Notas iniciais
Sabe quando você fala pra alguém que é só amizade? Então........

No dia seguinte Caitlyn caminhava em passos firmes, estava decidida em ajeitar aquela história. Iria pedir desculpas para ela, e tentaria fazer amizade novamente por mais complicado que seja. Ela foi até a sala de treinos mais cedo, pois é ali que a delinquente costuma ficar, quando chegou realmente constatou que ela estava la. E por sorte a sala estava vazia, assim seria mais fácil falar com ela.

–Vi — Caitlyn chamou com uma voz firme.

–O que? — A delinquente respondeu com indiferença.

–Eu acho que lhe devo desculpas, então... — Caitlyn foi interrompida.

–Pegue suas desculpas e enfia naquele lugar — Vi deitou se no tatame, e ficou de costas para a xerife enquanto apoiava a cabeça em uma das mãos.

–Como você é grossa! — A xerife irritou se — Eu vim disposta a me reconciliar com você e é assim que me trata? Você nem deixou eu termina de falar, sua arrogante!

–Pois é, arrogância e indelicadeza fazem parte da minha personalidade — A delinquente continuou num tom de deboche e indiferença.

–Fui muito idiota mesmo em pensar que conseguiria fazer algo — Caitlyn caminhava em passos largos em direção a porta, ficou irritada com a atitude da outra.

–Não vai termina de falar? — Vi perguntou num tom de voz alto.

–Não! — A xerife saiu da sala.

–Ok eu nem queria saber mesmo — A delinquente levantou se e voltou a bater no saco de boxe — Desculpas, essa é boa.

Em sua sala Caitlyn ligou para o seu tio e informou o ocorrido. Do outro lado da linha Ben apenas ria, com a infantilidade das duas. Pediu pra Caitlyn esperava junto com Vi no final do expediente, ele queria falar com as duas. A xerife teve que encarar a delinquente mais uma vez e repassar o pedido do seu tio, é claro que foi difícil convencer aquele brutamontes, mas por fim conseguiu. Como dito, Tio Ben esperava no estacionamento as duas.

–Então você conseguiu convencer esse lobo a vir — Ben gargalhou — Esta linda como sempre Vi.

–E você continua velho como sempre — A delinquente respondeu.

–Continua com a mesma língua afiada, entrem no carro crianças quero conversa com as duas.

–Me obrigue.

–Vi colabore ao menos uma vez, tenho algo bem interessante pra vocês duas.

–Ok ok.

–As duas no banco traseiro — Os três entraram no carro.

–Então bode velho, o que você quer? — Vi continuava com aquele tom de deboche.

–Tenha mais respeito por favor — Caitlyn a repreendeu.

–Não se incomode Cait, eu já me acostumei com essa pessoa — Tio Ben respondeu bem humorado — É o seguinte, como vocês duas são muito infantis eu resolvi da uma ajudinha. Peguem isso — Ben deu um saco com roupas pra cada uma delas.

–Mas o que é isso? — Caitlyn ficou abismada segurando a mini saia azul.

–Eu gostei — Vi colocou o chapéu e os óculos de policial.

–A parti de agora vocês duas serão parceiras, e iram proteger a cidade juntas — Ben falou orgulhoso.

–Eu trabalhar com a senhora certinha? Nem fudendo — Vi debochou.

–Infelizmente ela tem razão tio, trabalhar com esse poço de arrogância não daria certo — Caitlyn rebateu.

–Como vocês duas são infantis. Já que vocês não tem atitude, eu sou obrigado a tomar irão trabalhar juntas sim e com esses uniformes personalizados — Ben deu um ponto final na birra das duas.

–Tio eu não vou usar isso, é muito constrangedor — Caitlyn se negou a usar a roupa.

–Uma coisa que aprendi é que, se for combater o crime faça isso com estilo. Essas roupas são super estilosas, e combina muito bem com duas beldades como vocês — Ben falava orgulhoso — Mas ainda não acabou, venham — Os três saíram do carro e o velho xerife foi até o porta malas do carro e tirou um rifle negro — Esse aqui é pra você Cait.

–É uma bela arma tenho que admitir — Caitlyn segurou o rifle e usou sua mira.

–Já para a senhorita eu tenho essas duas belezinhas — Ben entregou duas manoplas branca para Vi.

