O amor é relativo
5 Brigas ou reconciliações?
Notas iniciais
Percy P.O.V.
Depois da tarde divertida que eu e Annie tivemos, não iria descumprir aquilo que tinha falado pra ela: que eu iria resolver algumas contas com aquele tal de Nicholas.
–Annie, eu tenho que sair, vou fazer uma coisa no banco que Poseidon me pediu, volto em 40 minutos ou mais.- menti
–Tudo bem — sorriu
Dei um beijo na bochecha dela e sai do apartamento.
Logo quando entrei naquela boate, vi logo Nicolas, que estava bem obvio que era ele pelas características que Annie me passou.
Cheguei perto, o cara era do mesmo tamanho que eu, um pouco mais musculoso, mais não fazia a menor diferença em comparação a raiva que senti. Vi que ele estava dançando com uma garota, a afastei e perguntei:
–Voce é Nicolas?
–Sim, eu mesmo –ele sorriu falso.
Agora é a hora que a coisa esquenta. Dei um soco na barriga dele.
–Isso foi por ter feito aquilo com Annabeth!
Dei outro no rosto dele.
–E esse... Bem... Esse foi por você existir.
Ele fechou a cara, me deu um soco na barriga e outro no nariz, revidei dando outro soco na cara, seu nariz sangrava e aparentemente o meu também, todos da boate gritavam “Briga! Briga! Briga!”, logo os seguranças da boate chegaram e nos separaram.
–Eu ainda vou fazer mais estrago na sua cara idiota! –ele berrou
–Tenta a sorte babaca! –gritei tentando me soltar do Segurança
O final? Bem, fomos parar na delegacia. Ligaram para os pais dele e ligaram pra minha casa que para minha sorte, Annabeth atendeu.
Ela chegou na delegacia com cara de brava.
–Ihh, la vem –falei.
–Ihh? Ihh Percy? VOCE FICOU MALUCO? POR QUE FEZ ISSO?
Não respondi, na verdade eu queria responder mas o momento não era adequado. Olhei para a outra sala, os pais de Nicolas berravam com ele. Ri da situação.
–Voce ta rindo?
–Ah, Annie, desculpa. –tentei esconder o riso.
–Idiota –ela saiu da sala.
–Ei Annie! –puxei ela pelo braço-Fiz isso por você sabia?
–Percy, civilização atual não precisa disso!
–Ah não começa! Vamos embora.
Entrei no carro, ela ainda parecia estar brava, desviei do caminho e fui ate o porto de Nova Iorque.
–O que estamos fazendo aqui?
–Vem comigo.
Abri a porta para ela sair. Sentamos a beira do cais e ficamos olhando o anoitecer.
–Por que fez aquilo?
–Quer mesmo saber?
–Quero
–Por que... por que...
–Por que...?
–Porque eu te amo Annabeth Chase.
–Idiota – ela sorri e me puxa para um beijo cheio de amor e paixão, pera, idiota?
–Ei! Não sou idiota!
Ela levanta uma sobrancelha. Eu ri e a beijei novamente.
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