O lado escuro de Piltover

7 Suas ordens meu jeito


Notas iniciais
A Piltover que eu imagino é uma mistura de Nova York, Paris, Londres e Tokyo e os arredores dela é tipo a Toscana, ai acrescentamos alguns traços futurísticos e temos a Piltover da minha mente

A delinquente teve que passar o restante do dia na cela, Caitlyn disse que faria sua introdução formal no dia seguinte. Vi não protestou na verdade estava surpresa por algo tão improvável ter acontecido mesmo assim o melhor era ficar esperta com aquela xerife, se por acaso ela tenta se algo a delinquente não exitaria em revidar. Na sua sala Caitlyn ainda escutava protestos de um certo herói.

–Mas por que você fez isso assim do nada Cait? — Jayce perguntou.

–Eu enxerguei uma possibilidade nela, todo mundo merece uma segunda chance — Caitlyn respondeu.

–Mas foi muito repentino, ela é uma assassina muito perigosa. Achei que devíamos decidir coisas como essa juntos!

–Não misture trabalho com relacionamento Jayce — A xerife olhou seria para ele, se tinha algo que não tolerava era misturar aquele tipo de coisa.

–Mas esta misturado, ela vai ficar com você 24h. Como vou relaxar sabendo que minha noiva esta em perigo constante?

–Eu sei me cuidar ok? E ela não vai fazer nada.

No final do dia um guarda foi até sua cela e a abriu conduzindo a até o estacionamento onde a xerife já a aguardava. Caitlyn entrou no carro quando viu a delinquente, Vi fez o mesmo ela pode observa o carrão de luxo da xerife. O mesmo que perseguira sua moto, ter dinheiro é outra coisa o carro parecia novo em folha. A delinquente observava a paisagem pela janela, era meio desconfortável esta indo pra um lugar totalmente desconhecido com um estranho e ainda mais quando essa pessoa era a maior autoridade da cidade. Um tempo depois o carro foi para uma área mais nobre da cidade, elas chegaram num condomínio de luxo, que realidade diferente. O carro parou em frente a uma casa de dois andares com um enorme muro com cerca elétrica.

–Como se isso fosse necessário — Vi riu.

–Disse alguma coisa? — Caitlyn olhou para ela.

–Nada não — A delinquente apenas voltou a olhar para a janela enquanto a xerife manobrava até a garagem.

As duas desceram Caitlyn abriu a porta e adentrou sua casa, Vi apenas a seguiu e ficou realmente surpresa quando viu o lugar. Tudo tinha um certo tom de elegância e simplicidade, a xerife realmente tinha um bom gosto sem extravagancia. Ela continuou conduzindo a delinquente até o andar de cima que seguia o mesmo padrão do restante da casa, pelas fotografias e quadros ela certamente é uma pessoa caseira e familiar, a xerife parou enfrente a uma porta.

–Bom esse aqui vai ser seu quarto — Ela abriu a e entrou no aposento.

–Manero — Vi observou o quarto de hospedes que tinha uma cama de casal do lado um criado mudo, proximo a janela um mesinha com um abajur, um guarda roupas e uma comoda com espelho e pra dar aquele toque agradável um grande tapete bem felpudo no chão

–Só que teremos regras aqui — Caitlyn a olhou seria.

–Ok estou a todos ouvidos xerife — Vi cruzou os braços e a encarou.

–Você terá total liberdade na casa com algumas exerções.

–Quais?

–Não vai poder usar o telefone a não ser que seja pra ligar ou para mim ou a delegacia, vai ter que manter tudo organizado como esta exatamente agora e nem pense em sair sem minha autorização.

–Eu vou pensar no seu caso — Vi sorriu provocando a — Mas agora cadê o meu gato e minhas manoplas?

–Siga me — As duas saíram do quarto e voltaram ao andar de baixo, indo para a cozinha.

