Notas iniciais
Ooooi, meninas. Continuo muito contente com vocês, pois estão lendo e comentando. Estou também muito contente com as leitoras que estão acompanhando esta fic. Contente também com você, KBecks, por ter favoritado, viu???? Este capítulo eu preparei com tanto carinho e espero que gostem. Um beijo no coração de cada uma, tá??? Denise.

No capítulo anterior...

Kate estava cansada. Precisava descansar um pouco. Sentou-se sobre a mesa de madeira em frente ao quadro branco e ficou observando as fotografias ali fixadas, bem assim os dados ali indicados e a linha de tempo. Faltava alguma coisa, mas o que seria? Ela passou as mãos pelo cabelo, em sinal de impaciência.

Neste momento, foi surpreendia por um Castle sorridente, porém constrangido, que colocou à sua frente uma caneca fumegante com café, com um coração formado com creme na superfície da xícara.

Ela o olhou com os olhos semicerrados, pois ainda estava muito zangada com ele. Ela reparou o coração desenhado na xícara, olhou séria prá ele, fez bico e disse – Sr. Castle, o que é que você faz aqui? — perguntou irritada, desta vez bem baixinho — Eu pensei que não o veria mais hoje depois daquela cena revoltante.

Sussurrando, para que ninguém ouvisse, ele disse – Amor, pegue leve. – ele fez beicinho e cara de sofrimento — Eu não tive culpa. Elas me atacaram.

Com cara fechada, sem se comover com o apelo na voz e na fisionomia dele, Beckett olha para ele e também sussurra — Sério, Castle? Huumm!!! Essa agora foi demais prá mim. Então, elas te atacaram, Sr. castle?! Então, você é inocente?!

Neste momento, Esposito chega perto deles e sente o clima pesado, mas mesmo assim pergunta.

– Huuummm!!! Algum problema por aqui?

Simultaneamente, tanto Kate quanto Castle falaram:

– Sim. – Falou Kate.

– Não. – Falou Castle

Esposito sorriu e disse divertido – Decidam-se. Papai e mamãe não podem continuar brigando.

Kate ficou irritada com aquele comentário bobo do amigo e falou baixo para ele – Esposito, cuidado! Acho melhor você não perguntar mais nada ou fazer qualquer brincadeira, porque senão pode sobrar para você, amigo. – Beckett olhou para Espo irritada — Porque você não pede para os especialistas das áreas de informática e da área financeira acelerarem as pesquisas? O caso está parado.

– Ok, chefinha. Eu já estou saindo. – olhou para Kate e disse – Aliás, eu nem estive aqui. – Ele sai apressado.

Kate olha para Castle e diz baixinho – porque você não faz o mesmo em Sr. Castle?

Também baixinho e bem junto à ela ele responde de forma controlada — Não Kate, eu não vou sair daqui e não adianta tentar fazer cara feia, porque nem se você se esforçar você consegue porque você é a mulher mais linda do mundo, e eu já te disse isso. Outra coisa, Kate, eu não vou sair correndo desta delegacia, sabe porque? Porque eu te amo e eu sei que você também me ama. Isso é inegociável. Nosso amor não mudou de um momento para o outro só porque você fez uma ceninha de ciúmes. Se você não quiser tomar o café, não tome. Isto é com você, eu não posso fazer nada quanto a isso. Não posso forçá-la, até porque o café está muito quente e você poderia queimar a sua boca linda que eu adoro beijar. – ele sorri com aquela piadinha e percebe que ela quase cede, percebe que os lábios dela quase se curvaram num sorriso, mas consegue se controlar e permanece firme. Ela continua birrenta. – Tudo bem, Kate. Você é dura, eu também sou. – Kate olhou para ele, mas desvia o olhar imediatamente – Mas eu vim aqui para levar você para almoçar comigo e você vai. – ele falou baixo com ela, lentamente, porém firme, frisando a palavra VAI. – Ela o olhou assustada e chateada.

