O que é Isso que Sinto...sera Amor?

7 2 noites e 2 dias muito agitados part 2


Notas iniciais
demoro né descupem eu tive um improvizo ontem ai vai outra

Capitulo 7:2 noites e 2 dias muito agitados

Vo..vo..vo..você viu aquilo Ash – Disse Dawn meio que gaguejando indo para trás de Ash

Vi – Disse Ash

Mas deve ser só nossa imaginação – Disse Ash virando e dando um beijo em Dawn

Misty, May, Brock e Max também aviam dormindo na casa de Ash que e comentaram de terem visto um vuto no café da manha Ash e Dawn se olharam pensaram nas historias do dia passado olharam para Brock, May, Misty e Max e só disseram

Deve ser imaginação de vocês – tomaram café da manha e Ash perguntou para Dawn se ela não queria ir para o laboratório de Prof. Carvalho com ele

Acho que não prometi para sua mãe e o mister mime que lhe ajudaria com as tarefas caseiras sabe lavar louça fazer comida etc... – Disse Dawn para Ash

Tudo bem depois você vai comigo – Disse Ash sorrindo para ela e pensando ufa escapei dessas tarefas

Ash qual é o seu segredo – Disse Brock choramingando já no meio do caminho

Como assim – Disse Ash

A Dawn,eu do mo duro todos esses anos e você consegue uma namorada primeiro que eu – Disse Brock com a cabeça abaixada e choramingando mais ainda

Ash deu um largo sorriso e mudou de assunto

May você ainda é minha amiga – perguntou Ash

Sou Ash é melhor amiga do que nada – ao dizer isso ela olhou para Brock pegou a mão dele e lhe deu um longo beijo, Ash se assustou e caio no chão

Mais quê que é isso May – Disse Ash muito surpreso ao ver aquela sena Brock também estava surpreso, mas na hora só curtiu o beijo da amiga (ou da namorada)

Brock você aceitaria namorar comigo? – Disse May com uma esperança

Mais mas e claro que sim – Disse Brock muito animado com um grande sorriso (por ter arrumou uma pessoa aos 16 anos)

No pensamento de Ash não avia besteiras mas passou uma coisa estranha na hora mas nem ligou

Bom chegamos – Disse Ash animado olhando para Brock e May que não paravam de se beijar Ash foi derrubado pelos seus Pokémon logo depois foi ajudado pelo Porf.Carvalho e Tracy

O que veio fazer aqui – Disse misty que por causa do incidente com Brock e May Passou eles (e também por um atalho que Tracy disse a ela na noite passada)

O que será que eu vim fazer aqui – Disse Ash tirando onda com a cara de Misty

Ele veio ver os Pokémons dele – Disse May pegando fôlego para beijar Brock de novo

A princípio Porf.Carvalho e Tracy e Misty ficaram surpresos por não ser qualquer pessoa que estivesse beijando May mais sim Brock só que não ligaram e depois acostumaram.Logo depois de Ash ver todos seus Pokémons convidou Prof.Carvalho Tracy e Misty para almoçarem em sua casa e eles aceitaram,eles almoçaram e fizeram uma serie de batalhas em que Ash ganhou 7 de 12 e Dawn venceu 9 e empatou uma com Ash cuando perceberam já era noite e a serie de historias de terror continuou

Agora é minha vez – Disse Ash

Cassandra era uma menina levada, ela só queria ficar no computador. Ela não ia a escola, nem em outros lugares, só ficava no computador, seus pais diziam para Cassandra tentar outros meios de diversão, mas ela não queria saber mais. Um dia ela foi fazer a varredura no PC com o antivírus, quando de repente um vírus saiu do PC e entrou na alma dela, ela ficou se contorcendo por uns 14 minutos, daí viu q a única solução era se jogar da janela, ela pulou, mas era o 15° andar, ela caiu em cima de um hidrante... Aí ela morreu...

