O que Eu Acho de Cada Um

1 O que acho de cada um


Notas iniciais
Hwoarang's POV. O meu ruivo favorito contando o que pensa a respeito de cada um...inclusive de Jin Kazama!

...pra começar, é problema MEU.

Ta, ta... eu digo.

Vamos começar do começo (jura?). Oi, meu nome é Hwoarang, e você provavelmente me conhece. Ou não né, vai saber...

Seguinte: vocês sabem que eu sou sincero ao extremo, mas tem coisa que dificilmente eu costumo falar...

Então, eu decidi escrever aqui, nessa porra de papel. To sem nada pra fazer mesmo...

Bem, eu entrei nesse torneio há um bom tempo já. Passo a maior parte do meu tempo ao lado dessas pessoas aqui. *Dá uma olhada geral para o vestiário*. Então, posso dizer que conheço cada um muito bem. *Ri ao pensar nas garotas do torneio*.

É, eu to aqui no vestiário. Não, definitivamente NÃO é legal ver todos esses homens peladões na minha frente todos os dias. Mas a gente se acostuma, fazer o quê né...

Enfim...*para pra cumprimentar o Eddy*.

Ta aí, o Eddy... nada contra ele, sei lá, nunca fez nada pra mim. Ele é engraçado até. Se todos os brasileiros forem que nem ele, então já está ótimo! O único defeito do Eddy é se achar um pouco, sabem?

Ele não tem motivos pra isso... *olha assustado para o lutador nu*

É, talvez tenha hein... agora entendo porque a Christie às vezes chega meio torta aqui... VAMOS mudar de membro, digo, de pessoa...

*Pegando as coisas e saindo do vestiário*

-Hwo! Tudo bem?

-Tô e você? – Hwoarang.

-Poderia estar melhor... – Julia, secando o ruivo.

-Até mais tarde...- Hwoarang, fugindo.

Essa Julia... falo nada... Não que eu fuja dela... ta, eu fujo, mas ela não me interessa. Com todo respeito, ela é linda. Sem respeito nenhum ela é gostosa pra caralho, mas não rola. Não me perguntem por que. Nem eu sei. A Julia só me enche pra falar a verdade. Deve ser daquelas que pega e fica se achando depois, que nem homem... (há há há olha eu me entregando!).

A Julia é muito simpática, de vez em quando a gente conversa, mas é só isso.

*Xiaoyu passa correndo pelo coreano*.

Ling Xiaoyu... a chinesa mais idiota que já vi. Infantil demais, mimada demais, mas sexo de menos. Será que o problema dela é isso? Não gosto esse tipo de mulher que fica dando uma de “sou virgem”. Aaaah, esse papo pra cima de mim não cola não. Virgem sou eu, isso sim! (Não).

Aliás, odeio falar da Xiaoyu, porque ela automaticamente me lembra uma pessoa.... logo falarei mais.

(Que fome, cruzes! O que tem pra comer nesse lugar hoje?). *Hwoarang, pensando*.

*Senta em uma mesa, e enquanto comia, escrevia também*

É difícil falar e escrever de boca cheia, socorro... não quero perder o raciocínio.

Hum *pensando*. De quem vou falar agora?

*Aparece Steve Fox*

Lá vem o Fox... viado... não o suporto, e vice-e-versa. Nunca vi um cara se achar tão foda! Coitado... o dia que eu quebrei o nariz dele foi o melhor, com certeza!

Não sei porque as pessoas se afastam e se aproximam de mim ao mesmo tempo! A chinesinha vive falando que eu sou chato, e bla bla blá. Provavelmente porque ela puxa sardinha pro lado daquele-que-não-gosto-de-falar. Ela acha que os caras devem ser cópias dele... até parece!

O infeliz-que-eu-odeio é exatamente o que eu não sou... caralho, eu disse que só falaria dele depois, e cá estou, falando dele.

Xiiii, lá vem a Anna Williams...

-Hwooo, querido! – Anna, que já chega sentando na mesa.

-É a 98769847584 vez que você faz isso hoje. – Hwoarang.

-Oooh, que coisa...-Anna.

Hwoarang continua comendo, como se ela não estivesse ali.

-Ai credo, vai me ignorar? – Anna.

Hwoarang olha para a garota, e diz:

-Não estou te ignorando. – sorri irônico.

-E ainda por cima faz essa cara...idiota...-Anna, saindo dali.

-Até mais, Anna! – Hwoarang, fingindo um sorrisinho.

HAHAHAHHA, como eu gosto de fazer isso! Mulheres, me desculpem, mas às vezes vocês pedem... e não venham me dizer que homem é tudo igual, porque vocês vivem escolhendo...

Quanto à Anna... sinceramente, não me agrada mulheres que precisam embebedar os caras pra fazerem algo. A Anna não é feia, mas ela não sabe usar o que tem a favor dela...

