O lado escuro de Piltover

12 Temporada de Inverno parte 3: Baile de Gala


Vi estava deitada na neve observando o céu cinzento, tinha sido muito proveitoso aquele natal na casa do Dj. A tempos não fazia algo tão calmo em família, já faziam três dias que não via Caitlyn, ela tinha dito que voltaria no dia seguinte ao feriado. Vi fechou os olhos e deixou que os flocos de neve continuassem caindo sobre eu corpo até adormecer, em seu sonho uma memoria bem viva corria novamente em sua mente. Ela corria por um beco junto de uma menina mais velha, passos frenéticos puderam ser escutados atrás delas. A garota de cabelos brancos a colocou escondidas atrás de vários sacos de lixo, falou alguma coisa que não conseguia entender depois beijou a sua testa e saiu correndo, alguns segundos depois quatro homens também passaram em dispara a perseguindo. Vi apenas ficou quietinha no canto choramingando, assim como ela tinha mandado. A cena de seu sonho mudou mas o céu cinzento e a neve que caia era a mesma, agora já um pouco mais velha. Aquele inverno em especial parecia mais frio que os anteriores o pano velho que usava para se cobrir não era o suficiente pra aparar o vento, fazia pelo menos três dias que não comia nada então se sentia muito tonta, as pessoas que passavam apressadas para compra os presentes de natais pareciam fantasma com seus rosto indistinguíveis. Foi quando uma senhora parou e se agachou a encarando nos olhos, atrás dela um jovem rapaz segurava um guarda chuva que lhe amparava da nele. A mulher ainda sorrindo lhe disse:

–Você será o numero seis...

A imagem se desfez de sua mente e Vi abriu os olhos assustada, demorou alguns segundos até ela focar a pessoa que estava a olhando por cima. Caitlyn a observava um tanto preocupada, a delinquente levantou se passando a mão nos cabelos rosados, acabou notando a quantidade de neve que tinha se acumulado por cima dela.

–Você esta bem? — Caitlyn limpou a neve dos ombros dela.

–A sim, eu acabei adormecendo — Vi espirrou — A cara...

–Nossa cheguei e vi você desacordada na grama tomei um tremendo susto, mas vamos sair daqui antes que pegue um resfriado.

As duas entraram, a delinquente se jogou no sofá enquanto Caitlyn foi até a cozinha preparar um chá. Alguns minutos depois ela voltou com duas xícaras e entregou uma para a punk que tremia muito, o chá esquentou o seu corpo além de ser muito gostoso.

–Não durma mais no gramado! Ainda mais quando estiver nevando, poderia ter ficado doente — Caitlyn a repreendeu.

–Foi mal — Vi apenas concordou discutir esse tipo de coisa com ela era inútil.

–Me diz quem é Kuran? — A xerife pegou a outra de surpresa.

–Onde você escutou esse nome?

–Você mesma que disse, estava murmurando ele enquanto dormia na grama. E não foi somente nessa ocasião, diversas vezes quando dormia murmurava isso.

–Ah entendi.

–Então vai me dizer o que é?

–Não é ninguém importante.

–Tudo bem se não quer falar quem é — Caitlyn levantou e começou e tirou o pesado sobretudo e o cachecol, dobrando e colocando num canto do sofá.

–Você demorou a chegar.

–Jayce pediu para que eu ficasse um tempo a mais com ele.

–Tendi.

Vi percebeu uma marca de chupão no pescoço dela, uma marca que não tinha sido feita por ela. Imediatamente ela avançou contra a xerife e a derrubou no sofá, ela a encarou deixando seus rostos bem próximos. Em seu interior um sentimento de possessividade crescia dentro de si, Caitlyn sentia a respiração pesada e irregular da outra que lhe fitava intensamente. Então recebeu o beijo dela. Ela sentia a ferocidade que a outra se encontrava e certamente não a perdoaria hoje, pensar naquilo a deixava mais exitada, os dias que ficou longe daquelas mãos pareciam intermináveis. É claro que fez amor com Jayce nesse meio tempo e aproveitou bastante, mas nada que se compare ao que a delinquente e capaz de provocar nela. Digamos que Jayce não seja capaz de provocar um orgasmo em todas as relações que temos.