–Manoplas novas! São um pouco menores que a minha original mas parecem ótimas! — A delinquente vestiu o novo brinquedo e as ativou. Descobrindo assim que elas faziam o barulho da sirene da policia.

–Como conseguiu tudo isso em tão pouco tempo tio? — Caitlyn o interrogou.

–Bem....- O homem coçou o bigode — Digamos que eu já tinha um plano em mente, desde o inicio. Só estava aguardando o momento certo.

–Você é um safado velhote, por isso deu essas roupas sensuais pra gente — Vi falou animada.

–Vi não fale assim como meu tio! — Caitlyn a repreendeu — Então você planejou tudo isso.

–Eu pensei na hipótese de vocês duas trabalharem juntas, desde aquela época que você perguntou sobre a Vi pela primeira vez — Ben respondeu sorridente.

–Ah então você já tinha perguntado de mim pro velhote — Vi encarou a xerife.

–Na época você estava causando uma bela confusão, ter informações do inimigo era a coisa mais sensata a se fazer — Caitlyn defendeu se corada.

–Meu trabalho aqui esta terminado, alguém quer carona pra casa? — Ben perguntou.

–Não valeu velhote eu to de moto — A delinquente respondeu.

–Eu vou querer tio — Caitlyn aceitou a oferta.

–Então até breve encrenqueira — Ben se despediu da delinquente. A xerife apenas entrou no carro em silencio.

Vi aguardava no estacionamento quando avistou a xerife caminhando em sua direção. Ficou de boca aberta com quão sexy ela ficava naquela roupa, Tio Ben tinha feito uma excelente escolha depois iria agradecer ao velho pela proeza.

–Então vamos — Vi começou a caminhar em direção a sua moto.

–Não, vamos usar uma viatura. Moto não é viável para duas pessoas — Caitlyn estava agradecendo por estar de óculos escuro, porque assim podia admirar a punk sem que ela nota se.

As duas atenderam algumas ocorrências mas nada muito grave. Até que conversaram bastante mas, somente sobre o trabalho. Elas pararam numa rua e Caitlyn saiu pra comprar alguma coisa, a delinquente não conseguia tirar os olhos daquelas coxas.

–Deuses como vou conseguir trabalhar com essa mulher desse jeito, acalme se não vai fazer besteira em — Vi falava para si mesma, como queria colocar as mãos naquela bunda — Calma Vi, respira fundo e concentre se.

–Aqui algumas rosquinhas — Caitlyn entrou no carro.

–Caralho não me assusta assim porra! — A delinquente colocou a mão no coração.

–Nossa, relaxa ta — A xerife a estranhou — Quer? — Ela ofereceu as guloseimas para outra, que aceitou.

–Valeu, eu sei um lugar bacana onde a gente pode ir.

–Oi?

–Sabe não tivemos muita ação hoje e ficar parada não é algo que eu goste. Então podemos pegar alguns pequenos traficantes para alegrar o dia.

–Onde?

–No meu antigo bairro, mas o melhor horário é pela noite.

–Pode ser, podemos ficar um tempo a mais.

Era por volta de nove da noite, seus turnos já tinha acabado a muito tempo atrás. Caitlyn dirigiu até a área onde a delinquente tinha indicado, e realmente foi constatado dois homens traficando la. Mas a xerife achava aquele lugar familiar, e realmente tinha razão aquele era o lugar onde Vi tinha a levado anteriormente para buscar os cães. O mesmo lugar onde Dj estava traficando antes, e aqueles dois caras que tomavam conta do ponto eram os mesmo que tinham atirado em Dj deixando paraplégico. Na verdade Vi a tinha guiado para ajudar a executar sua vingança, contra os dois covardes que fizeram aquilo com seu amigo.

–Esses caras certamente foram os meses que atiraram no Dj — A delinquente falou seria.

–Como você sabe?

–Eu vim aqui no dia seguinte ao ocorrido e os encontrei traficando no lugar, não foi difícil deduzir que eles atiraram no garoto por causa do ponto de trafico.

–Seu amigo estava traficando? E você não me falou nada!

