O noivado, o ciúme e o amor
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Kate e Rick entraram no loft e foram direto para o banheiro. Depois de um bom banho de banheira relaxante, foram para cama e se amaram. Fizeram amor apaixonadamente. Em seguida, aninhada nos braços do noivo, Kate sussurra – Rick.
— Hãn. Estou ouvindo, amor– Ele está fazendo carinho nos cabelos e no ombro dela.
— Você acertou quando disse que o Sr. Depar era o assassino. Acertou também quando disse que eu tinha que fazer todo aquele discurso sobre a minha aliança, sobre o meu anel de noivado e sobre a nossa vida pessoal para distraí-lo.
— Kate, a ficção nada mais é do que a vida real floreada, então o que eu escrevo eu busco do que acontece na vida real. Eu pesquiso, meu amor. Eu entendo as pessoas e os olhos delas. E eu estava vendo naquele homem que ele estava escondendo alguma crueldade. Se você o apertasse, ele ia falar. Então, o modo como nós preparamos o interrogatório, ele não tinha como sair daquela sala sem ser preso.
Kate olhou para Castle e disse – Ei, Rick, vamos mudar de assunto, vamos... Não quero mais falar de trabalho. – Ela, com amor, faz carinho no rosto e nos cabelos dele.
Caste pegou o queixo dela, virou seu rosto, olham-se e disse – Eu acho ótimo! Eu estava aqui pensando... Eu não a pedi em casamento somente uma vez, eu a pedi em casamento duas vezes. E para cada pedido um anel. Eu te amo, louca e apaixonadamente, Kate.
— Eu também te amo, Rick.
Castle a aperta ainda mais e fala – Eu queria logo marcar a data do nosso casamento, amor, o que é que você me diz? Você tem alguma? Você disse primavera, mas quando?
— Não, Rick, não tenho nenhuma data ainda. Mas não seria melhor marcarmos uma data somente depois de vermos a disponibilidade da igreja e de um salão de festas? Porque o que é que adianta eu escolher uma data que não vai ter nem igreja nem salão de festas? – ela sorriu para ele.
— Mas como minha noiva é inteligente. – Disse Castle sorrindo.
— Mas fique você sabendo, senhor meu noivo, se na primavera não houver disponibilidade de igreja ou salão de festas eu me caso com você aqui mesmo no loft, viu? Nós enchemos a casa de flores, sei lá, a empresa do Cerimonial do Casamento que se vire para arrumar e enfeitar este loft para fazer com que fique com cara de casamento, mas sem casar com você eu não fico, entendeu? – ela falou séria — Não pense que você vai escapar de mim. — ela piscou para ele, sorriu de canto de boca e em seguida deu um selinho nele. Ela parecia uma menina travessa, cheia de amor.
Ele sorriu diante da atitude dela, apertando-a e dando um monte de selinho nela – Acho bom mesmo você pensar assim, minha linda, porque se não fosse assim eu ia ficar muito chateado com você. Pois fique você sabendo também, se por qualquer motivo ou mesmo por birra sua o nosso casamento não sair mesmo estando tudo já reservado não importa o lugar, eu arranco você não importa onde você esteja, mesmo que esteja dentro da delegacia, na sala da Gates, ou até mesmo na sala de interrogatório, coloco você nos ombros e levo você prá Prefeitura e casamos. O Prefeito é meu amigo ele nos casará na hora que eu quiser, mas sem casar comigo você não fica, entendeu, Katherine Beckett? E nem venha me dizer que você anda armada que eu não tenho medo. Mas não tenho medo mesmo.