–Aquele mauricinho andou te marcando — Vi tirou a blusa dela deixando o dorso exposto, desceu seu rosto e passou sua língua pela barriga dela.

–Ele é meu noivo e natural que me toque — Caitlyn se arrepiou com o toque e o frio que sentia por estar descoberta.

Vi alisava a lateral de seu corpo enquanto explorava sua boca, cada beijo era um pedido mudo. Caitlyn queria que ela a pega se o mais rápido possível e fosse logo pro vamos ver, mas Vi adorava provoca la com caricias deixando a super exitada e com mais desejo. Ela terminou de retirar minha calça deixando me assim somente de calcinha e sutiã, só que dessa vez não queria fazer sexo deitada, queria algo diferente. Então empurrei ela de cima de mim e me levantei apoiando uma perna encima do sofá, ela me olhava com aquela carinha safada e travessa que costumava fazer. E pessoalmente eu a adoro, ela se aproximou de minha perna e mordeu a coxa bem forte, aquilo me fez soltar um gemidinho travesso. Novamente outra mordida e depois um chupão, ela puxou minha cintura para perto do seu rosto e começou a marca minha barriga com beijos, chupões e mordidas. Ela não deixava nenhuma parte escapar de sua boca, todas aquelas sensações me faziam ficar ainda mais molhada.

Fechei os olhos pra sentir ainda mais aquela onda de prazer e dor que ela me proporcionava, suas caricias subiam chegando até meu seio. Ela o mordeu fortemente por cima do sutiã aquilo me fez soltar um gemido alto, queria arranhar suas costas mas as blusas que ela usava impediam de fazer isso. Então a puxei fazendo a levantar, comecei a despir suas blusas até deixa seu dorso exposto. Olhei para aquelas tatuagens, não tinha como resistir a combinação corpo sarado e tatuagens perfeitas. Passei minhas unhas por elas, Vi apenas ficou parada me observando enquanto passeava minhas mãos em seu corpo que tanto adorava. Então fui subindo e entrelacei minhas mãos em sua nuca acariciando e a fazendo se arrepiar, ela mantinha aquela expressão safada no rosto. Me aproximei bem e fiz menção em beija la mas apenas mordi seu lábio inferior forte o suficiente para fazer um pequeno corte, ela sorriu enquanto eu a fitava. Então ela me ergueu pelas pernas e eu entrelacei sua cintura enquanto apoiava as mãos em sua nuca, ela me encostou na parede brutalmente e começou a me beijar de uma maneira ardente. Passava as mãos em seus cabelos bagunçando os conforme os beijos e mordidas dela se intensificavam, senti uma de suas mãos deslizar por minha barriga até chegar em minha virilha. Ela começou a acariciar minha intimidade por cima da calcinha.

–Diz pra mim que eu sou melhor que ele — Ela pressionou ainda mais seus dedos, fazendo me gemer um pouco mais alto. No frenesi que eu estava era difícil pensar em algo e pelos gemidos que soltava tornava se complicado falar.

–Você..... é melhor.... — Falei com dificuldade entre meus arquejos. Eu consegui ver em seu rosto um sorriso possessivo e arrogante se forma.

–Fala de novo — Ela pediu.

–Você é melhor — Dessa vez controlei minha voz e falei de uma forma bem sensual em sua orelha, depois a mordi. Notei que a pele dela ficou arrepiada.

Senti ela penetra um terceiro dedo em meu sexo já bem molhado, ela fazia aquilo em poucas ocasiões era como se fosse um tipo de recompensa, quando fazia algo que ela queria. E pessoalmente eu adoro essa recompensa, ela me fazia gemer alto agora. Ela fazia menção em me beijar mas não o fazia me provocando e deixando me ainda mais louca por ela, segurei seu queixo firmemente então tomei seus lábios pecaminosos. Foi um beijo ardente e carregado de desejo, eu os separei deixando nossos rostos ainda bem próximos então mordisquei o queixo dela, mordi seu lábio inferior com força fazendo um pequeno machucado. Depois fui pra sua orelha e fiquei mordicando enquanto passava minhas garras sem piedade sobre suas costas, subindo pela sua nuca até afundar em seus cabelos. Ela afarva em resposta e fazia ainda mais devagar e intensamente os movimentos em meu sexo, aquilo estava me levando ao delírio.

