O que a Akatsuki fez no verão passado
232 G3: O infortúnio que uma jaula óssea pode causar
Notas iniciais
NO CAPÍTULO 230…
NAGATO — Parem de amolar. Temos trabalho a fazer…
Os retardados olharam para os lobos à sua frente, que continuavam hipnotizados pelo feitiço do tio Dumby. Eles posicionaram-se like a prisioneiros e prepararam-se para concluir sua missão.
Era agora ou nunca.
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Os pandas também estavam acorrentados, é claro; fazia parte do plano. Os dezoito ursinhos carinhosos (?) estavam dispostos em três filas, de seis cada uma (*não me diga! Pensava que seriam três filas de trezentos.*). Havia uma única corrente para cada fila de pandas, de modo que ela começava na coleira do panda da frente e ia sendo levada para os pandas do fundo.
Entre as três filas, os nossos queridos estavam em duas. Dumbledore, Jiraiya e Kakuzu numa; Itachi, Kisame e Nagato noutra. Os lobos iam circundando-os para “escoltá-los como prisioneiros” até sua toca.
Os retardados foram caminhando like a escravos, açoitando-se (?) e sendo desgraçados. Em poucos instantes, chegaram à entrada da toca.
DUMBLEDORE — OK. Agora, pareçam infelizes.
KISAME — Não é como se até agora estivéssemos pulando de alegria. (facepalm)
DUMBLEDORE (pokerface) — Vocês entenderam. Depois que entrarmos, é só seguirmos o plano e vai dar tudo certo.
KAKUZU — Meu dinheiro lhe ouça.
DUMBLEDORE (gota) — Cale essa boca costurada. Vamos lá.
E assim eles entraram no covil das trevas dos lobos demoníacos.
Imediatamente, ouviram latidos, uivos e rosnados que pareciam estranhamente serem dirigidos para eles (*oh, por que será?*). Mas logo, discretamente, Dumbledore balançou sua varinha (*sem duplo sentido, obrigado*) e os lobos que os escoltavam ficaram afoitos e loucos (?).
LOBOS (todos babando e correndo em círculos (?))
DUMBLEDORE (cochichando para os demais) — Eles pensam que fomos capturados.
G3 (— Dumbledore) (capota) — Bom saber.
PANDAS — RROOOF!
LOBOS (viram-se todos em posição de ataque)
DUMBLEDORE (facepalm)
Bom, acontece que, a partir dali, os lobos que tinham encontrado o G3 no túnel estavam hipnotizados e tinham “enganado” os demais lobos. E, assim, todos os bichinhos fofinhos que encontravam-se naquele lugar tenebroso pensavam que os nossos heróilões eram meras presas para o seu jantar…
*FELIPE — Se é que não vão mesmo ser, porque, ô, planinho retardado.*
DUMBLEDORE — Tá reclamando? Inventa um melhor.
*FELIPE (gota)*
Em todo caso… O lobo-chefe aproximou-se dos inimigos e latiu, rosnando e mostrando seus dentes afiadíssimos. E, logo em seguida, os demais lobos, obedecendo ao comando do seu líder, escoltaram os “prisioneiros” para o extremo oposto da toca. Não havia outra saída daquela câmara além da entrada, logo, eles precisariam dar um jeito de atravessar todo o local de volta para escapar.
Eles andavam com um lindo pokerface olhando para as criaturas que os observavam. Até que chegaram, finalmente, na parede. Lá havia uma imensa jaula, mais comprida que larga. Mas um detalhe insignificante e nem um pouco sinistro ou curioso: a jaula não era de ferro, mas sim de ossos gigantescos. Ao serem jogados lá para dentro por uma portinhola (que era a única parte não óssea), os bocós caíram nas pedras congeladas e foram trancafiados. Era como se estivessem dentro de uma cavidade torácica, pois a estrutura lembrava uma costela gigantesca (*não, não, é uma cavidade torácica que lembra um fêmur!*).
ITACHI — Seus malditos!
PIPOCA — Rughf… Roaffor.
KISAME — O que foi que ele disse?