–Não havia necessidade xerife, mas isso é passado. A gente vai pega esses dois desgraçados — Vi mantinha seu olhar fixo nos dois traficantes quando avistou algo que chamou sua atenção. Duas figuras a primeira de um homem gordo com uma longa barba preta e longos cabelos negros vestido de motoqueiro, o outro rapaz um pouco mais baixo e extremamente magrelo com uma barbicha toda falhada e também vestido de motoqueiro — Não pode ser....

A delinquente aguardou que os dois se afasta sem dos traficantes e então saiu da viatura e os seguiu, Caitlyn foi atrás de Vi que simplesmente saiu da viatura sem falar nada. Vi continuou seguindo os dois homens até que eles entra sem num beco e então fez o mesmo, mas assim que fez a curva foi capturada pelo grande homem gordo que a segurava por trás prendendo a pelo pescoço.

–Achou que ia me pegar né — O homem apertou ainda mais, sufocando a.

–Solte a ou sera pior — Caitlyn ordenou apontando o rifle engatilhado.

–Tenta sorte e nós vamos furar ela — O homem magrelo surgiu segurando um canivete e encostando o em Vi.

–Cait não atira — A delinquente falou com dificuldade — Grunje, Zoio sou eu seus cães sarnentos me solta porra!

–Vi? — Grunje a soltou e então a encarou — Pelos deuses eu não acredito! — O homem a abraçou forte — Você esta viva mesmo!

–Se você foi capaz de sobreviver a uma mina desmoronada, nada mais te mata mulher! — Zoio juntou se ao abraço.

–Vi pode se explicar — Caitlyn olhava confusa abaixando o rifle.

–Relaxa xerife, o que houve aqui foi um mal entendido. Esses aqui são Grunje e Zoio meus amigos, faziam parte da minha antiga gangue.

–Da gangue? — Caitlyn apontou o rifle novamente — Então estão presos por roubo, assassinato e formação de quadrilha.

–Ou ou ou relaxa xerife — Vi se colocou na frente da arma e segurou o cano — Uma coisa de cada vez, eles não vão fugir.

–É calma dona — Zoio se pronunciou — Não vamos causar nenhum mal a você.

–Já que estamos aqui, hora de colocar o assunto em dia — Grunje ainda encarva Caitlyn que abaixou o rifle, mas sua postura ainda era de alerta total — Como escapou da mina?

–Puff, achou que algumas toneladas de terra iriam me parar? Eu dei o meu jeitinho — Vi falou sorridente.

–Sentimos muito pelo que aconteceu la — Zoio lamentou se — Mas qual foi desse uniforme ai?

–Agora eu sou um membro da policia — A delinquente encheu o peito.

–Serio? Cara é difícil de acreditar — Grunje estava incrédulo.

–Pois é a vida é louca, mas o que aconteceu com os cristais? — Vi foi direta.

–Levamos eles pra Zaun. Cedric ficou todo animado quando os mostrou ao seus compradores, mas antes de fechar negocio eles queriam testa los. Tentaram usar de diversas maneiras mas nada acontecia, então acusaram de que eram falsos e não fecharam negocio — Zoio explicou.

–Ficamos queimados com a policia de Piltover e ainda saímos de mãos vazias — Grunje complementou.

–Os cristais necessitam de uma tecnologia especifica para ativa los, que só Piltover possui é claro que eles não iam funcionar. Melhor assim, afinal vocês coloram a cidade e seus distritos em extremo perigo — Caitlyn falou.

–Não temos noção do poder dessas coisas, apenas os pegamos pelo dinheiro — Zoio defendeu se.

–Cara onde estão eles agora? — Vi perguntou.

–Cedric ficou muito irado então os escondeu em um antigo ferro velho abandonada próximo a fronteira de Zaun — Grunje falou.

–Vocês poderiam dar a localização, garanto que se fizerem isso vai amenizar a pena de vocês — Caitlyn mantinha se seria.

–Esta dizendo para nós entregarmos o bando? -Grunje a encarou.

–É melhor você aceitar Grunje, eu tenho mantido contato com sua esposa e acredite ela esta desolada com o seu desaparecimento, seus filhos também — Vi foi até ele e colocou a mão em seu braço — Vamos la meu amigo, eu descobri que existe uma vida bem melhor que essa de crimes, você quer ficar fugindo por toda sua vida sem poder ver sua família?

–Eu não sei — O homem abaixou o olhar.

