O misterio da camara

12 capitulo 11- Plano A


Notas iniciais
oi pessoal estou triste a fic nao esta tendo leitores estou querendo exclui-la é chato escrever só para um ler bom tenho mais 4 caps prontos aqui de acordo com os leitores de amanha eu continuo caso o contrario excluo. boa leitura

– Bela acorda-disse Cedrico baixinho, despertei e notei que não havia voltado para ao lado dele e de Harry- ele foi petrificado?

– Sim foi, e algo me diz que ele só foi o primeiro aluno trouxa de mais que virão.

– Ele era um bom garoto. Espera oque é isso?- disse ele pegando um envelope do sobretudo de Colin.

– Deve ser uma pista de quem fez isso- disse avançando sobre ele para ver oque era.

– Ou pode ser uma carta de amor para a srt- disse ele virando para mim a parte em que a carta endereçara a mim.- acho que voce tinha um admirador Bela. Toma leia, certamente ele estava vindo te entregar quando foi atacado.

– Obrigada, conseguiu me tranquilizar com tais palavras- disse irônica. Peguei o envelope e quando fui abrir- Não certamente ele queria me entregar isso, me lembro dele falando que tinha algo para mim. Quando ele voltar ao normal ele mesmo fara isso- disse devolvendo o envelope no bolso.

– Harry pediu para te avisar, que ele foi procurar Hermione e Rony e que voce saberia oque ele ia fazer, pediu também que lhe dissesse que o braço dele esta bom.

– Ótimo, e voce como se sente?

– Melhor, já tenho alta. Quer ir comer alguma coisa?

– Não Cedrico, tenho que resolver umas coisas e depois vou domir um pouco.

– Tudo bem senhorita Evans, até mais tarde então- disse ele dando um beijo no meu rosto, acenei.

– Vou descobrir quem te fez isso Colin, eu prometo- assim sai sem rumo pensando em como iria por meu plano em pratica. Até que eu encontrei em um corredor vazio quem eu queria Pansy Parkinson, uma sonserina, aproveitei o corredor vazio e conjurei um feitiço do sono para ela.

Tirei-a do caminho para que ninguém a visse daquele jeito. Olhei bem para ela me concentrei e como uma de minhas habilidades de metamorfomaga é transformações, me empenhei o máximo em me transformar nela. Fui procurar o banheiro mais próximo para ver se minha transformação tinha sido bem sucedida, mas bem no meio do caminho encontrei Draco, ou melhor ele me encontrou.

– Pansy, oque faz por aqui?

– Procurando um banheiro.... quer dizer deixa pra lá... é ... todos estão falando do Potter e da Evans, acha mesmo que eles são os Herdeiros?

– Acredito que não, o Potter é amigo dos sangues Ruins, contudo é ofidioglota como o fundador da nossa casa, sem falar que era para ele ser um de nós, mas é um fraco... a Evans até poderia ser, dizem que ela pediu a cobra para que atacasse Diggory- meu estomago deu um nó- ela sim parece alguém com personalidade forte, mas também é amiga daquela sangue ruim- cada vez que ele falava mal dos nascidos trouxas minha vontade de lhe dar um soco era maior.

– Voce seria o melhor candidato para isso.

– Sim seria, até pode ser que eu seja, quem sabe não é.

– Mas voce é?- perguntei ou melhor gritei.

– Já conversamos sobre isso Pansy... agora vem cá- disse ele e me aproximei, ele olhou para os lados e me deu um beijo.

– Draco oque é isso?- perguntei limpando os lábios.

– Para de rodeios, voce sempre quis um beijo meu, sempre estava no meu pé, só porque seus pais querem nos casar quando mais velhos.

– Oque? Quer dizer é claro... é que eu fiquei preocupada que nos vissem, meus pais querem muito nos casar- disse me sentindo enjoada.

– Mas eu não, por mim seria a Evans em seu lugar, só farei isso para agradar meu pai.

– Evans?- perguntei espantada- oque ela tem que eu não tenho, alias ela é amiga daqueles trouxas.

– Não importa, ela é diferente de qualquer pessoa, ela tem seu encanto.

– Bem, com licença, tenho que voltar aos meus afazeres- disse para não ter de escutar aquelas coisas.

– Não ouse a dizer isso a ninguém Pansy, muito menos aos nossos pais- concordei e o deixei só no corredor e fui correndo para o banheiro interditado.

– Sabia que estavam aqui- disse ofegante e eles me olharam assustados e Mione rapidamente escondeu o livro da seção reservada.

– Parkinson oque faz aqui?- perguntou Harry a mim.

– Nossa, havia me esquecido de voltar ao normal- disse logo me concentrando em voltar a ser eu- acho que agora esta bem melhor. Deviam ver a cara de vocês.

