O idiota do meu vizinho - Brutinha
62 Capítulo 62
Nessa mesma tarde, como eu teria que ir pra casa, fiquei até umas três horas da tarde na universidade, e depois fui para casa, na companhia de Bruno, que foi com o seu carro, e eu com meu.
A tarde estava um pouco ensolarada, mas a ventania era agradável.
Quando chegamos em casa, decidimos ver um filme, e comer alguma coisa. Durante a tarde, meu pai ligara para dizer que chegaria só mais tarde, já que iria ir no parque com o Kevin.
Terminamos de ver o filme, e eu fui lavar as louças que tínhamos sujado. Quando terminei de lavar os pratos, me virei, e vi Bruno me encarando. Com um lindo, encantador e sensual sorriso no rosto. A blusa preta de manga era perfeita para ele, a calça jeans também. Os cabelos bagunçados estavam encantador. Sorri de volta, e ele continuava a me encarar.
- Que foi Bruno? — perguntei, jogando o pano de prato em cima da pia e me apoiando na mesma.
- Nada! — sorriu e deu um passo a frente.
Dei de ombros e me dirigi até a bancada que nos separava. Em cima da bancada tinha uma bacia com vária frutas. Peguei uma maça, e comecei a brincar com ela, rodando entre os meus dedos.
Ele sorriu, e se apoiou do outro lado da bancada.
- O que nos vamos fazer agora? — perguntei, encarando a maçã e sorrindo. Levantei o olhar.
- Não sei! — deu de ombros.
Ergui as sobrancelhas e ele sorriu.
Deixei a maçã de lado e ele veio até mim, dando a volta na bancada.
Ele me puxou pela cintura, e jogou uma mecha de cabelo pra trás. Acariciou as minha bochechas. Tomara que o que eu esteja sentido não seja tão visível assim. Sorri, e peguei na barra de sua blusa, a-levantado um pouco.
Ele se aproximou, e me deu um beijo no meu rosto. Outro na ponta da minha orelha. Outro na minha testa, e encostou a sua testa na minha.
- Eu... te amo! — sussurrou.
Sorri. Sim. Era isso que eu amo. A sua voz roca. O jeito tranquilo de falar. A sinceridade no falar. Eu o-amo.
- Sabe o que é pior? — perguntei e ele ergueu uma das sobrancelhas olhando diretamente para mim — É que.. eu te amo muito mais! — disse e ele riu.
Me puxou para mais perto, e me beijou. Sua mão acariciava as minhas costas, e quando outra segurava na minha nuca. Passei a mão pela sua cabeça, prendendo-a em seus cabelos, e aprofundei o beijo. Ele me puxou para perto de si, e me pegou no colo. Prendi a perna por trás dele e me sentei na bancada. Ele pousou uma das mãos pela minha perna, a explorando, e logo a apertando um pouco. Minha mão entre seus cabelo o prendiam mais. Ele me pegou novamente, aprofundando o beijo.
- Eu te amo tanto... — sussurrou no meu ouvido, me fazendo arrepiar um pouco.
- Eu também... eu preciso de você, Bruno! — sussurrei de volta.
Ele sorriu, e voltou a me beijar. Agora me beijando no pescoço e subindo até encontrar a minha boca.
Ele me pegou de novo no colo, e eu prendi minhas pernas com mais força. Ele deu a volta na bancada, e foi em direção a escada. Eu parei o beijo, e ri.
Ele subiu as escadas entre os beijos e alguns risos meus, com medo de cair. Ele me segurava com tanta força como se não quisesse sair de perto de mim em nenhum momento. Isso era o que eu realmente estava sentindo. Ele caminhou até o meu quarto, e me colocou no chão. Entrou no meu quarto e fechou a porta por trás de si, me encarando.
Sorri.
Ele se aproximou, e me puxou pela cintura. Me deu um beijo no meu pescoço, e eu segurei seus braços. Um tanto mais que músculos definidos. Sorri. Ele olhou pra mim, apoiou a sua testa na minha. Eu podia ouvir sua respiração um pouco falha. Fechei os olhos, e afundei minha cabeça no seu pescoço, sentindo o cheiro de hortelã.
Voltei a encara-lo e o-beijei. Com desejo, amor.
Ele me pegou no colo de novo, e me colocou na cama, ficando entre as minha pernas.
Eu sorri, e ele parou. Sabia o que ele queria. Assenti com a cabeça.
Ele voltou a me beijar. Minha mão percorria suas costas. Parei a mão na barra da blusa dele, e a-puxei pra cima. E a-tirei pouco a pouco. Ele separou seus lábios do meu somente para terminar de tirar a sua blusa. A joguei para um canto, e voltei a beija-lo. Agora, passando a mão pelas suas costas nua.
Ele me beijou no pescoço. Sorrindo. Logo depositou vários selinhos no meu colo. Parou a mão sobre a barra da minha blusa, e a puxou um pouco. Deixando-a um pouco mais acima do umbigo. Sorri. Ele separou de mim um pouco, ficando de joelhos na cama. Inclinei o corpo e terminei de tirar a blusa enquanto ele me olhava. Joguei a blusa na cara dele, e ri. Ele a tirou, e ficou com a cara séria. E logo começou a rir.
Voltei a beijá-lo, quando já estava perto demais da minha boca. Percorri as minhas mãos sobre seus peitoral e sua barriga, deixando marca de unhas ali. Ele sorriu. Beijei seus pescoço, e sorri. Depositei vários selinhos ali. O joguei para o lado, ficando por cima. Ele sorriu. Eu passei a mão sobre sua barriga e logo encontrei os botões de sua bermuda. Abri os botões, e ele sorriu. Logo, a calça dele estava um pouco mais longe daqui.
Eu sorri. E voltei a beijá-lo. Com muita mais intensidade. As mãos dele percorria minhas costas, sempre mantando distancia do fecho do meu sutiã. Sorri, e sentei ao seu lado. O encarando enquanto respirava.
- Que foi, anjo? — perguntou.
- Nada! — dei de ombros — só amo quando você me chama com apelidos carinhosos! — falei.
- Ah é? — perguntou rindo malicioso.
- Uhum! — concordei com sorrindo e balançando a cabeça.
Ele me pegou, me puxando pela cintura. Eu soltei um gritinho e ele começou a fazer cócegas em mim, e eu dei vários tapinhas nele. Até que ele parou. Ele sorriu me encarando. Sorri de volta, e me apoiei sobre seu peito, e voltei a beijá-lo.
- Filha... cheguei! — a voz do meu pai, no andar de baixo, ecoou pela casa, entrando no meu quarto.
Meu pai? Aqui? Agora?
Notas finais
hahaa,
O que acharam?
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