– Não, Sr. Castle. – ela falou baixinho, agora já fazendo birra. – Estou trabalhando. Eu não vou almoçar com você, Sr. Castle.

Castle agora continuava falando firme e sério, e bem baixinho, para ninguém ouvir, principalmente a Capitão Gates. – Kate, chega desse negócio de “Sr. Castle”, tá? Cansei. Chega de birra. E você não está trabalhando. O caso está parado. Talvez somente no final da tarde os especialistas tenham novidades. – Ele a pega pelo braço com delicadeza e a tira da mesa colocando-a em pé junto dele. Fala enérgico com ela, porém carinhoso e sorriu – Eu vou repetir, Kate. Eu vim convidá-la para almoçar. Já são quase 11 horas. Não aceito “não” como resposta. – ela fica travada no chão igual a uma criança birrenta — Kate, eu não acredito. Chega de birra, mulher. Será que você quer começar do zero novamente? Será que você quer voltar a brincar de gato e rato comigo e recomeçar a guerrear? Eu não sei se vou suportar. – ele começa a rir. – Ai meu Deus! Só pode ser piada. Só você mesma Kate. Tudo novamente... Será que vamos ficar velhinhos... brigando? Eu correndo atrás de você e você me esnobando? E depois você correndo atrás de mim e eu cansado de você? É, Kate, cansa correr atrás de você e só levar pancada. – ele começa a sorrir novamente. – Eu não estou nem acreditando.

Neste momento Kate também começou a sorrir diante dos argumentos dele. – Tá bom, Castle. Vamos almoçar, mas você não fique pensando que eu esqueci, viu? Você não é nada inocente, Castel. De santo você não tem nada. – ela falou.

Castle sorriu e falou – É bom saber que você ficou com ciúmes de mim.

Ela parou e o olhou cheia de ciúmes — Você está totalmente enganado, Castle. Eu não fiquei com ciúmes de você. Eu fiquei com raiva de você. – ele olhou para ela e sorriu – Isso mesmo, Castle: Com raiva. São sentimentos totalmente diferentes. – ela falou tentando disfarçar.

– Tá, Kate. Faz de conta que eu estou acreditando. – ele sorriu e, colocando o braço esquerdo nos ombros dela, e a direcionou para o elevador.

Ao sentir as mãos dele nos seus ombros ela fala, apressada e com birra – Castle, eu disse que vou almoçar com você não que eu o perdoei. Portanto, você quer fazer o favor de tirar sua mão de cima de mim? – Kate disse entredentes.

Castle não deu a mínima importância à birra da sua noiva e sussurrou para ela – Não vou tirar minha mão de você, Kate, sabe por quê? Porque não é isto que você quer. Se fosse, eu juro que tiraria. – ele falou divertido com a atitude dela.

– Por isso que eu sempre digo e nunca vou me cansar de dizer: Como você é irritante, Castle.

– Eu também, amor, nunca vou me cansar de dizer: Como você é irritante e birrenta, Kate e como eu te amo. – ele sorriu e entrou no elevador com ela.

Assim que entraram no elevador e a porta se fecha, ele percebe que estavam sozinhos e, sem se preocupar com a câmera de segurança daquele compartimento, Castle a empurra contra a parede da cabine, aperta o botão de parada de emergência do elevador, sob o protesto de Kate, e a beija apaixonadamente e, aos poucos, pedindo passagem, mordiscando seus lábios, Kate vai cedendo e por fim se entrega totalmente ao beijo. O beijo era sensual e cheio de promessas, oportunidade em que ele aproveita e faz carinhos no seu rosto e nos seus cabelos. Assim que encerra o beijo ele sussurra – Como eu te amo, sua boba. Você é a mulher da minha vida. Só você me encanta. Aquelas moças não chegam aos seus pés. Cada uma delas teria que nascer mil vezes para tentar chegar aos seus pés.

