O céu de cinzas

1 O céu de cinzas


Todo dia ilusão do destino, um amigo que tudo sabe de você, que dele sim, você deve temer.

Todos os amigos que já tive foram linhas marcas na mão de minha pessoa, que nunca sairão de simples maneiras.

Mas ter uma pessoa de que sabe seus medos, sonhos, dores te pode aliviar ou te jogar mais fundo, é apenas uma questão de conhecimento, que pode te levar a vínculos especiais ou marcantes.

Mas para que discutir, se um dia o tempo revelara tudo que se precisa saber.

Coisas simples ou de uma ingenuidade inimaginável.

Deque maneira melhor para falar, do que escrever?

Um dia entendera ou continuará sem solução para se definir.

Mas poucos têm seu desigual, porque como sabemos poucos os de ser ingênuo, que pode ser respondidos por simples seres.

Agora “ser ou não ser”, palavras que todos se envolveram de simples emoções, de qualquer ser racional ou não.

Ninguém entende, por quê? Só foi um acaso...

Agora o mesmo desconhecido ou o irreconhecível ficará visível, só basta querer, e assim pode se ver e o reconhecer.

Palavra sobre palavra, um palavrear, palavra se funde com há outra sem razão, usando apenas a emoção.

No dia da escuridão, não se deve temer, porque crendo, a vida do Magnífico a seu lado não ira morrer.

Todos apenas culpam, ao menos a se culparem, mas pra que, nem caráter vai ser capaz de ter.

Difícil é se ver, uma decisão, ser feita pela a emoção.

Gabriel C. Balan

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!