Notas iniciais
Demorei MUITO tempo para postar, eu sei :( Mas aconteceu tanta coisa, tão pouquinho tempo para me dedicar. Farei o possível (sei que sempre falo isso) mas prometo, farei o possível para manter a fic atualizada! Espero que gostem do capítulo! Beijinhos :*

Drew é o típico cara romântico. Totalmente diferente de mim, mas calma, isso não é uma crítica. Mesmo o considerando mole em algumas situações.
Mas quem sou eu para dizer, o mole das situações anda sendo eu, desde que conheci a infeliz da Bra.
Mas isso tudo vocês já sabem.
Desde que essas merdas todas vem acontecendo comigo, especificamente, desde a última vez que vi Bra, mais especificamente, desde a vez que a expulsei do meu escritório e disse aquelas merdas, tudo tem sido um inferno.
Não tenho mais falado com minha própria irmã, não tenho saído com ninguém (isso inclui mulheres), e muito menos tenho transado.

Que merda tenho feito nesses últimos dias?
Vegetado é uma ótima resposta.

Mas eu não posso levar esse inferno adiante. Vivi 29 anos da minha vida sem ela, não é? Não será isso que acabará comigo.
Drew telefonou me convidando para esse resort que estou a caminho, aliás. As coisas vem na hora certa, sair da minha bolha de Goten deprimido é o que eu preciso.
Assim que o encontrei, já foi logo dizendo que conheceu uma garota incrível e blá blá blá, que esperava que não acontecesse como da última vez...

Bom... o que aconteceu da última vez?
Em uma viagem para Los Angeles, Drew conheceu uma garota. Na verdade, NÓS conhecemos uma garota. Ashley, mas para mim foi Ash.
E cara, Drew se encantou pela menina. Ela não tinha nada de mais, era até bonitinha. Mas o coração do meu primo se derreteu todo. Enfim...
Fomos a uma boate, e Drew apareceu com a tal Ash.
Ok, eu já tinha entendido o recado. Peguei uma bebida e fui procurar o que fazer, deixaria Drew e Ash sozinhos.
Vejam bem, a culpa não foi minha! Eu estava no bar da boate, a essa altura já tinha bebido o suficiente para não pensar direto. Senti duas mãos no meu pescoço descendo pelo meu peito devagar...
Era Ash.
Perguntei se ela tinha se perdido de Drew, ou se tinha acontecido algo. Ela me respondeu com um sorriso bem safado, dizendo que não conseguia parar de pensar em mim desde que nos conhecemos, e mais algumas coisas que eu não consigo lembrar devido a música alta e meu teor alcoólico naquele momento.
Enfim, transei com Ash no banheiro da boate. Nem foi tão bom assim, foi algo rápido e sem graça, mas pelo o que me lembro ela curtiu bastante.

No dia seguinte, contei para Drew o que aconteceu. Ele ficou puto comigo, mas depois de um tempo acabou relevando. Nunca mais vi Ash na minha vida, e para ser bem sincero, nem me lembro do rosto dela.

Chegamos ao estacionamento do Resort, e as recomendações do meu priminho foram:
1- Sem gracinhas
2- Aguardar por eles lá embaixo (acho que ele não quer que eu saiba aonde fica o quarto da sua garota)

Eu não seria tão cruel assim!

E assim fiz. Fiquei esperando por Drew e a mulher maravilha.
Mas droga, esqueci minha carteira com ele. Pelo menos eu acho, se eu não esqueci, eu a perdi. Merda! Resolvi subir, o hotel não estava muito movimentado, então consegui seguir os passos apressados do Drew.
Chegando no correndo, o vi debruçado na porta branca do quarto, conversando com a tal garota. Eu só queria minha carteira e cairia fora!

— Você podia ter esperado lá embaixo!

Antes que ele terminasse de falar, ou se terminou eu não escutei mais nada, meus olhos foram direto no que espiou por detrás de Drew.
Minha única reação foi ficar completamente sem reação. Puta merda, aquilo era Bra? Quero dizer, aquela ali era Bra??
Que porra de piada de mal gosto era aquela?
Que merda estava acontecendo ali?
Aquilo só podia ser armação dela!
Mas quando nossos olhos se cruzaram, ela estava tão em pânico quanto eu. E claro, estava linda como sempre.
Da mesma forma, não teve reação. Tentei dizer algo, fazer algo, mas que merda eu diria?