Kate já estava toda derretida e, sem parecer aquela detetive birrenta de dois minutos atrás, ela fala – Você jura, Rick?

– Pelo amor de Deus, Kate. Aquelas moças podem até ser bonitas, arrumadas, elas têm dinheiro, mas não têm classe. – Castle percebe que conseguira reconquistar a confiança de Kate, mas precisava arrematar sua conquista com chave de ouro, pois a amava perdidamente e não queria perdê-la por nada neste mundo. Não queria arriscar, pois seu casamento estava em jogo – Kate, se acontecer de aparecer alguma moça oferecida na delegacia igual a uma destas duas Depar, eu juro que vou ficar mais atento.

– Tá bom, Rick, mas coloque o elevador em movimento, senão vão começar a reclamar – Ela lhe dá um selinho. O elevador recomeça a se mover– Eu também te amo, Rick – e sussurra – Eu fiquei morrendo de ciúmes, viu? E se houver uma próxima vez, vê se realmente fica mais atento e rejeita as investidas, tá? – ela sorri e fala – Tente seguir o conselho que você me deu ontem com relação ao Sr. Thimon Depar. – ela sorriu.

Eles chegam à garagem e ao se dirigir ao carro, Castle fala chateado – Êpa, êpa, êpa!!!!! No caso do cretino do Thimon Depar a coisa foi totalmente diferente, Kate.

Entram no carro e antes de acionar o motor ela pergunta – Diferente no que, Castle? Explica aí...

– Porque ele descaradamente entregou um cartão para você e a convidou para jantar.

– Não vejo diferença nenhuma, Castle, pelo contrário, eu achei muito pior o que as garotas fizeram, pois a safada da Michelle Depar foi muito assanhada ao falar descaradamente para você que ela queria otimizar seus quinze minutos antes de você sair para seu compromisso. Faça-me o favor, Rick. Ela disse que você podia perguntar a ela o que você quisesse, aonde você quisesse, sobre o assunto que você quisesse, que ela iria ter prazer em te responder. E ela frisou bem que iria ter muito prazer mesmo. Que ousadia! E aí, Castle? Ponha-se no meu lugar. Se um homem jovem e bonito falasse isso comigo na sua frente, como é que você se sentiria e o que é que você faria.

– Além de ficar com muito ciúmes, eu o mataria. Aliás, eu não sei como eu não matei o Thimon Depar.

– Então, estamos empatados, Castle. Eu também, não sei como eu não matei aquelas duas assanhadas, a Michelle Depar e a Saphira Depar. Eu juro que cheguei a passar a mão na minha arma duas ou três vezes. – ela sorriu. – Olhe, é melhor eu não falar mais no nome dessas duas moças, viu? Vamos almoçar, Rick.

– Vamos.

– Antes que eu me esqueça, ontem você disse que às 10:30 horas de hoje, você me contaria para quem passou a mensagem no seu celular. Então, Castle, estou esperando. Já são quase 11 horas e você ainda não me disse.

– Ah, Kate, depois do almoço eu conto.

– Richard Castle, você vai me dizer agora.

– Não, Kate. Eu só vou te falar depois do almoço. Decidido.

Ela ficou chateada, mas ele logo pegou sua mão e a beijou e disse – Amor, deixe de birra. Você vai ver que só foi uma mensagem. – ela olhou para ele e sorriu. – Tá bom, Castle. Vou esperar.

Foram ao bar-restaurante de Castle, pois eles amavam o local e sentaram-se na mesa deles, num canto bem reservado e pediram o prato e o vinho preferido.

Após a sobremesa, Castle, começou a falar – Kate, você lembra que ontem eu te pedi para usar o seu anel de noivado?

– Rick, novamente esse mesmo assunto? Eu já te expliquei o motivo pelo qual eu não vou usar.

– Mas você viu no que deu, não foi?