Aff Ash e pra ser terror e não piada – Disse Dawn meio que dando umas risadas

Perdeu a vez agora sou eu

O Jardin de Samuel

Não queria ficar mais um minuto perto dquela mulher que dormia com a perna esquerda sobre a sua. O cheiro que ela exalava estava lhe causando náusea e os hematomas por todo o corpo lhe diziam que ela sofreu muito. O odor do suor e da vagina que Samuel sentia lhe davam a terrível impressão de que ela havia gozado. Samuel não lembrava mais o nome dela, mas não era isso que importava. Ela já havia lhe dado o prazer de que ele precisava e agora tudo o que ele precisava fazer era livrar-se dela.

Foi fácil para Samuel enterrar seus dedos finos entre as cartilagens tireóidea e a cricóide daquela mulher que dormia exausta após obedecer aos bizarros jogos propostos por ele naquela noite. Os olhos quase cinza, um pouco esverdeados, projetavam-se das órbitas e viram pela última vez aquele homem alvadio, rostos sem marcas de tempo e olhos trevosos encobertos por longos fios castanhos esmagando seu pescoço com as mãos. Sua visão se turvou e seus olhos se apagaram.

Delicadamente, Samuel pegou nos braços e o levou para o jardim. Fez a cova mais profunda que conseguiu, atirou lá o cadáver e o cobriu com terra, areia e terra novamente. Reimplantou as flores que habilitavam o canteiro anteriormente. Regou o jardim e entrou de volta na casa.

Na bolsa de couro que estava jogada no chão, ele encontrou um documento de identidade com o nome verdadeiro. Ela havia dito que se chamava Lara. Achou também a agenda.

Do outro lado da cidade, Marcelo olhava o relógio, apreensivo. Silvia saíra no dia anterior e ele tinha medo do que poderia ter feito ou dito depois de tudo o que havia bebido. A dor de cabeça não o deixava lembrar, mas sabia que havia revelado a Silvia muito mais do que qualquer um jamais soube ao seu respeito. Sua boca sangrava, ou era o vinho? No espelho do banheiro eles tinham a mesma cor e a partir daquele momento, tinham o mesmo gosto. Agora era Marcelo Werweijen quem decidia por ele. Estava possuído por si mesmo. Bebeu o vinho que restava na garrafa e saiu. Seu carro em alta velocidade derrubou um entregador de flores que vinha de bicicleta em sentido contrário. Estacionou na calçada e, acotoveladondo uma pequena multidão que se espremia na porta da boate, entrou na He'll.

Samuel lavou as mãos sujas de terra e morte e começou a arrumar a cama para sua próxima presa. Não lhe chegavam à consciência os motivos ou as repercussões do seu estranho hábito. Fazia por instinto e prazer. Devolvia ao mundo o que recebia por sua condição de aberração. Guardou a bolsa da mulher no seu guarda-roupa para queimá-la mais tarde. Tomou um longo banho e saiu. Enquanto vagava sem ruma pela cidade, Samuel recordava como conhecera aquela mulher há mais ou manos vinte e quatro horas atrás.

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Samuel já estava há algum tempo sentado no balcão da He'll. Entediado, resolveu comprar algumas gramas da cocaína vendida no banheiro. Cheirou um pouco ali mesmo e guardou o resto em seu Armani. Foi até o centro da pista e deixou que aquela música ensurdecedora empurrasse seu corpo. Enquanto dançava, foi surpreendido por uma mulher que o beijou com violência, tirando sangue do seu lábio inferior. Como num reflexo, ele puxou os cabelos avermelhados daquela mulher e mordeu seu pescoço com força suficiente para fazê-la gritar de dor. Saíram juntos da boate e foram para a casa de Samuel. No caminho, ela havia dito que seu nome era Lara. Seus olhos estavam inchados como se tivessem chorado muito. Samuel parece que se deixou guiar pelo carro, como se este fosse dotado de vida própria e conhecesse os pensamentos do seu dono.