Sou mais a Nina, mas a Nina, oooow mulher difícil... acho que o Paul tem razão quando diz que devemos namorar umas “mulheres normais”, porque essas do torneio... sem comentários.

Eu acho que tenho trauma de mulher, porque nunca me envolvi sério com alguma. Gay é a mãe, antes que você pense alguma coisa, viu?

*Christie passa*

Aaaaah, a Christieeee... passou meu trauma! Brincadeira... meu trauma tá lá na Coréia, beeem longe, ainda bem! Graças a esse \"trauma\", eu só sei falar dos atributos físicos né? Olha como sou filho da puta...bem que o Baek diz isso...

Falando no Baek... nossa, ele é um pai pra mim. É, sem dúvidas, o cara que mais admiro! É o mais paciente (pra me agüentar todos os dias tem que ter MUITA, eu disse, MUITA paciência MESMO!).

Lembrei do Bryan, sabe-se lá por que. Tenho medo dele, sério. Ele tem uns parafusos a menos... é totalmente sádico, acho que ele é o Jigsaw nas horas vagas.

O Paul é um cara legal, é um grande amigo meu. A gente é companheiro de racha de moto, de saídas por aí, de bar... às vezes penso no Paul como um irmão mais velho, apesar da idade, ele não age como um quarentão não. Vocês deviam vê-lo bêbado. É engraçado demais. Ele fala todo enrolado, e às vezes dança em cima da mesa. Uma vez o Law teve que buscá-lo, porque eu também não estava em condições.

O china é sério demais, aliás, ele leva tudo muito a sério. Inclusive ele mesmo. Não sei, mas as pessoas têm que parar de achar que a vida é séria. Ela não é. A minha, pelo menos, é um circo... eu encaro assim.

Quanto ao Kazuya e ao Lee... eu acho que o Kazuya me odeia, e o Lee me olha estranho. Será que o Lee é...? Eu ia cogitar isso, mas lembrei que ele e a Anna têm um caso. O Kazuya é o tipo de ricaço que pega a mulher que quer. O idiota-infeliz-que-eu-odeio é um burro... devia é matar o velho e pegar a fortuna dele. Se bem que... do jeito que o Mishima é egoísta, capaz de ter deixado a fortuna pra ele mesmo. O Heihachi também... velho maldito. Apesar de que, eu tenho que agradecê-lo, ele que me colocou no torneio. Mas nada muda o fato de que esses dois são estranhos...

O Lee então... cara narcisista! E é totalmente desastrado... ele não é tão cavalheiro assim não. *Pensa em como ouve as fofocas pelos corredores do ginásio*.

Enfim...

Eu não sei mais de quem falar... então vou falar dele. Sim, do infeliz-que-eu-odeio e vice-e-versa.

Não sei porque eu odeio o Kazama, sério. Eu gosto de irritá-lo, gosto de encher o saco dele. Já superei aquele maldito empate da primeira vez que nos vimos. Mas meu santo não bate com o dele, não adianta.

Sabem o que mais odeio nele? Ele. Porra, ele é tudo que eu não sou (mas meu pau é maior!) *Para e pensa no comentário gay que fez*.

O que mais me dá raiva, é que ele me ignora às vezes! E eu ODEIO quando ele faz isso... quando eu falo, e ele sai andando. Desgraçado.

Já me perguntei se eu e o Kazama poderíamos, algum dia, ser amigos. *Dá gargalhadas*. Acho que não. Já o salvei uma vez, e ele retribuiu. É complicado, acho que no fundo, a gente se respeita. Ele é tão fechado que nunca dá pra saber no que ele tanto pensa ou sente. Já eu, sou todo estabanado, falo mesmo. Penso alto. Se alguém ler isso, eu to fodido. Ou não... *Acende um cigarro*.

Engraçado, falei de todos, principalmente do Kazama, mas falei de mim também. Hehe, eu posso ser aquilo que muitos pensam que sou. Mas... a pessoa mais próxima de mim, por incrível que parece, é o próprio Kazama. *Faz cara feia, vendo que está falando dele de novo*.

O japonês parece tão solitário. Ah, eu reparo em tudo! A Xiaoyu vive atrás dele, mas tenho impressão de que nem ela o conhece realmente. Às vezes acho que nós somos parecidos... eu também não deixo as pessoas se aproximarem de mim, mas elas sempre se aproximam. Isso acontece com ele.

Temos algumas semelhanças, só agora reparei. Porém, ele sempre será meu rival mais próximo.

Estranho não?

Chega de escrever nesse troço aqui... nem sei por que fiz isso. *Amassa o papel e joga no cesto de lixo que havia ao lado do banco, se levanta, e vai embora...rindo, como sempre faz*.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!