Sorrindo, ela se aconchegou a ele e disse – Ai, que homem valente. Você acha mesmo que eu vou ser maluca de não querer me casar com você. Só se eu ficar alucinada mesmo. Depois de toda essa luta árdua que tivemos? — ela sorriu — Nem para piada isso serve, Castle. Nem para piada. Não quero nem imaginar uma situação dessa. Depois que você conseguiu derrubar o muro que eu havia erguido para me proteger e depois de rios de lágrimas que eu derramei? Não, Rick. Nunca que eu iria desistir de casar com você. Nunca! Nos conhecemos em 2009 e só em 2012 é que começarmos a namorar, Castle. Ficamos noivos com um ano de namoro e o casamento mais um ano. Muito tempo esperando por você... E até começarmos a namorar só dois beijos num mesmo dia e mesmo assim para ajudar no disfarce em janeiro de 2011. Hummm... mas bem que nós aproveitamos, não foi? – eles sorriram. – Pena que depois não tivemos coragem de conversar a respeito e fingimos que nada aconteceu. Ai, que covardia a nossa! Ah! Já passou. Estamos juntos, graças a Deus, né, amor?
Feliz, ela sorriu levantando a mão direita e olhando a aliança e o anel de noivado e pegando também a mão direita de Rick, ficou admirando e em seguida falou – Não é lindo, amor? Estamos mais noivos do que nunca. – Ela estava sorrindo. – Olhe, temos que tirar fotografias que apareçam nossas mãos com as alianças, viu? Temos que registrar esse momento. Eu estou tão contente, Castle. Eu acho que estou parecendo criança abrindo presente de Natal, né? — ela olhou prá ele, viu que ele estava sorrindo e então ela, como criança, escondeu o rosto no pescoço dele e ambos sorriram.
Castle a aconchegava nos braços – Meu amor, eu estou adorando ver você contente assim. Se você queria tanto que nós usássemos alianças, porque você não falou no dia seguinte ao meu pedido de casamento? Seria tão simples. Eu providenciaria. Você viu como foi rápido, não foi? Kate, não há segredos nem constrangimentos entre nós. Precisou eu quase morrer ou matar por causa de ciúmes e você também e por pouco não estourar uma terceira guerra mundial. – Eles sorriram e em seguida deu vários selinhos nela – Ainda bem que eu tive a idéia de providenciar este par de alianças. Mas também tivemos a sorte de ter um amor incomensurável e tanto eu quanto você, por mais difícil e doloroso que seja, não alimentamos o ciúme. Ao invés disso, vimos que é mais importante preservar o nosso relacionamento.
— Não é à toa que eu te amo, Rick.
Castle olhou para ela com amor e falou – É por isso que eu sempre estou te dizendo, Kate, que nunca mais na sua vida, eu vou te deixar sozinha. Somos EU e VOCÊ, entendeu, meu amor?
— Entendi, amor. Nunca mais sozinhos. Só que faltou mencionar duas pessoa muito importantes na nossa vida que vão morar conosco, Rick.
Contente e comovido com a lembrança de Kate, Castle falou sorrindo – É mesmo, querida, como é que eu fui esquecer. Faltou a Alexis e minha mãe.
— Rick, eu amo a Martha. Sério! Adoro as opiniões dela. Eu a acho inteligente e sei que ela me ama como a uma filha, mas ela disse que depois que casarmos ela vai morar sozinha num apartamento. — Castle olha prá Kate sem entender direito o que se passa — É, amor, é sério. Ela tá toda alegre com o nosso casamento. Ela disse que agora vai morar perto do studio de teatro dela. Então, querido, eu não estava falando da Martha, eu estava falando somente da Alexis.
Castle faz uma cara que não está compreendendo nada. Senta-se, olha para Kate e diz – Agora eu não estou entendendo. – ele franze os olhos e fica fazendo as contas das pessoas que Kate mencionou – Então eu vou repetir, somos EU, VOCÊ, ALEXIS e quem é a quarta pessoa que vai morar conosco, amor, já que não é a minha mãe?... – ele olha para Kate e ela dá um olhar de criança que aprontou... e em seguida dá uma piscada para ele com o rosto bem alegre, fazendo com que seu próprio rosto ficasse vermelho de emoção. sem perceber, Castle arregala os olhos e grita – NÃO! NÃO ACREDITO! VOCÊ ESTÁ GRÁVIDA! OH! MEU DEUS! É MUITA ALEGRIA PARA UM HOMEM SÓ. – ele vai deitar-se junto dela, a abraça e dá muitos selinhos nela e em seguida, dá muitos beijos e faz carinhos na sua barriga, ainda totalmente plana.