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Várias doses depois, Marcelo e seu novo dono. Marcelo Werweijen, uma nova personalidade -talvez a verdadeira-, dançavam pela primeira vez. Sentia alívio por não encontrar a mulher que o abandonara no dia anterior. Na verdade, era pouco provável que ela o reconhecesse agora. Como num transe, ele era agitado pela música que o atroava e ao mesmo tempo libertava.

Marcelo dançava de olhos fechados quando, de repente, sentiu uma mordida profunda e dolorida no pescoço. Um homem claro com olhos trevosos e longos cabelo castanhos lhe sugava os lábios, a língua, o pescoço. Marcelo se surpreendeu menos com a cena do que com a sua reação. Samuel continuava a sorver a saliva, o suor e os sabores que extraía de sua futura refeição. Quero seu sangue, disse, e pôde ver os dentes do sorriso de Marcelo. A fúria do desejo dos dois continha a promessa do que viveriam em seguida. Seguiam para a casa de Samuel, onde o leito estava preparado para mais uma noite de mórbido prazer. Mais tarde, ambos descobririam que aquela noite seria única e, talvez, a última.

As horas seguintes foram preenchidas com o prazer doentio e brutal de dois corpos que se rompiam em força e rancor. Samuel e Marcelo odiavam a si mesmos e se viam refletidos um no outro. Fizeram ódio naquela noite. Instinto era a palavra que vinha à cabeça de Samuel para ocultar como seu incosciente o fazia reagir. Auto-destruição era a palavra que fugia da visão de Marcelo, talvez por este estar totalmente mergulhado nela. Duas nuvens carregadas... duas placas continentais... duas massas de ar... duas torrentes marítimas... de igual força e potência. Um contra o outro, trovões, relâmpagos, raios. sismo, erupção. ventania, vendaval, furacão, redemoinhos, ondas, inundação... destruição. Os dois caíram em sono de profunda lassidão.

Não se pode dizer quanto tempo depois, Marcelo despertou. Sentindo seus músculos dolentes, levantou-se e foi até a janela, de onde pôde avistar o maravilhoso jardim de Samuel. Ao olhar para aquelas flores, foi subitamente invadido pela lembrança de Silvia. Uma bruma gélida subia do jardim até a sacada do quarto e arrepiou seu corpo. Saiu da sacada e foi até o banheiro, onde tomou uma ducha quente. Voltou ao quarto, onde Samuel continuava imerso em sono profundo. Abriu o guarda-roupa, à procura de uma toalha, quando se deparou com um objeto familiar. Intrigado, pegou a bolsa de couro que estava jogada em meio às roupas e confirmou sua suspeita de que aquela era a bolsa de Silivia. Revirou os documentos e a agenda. Na página correpondente ao dia em que estiveram juntos pela última vez, Silvia havia escrito a respeito do espancamento que sofreu de Marcelo.

Samuel acordou num sobressalto com os gritos de Marcelo, que, sentado sobre seu ventre, perguntava sobre a bolsa, com as mãos apoiadas em seu pescoço. Samuel livrou-se daquela situação de rendição com um golpe e pôde ver, no corpo de Marcelo e no seu, marcas de violência.

Marcelo mostrou a Samuel os objetos de Silvia.
_O que é isso está fazendo aqui? Onde está Silvia?
_Então você é o namorado tão delicado e amável de Silvia? Que ironia... Samuel agora sabia quem estava em sua cama.
_Você vai falar... Marcelo ameaçou com força.
_Essa pergunta é remorso pelo que você fez, ou é preocupação de que ela ainda estaja por perto?
_Eu não sei o que fiz com ela Tudo que me lembro é que ela me disse que estava esperando um filho meu e... Marcelo se desesperou.
_...e aí você a espancou até ela conseguir fugir. É isso que está escrito naquela agenda. Não foi isso? Samuel matinha-se frio, inalterado.