–Vi... — Gemi seu nome, sabia que ela adorava aquilo.

–Hum... se continuar falando assim eu não vou me controlar — Ela mordeu minha orelha. Ela me encarava com aqueles olhos ferozes.

–É culpa sua me fazer falar assim — Passei minha unha pelo seus lábios rosados e sensuais. Mantinha o mesmo olhar maldoso que ela, mordi meus próprios lábios enquanto observava aquela tatuagem em seu rosto, ela apenas mantinha aquele sorriso sexy — Agora continue porque eu não te dei ordens de parar.

–Como a senhorita desejar madame.

Ela pressionou me ainda mais contra a parede, fazendo movimentos mais intensos brutais com seus dedos em meu sexo. E pra finalizar ela pressionava seu quadril contra o meu fazendo movimentos sincronizados, comecei a passar as unhas nas tatuagens de engrenagem que tinha no pescoço aquelas era uma de minhas favoritas, pois combinava bem com ela. Beijei seu pescoço por inteiro enquanto passeava minhas mãos em seus cabelos, ela usou a mão que tinha livre e arrancou meu sutiã com força. Senti meus ombros arderem por conta das alças que roçaram, mas não me importei com aquilo adorava aquela violência dela. Comecei a gemer mais alto enquanto sua boca agiu brincava com meus seios, senti minha virilha arde e as ondas de prazer percorrem meu corpo estava quase em meu ápice, quando a campainha tocou. Os cães começaram a latir e uma voz familiar me chamou. Era Jayce. Vi apenas o ignorou e tampou minha boca com sua mão livre abafando assim meus gemidos, ela mordeu o trapézio do meu pescoço com força e começou a fazer movimentos mais rápidos e fortes. Ela me fez gozar muito dessa vez, eu mordi a sua mão com força tentando conter aquele grito de prazer.

–Responda o — Ela ordenou.

–Só um momento — Eu reuni o que me restava de forças e respondi o mais natural possível — Vi me colocou no chão e me segurou para que não caísse, já que minhas pernas ainda estavam bambas. Ela ajudou me a vestir rapidamente não tinha o luxo agora de parar para descansar, fui até a porta e respirei fundo antes de sair e ir até o portão atende lo.

Vi tinha subido até seu quarto, queria evitar aquele mauricinho de merda. Ela sacudiu a mão que fora mordida, agora que a adrenalina baixou ela sentiu a dor a xerife nem se quer exitou em amenizar a mordida. Suas costas também ardiam bastante, certamente estavam bem vermelhas mas aquilo não a incomodava, estava satisfeita pelo fato da xerife ter admitido que a desejava mais do que aquele filhinho de papai. Caitlyn prendeu os cachorro permitindo que Jayce entra se com segurança.

–Que surpresa você aqui — Caityn tentou falar naturalmente, mas se sentia desconfortável pelo fato de sua calcinha esta molhada.

–Poxa você demorou em, ainda não me acostumei com essas duas feras que você arranjou — O herói olho para os cães.

–Assim estava com uma panela no fogo.

–Tudo bem amor, então esqueci de avisar você sobre o baile de inverno que vai acontecer semana que veem.

–Nossa eu realmente tinha esquecido disso.

–Sem problemas eu poderia ter ligado mas preferi vir pessoalmente, já esta morrendo de saudades de você — Jayce sorriu maroto pra ela.

–Obrigado, você não quer entrar?

–Não mas muito obrigado meu amor eu estou somente de passagem, bom estou indo te vejo em breve em — Ele deu um beijo nela e saiu.

Caitlyn voltou para casa, são momentos como aqueles que a fazia ela se sentir totalmente dividida. Se sentia uma prostituta tendo relações com os dois, uma hora ou outra ela teria que por fim naquilo o quanto antes. Foi para o andar de cima precisava de um banho para esfriar a cabeça, ela passou pelo quarto da punk que estava fechado. Provavelmente fez aquilo para não precisar ver o Jayce.

–Vi — Caitlyn bateu na porta dela.

–O que? — A delinquente respondeu.

–Posso entrar?

–Claro.

–Jayce já foi. Alias, teremos um baile de gala semana que veem, você quer ir? — Caitlyn abriu a porta e se deparou com a punk ainda sem a blusa acariciando sua gata que repousava em sua barriga exposta.