— Sim, amor, estou grávida. Estava com receio de te contar, porque não sei como aconteceu.
— Jura? Você não sabe como aconteceu, Kate? Você quer que eu te explique como aconteceu, amor? Pode ser na prática ou por meio dos livros, você escolhe. – ele disse isso divertido, fazendo carinho no rosto dela, bem do jeito dele.
— Sério? – ela entrou na brincadeira – Eu prefiro que você me explique na prática como isso aconteceu. Seria mais ou menos o que nós acabamos de fazer? – Ela sorriu
— Sim. Mas eu vou te mostrar novamente, porque você pode ter esquecido. — de repente, ele para e a olha preocupado e pergunta – Kate, você está bem? Você está tonta, está passando mal, está fraca...
Sorrindo, Kate o interrompe e diz – Richard Castle, eu estou grávida, não estou doente. Se você for me tratar assim todos os meses de gravidez, eu vou me sentir uma inválida. A única coisa que eu estou sentindo, amor é desejo de comer maçãs. Estou com muita vontade de comer maçã.
Rapidamente ele se movimenta para sair da cama mas ela o abraça e não o deixa sair e diz – Hei, moço, o para onde o senhor pensa que vai?
— Pegar maças para você Kate.
— Não, amor. Eu sei que temos maçãs em casa. Antes de comer maçãs, eu preciso que você me satisfaça outro desejo. – ele a olha com dúvida – Desejo de você, amor. Estou com muito desejo de você. – Castle não espera um segundo pedido, ele a beija apaixonadamente e em poucos minutos os dois já estavam encaixados, fazendo a dança mais antiga da humanidade, se amando, entre beijos e sussurros.
Após saciados, Castle encontrava-se deitado de peito para cima com o edredom cobrindo até a cintura, e ele tinha Kate junto a ele, sobre seu ombro. Estavam abraçados. Fazendo carinho nos cabelos dela, ele pergunta – Quando foi que você descobriu sobre a gravidez, amor?
— Hoje. Na verdade, amor, eu estou muito contente em saber que estou grávida de um filho seu. Era tudo o que eu mais sonhava na vida depois que eu te conheci e vi a pessoa maravilhosa que você é e o modo tão lindo como você tratava a Alexis. Mas eu nem sei se deveria estar tão contente assim ou falando prá você porque ainda não confirmei com exame de sangue. Eu apenas fiz teste de farmácia. – ela o olhou meio triste – Pegue aí na gaveta, amor. Ai ao lado da cama. Na banca de cabeceira. É só esticar o braço. São cinco testes.
— CINCO! – Castle disse espantado. Ele pegou os testes e olhou um por um — Nossa Senhora! Para que tanto? E você ainda quer confirmar o que, Kate? Meu amor, pode ficar contente. Aliás, podemos ficar contentes juntos. Já tá mais que confirmado. – ele sorriu divertido e piscou prá ela – Sério? Cinco testes de gravidez! – ele a abraçou bem apertado. – Se eu já era o homem mais feliz do mundo só porque tinha você, agora com este filho... Nossa Senhora! Eu estou nas nuvens, Kate. – ele olhou para ela novamente, sorrindo – Sério, Kate? Cinco testes de gravidez!
— É. Quando você me perguntou ontem se eu estava grávida somente porque eu estava com vontade de comer massa italiana fresca com molho caseiro, igualmente italiano, feito na hora eu levei na brincadeira, mas aí eu fiquei com uma pulga atrás da orelha, porque eu estava com outros sintomas, como tontura e enjoo e outro dia eu vomitei sem motivo nenhum, quer dizer, eu senti um cheiro terrível de um perfume de um policial lá no distrito. Eu tive que correr para o banheiro mais próximo, senão, já viu, né, eu ia dar vexame. Mas naquele momento eu nem pensei em gravidez. Nunca passou pela minha cabeça, até porque eu tomo regularmente as pílulas anticoncepcionais. Bem, então, depois que você indagou se eu estava grávida eu fui juntando os pontos. Não falei nada prá você, nem mesmo prá Lanie e comprei estes cinco testes e fiz hoje à tarde na delegacia quando você saiu para a reunião com a Gina. Como eu tomo pílula anticoncepcional, fiquei surpresa quando o primeiro teste deu positivo, e assim por diante, todos deram positivo. Eu sei, Castle, a pílula não tem 100% de eficácia.