Vi observou o local que tinha muitos armários e um imenso balcão de canto com uma mesa no centro, também havia grandes janelas assim como o restante da casa que deveria ser bem clara de manhã. Em um canto próximo a parede ela pode observa uma bolinha negra toda encolhida vestida com uma roupinha azul e deitada em uma confortável cama para gato, ao seu lado tinha dois potes um com ração e outro com água e a o redor vários brinquedos para gato. Vi deu um olhar surpreso para a xerife.

–Bom eu tomei a liberdade de recolher sua gatinha caso você fica se presa — Caitlyn corou.

–Obrigado eu acho — Vi respondeu e sorriu para ela. A xerife ficou mais vermelha ainda.

–Você deu algum nome a ela?

–Se chama Inu

–Inu? Que nome incomum.

–Significa cachorro — A delinquente riu, ela não se aguentava com aquela ironia.

–Você tem um gato que se chama cachorro? — Caitlyn ainda tentava processa a logica daquilo.

–Exatamente xerife.

–Prefiro não questionar mas com certeza poderia colocar um nome melhor...

–Eu gosto desse.

–Ok então.

–Xerife me diz tipo eu vou ganhar alguma coisa com esse negocio de ajudante da policia? Bom eu preciso de dinheiro e se eu não ganhar nada com isso vou ter que arrumar do meu jeito.

–Quanto a isso eu irei arca com suas despesas por enquanto, mas se você fizer por merecer vai ganhar um salario como qual quer outro membro da corporação.

–A é e se eu não me comporta? — Vi ficou de frente a ela e cruzou os braços.

–Vai ficar sem mesada — Caitlyn a encarou nos olhos.

–Humm...Tendi mas eu não pretendo ser uma boa menina.

–Acredite você vai ser.

–Não esta sendo muito legal com alguém que você não conhece e que tem um péssimo currículo?

–Eu sei que não fará nada contra mim e pode se considera a minha prisioneira.

–Uou desculpa ae então poderoso chefão, mas você é muito confiante.

–Eu tenho razões pra ter tanta confiança. Agora já pro banho eu vou lhe arrumar algumas roupas.

–Docinho você ainda não me mostrou onde esta minhas manoplas.

–Num lugar seguro bem longe de você, siga me — As duas voltaram ao andar de cima só que dessa vez indo parade outro quarto.

Vi preferiu ficar aguardando do lado de fora, até mesmo ela tinha bom senso as vezes. Ela observava os quadro na parede a xerife realmente era do tipo que gostava de reunião de familia e obras de arte, Vi também notou que ela tinha muita fotos com aquele mauricinho de merda com uma certa intimidade. A xerife saiu novamente do quarto com uma toalha.

–Você tem alguma preferencia de roupa? Porque acho que temos estilos bem diferente — Caitlyn entregou a toalha a ela.

–Uma blusa, calça ou um short já esta bom — Vi continuou observando os quadros, enquanto a xerife voltou para o interior do quarto voltando alguns minutos depois com um par de roupa impecavelmente dobrado.

–Aqui amanhã veremos alguma outra coisa pra você.

–Você é o que desse mauricinho? — Vi a ignorou e continuou observando uma foto na qual Caitlyn estava sendo abraçada por Jayce num parque de diversões.

–Ele é meu noivo — Caitlyn entregou a roupa a delinquente — O banheiro fica no andar de baixo.

–Faz tempo que você se conhecem? — Vi começou a seguir a xerife.

–Desde a infância, namoramos por três ano e temos um ano de noivado.

–Tão ta né — A delinquente começou a rir pensando no tipo de vida que os dois teriam.

–Hum? — Caitlyn parou em frente a uma porta e arqueou a sobrancelha ao ver a punk rindo sozinha — Bom fique a vontade.

Vi deixou que a água quente escorre se por um bom tempo em seu corpo, se para pra pensar a dias que não toma um banho descente e aquela água estava muito deliciosa. Ela saiu do banheiro enxugando o cabelo se sentia revigorada, um cheiro de dar água na boca tomava conta do lugar. A delinquente foi seguindo farejando o ar até chegar na cozinha onde a xerife cortava algumas saladas.