–Voce nos assustou, se fosse aquela estranha certamente ela nos dedaria- disse Rony- voce fez a poção sem nós? Quer dizer que voce já foi investigar o Malfoy?

– Não e sim. Para começo de conversa eu sou metamorfomaga, tinha que explorar meus poderes de transformação. Entao me transformei na Pansy e acabei me encontrando com Malfoy- me estremeci ao dizer o nome dele.

– E ele disse algo que o entregou?- perguntou Harry.

– Não exatamente, só disse que acha que talvez nós sejamos os herdeiros, assim como o resto da escola e depois...

– E depois?- perguntou Harry intrigado.

– Eu disse a ele que ele teria jeito para ser o herdeiro, e ele respondeu que talvez ele seja...

– E depois? Continua...

– Eu sai correndo para o banheiro. Mas acho que não tirei a informação que e queria. Acho que vocês tem que tentar.

– Estamos começando a fazer a poção, mas tem ingredientes que não temos precisamos dar um jeito de arruma-los, e o único lugar que vamos encontrar os ingredientes vai ser na masmorra- disse Mione.

– Quer dizer na sala de Snape. Ótimo Harry e Rony distraem Snape e eu pego os ingredientes que faltam.

– Não, vocês estão se arriscando demais, Harry e Rony podem ser expulsos dessa vez e você também. Se ele me pegar só vou pegar uma detenção, já que minha ficha é limpa. Vocês distraem o professor, eu pego os ingredientes e não se fala mais no assunto. Vamos fazer isso amanha- disse Mione determinada, e começamos a pensa em como agir.

....

No dia seguinte acordamos animados e receosos em questão do plano. Fomos para a aula de poções, assim que Snape começou a andar pela sala para ver as poções dos alunos Hermione deu o comando.

Quando Snape começou a implicar com Neville, Harry jogou um tubo pegando fogo no caldeirão de Goyle, que explodiu causando um alvoroço na sala, e não foi atoa a poção era para criar furúnculos e com a explosão alguns alunos foram atingidos e no mesmo instante apareceram furúnculos nojentos no corpo deles.

Enquanto Snape tentava acalmar os alunos, Hermione entrou em sua sala.

– FAÇAM SILENCIO- gritou Snape- os que foram atingidos pela poção venham aqui para tomar o antidoto- e antes mesmo dele terminar a frase boa parte foi correndo ate ele, Harry e Rony não se aguentavam de tanto rir dos outros, Goyle que estava com um dos olhos muito inchado não me viu e se esbarrou em mim oque fez eu cair de nariz em minha carteira fazendo-o quebrar.

– Evans seu nariz esta sangrando- disse Draco e antes que eu pudesse dizer algo ele gritou- PROFESSOR O NARIZ DA EVANS QUEBROU- e na mesma hora Snape se levantou e veio correndo ate nós.

– Vamos para a minha sala srt Evans- disse o professor.

– Não, quer dizer... eu prefiro ir para enfermaria- disse para ele, pois Hermione ainda estava na sala dele.

– O nariz dela esta sangrando muito- disse Draco estancando o sangramento do meu nariz com a manga do seu sobretudo.

– Eu percebi senhor Malfoy, Evans venha comigo vou fazer um curativo.

– Mas professor, o problema é que eu...- tive que pensar rápido para não deixar Hermione ser descoberta entao passei a mao no nariz e disse- eu desmaio ao ver sangue...- fingi caindo para traz Draco e Snape me seguraram.

– Quero que fiquem aqui, tenho que levar uma aluna para a ala hospitalar- disse ele que me carregou e foi caminhando, quando parou no meio do caminho e disse- oque esta fazendo Draco?

– Vou acompanha-los, depois que a madame Pomfrey fazer os curativos nela ela poderá me ajudar com o furúnculo. Não seria mais fácil levar ela flutuando padrinho?- me espantei ao ouvir ele dizendo isso.

– Aqui eu sou o seu professor, entao me chame como tal, e como eu sou professor sei oque eu estou fazendo- disse ele com uma voz fria. Minutos depois chegamos a ala hospitalar, Snape me deitou na maca e logo Madame Pomfrey colocou um pano com álcool para que eu pudesse acordar, mas como eu não estava desmaiada o efeito foi contrario.

...

– Ela esta acordando madame Pomfrey- disse Draco.

– Como se sente querida?-perguntou a mulher.

– Um pouco atordoada.

– Pensei que você estava vindo aqui para me ajudar- disse ela sorrindo enquanto “concertava” meu nariz- vem tanto aqui que quase faz parte da decoração- disse ela e rimos ate mesmo Draco, e quando eu olhei para ele ri mais ainda.

– Seu nariz esta horrível Malfoy- disse rindo.

– O seu também não esta um dos melhores, talvez tenha dado perda total, esta rachado ao meio- assustada rapidamente coloquei a mao no nariz para conferir- bibi é brincadeira- riram ele e a medibruxa.

