e 150 centímetros de altura. Não dava para ver nada do seu corpo, a não ser as mãos. O demo estava coberto por um manto preto e um capuz, sendo que essas vestes estavam bastante surradas.
As mãos daquela entidade estavam sujas de terra e com um aspecto congelado. Elas eram cheias de cortes, bolhas e manchas esverdeadas like a pancada com o pé no canto da cama (WTF?).
O G2 não conseguia ver nada mais que isso… mas, em certo instante, o vulto ergueu a cabeça – que, até então, estava abaixada – e, logo depois, dois pontos vermelhos apareceram na escuridão do capuz… como se fossem olhos vigiando-os, observando cada passo seu.
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G2 (extreme pokerface)
CAROL – O-O que diabos é essa coisa?
COLE – Não faço a menor ideia!!
PAIN – Será que é um novo capetinha?
CAROL – Eu duvido muito, e…
JANE (na gravação, lógico) – Lalalawee… lala-tetete! (WTF?) (repara no espelho) WAAAA!!! (joga todas as maquiagens pros hells) (capota) VOCÊ ME ASSUSTOU, CACETE!
????? (silêncio mortal)
JANE (recompõe-se) – A que lhe devo essa ilustre presença… (suspense mortal) “AMA”?
AMA – Jane. Só vim para um pequeno aviso.
G2 – OH MY FUCKING LORD!!! (*o Pain… já sabem*) (assando tortas e jogando na cara um do outro) (bebendo galões de água e cuspindo) ISSO É REAL?! (corações sendo jogados para fora da boca)
A entidade tinha uma voz metálica, irreconhecível. Era um som arrastado, um tanto quanto áspero e rouco. Ou seja: não era a voz de nenhum vilão “disfarçado”, longe disso. Não haveria motivo para tal, mesmo. De fato, havia um ser muito maligno presente naquele Castelo… “AMA” era aquilo?
JANE – Claro. Mas, antes… Qual dos dois…
AMA – Ele.
JANE – Perfeito.
AMA – Como sabe, é só por convenção, mesmo. Afinal, para manter-me a salvo, precisa haver uma camuflagem.
JANE – Sim, tudo numa boa. Como está indo a…
AMA – Perfeitamente. Mas não é por isso que vim aqui. Está ainda havendo uma reunião. Mas temo que acabemos prejudicados com isso. Precisamos prosseguir logo com o baile para os membros-chave passarem ao nosso controle. Afinal, mesmo com a morte de Samara e a maldição sendo eternizada, não podemos arriscar. Se é que você me entende.
JANE – Claro. (dá um riso macabro) (*como diabos o G2 ficou sabendo do riso macabro?!*) Mas, se tudo continuar nos esquemas, a maldição continuará de pé, e a transferência poderá terminar.
AMA – Sim. Bem, só vim para apurá-la um pouco. Farei o mesmo com os demais vilões que não se encontram no baile.
JANE – Mas… Você… tem certeza que quer sair por aí, desse jeito?
AMA – Não se preocupe. Creio que as Gêmeas Grady irão notificar a todos sobre o progresso da transferência. Mas já foi o suficiente para que eu possa fazer isso.
JANE – Tudo bem. Mas lembre-se: nosso futuro depende de isso terminar bem.
AMA – E vai. Agora, pode ir.
Como qualquer vilão que nossos heróis já viram, aquele vulto capirotense sumiu passando pelo chão. Jane, por sua vez, suspirou, pegou as maquiagens, guardou-as em sua bolsa e saiu do banheiro, indo em direção à torre oeste, a mesma pela qual Voldemort, Ghostface e o Team-7 tinham usado para subirem ao Santuário.
G2 (triple pokerface) – O que diabos está acontecendo por aqui?!
PAIN – MEU EU! “AMA” é aquilo? Onde é que nós estamos nos metendo?
COLE – Eu acho que há mais por trás desse “jogo” que o esperado… O que nós faremos?
CAROL – Temos que nos focar em nosso objetivo: resgatar os membros-chave e obter a 8ª página para podermos acessar a Torre Negra. É o único jeito de concluirmos o jogo.
PAIN – Para sermos aniquilados depois. (gota) Tá certo.
COLE (gota) – Não será tão dramático assim, provavelmente.