–Então você sabe cozinha? Achei que fosse só uma dondoca que comia congelados enquanto a empregada não estava — Vi se aproximou dela por traz deixando seus corpos bem próximos, isso fez a xerife corar com a ação repentina.

–As aparências enganam sou completamente independente, mas você sim tem cara de quem come congelados — Caitlyn deu um sorriso confiante e aproveitou da proximidade da outra para sentir o cheiro agradável de banho recém tomado que a punk exalava.

–Haha minha querida eu sou um chefe cinco estrelas.

A delinquente devorava o terceiro prato, a xerife realmente cozinhava bem. Caitlyn apenas observava pasma, como aquela pessoa podia comer tanto e manter um corpo daquele? Caitlyn comia de forma elegante e educada mas Vi não parecia se importa muito com regra de etiqueta. Ela ajudou a xerife na louça a contragosto e depois foi para o seu novo quarto, muita coisa aconteceu em tão pouco tempo. A delinquente estava deitada na cama pensando enquanto olhava para o teto, que realidade diferente era aquela sua vida mudou radicalmente em questão de dias. Um golpe de sorte? Acho que não, ela não poderia baixar a guarda só porque aquela xerife doida esta sendo legal, afinal estava dentro do covil do seu maior inimigo. Pensamentos iam e viam em sua mente até que o sono viesse e ela adormece se.

No dia seguinte a xerife teve uma imensa dificuldade em levantar aquela punk resmungona, mas ela tinha se precavido e imaginado que algo do tipo acontece se; então levantou se uma hora antes do normal, foi o tempo necessário pra punk finalmente ceder e levantar se depois de uma intensa batalha. A punk vestiu o segundo par de roupa dado pela xerife, depois se arrastou até a cozinha seguindo o delicioso cheiro que exalava de la, as duas terminaram suas refeições e partiram rumo a delegacia. A delinquente ficou surpresa com a quantidade de pessoas e carros que já tinham na rua, não estava habituada a acorda tão cedo, ficou surpresa com a descoberta. Vi achava que a xerife estava de brincadeira quando disse que ela ficaria 24 horas sobre vigilância, fora obrigada a ficar junto da xerife em sua sala. Como estava entediada, ela observava a outra mulher seria lendo e escrevendo sabe se la o que numa pilha de papeis, provavelmente documentos de alguma coisa. De tempos em tempos sempre entrava alguém que passava algum tipo de informação pra ela e depois saia, e assim foi se passando o restante do dia sem nenhuma ação. Era quase meio dia quando um oficial entrou apressado na sala.

–Xerife emergência, um assalto a banco deu errado e agora os ladrões fizeram todos que estavam la dentro como reféns, estão fortemente armados e temos um policial ferido no meio do fogo cruzado — O homem relatou a situação.

–Vocês só me reportam isso agora? — Caitlyn levantou se largando tudo que fazia — Traga as manoplas dela, vamos?

–Demorou finalmente uma ação! — Vi a acompanhou.

A viatura seguia em alta velocidade com sua sirene zumbindo pedindo espaço entre os carros, eles chegaram ao local que tinha sido isolado pela policia. Havia muitos curiosos e jornalista tentando relatar o ocorrido, Caitlyn foi até um dos policiais que estavam no controle da situação.

–Qual relatório — A xerife ordenou.

–São cinco homens fortemente armados que já trocaram balas conosco. Acabaram atingindo um policial que não conseguimos chegar até ele para socorrer, sempre que tentamos uma aproximação eles abrem fogo. Os reféns são mantidos o tempo todo sobre a mira dos assaltantes, não querem negociar — O oficial relatou a situação.

–Vamos tentar novamente, quem sabe eu consiga reverter mas prepare os homens para qual quer tipo de reação deles — Caitlyn deu as ordens e o homem repassou aos outros policiais.

–Não vai da certo, eu conheço esse tipo — Vi tinha escutado tudo e estava de braços cruzados encostada na viatura com um sorriso confiante no rosto.