Marcelo se calou. Não se lembrava de ter batido em Silivia. Foi em direção à janela e ficou contemplando o jardim, atônito, assombrado com sua atitude. Da cama onde estava deitado, Samuel podia ver o corpo de Marcelo na sacada, iluminado apenas por uma fraca luz de uma lua cheia, porém absconsa entre nuvens pálidas.
_Eu não quero um filho. Ela estava tão feliz com a notícia... escolheu até um nome para a criança: Lara. Mas eu não quero uma filha... não quero Silvia... não quero mais... eu já não sei de mais nada... Marcelo mantinha seu olhar, aturido, em direção à névoa do jardim.

Samuel levantou-se da cama e foi até a sacada. Pôs a mão no ombro de Marcelo. Reconhecia-se nele.
_Onde ela está? Marcelo perguntou sem tirar os olhos das flores.
_Você está olhando agora para ela... quer dizer, elas.

Marcelo ficou alguns instantes sem entender. Olhou fixamente para Samuel, que fitava o jardim lá embaixo. Finalmente compreendeu. Não sentiu nada por Silivia. Sentiu medo de Samuel, mas viu que agora era diferente. Abraçaram-se e voltaram para a cama. Marcelo estava aliviado por ter terminado tudo e adormeceu nos braços de Samuel.

********

Samuel via-se em Marcelo. Não se sentia mais apenas uma aberração. Deus errou mais de uma vez, pois criou alguém semelhante a Samuel. Ninguém é infalível, nem Deus, pensou. Mas duas forças tão similares e tão equivalentes acabariam se destruindo uma à outra. Mas Samuel sentia algo diferente em relação a Marcelo. Aquele homem deitado ali ao seu lado não lhe parecia mais uma das suas vítimas, raciocinou. Mas este pensamento não o impediu de enterrar seus dedos finos no pescoço de Marcelo, que viu pela última vez os olhos trevosos de seu amante antes de deitar para sempre ao lado de Silvia e Lara, no jardim de Samuel.

Você ta melhorando – Disse Ash

Mas agora e minha vez – Disse Ash agitado

Carta Anônima

Após mais um dia normal de trabalho Ricardo volta para casa tranqüilo, passa no boteco de sempre, toma sua cervejinha e segue calmante seu caminho de casa. Chegando lá pega suas correspondências, o de sempre, contas, propagandas e etc. Só que desta vez algo chamou-lhe a atenção havia uma carta com somente seu nome nela escrito, seu Ricardo coçou a cabeça e curioso como ele só, tratou logo de abri-la, então:

_ Que estranho?

Após aberta veio a revelação, um frio mortal subiu por sua espinha, Ricardo não parava de tremer, era difícil acreditar no que acabara de ler:

_ “Em três dias acabarei com sua vida.”

Entrou em casa abalado, jantou quase nada e sem assistir o jornal foi tentar dormir um pouco para recompor-se de tamanho susto.

No dia seguinte, saiu quase normalmente para trabalhar, desconfiado até mesmo de sua sombra, ficou meio que paranóico olhando para os lados e a cada barulho mais alto ele quase tinha um ataque. No final do dia para seu desespero novamente a mesma carta. Se ele já estava com medo agora ele esta apavorado. Tratou de ligar imediatamente para seu cunhado detetive e pediu para que as medidas necessárias fossem tomadas. Após seu cunhado saber tudo que se passava decidiu pedir para que uma patrulha vigiasse sua propriedade para que seu Ricardo pudesse dormir sossegado.

Mais um dia começa e seu Ricardo sai para o trabalho... Curiosamente neste dia ele começou a demorar muito para retornar ao lar. Preocupados os guardas saíram em seu encalço em vão. Lá pelas tantas houve um barulho do quintal da casa, de repente:

PÁ TÁ PÁ!!! Três disparos rompem o silêncio da noite.

Um corpo mascarado todo de preto é atingido e cai fulminado. Quando o cunhado de seu Ricardo retira a máscara, para surpresa de todos, seu Ricardo estava lá, deitado, gélido parecendo sorrir. Após uma revista em seus bolsos foi encontrado apenas um bilhete escrito a sangue:

“Obrigado”.>

Pápápá – era o barulho das palmas de Dawn

Notas finais
tai uma coisa meio doida de quau quer geito espero que gostem