— Kate, eu sei que não estávamos esperando uma e gravidez agora...
Ela o interrompe e diz dengosa, mas preocupada, com os olhos rasos d’água – Rick, você ficou chateado. Diga a verdade, por favor. Você não pensava mais em ter filhos. Alexis já está na faculdade. Mas eu vou te implorar uma coisa: Não me peça para tirar este bebê. Deixe-me seguir com a gravidez ao seu lado, por favor. É, Rick, e não quero ter este bebê sozinha. E eu quero ficar com você. Eu quero que nosso filho tenha você por perto. – as lágrimas já desciam pelas faces da detetive.
Castle ficou espantado com as palavras da sua amada. Ficou alarmado como ela estava preocupada e arregalou os olhos. Seu coração acelerou. Não podia deixar isso acontecer com a mulher da sua vida. Não podia deixar que ela pensasse tantas besteiras. Não tinha idéia de onde ela tirara tanta bobagem e, aliás, nem queria saber. Não iria fuçar formigueiro. Seu dever era solucionar. Seu coração estava mandando confortá-la e encorajá-la. Tinha que lembrá-la do seu amor. Sentou-se na cama, se encostou à cabeceira acolchoada, puxou Kate delicadamente para o seu colo, abraçou-a apertado, beijando-a na testa e falou – Meu Deus, Kate! Não fique assim, amor. Tire esses pensamentos ruins da sua cabeça, por favor. Eles não vão te fazer bem. Primeiro eu quero que saiba que eu estou muito feliz. Muito feliz mesmo. E vou guardar estes cinco testes positivos e o teste do laboratório numa pasta, como recordação. Uma lembrança feliz de um momento maravilhoso da nossa vida familiar. Nosso primeiro filho, fruto do nosso amor, Kate. Isto é magnífico! – ele disse estas palavras com lágrimas nos olhos e Kate beijou as lágrimas que iam escorrendo.
— Oh, Rick. Fico feliz. Fico descansada em saber disto. – o instinto materno faz com que ela acaricie seu ventre ainda reto – Eu vou adorar ser mãe de um filho seu, amor – Kate interrompe meio que assustada, olha prá ele e pergunta – Hei, quando você falou “primeiro filho”, você quis dizer o que exatamente? Você vai querer um segundo, um terceiro, um quarto... – ela já estava assombrada – Diga aí, Richard Castle, quantos filhos você pensa que vamos ter?
— Futura Sra. Castle. – ele falou sério, porém divertido, fazendo-a rir. Tornou a abraçá-la forte. – Minha querida, da mesma forma que este bebezinho foi feito, faremos outros. Mas quantos? Ah, Kate, não sei ainda. – ele sorriu e a beijou apaixonadamente. – Quem sabe mais um, ou três, quem sabe mais quatro, cinco. – ela tentou sair do colo dele, exasperada, mas ele não permitiu, apertando o abraço.
— Uaauuw! Socorro! – disse abafada. Não conhecia esse seu lado. Não sabia que você estava querendo superpovoar o mundo, Castle. Agora que eu já sei, depois que o bebê nascer, todas as vezes que eu encostar em você, você só vai tocar em mim para fazer amor depois que colocar, no mínimo dois preservativos, entendeu, Sr. Richard Castle. – ele fez uma cara de desconforto – E não faça esta cara.
Ele ria do comentário dela – Mas Kate, vai ser incômodo. – ele sorria divertido – Você sabe que eu detesto fazer amor com preservativo e você também não gosta. Com um preservativo já é chato, imagina com dois... Nossa Senhora!!! Deus me defenda. Você só pode estar brincando. Diga que é brincadeira, vai...