–Não tente fazer algo sem minhas ordens entendeu?

–Sim senhora xerife, vou ficar só olhando.

Eles tentaram mais uma vez negociar com os assaltantes, mas os homens não pareciam disposto a conversa e com isso o tempo ia correndo e a situação mais tensa, a prioridade era resgatar o policial ferido mas os ladrões não davam brecha; de longe o policial que sangrava muito estava encostado em um carro agonizava de dor. Vi já estava sem paciência, dane se ia fazer do seu jeito. Ela aproveitou de mais uma tentativa dos policias de negociarem com os bandidos e começou a se aproximar do carro furtivamente. No momento que os ladrões a notaram disparam sem piedade contra ela, mas todos os tiros foram bloqueados pelas manoplas, ela conseguiu chegar até o policial. De longe Caitlyn apenas observava em fúria, o que aquela bastarda acha que estava fazendo colocando se em risco desse jeito? Agora a xerife tinha três preocupações os reféns, o policial e a punk imprudente.

Vi estava pensando de como tiraria aquele cara dali sem que os dois corre se risco... teve uma ideia. A delinquente tombou o carro e o levantou com uma das mãos usando o de escudo, enquanto que com a outra sustentava o policia de mal jeito embaixo do braço. Ela começou a andar sentindo o peso do carro mesmo com suas manoplas, seus braços queriam ceder mas ela não iria permitir aquilo. Os bandidos dispararam sem remorso de gastar a munição, mas o escudo improvisado estava sendo efetivo e ela conseguiu levar o policial até a zona segura. É claro que aquele resgate heroico foram registrados pelas câmeras atenta da mídia e as pessoas que estavam observando a cena tanto quanto os policiais ficaram pasmos.

–Pronto ta salvo — Vi largou o homem e começou analisar um prédio vizinho a agencia bancaria, seu resgate não tinha acabado.

Caitlyn estava indo até o local onde Vi estava mas a delinquente entrou em um prédio que era colado a agencia. Tudo ficou quieto por um momento, depois de alguns minutos um estrondo pode ser ouvido, os assaltantes se assustaram mas mantiveram suas posições. Novamente mais um e dessa vez a impressão que tiveram era que estava mais perto, parou.

–Vai checar o que é — O líder do assalto deu ordens a um dos seus homens.

O homem se aproximou da parede colocando o ouvido, quando de repente um trator cor de rosa surge fazendo um rombo na parede e atropelando o homem que estava encostado nela e já preparando o outro punho que atingiu fatalmente o peito do outro assaltante que voou longe com o impacto. Os outros três se assustaram com a ação repentina da delinquente e demoraram a agir, foi o tempo preciso para Vi pegar uma das mesas da agencia e arremessa contra mais um dos homens; atingindo o em cheio. Os dois restante começaram a disparar contra ela, a delinquente se protegia com as manoplas. Vi se posicionou e preparou um impulso violento investindo rapidamente contra um dos assaltantes que restou atingindo um gancho que o fez bater no teto e cair inconsciente. A delinquente já se preparava para agir contra o outro mas o ultimo bandido pegou uma mulher e a usou de escudo.

–Não se mexa ou eu estouro os miolos dela — O homem gritou nervoso, a mulher começou a chorar piorando a situação.

–Ok relaxa tá? — Vi começou a abaixar as mãos vagarosamente enquanto o homem apontava a arma pra ela.

–Estou falando serio se tenta alguma gracinha ela morre! — O assaltante apontou agora a arma para a cabeça da mulher.

Vi apenas observava quieta pensando no seu próximo movimento de pega lo sem que ele dispara se, foi quando um disparo pode ser ouvido e o tiro varou a cabeça do assaltante fazendo o cair sem vida. A delinquente virou se para a direção de onde tinha vindo o disparo, ela pode observa a xerife com seu rifle ainda em punho, Vi sorriu para a outra que a observava com aquele olhar de quem iria ter briga mais tarde. Uma leva de policiais entraram para socorrer as vitimas, a delinquente saiu da agencia e começou a caminhar bem lentamente para onde estava a xerife parando a sua frente, ela ia falar alguma coisa quando um reporte que tinha invadido a área cercada a abordou.