– Sim, eu vi, Rick. Mas eu vi também, que a assanhada da Michelle Depar olhou descaradamente para as suas mãos a procura de aliança e você não tem. Somente eu tenho um anel. Eu, pelo menos tenho o anel de noivado pendurado no pescoço e o uso quando saímos socialmente. E você não tem nenhum e nem por isso eu fico maluca. Quer dizer, eu fico com ciúmes, mas fazer o que? O jeito é esperar até setembro quando nós dois usaremos a aliança de casamento. Eu sei que a aliança tem um significado simbólico, mas eu acho um símbolo lindo e farei questão de usar, mas também que você use, viu Rick?

– Com certeza. Terei orgulho em usar, Kate. Será o símbolo do nosso amor e da nossa união. – ele sorri e fica encarando a noiva por alguns segundos, que fica boba igual a ele, feliz da vida, apaixonada. Castle fala ainda para ela – Kate, você sabe que eu te amo, não sabe?

Ela o olha e diz – Sim, eu sei. Eu também te amo. – ela o olha preocupada – Aconteceu alguma coisa, Rick? Pode me contar. – Seus olhos ficam cheios d’água. – Rick?

– Eu te amo, Kate. Ainda vai demorar um pouco para o nosso casamento, ou seja, vai demorar para que eu e você coloquemos as alianças do casamento nos nossos dedos. Eu sou muito ciumento, Kate, e eu te amo muito. Eu falei brincando acerca de matar o Thimon Depar, mas não gostei nem um pouco do fato dele ter te convidado para jantar, tampouco de ele ficar examinando seus dedos para saber se você é ou não comprometida. Eu não me importo de ele ou qualquer homem ficar olhando para você, afinal de contas, você é lindíssima e eu sei que é impossível qualquer homem saudável não olhá-la, mas somente eu posso tocá-la. Entendo seu receio em não usar seu anel de noivado. Aceito também você usá-lo somente quando saímos à noite. Eu sei também que você é ciumenta. Compreendo ainda a sua insegurança, ou seja, lá o nome que você quiser dar pelo fato de eu não ter anel de noivado e só começar a usar aliança depois de casado.

Ela olha para ele com olhar de interrogação e diz – E?

Ele olha para ela e fala – E como tá, Kate, não dá para ficar. – Ele olha para ela sério e os olhos dela que estavam apreensivos, cheios d’água, deles escorrem algumas lágrimas.

Kate passa as mãos no intuito de limpá-las e, quase sem voz, fala – Castle, você está terminando comigo? Mas eu te amo, Rick.

Castle não responde. Neste momento, ele tira do bolso do paletó uma caixa pequena vermelha de veludo e coloca sobre a mesa. Kate, ainda com as lágrimas que teimavam em escorrer, olha da caixa para Castle.

Kate sussurra – Rick? Fale alguma coisa.

Castle abre a caixa com a abertura virada para Kate arregala os olhos e fica impressionada e as lágrimas que estavam retidas, escorrem por suas faces.

Desta vez é Castle que fica assustado – Ei, amor.

Emocionada, ela fala – Rick, o que significa isso?

– Kate, é como eu te falei, amor: como tá, não dá para ficar. Quando eu te pedi em casamento, e você aceitou, eu te dei um anel de noivado. Só que você quase nunca o usa e isso me deixa triste, mesmo eu entendendo suas justificativas. Tudo bem que o importante é nós sabermos que nos amamos e pertencemos um ao outro, mas eu queria mostrar ao mundo que você é minha, que você é minha noiva. Mas óbvio que isso é impossível, até porque não faz parte da sua personalidade. Eu entendo. Mas, por conta dos momentos constrangedores que vivenciamos ontem e hoje encomendei estas alianças e de posse delas eu gostaria de fazer novamente um pedido para você. – Ele foi para junto dela, ajoelhou-se, pegou a mão direita dela e pergunta — Katherine Hougthton Beckett, eu te amo perdidamente. Você confirma o seu desejo de se casar comigo, ser minha esposa, minha amante, minha confidente, minha eterna namorada e companheira e mãe dos meus filhos?