Neste momento, Kate não suportou mais manter a brincadeira e estourou na risada... – Eu estou brincando, Castle. Claro que eu não estou falando sério. Imagina! Se nós já não gostamos de uma camisinha, imagina duas... Só piada mesmo. O trabalho que isso ia dar, não quero nem imaginar. – ela sorriu. – Mas me diga aí, quantos filhos você quer ter, eihm? Porque nós levamos tantos anos para nos acertar. Tivemos dois anos inteiros de muito amor e sexo. Nossa Senhora! Maravilha! Mas, apesar de já amar muito esse bebezinho que está aqui dentro, muito mesmo, e com certeza amarei outros que virão, não estou muito a fim de parar nossas estripulias sexuais prá ficar tendo um filho por ano.
Ele faz um carinho no rosto e nos cabelos dela e a faz virar prá ele – Mas você sabe que podemos fazer amor durante a gravidez, não sabe? Até o último mês, inclusive. Nada de abstenção, querida. Como você tem muita saúde – ele falou isso, apalpando sensualmente o corpo da noiva – você não terá problemas durante este período. Então, é só aproveitar. E pode deixar comigo que eu cuido disso. Não teremos manotonia, tenho certeza. Teremos apenas que encontrar uma posição confortável e satisfatória para nós dois. – ele sorriu para ela – E, segundo relatos que eu já li, a maioria das mulheres sentem mais prazer durante a gravidez, pois os hormônios estão à flor da pele.
Kate estava agora fazendo carinhos sensuais no rosto dele – Huummm! Estou gostando muito de ouvir isto. Você, como sempre, entende de tudo, não é Richard Castle? Estou mais animada. – ela sorriu.
— Ainda bem. Então você já pode escolher a casa para abrigar nossos dez filhos. Pode escolher que eu compro. Você manda, amor? – Castle falou todo gaiato.
— Richard Castle, eu não estou achando graça. – ela falou com o ar todo sério, parecendo que estava dando uma bronca nele, mas aí ela desatou a rir junto com ele. – Você não fala sério nem num momento desse, não é, Rick. – ela sorriu.
— Claro que não. – sorriu. – Você acha que eu ia perder a oportunidade de fazer você sorrir? Nunca! Ainda mais com você grávida, os hormônios da gravidez fazendo você oscilar de alegre para triste e de triste para alegre num piscar de olhos.... — ele sorriu e deu um selinho nela — Eu quero vê-la sorrir durante toda a gravidez, Kate. Eu quero vê-la feliz. — Ele deu outro selinho nela. — Bem, voltando a falar do nosso bebê, vamos pela ordem. Primeiro você vai fazer o exame de sangue e depois quando você marcar a primeira consulta com o obstetra eu gostaria de ir com você, tá certo? Eu quero continuar participando da sua vida, amor. – Ele devolveu os testes para a gaveta e beijou a face de Kate. Quero participar também da vida deste bebê que fizemos com tanto amor. – ele falou isso, passando a mão na barriga dela e depois a trouxe mais para junto de si, num abraço bem apertado. – Você repare, babe. Passamos por tantos problemas até chegarmos aqui. Agora temos o fruto do nosso amor bem aqui na sua barriga. É um verdadeiro milagre. – ele faz carinho no ventre dela depois pegou o rosto dela e a fez olhar para ele. – Foi difícil. Brigávamos. Aliás, você brigava comigo, Kate, mas não vou mentir, eu também fazia das minhas. Dois cabeças duras. Ainda bem que sempre fazíamos as pazes. Construímos um amor verdadeiro, partindo de uma amizade sólida. Vivenciamos muitos momentos difíceis. Por muitas vezes quase morremos juntos, mas nunca deixamos de nos amar e nunca deixamos de acreditar e confiar um no outro. O amor sempre vence, Kate.
Kate continuava olhando bem no fundo dos olhos de Rick e, comovida com as palavras dele falou – Always. Eu te amo, Rick. E faremos dar certo.
— Always. Porque eu também te amo, Kate.
—------------- FIM --------------
Fale com o autor