– Seu bobo não teve graça- tentei não rir com eles mas em vão.

– Sua vez agora menino Malfoy, espere que vou pegar um antidoto- disse ela saindo. Entao sem rodeios perguntei a ele.

– Por que acha que eu possa ser a herdeira de Sonserina?

– Oque? Como voce sabe que eu...

– Ouvi voce e Parkinson conversando.

– Oque voce ouviu?

– O suficiente.

– Voce tem as características de uma sonserina, é ofidioglota que eu sei e só tem voce e seu irmão que são assim.

–Mas voce tem todos os motivos do mundo para ser o herdeiro.

– Pois é, e eu não sou, e antes que voce também me pergunte, eu não sei quem pode ser, meus únicos palpites são o Potter e voce.

– Olha senhor Malfoy tome todo o frasco e quando o furúnculo começar a latejar me chame, esta dispensada senhorita Evans- disse ela arrumando o curativo do meu nariz.

– Obrigado Madame Pomfrey. Com licença- disse saindo de lá as pressas. E fui para o banheiro da murta onde estavam Harry, Rony e Hermione dando continuidade com a poção.

...

Os dias se passaram, as aulas foram normais como qualquer outro dia, as pessoas me encaravam como de costume, já não ligava tanto Cedrico sempre estava do meu lado para ninguém me atormentar, pelo menos sempre que podia. Mas meu irmão ainda não estava acostumado e Justino não quer falar com ele, para falar a verdade vive fugindo de Harry.

– Preciso encontrar Justino e dizer que eu só estava livrando ele de levar uma picada de cobra.

– Para ser sincera Harry, acho uma perda de tempo, ninguém vai acreditar, depois que a cobra atacou o Cedrico todos pensam que foi eu, mesmo ele dizendo que foi culpa dele. Oque eu quero dizer é que ninguém entendi língua de cobra para poder confirmar a sua historia além de mim.

– Eu sei, mas não custa nada tentar, eu vou procura-lo- disse ele se levantando do sofá da nossa sala comunal- vejo vocês mais tarde-terminou ele saindo.

– Lira, posso pedir um favor?- disse Rony.

– Claro que sim Rony, diga.

– Gina esta muito estranha ultimamente com toda essa historia da câmara e o monstro que petrificou a gata do Filch e agora o Colin, queria que você acalmasse ela, Percy disse que ela esta com medo de que eu esteja envolvido nessas coisas e se Gina piorasse ele escreveria para mamãe e ela me tiraria da escola.

– Pode deixar Rony, farei o possível.

– Bom dia.

– Bom dia Mione- respondi e Rony balançou a cabeça em forma de comprimento- Gina esta no dormitório Mione?

– Não, já faz um tempinho que ela saiu de lá.

– Gostaria que fosse comigo procura-la, é claro se não estiver ocupada.

– Eu ia pesquisar sobre oque poderia ser o tal monstro que assombra a câmara, mas posso deixar para depois.

– Ótimo, então vamos- nos despedimos de Rony e andamos a procura da Gina, em um dos corredores avistamos de longe Hagrid segurando um galo aparentemente morto, mas não demos importância e continuamos a andar.

– CUIDADO!- gritou Hermione me assustando.

– Que foi?- ela apontou para o chão onde as aranhas caminhavam enfileiradas como formigas- esse escândalo por aranhas?- ela me olhou com censura.

– Pode ser paranoia minha, mas quando a gata de Filch foi atacada as aranhas se comportaram dessa maneira , assim como na noite que atacaram Colin. Seria só mais uma coincidência?

– Não sei, mas se estiver certa... provavelmente alguém corre peri... AAAAAAAH!

– Lira oque foi?

“Quero sangue, deixa eu te matar, te machucar um pouco”...

– Aquela voz de novo- disse pondo as mãos na cabeça que parecia explodir- Vamos temos que sair daqui- puxei ela pelos braços correndo, e a voz se aproximava até que cessou e deu lugar para sons de pessoas e portas batendo. Chegamos no lugar onde havia o tumulto, pirraça não parava de gritar “MAIS UM ATAQUE NEM OS FANTASMAS ELE PERDOA “, as pessoas abriam caminho para que eu passasse, mas me olhavam com desprezo resmungando palavras ofensivas.

– Por Merlin!- Dei um passo para traz ao ver que dessa vez não era só um petrificado, agora era dois Justino e Nick quase sem cabeça.

– Agora seu irmãozinho foi descoberto, e certamente será expulso dessa escola e se tivermos sorte você também será- disse Pansy com um olhar de satisfação, minha vontade era de estrangular aquele ser, mas eu estava mais preocupada com Harry.

– POTTER PODRE, NEM VIVOS E NEM FANTASMAS ESTAO SEGUROS- cantava pirraça.