–Não valeu — Vi respondeu com indiferença.

–Você vai ir sim, é um encontro de pessoas de alto cargo aqui na cidade. Tipo o prefeito, cientistas esse pessoal. E como eu sou a xerife sempre sou convocada todo ano, e já que você é minha parceira deve ir também — Caitlyn não resistiu em olha para aquelas tatuagens.

–Ta ok — Vi respondeu emburrada — Mas eu não tenho roupa pra esse tipo de festa.

–Isso não é problema, que tipo de roupa você quer? — Caitlyn observou a punk se aproximar e a enlaçar pela cintura.

–Um esmoquin, me recuso a ir de vestido — Vi a segurou firmemente — Agora vamos terminar a nossa brincadeira da sala.

Vi ainda não tinha se acostumado com aquela roupa, se sentia engraçada. A delinquente olhou para a xerife, ela certamente estava extremamente sexy naquele vestido preto. Demorou um tempo até finalmente chegarem no grande prédio onde ocorria a festa, elas desceram do carro e foram em direção a grande entrada já podia ser visto o grande fluxo de pessoas bem vestidas que entrava no prédio. Elas entraram, Caitlyn entregou seu sobretudo para um dos serventes a delinquente fez o mesmo. O lugar era quente e estava bem cheio, Vi já se sentiu desconfortável aquele tipo de lugar lhe traziam péssimas lembranças.

–Vi se comporte ok? — Caitlyn olhou para ela

–Relaxa xerife eu não vou te fazer passar vergonha — Vi respondeu e deu um sorrisinho confiante pra ela

Conforme iam penetrando o recinto Caitlyn era cumprimentada por varias pessoas. Vi estava entediada com aquele monte de burgueses ao seu redor, sua tolerância aquela gente fresca era muito pouca fora que se sentia extremamente desconfortável. Um rapaz loirinho avistou elas e chamo a xerife, que abriu um imenso sorriso ao vê lo.

–Caitlyn! — O rapaz a cumprimentou com um beijo no rosto.

–A quanto tempo Ez — Caitlyn continuou sorrindo.

–Verdade da ultima vez que nos vimos você queria um conselho sobre ... — Ezreal parou quando percebeu a punk atrás dela — Ah entendi agora.

–Não entendeu nada, depois temos que conversa — Caitlyn o cortou — Bom Ez essa é a Vi minha parceira. Vi esse é meu amigo Ezreal.

–Muito prazer — Ezreal a cumprimentou educadamente.

–E ai — Vi fez um cumprimento informal mesmo.

–Aaa Ez você esta demorando muito com o ponche! — Um homem bem mais alto, forte, com pele bronzeada e com cabelos um poucos longos se aproximou deles junto com um pequeno ser amarelo e com uma cabeça enorme — Caitlyn sua sumida!!! — Ele exaltou se ao ver la.

–É bom te ver também Taric — Ela o abraçou

–Cait continua magnifica — Caitlyn se abaixou para cumprimentar o yordle.

–Professor Heimerdinger é muito bom rever o senhor também.

–Cait sua louca onde esteve por todo esse tempo? — Taric perguntou.

–Trabalho, pilhas e pilhas de papéis — Caitlyn respondeu — Alias professor Taric essa aqui é minha parceira de trabalho Vi.

–Muito prazer mocinha — Heimer sorriu para ela.

–Olaaaa — Taric abriu um imenso sorriso. A delinquente fez apenas um movimento de cabeça.

– Vi não seja fria — Caitlyn a repreendeu. A punk apenas suspirou.

–Minha nossa meus olhos acabam de ser agraciados com a visão da mulher mais linda dessa festa — Jayce se aproximou deles e colocou a mão na cintura de Caitlyn — Ola meus amigos, Vi — Ele pronunciou o nome dela com certa indiferença.

–E ai almofadinha — A delinquente sorriu provocando o.

–Sua língua continua sendo afiada independente da situação né — Jayce respondeu com uma certa ironia na voz.

–Acredite estou sendo delicada — Ela continuou com o tom sarcástico.

–É bom rever seus conceitos então — Dessa vez ele transpareceu sua raiva.