–Senhorita o que tem a declara sobre isso? — O homem perguntou. Caitlyn ia repreende lo por invadir mas Vi a agarrou pela cintura e a puxou para perto de si. A delinquente olhou para a câmera e sorriu.

–Foi tudo planejado. Eu e xerife combinamos que ela iria distrair os bandidos enquanto eu me posicionava para invadir, não é xerife? — A delinquente olhou para Caitlyn.

–Sim tudo planejado — Caitlyn respondeu firmemente escondendo a raiva que sentia.

–Mas não foi uma atitude perigosa? — Outro reporte perguntou. Quando as duas notaram já estavam cercada pelos abutres da mídia.

–Éerrr sempre é arriscado — Vi respondeu.

–A senhorita é o que? — O primeiro reporte voltou a pergunta.

–Policial é obvio, sou parceira da xerife.

–Você e a xerife trabalharam num plano realmente surpreendente, se sente uma heroína com essa proeza? — Outro reporte perguntou.

–Sabe como é né, faz parte do oficio — Vi falou toda convencida.

As duas voltaram em silencio para a delegacia, a delinquente não estava gostando nada daquela atitude da xerife então era melhor se prepara pra bomba. Mal pisaram na delegacia e Jayce já veio todo nervosinho pra cima da punk.

–Quem você pensa que é sua rebelde medíocre? Achando que pode tomar a frente das coisas aqui — Ele avançou contra ela.

–Ui quebro a unha? Ta nervosinho é — Vi falou em um tom de deboche enquanto sorria para ele.

–Eu vou cuidar dessa questão Jayce — Caitlyn falou seria depois prosseguiu seu caminho.

As duas foram para a sala da xerife. Caitlyn apenas se sentou em sua poltrona e voltou a trabalhar nos papeis, a delinquente ficou apenas observando estava impaciente com a atitude da xerife, se ia levar uma bronca que fosse logo.

–Não vai me elogiar? Afinal tive um alto desempenho para o primeiro dia de trabalho né? — Vi falou convencida.

–Suas atitudes foram imprudentes e perigosas — Caitlyn olhou para ela seriamente.

–Mas deram certo.

–Você colocou todos em risco ali, eles podiam ter matado os reféns. Fora que expôs a si mesmo, podia ter se machucado sabia?

–Relaxa xerife eu sei me cuidar.

–Não faça mais isso da próxima vai levar punição, entenda que aqui nós trabalhamos em equipe.

–Foi mal mas eu gosto de agir do meu jeito.

–Pois aprenda a trabalhar em equipe agora e comece a seguir meu plano e ordens, não se esqueça que você é um entregante junio agora e tem que seguir as regras e ordens dos seus superiores.

–É né mas seu plano estava demorando muito e o policial estava sangrando demais, não tinha como esperar.

–Nós estávamos nos preparando para o resgate até você interferir.

–Cara deu tudo certo não deu? Ta todo mundo salvo e é isso que importa — Vi irritou se.

–O importante é isso sim, mas tome isso como aviso e que não se repta — Caitlyn voltou a trabalhar em seus papeis.

Jack assistia na pequena televisão que pegava muito mal junto com Grunje e Zoio, eles estavam foragidos por causa do roubo a mina quando viu a noticia sobre o assalto no banco. Ele ficou pasmo quando viu o rosto da delinquente na televisão já Grunje e Zoio abriram um imenso sorriso ao ver que sua amiga estava bem, mas porque estava ao lado da xerife?

–Cedric vem aqui rapido! — Jack gritou. O homem de cavanhaque foi até ele carrancudo e ficou de boca aberta ao ver a figura na televisão.

–Como essa maldita escapou? — Ele praguejou — Merda ela esta com a xerife? Traidora.

–O que vamos fazer? — Jack perguntou.

–Matar essa vadia.