O presente passado e o futuro presente
1 Capítulo 1: O começo
Houve um tempo, em que tudo era o mais perfeito possível, e eu, estava com a minha vida direita. Eu moro em WoodLand, me chamam de Sr.Tempo, porque gosto de antiguidades. Eu gostava de ver minha cidade e apreciar sua beleza, natural e modificada, eu achava aquilo tão lindo e nada poderia estragar, até um tempo. Eu estava no computador, vendo um documentário chamado: Viagem no tempo, será possível ? Durava mais ou menos uma hora e meia e eu como gosto desses tipos de documentários, assisto até não querer mais.
Depois de ver o documentário, foi me vestir para ir na escola. Quando cheguei lá me perguntaram qual país eu mais gostava, como eu moro e nasci nos Estados Unidos obviamente eu diria que gostasse do meu país natal, mas não eu falei que eu gosto do Brasil, país festeiro, cheio de alegria. Mal pude falar direito porquê gostava do Brasil, meu colegas já criticavam falando que o Brasil é pobre, que nunca chegará aos nossos pés, que só tem corrupção e etc. Eu fiquei meio assustado naquela hora, só falei de um país normal e já virou um debate político, fui para casa pensando, por que ? Por que falaram isso ? Achei aquilo como ato de superioridade, todos os países não são iguais ? Para que falar aquilo, repeti isso para mim mesmo até voltar para casa e no final da frase complementava: Vou ir para o Brasil para ver o que ele é de verdade.
Chegando em casa, minha mãe estava vendo uma reportagem sobre uma guerra que ocorreu e Bósnia, ela falou que ficou apavorada com o que viu e torceu para que não acontecesse aqui na nossa cidade, MM, como costumo chamar minha mãe, me mandou trocar a roupa e ir lavar minha mão para almoçar, terminado de almoçar, peguei meu Laptop e fui fazer pesquisas sobre o passado e me fascinava ver sobre os povos antigos, tanto dos E.U.A quanto do Brasil, olhava a história dos dois e via algumas semelhanças entre eles e foi nesse dia que defini minha profissão, o que eu mais amaria ser: Arqueólogo. Contei o que queria ser para MM e ela disse que adoraria um filho assim, que poderia até desenterrar seu tataravô, ela riu, eu quase não achei graça, mas sorri para ela não ficar com a cara vermelha, e foi assim que decidi o que era a minha vida futura. Sempre me falava que cada dia da minha vida era um futuro presente que ocorreria, e essa vida se tornou meu cotidiano até os 16 anos de idade, agora, celebro o ano novo, amanhã será primeiro de janeiro de 2115, e sentirei que esse será um ano cheio de surpresas. Acho que vou fazer que nem aquela menina da guerra de Bósnia, vou escrever num livro, sobre minha vida inteira, não vou gravar os dias mais felizes da minha vida, para quando eu estiver triste, só ver e lembrarei de tudo e ficarei feliz de novo, vai que eu rio do nada, imagina que doido seria, mas esse vai meu curso da vida até a morte. Minha vida já está definida e esse ano vai ser especial para mim.
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