–Apenas cumpra sua pena e viva como uma pessoa honesta sendo um bom pai de família — Caitlyn colocou mais pressão.

–Olha me da um tempo pra pensar ok? — Grunje olhou para as duas — Eu irei entrar em contato com vocês contando minha decisão.

–Muito bem — Caitlyn aceitou a proposta — Vamos indo Vi já passou do nosso horário — A xerife começou a se afastar.

–Mas já? Eu acabei de encontra los! — A delinquente protestou.

–Agora — Ela falou num tom mais autoritário.

–Ta bom — A delinquente fez uma cara de birra e se despediu de seus dois amigos. Correu até o lado da xerife — Obrigado por não prende los de imediato.

–Confio em você, se por acaso eles fugirem eu te mato.

–Ok ok bah!

As duas seguiam na viatura, Vi degustava as rosquinhas enquanto Caitlyn dirigia de volta para a delegacia já que estava muito tarde. A delinquente pegou uma das guloseimas e colocou na boca da xerife, que aceitou corada. Vi riu com quão boba a outra poderia ser, voltou a observa la e realmente ficou tentada em observa la com aquela roupinha curta. As duas chegaram a delegacia que já estava vazia.

–Ué já fechou? — A delinquente observava o ambiente silencioso.

–Como essa é a central ela fica aberta somente até as 20 horas, agora já as demais unidades ficam abertas 24 horas — Caitlyn explicou enquanto abria a porta da sua sala — O problema do uniforme que o tio Ben lhe deu é que ele deixa parte da sua tatuagem amostra.

–Pois é, mas isso não me incomoda — Vi observou quando a xerife se encurvou sobre sua larga mesa para pegar alguma coisa, nesse movimento acabou que por revelar uma pequena parte da sua bunda. A delinquente sentiu um fogo acender dentro de si, começou a respirar mais rápido tentando acalmar se.

–Você esta bem? — Caitlyn a observou com curiosidade. Mas a delinquente acabou que por olhar para os peitos dela descendo até a barriga exposta.

–Sim.... — Ela esperou que a xerife se vira se e então pegou as algemas que tinha presa em sua calça. Se aproximou devagar e num movimento rápido segurou um dos braços da xerife e a pressionou contra a parede. Caitlyn tentou lutar.

–O que acha que esta fazendo?! — Tentou desvencilha se das mãos poderosas da outra, mas era inútil.

–Foi mal xerife — Vi segurou as duas mãos dela próximo a nuca, levantou e a algemou — Mas você esta presa -Sussurrou no ouvido dela.

–Você esta louca? — Caitlyn sentiu a punk encostar o corpo no seu e a pressionar mais contra a parede. Tinha que admitir que ficou exitada com a ação brusca da outra — Vi pare com isso agora.

–Como posso me controlar com você usando uma roupa tão sexy? — Vi segurou os pulsos dela com uma das mãos e deslizou a outra pela cintura dela, sentindo o arrepio da outra — Faça o que quiser comigo depois, me expulse da corporação, me prenda faça o que me entender, mas agora eu vou te fazer minha. E acredite que pretendo abusar desse corpinho viciante, você me deixou muito tempo de abstinência — Vi mordeu a orelha dela.

–Sera que não entende que eu to comprometida? Eu estou tentando fazer um laço de amizade com você, por que sempre tem que me provocar?

–Por que você gosta — Vi sussurrou com uma voz sensual, o que fez a xerife se arrepiar por inteira.

–Não posso trai lo Vi — Caitlyn falou entrem suspirando enquanto sentia a outra beijar sua nuca.

–Dane se — A delinquente a virou encarando com desejo, enquanto segurava seus punhos acima da cabeça. A xerife a encarava intensamento, ela olhou para os lábios da delinquente que apenas sorriu sabia muito bem o que ela queria, então a beijou com fome e ferocidade.

A delinquente largou os pulsos dela e a ergueu pelas pernas levando a até a mesa. Caitlyn entrelaçou as pernas na cintura dela e as mãos na nuca, Vi a segurou com apenas uma mão enquanto usava a outra para jogar tudo que tinha na mesa no chão, deixando somente o notebook em um canto na beirada. Então colocou a xerife sentada sobre ela, as duas ficaram se encarando por um tempo cheias de desejo.