Muito emocionada, mas agora sorridente, Kate responde – Richard Alexander Rodgers Castle, eu também te amo e confirmo o meu desejo de me casar com você. Eu quero que você seja meu marido, quero você como meu amante, meu confidente, meu eterno namorado, companheiro e pai dos meus filhos.

– Eu te amo e faremos dar certo, Kate.

Castle levantou-se, retirou a aliança menor da caixa e colocou-a no dedo anular da mão direita de Kate. Em seguida, Kate retirou a aliança maior e colocou-a no dedo anular da mão direita de Castle. Olharam-se com muito amor e, como estavam no local reservado, beijaram-se apaixonadamente para celebrar o momento.

Em seguida, voltaram a se sentar e, a pós brindarem com champanhe, ficaram a conversar, apaixonados. Num certo momento, Kate falou. – Hei, Castle, você ainda não me disse para quem foi a mensagem tão secreta que você passou ontem. Quem é a pessoa motivo de tamanho sigilo, heim, Castle? Estou esperando.

Castle sorriu para ela e disse – Você quer mesmo saber?

– Quero, Castle. — ela sorriu de volta prá ele. — Rick, você está aprontando alguma coisa, querido? Logo agora que ficamos noivos pela segunda vez?

Castle arregalou os olhos e disse — Kate, eu ... — gaguejou — Acho melhor você mesma vai ler. – ele passa para as mãos dela o celular, e diz – Kate, vai aí, nas mensagens e procura pela data e pelo horário, para ver para quem foi que eu passei e leia. Vá em frente.

Kate olha para ele, morde o lábio inferior, e, de posse do celular dele, começa a ler as mensagens até encontrar e quando encontra, seu olhar vai ficando paralisado e fala – Castle, ô meu Deus... — ela olha para ele.

– E aí Kate. Fale alguma coisa.

– Você estava encomendando nossas alianças... Na mensagem você mandou as medidas dos nossos dedos, escreveu as inscrições que você queria em cada uma das alianças... Os nossos nomes... — ela olhou para ele, os olhos cheios de amor — E eu fazendo o maior drama, cheia de ciúmes, pensando que você estava aprontando, mandando mensagem para alguma mulher... – Ela levantou-se e foi para o lado dele, o fez levantar-se e passou os braços pelo seu pescoço e o abraçou e disse – Você me perdoa, Bonitão? Perdoa? É que eu vi você passar a mensagem todo quietinho, logo você que faz um alvoroço em tudo o que você faz, nunca imaginei que você estava encomendando essas alianças. – Ela deu um monte de selinhos nele e por fim um beijo apaixonado. – Ele a apertou pela cintura e a trouxe mais para junto de si e aprofundou o beijo. Quando terminaram o beijo ela sorriu para ele e falou – Eu te amo tanto, Rick.

– Eu também te amo, Kate. Vamos embora? – Ele deu um selinho nela.

Já que não tinham que pagar a conta, pois o restaurante era do Castle, ele apenas assinou a nota, despediram-se do Maitre e foram embora. Ao invés de entrarem no carro, resolveram caminhar de mãos dadas por uma praça arborizada, muito bem frequentada e policiada em frente ao restaurante.

Notas finais
Ai meu Deus!!!! E aí, gostaram??? Comentem, please... Nos vemos nos comentários, tá???? E por favor meninas, eu estou precisando de muitos comentários. Hei, eu também estou sentindo falta de muitas meninas que nunca mais eu vi lendo minhas fics... Sniffff !!!! Sniffff !!!! Sniffff !!!! Eu também queria conhecer novas leitoras, tá????? Grande beijo, viu???? Denise.