– CALE-SE PIRRAÇA- gritei com raiva, os alunos se assustaram e pouco a pouco foram entrando pra suas salas.

– Jorge, então Harry esteve aqui?- perguntei a ele que estava juntos com os inseparáveis Fred e Lino.

– Sim esteve...

– Mas a professora Minerva o levou para Dumbledore- completou Fred.

– Não- sussurrei preocupada- ele vai ser expulso- disse me sentando no chão em pranto.

– Não se preocupe Lira- disse Lino.

– Bela quero que saiba que independente do que estão dizendo por ai, acreditamos na inocência de vocês- disse Fred que agachou de frente comigo e me olhava nos olhos.

– Agradeço- levantei rápido para sair do transe do ruivo- bom... vou atrás deles- e sai correndo e a virar um dos corredores bati em algo e cai para traz- me desculpe.

– Ravenna- disse Hagrid me levantando- tome mais cuidado ao virar os corredores. Porque esta chorando?

– Ouve mais duas petrificações e estao dizendo que é Harry, agora ele esta na sala do diretor. Temo que ele seja expulso.

– Não se preocupe, venha comigo- assim eu fiz, acompanhei ele ate a sala do diretor, mas não me aguentei de curiosidade e perguntei sobre o galo que ele estava carregando.

– Talvez não seja da minha conta, mas oque faz por ai com um galo morto?

– Vim pedir permissão ao diretor para lançar uma proteção em volta do galinheiro, já é o segundo que matam nesse ano- disse ele revoltado. Chegamos na porta de entrada da sala do diretor- gota de limão.

– Ah, entendo- entramos na sala e vi a fênix de Dumbledore entre cinzas- Harry estava sentado de cabeça baixa na sala do diretor que ao nos ver se levantou.

– Não foi o garoto profº Dumbledore, ele estava comigo quando aquilo aconteceu...

– Hagrid...

– Não haveria tempo dele ter feito aquilo...

– Mas Hagrid...

– Se precisar eu deponho para o ministro...

– ME ESCUTA HAGRID- disse alto o diretor- eu acredito que ele não tenha feito aquilo.

– Nesse caso... volto mais tarde- disse ele saindo da sala.

– Diretor, pro favor não expulse Harry da escola, ele não fez isso.

– Eu acredito srt Evans, mas gostaria de falar a sós com o senhor Potter- assenti e esperei por ele do lado de fora.

Pouco tempo depois Harry saiu da sala do diretor, ele me disse oque Dumbledore tinha lhe dito, ele queria saber se Harry não tinha nada a dizer a ele, mas Harry não disse sobre oque Draco falou ao terminar de ler a frase na parede no dia do primeiro ataque. Ele estava com medo de dizer sobre as vozes que estamos ouvindo, e não é atoa, do jeito que as coisas estão nos chamariam de loucos.

Dias depois, na véspera de natal os alunos estavam pegando o trem para voltar para a casa, os gêmeos não deixavam Harry e eu em paz, ficavam intimidando os alunos dizendo que eramos os bruxos herdeiros de Sonserina e se não abrissem caminho seriam petrificados, todos achavam graça menos Percy e Gina.

– Gina gostaria de conversar com voce.

– Tudo bem Lira- disse ela com a voz tremula.

– Ultimamente você tem andado distante, preocupada, e parece que não tem dormido muito bem, quer me dizer oque esta acontecendo?

– É que tenho tido uns pesadelos e é como se fosse real, e essas coisas acontecendo, eu tenho medo dele me pegar.

– Dele quem?

– O monstro.... e o garoto...

– Que garoto Gina?

– Do diário- disse ela tremendo.

– Que diário, do que esta falando?

– Gina, oque houve? Oque disse a ela Evans?- perguntou Percy furioso.

– Nada, só estava tentando ajudar.

– Acho que já ajudou demais- disse ele abraçando a garota e tirando de perto de mim- vamos Gina- e a levou para outro lugar.

Já no dormitório só restou Hermione e eu acordadas e Gina que já estava dormindo.

– Como estão os preparativos de amanha?

– Tudo ok, só falta um pedacinho dos amigos de Draco.

– Já é nojento você dizendo isso, imagina na hora de tomar a poção com os pedacinhos dos amigos dele- Hermione rio e fizemos cara de nojo. Conversamos mais um pouco e caímos no sono.

Tive pesadelo durante a noite, parecia um lugar escuro e úmido, ouvia guisos de cobra e coisas se rasteijando e a vós que sempre ouvia durante o ataque. Acordei varias vezes a noite e sempre que acordava Gina não estava na cama. Estava preocupada com ela, ela estava agindo muito estranha ultimamente, mas só pode ser pelos acontecimentos da escola.

Notas finais
pessoal ajudem ai pf voces sao a base para essa fic ficar em pé se nao houver comentario favoritagem ai fica dificil boa tarde p tds