–Tira as minhas algemas — Caitlyn ordenou, Vi obedece e as retirou então a beijou segurando em sua cintura. A xerife apoiava as mãos na mesa, retribuindo o beijo.

Caitlyn então a abraçou novamente, envolvendo a pela nuca e a apertando mais. Vi deslizou as mãos até suas nádegas e então apertou com vontade, estava louca para fazer aquilo. Pressionou um pouco mais seu quadril contra o dela, a xerife então começou a desabotoar a jaquetinha que a outra usava tirando a lentamente, deixando a apenas com aquele sutiã preto e a gravata. Aquela visão realmente a deixou empolgada, queria mais e possivelmente transa no trabalho a exitava ainda mais.

–Você não vai me comer logo? — Caitlyn sussurrou no ouvido da punk.

–Hum.... resolveu se entregar? — Vi sorria de maneira safada.

–Já começamos vamos ter que termina — Caitlyn salpicou beijos pelo pescoço dela.

–Esta se entregando assim? — A punk levantou a saia da outra, começando a mexer na calcinha.

–Vou — A xerife transparecia sua ansiedade e desejo — Mas deixe me te fazer um agrado — Ela a empurrou e desceu da mesa.

–O que pretende? — A delinquente ficou curiosa.

–Tire o coturno — Caitlyn ordenou, e Vi obedeceu estava curiosa em saber o que a xerife pretendia.

–Feito — A delinquente observou a outra ficar de joelhos na frente dela e começar a abrir sua calça abaixando a logo em seguida, depois tirou sua calcinha box levando os lábios até sua intimidade chupando a — Vai com calma Cupcake — Vi falava suspirando — Eu me sinto até um homem assim — Riu.

Vi apenas encostou a cabeça na parede e fechou os olhos, ela mantinha as mãos na cabeça de Caitlyn enquanto se concentrava naquela onda de prazer percorrer seu corpo. Começou a gemer baixinho, tinha que admitir que a xerife sabia o que estava fazendo e fazia bem, era difícil ela se deixar tocar por outra garota já que sempre era ativa mas recebeu um agrado de vez em quando não era ruim. Aquela boca estava a levando a loucura, não aguentava mais a puxo pelos cabelos para cima e deu um beijo cheio de fogo nela. As duas caíram no chão e Vi terminou de se despir, arrancando logo em seguida a roupa da xerife. Agora desimpedidas de qual quer tecido a delinquente pressionou seus seios contra o da outra mantendo o beijo, e posicionando sua perna entre as dela assim roçando sua intimidade úmida. A delinquente desceu os beijos até os seios abundantes da xerife abocanhando sem dó com selvageria, enquanto brincava com a boca em um apertava o outro sem piedade deixando o avermelhado onde pegava. Deseja aquele corpo, deseja consumi lo da forma mais voraz possível, queria domina lo, marca lo como seu com toda possessividade e fome que sentia por ela. Sua presa esta completamente entregue aos seus ataques animalescos, o desejo de ser consumida corria fervendo por todo seu corpo da mesma forma que aquele lobo queria dominar Caitlyn queria ser dominada pelo desejo que estava negando por todo esses meses. Seus desejos primitivos dominavam seus corpos, os gemidos e arquejos preenchiam a sala enquanto as mordidas e arranhões marcavam seus corpos, os toques atiçavam ainda mais as ondas de prazer que sentiam enquanto os beijos saciavam ainda mais suas luxuria. A xerife não continha seus gemidos, que estimulavam ainda mais sua amante, seus corpos suados exalavam puro erotismo. Caitlyn a ponhava se nos cotovelos deixando seu dorso erguido para receber os beijos da punk, enquanto a mesma fazia todos os tipos de movimentos em sua intimidade. Ela deitou jogando a cabeça para trás pois sentia um imenso calor brotando de sua virilha, sabia muito bem o que era. A delinquente começou a beijar seu pescoço deixando assim as coisas mais intensas, sentindo assim o sexo dela contrair se e um liquido começar a escorrer. Caitlyn gemeu alto enquanto se contorcia de prazer, demorou um pouco até seu orgasmo acabar e então ela encarou seu predador que a observava com um sorriso de satisfação. Puxou a punk para perto de si e a beijou, a noite ainda não tinha acabado...