ITACHI — Ele disse que esperava uma melhor hospitalidade.
NAGATO (pokerface) — Bom, parece que estamos mais fodidos que o comum, e…
DUMBLEDORE — Ora, seus orokanas! É tudo parte do meu plano, já esqueceram?
JIRAIYA — Você e seu plano! Como diachos vamos conseguir chegar lá? (aponta para o centro do local)
Fazendo uma breve descrição do covil… Ele era aproximadamente circular, com teto muito alto e cheio de estalactites. Não havia nada além de rochas parcialmente congeladas e plataformas para lá e para cá. Havia pequenas pontes de gelo entre algumas plataformas. Alguns lobos ficavam nessas plataformas, que chegavam a quase tocar o teto em algumas áreas. Em suma: era um verdadeiro labirinto confuso de pedras e caminhos.
Mas o principal era o plateau no centro. Para atingi-lo, era necessário percorrer uma pequena trilha que ia em espiral ao redor da elevação. O lobo-chefe estava dirigindo-se para lá, subindo a trilha. No topo, havia mais ossos, sangue e carnificina, como no resto do local. Mas…
Colado numa estalactite que ficava a poucos metros acima do plateau, estava ele… o maldito pedaço do mapa.
KAKUZU — Vamos começar logo.
KISAME (pokerface) — Temos mesmo?
NAGATO (capota) — Não reclame. A minha parte nesse plano é a pior.
DUMBLEDORE (gota) — Vocês estão muito ousados hoje. Bom, vamos lá. Lembrem-se: eu não estou controlando os lobos 100%. Meu papel aqui só é impedir que sejamos mortos.
TODOS (— Dumbledore) (facepalm)
DUMBLEDORE — Então, temos que nos virar do mesmo jeito.
Os lobos estavam todos sendo felizes e vivendo suas vidas, esperando pelo jantar (*jantar quase às seis da manhã, mas vai entender essa biologia canina*) quando plano foi iniciado.
KISAME — HEY, lobos bocós!
LOBOS — Au?
KISAME — Eu preciso ir ao banheiro.
LOBO (que estava de guarda) — Grrhh…
ITACHI — De acordo com o Pudim, ele disse “prove”.
KISAME (la ira) — Como assim, “prove”? Seu lobo de araque, quer que eu mije na sua cabeça pra provar?
LOBO (pokerface) — Rhua.
ITACHI — “OK”.
KISAME (capota)
O lobo abriu a portinhola e deixou Kisame sair, fechando-a logo em seguida. Os demais permaneceram onde estavam (*não, começaram a correr em círculos!*). Kisame seguiu o lobo para a lateral da caverna, sendo divo (?).
DUMBLEDORE — Agora, bocós!!!
E então (*não caiam da cadeira (-sqn)*), os retardados saíram correndo da jaula. Sim!
Roda o flashback para explicar como eles puderam fazer isso.
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FLASHBACK ON
KISAME (saindo da jaula quando o lobo a abriu)
KAKUZU (espreguiça-se)
Ao se espreguiçar, o nosso gigalionário (?) deixou escapar uma pedrinha que segurava na mão (*não, na bunda!*), mirando-a para que ela atingisse o cantinho da portinhola.
Desse modo, quando o lobo voltou a fechá-la (*a propósito, eu simplesmente não imagino o lobo “abrindo” ou “fechando” a portinhola, porque seria bizarro demais. Mas depois de tudo que já aconteceu nessa história, nada mais me impressionaria.*), a tranca não foi fechada completamente e uma frestinha permaneceu. Só seria necessário empurrar a grade que ela seria aberta como num passe da vara de condão do Dumbledore!
FLASHBACK OFF
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DUMBLEDORE — Em primeiro lugar, vara de condão é tua bunda.
FELIPE (gota)
DUMBLEDORE — E em segundo lugar… (pokerface)
LOBOS (rosnando level satanás (?))
G3 (pokerface)
NAGATO (facepalm) — Lá vou eu…
E nosso querido Uzumaki preparou-se para seguir o plano.
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