–Vocês dois não comecem agora — Caitlyn os repreendeu. Ezreal e Taric apenas observavam atenciosos aquelas faísca que pairavam no ar.

–A que tal darmos uma volta e cumprimentar o resto do pessoal? — Heimer tentou amenizar.

–É uma boa ideia — Caitlyn concordou.

–Eu vou dar uma volta por ali — Vi fez menção a ir ao lado oposto deles mas foi impedida por Taric.

–Pode ir da uma volta com o professor Cait Jayce, mas você fica aqui conosco tenho certeza que temos assuntos interessantes para debater — Taric sorria para ela.

–Estamos indo então — O trio se afastou.

–Então senhorita Vi ... -Ezreal começou a falar mais foi interrompido pela delinquente.

–Vocês são um casal? — A punk perguntou.

–Sim — Taric respondeu animado. Ez ia falar alguma coisa mas preferiu ficar calado.

–Percebi e com certeza são amigos íntimos da Caitlyn.

–Exatamente, você é bem observadora senhorita — Ez mantinha um sorriso confiante no rosto.

–Certamente é com vocês que ela conta alguns problemas pessoais tensos — Vi mantinha seu olhar fico neles.

–Temos muito a conversar — Taric sorriu a ela.

Os três ficaram papeando por um bom tempo, afinal tinham muito em comum. Vi se sentiu mais confortável com aqueles dois e percebeu que eram boas pessoas, o tempo realmente voou já que os três eram grandes piadistas. Foi quando um elegante casal chamou a delinquente que foi pega desprevenida.

–Senhorita Vi? — O homem a chamou gentilmente.

–Pois não? — Vi se sentia confusa pois jamais vira aqueles dois na vida.

–Desculpe incomoda la, me chamo John sou o pai de Caitlyn — Ele estendeu a mão e a cumprimentou.

–Muito prazer em conhecer o senhor — Vi apertou a mão dele com firmeza.

–E eu me chamo Alexandra sou a mãe da Cait — A mulher também se apresentou e a cumprimentou gentilmente.

–Realmente foi heroico a forma como salvou aquele pessoal do banco — John relembrou aquele fato.

–Faz parte do trabalho, não foi nada demais — A delinquente respondeu.

–Cait comentou que você também é muito agiu na tecnologia Hextec — Alexandra tomou a palavra.

–Sim eu tenho um conhecimento — Vi ficou encabulada pelo fato da xerife comentar sobre para os seus pais.

–Eu soube que a senhorita construiu uma manopla super poderosa, eu vi ela em ação no caso do assalto realmente é um objeto incrível — John falou empolgado.

–Mãe, pai eu estava procurando vocês — Caitlyn se aproximou junto com Jayce e os cumprimentou.

–A filha estávamos aqui papeando com sua parceira — John respondeu.

–Ah Jayce estamos tão ansiosos para o casamento de vocês na primavera, certamente é um dos evento bem esperador por todos — Alexandra falou empolgada para seu genro.

–Imagina eu que sou o noivo — Jayce riu.

A delinquente aproveitou se da distração e afastou se, mas Caitlyn a notou e a seguiu com o olhar. Vi foi para um sacada na parte externa do prédio, o lugar estava vazio então ela podia pensar um pouco sem que ninguém a incomoda se. O vento frio arrepiava sua pele mas ela não se importava com aquilo, a dor que sentia em seu coração era mais forte. Ela ficou um bom tempo lá até a xerife aparecer.

–Esta muito frio não acha? — Caitlyn caminhou até ficar ao lado da delinquente.

–Por que não me contou que seu casamento é no inicio da primavera? — A voz de Vi saiu embargada com sua dor.

–Desculpe não sabia como falar.

–Não precisa se desculpa, só que meio que fiquei surpresa por estar tão próximo.

–Pois é... — Caitlyn estava sem graça, se sentia se mal pela tristeza que havia na voz dela.

–Cupcake ...- Vi parou de falar, tinha que pensa bem se falaria aquilo ou não.

–O que foi? — A xerife tinha um certa expectativa na fala dela.

–Poderia... quero dizer sabe... érrr... na verdade... eu... — A delinquente não sabia como continuar. Então segurou o queixo dela e a aproximou se. Caitlyn aceitou o beijo.

–CAITLYN!!!! — Jayce gritou furioso.