CAROL – E a Jane está chegando ao baile…
Os três divos olharam pelos vitrais e, com dificuldade, devido ao colorido e à irregularidade deles, viram a silhueta de Jane passando pelas portas e fechando-as logo em seguida. Do outro lado, eles não conseguiram ver muita coisa.
PAIN – Como Kayakos nós vamos saber quando agir? E como vamos entrar no Castelo, para início de conversa?
COLE – Não tenho ideias dessa vez…
CAROL – Bem, eu acho que sei, mais ou menos, o que fazer…
COLE – Sabe?
CAROL – Sim. Cole, por acaso você tem por aí um escuta ultrassônico?
COLE – UFA! Pensei que você iria pedir se eu tinha um clipe de papel para usar para arrombar alguma janela ou algo assim. Nesse caso, estaríamos fodidos. Um escuta ultrassônico eu sempre tenho de reserva. (tira um e passa para Carol Anne)
PAIN (facepalm) – Acho que já posso me internar num manicômio.
CAROL – Ótimo, obrigada, Cole-kun. Agora, escutem a minha ideia genial. Um de nós irá por cima do telhado, dar a volta até a lateral dessa seção e chegará às paredes laterais do Santuário. De acordo com o que Saruman nos falou, há janelas nas paredes laterais daquele saguão. Um de nós ficará lá, espionando levemente o que está acontecendo lá dentro, enquanto usa o escuta ultrassônico para ouvir o que os vilões estão tramando.
PAIN – E os outros dois, ficam fazendo o quê?
CAROL – Um fica aqui, de vigia nos jardins no Castelo para ver se algum novo vilão está vindo…
COLE – Certo. Se aquele demônio do Castelo disse que iria buscar os faltantes, então, logo, eles deverão chegar…
CAROL – Exato. E o outro ficará na janela do outro lado, apenas de olho no que rola dentro do salão.
PAIN – E o que fazemos depois?
CAROL – Bem… Primeiro, nós tentamos descobrir o estado dos membros-chave. Depois, se nada pudermos fazer, ficaremos apenas escutando e nos comunicando por sinais o que está havendo ou o que os vilões estão conversando lá dentro.
COLE – E o G1?
CAROL – O G1 provavelmente está escondido no Castelo, bolando algo para salvarem os membros-chave.
PAIN – Pelo que conheço dos bocós, isso vai dar merda.
CAROL (gota) – Exatamente. Logo, se algo de mais acontecer e precisarmos agir, nós nos reunimos aqui na frente e damos um jeito rápido de entrar no Santuário para darmos uma mão a eles.
COLE – Só há um problema! E se os membros-chave estiverem no meio de sua possessão, o que faremos?
PAIN – Oh, meu caro Cole! O problema não é os membros-chave! O nosso problema é conseguir fazer algo em meio a tantos vilões, sem termos como agir. Se os três bocós estiverem sendo possuídos, é só vocês dois fazerem aquele encantamento combo de despossessão! Não era esse o plano?
COLE e CAROL (se entreolham) – P-Pois é.
PAIN (pokerface) – O que foi?
CAROL – Nada!
COLE – Nós estamos prontíssimos para fazer a despossessão dos bocós…
PAIN (gota) – Esperem um instante… Não vão me dizer que vocês…
COLE – Não se preocupe! Nós sabemos, sim, fazer o encantamento de despossessão.
PAIN – Então, por que…?
CAROL – Ora, não é óbvio?
PAIN (gota) – Na verdade, não.
COLE – Para falar a verdade, nenhum de vocês chegou a perceber que eu e Carol-chan agíamos meio estranho cada vez que alguém falava de despossuir alguém?
PAIN – Bem, agora que você falou… Realmente! O que está havendo? Como um deus, eu exigo respostas, e…
CAROL – Pain! Cale a boca e nos ouça! (põe uma mão em cada ombro do nosso querido deus) Acontece que há um pequeno… efeito colateral… nesse encantamento.
PAIN – Efeito colateral? O que você quer dizer com isso?
Carol Anne e Cole Sear se entreolharam uma última vez antes de, finalmente, resolverem revelar, de uma vez por todas, o que havia por trás do processo de despossessão dos poderes de Kayako Saeki.
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