Oi Bra, que bom te ver aqui! (A propósito, senti saudades) Drew, nem precisa nos apresentar, já transamos o suficiente para nos conhecermos muito bem, mas isso não é nenhum novidade

Foi tudo rápido demais. Quando pisquei havia uma mão estendida na minha frente. Firme. Segura.
Só agi em modo automático e a segurei. O que veio foi um aperto de mão e um sorriso.

— Prazer em te conhecer, só esqueci o seu nome. Vamos Drew, acredito que o seu primo esteja cansado ou algo assim. De qualquer forma, estaremos por aí. –Bra fez tudo isso rapidamente, como fugindo do diabo (O que não era tão diferente), puxou Drew pelo braço e saiu. Não olhou para trás, não gaguejou, não ficou vermelha. Apenas agiu.

Coisa que eu não consegui fazer.
Minha cabeça não estava funcionando. Eu não estava funcionando.
Olhei para trás e já haviam sumido do meu campo de visão.
Droga!
Era Bra!
Era Bra com Drew!
Ela era a tal garota.
INFERNO!

*

Existem momentos nas nossas vidas, em que apenas pensamos:
Certo, um dia eu terei que morrer. Todos teremos. O meu dia simplesmente não podia ser hoje?? Tipo, AGORA?!
Foi a única coisa que consegui pensar quando vi Goten parado na minha frente com cara de idiota.
Certo, eu não podia deixar que ele tomasse conta na situação. Vai Deus saber o que ele faria, eu não quero nem imaginar.
Então fiz o que nós mulheres fazemos de melhor: Damos um jeito.
Joguei de acordo com as regras e fingi que nunca o vi na minha vida. O cumprimentei, óbvio, sem delongas, puxei Drew comigo e descemos.

Drew achou estranho meu comportamento, claro, quem não acharia?

— Bra, o que foi? Por que me puxou dessa forma? –questionou o moreno, parando os passos da estilista-

O que eu diria?!
Sério?

No desespero, ou eu já estava ferrada o suficiente para não questionar mais as minhas ações, encostei meu corpo no de Drew e o apertei na parede. Em seguida o beijei. Não foi um beijo demorado, nem nada do tipo. Foi mais um selinho demorado.

— Ah, é que quero aproveitar essa noite logo com você! Entendeu? Desculpa se fiquei afobada de uma hora pra outra. Podemos ir?

Pelo menos colou.

Sugeri que fossemos para algum lugar fora do resort, mudando completamente os planos de jantar que Drew havia planejado. Mas ele não se importou, aleguei que estava sem fome e podíamos dar uma volta primeiro. Longe de mim querer trombar com Goten novamente!
Tudo estava acontecendo rápido demais, eu ainda não estava associando tudo o que estava acontecendo.
Nem percebi que entrei e sai do carro de Drew e que estávamos em uma praia bastante movimentada. Na realidade, não estávamos bem na praia, e sim em uma rua em frente à praia, lotada de bares e gente pra caramba.

— Podemos nos sentar próximo a areia, pedimos alguma coisa e vamos conversando. Fica ótimo aqui quando escurece. Mas se não quiser, podemos fazer outra coisa. –disse Drew sorrindo-

— Por mim está ótimo! –respondi, tentando sorrir o mais natural possível-

Eu me sentia péssima. Agora que a ficha estava caindo, me sentia uma safada mentirosa e suja.
Eu estava em um local lindo e agradável, com um cara tão lindo e agradável quanto. Drew não merecia que eu estivesse ali com ele, com a mente em outro lugar. Fingindo que não conheço Goten, fingindo que estava tudo bem.
Por outro lado, a culpa não era minha. Estava tudo bem até ELE aparecer.
Certo, eu diria a Drew que conheço Goten, que ele é amigo do meu irmão, mas que não nos falamos muito e que fiquei sem graça quando o vi. Que não gosto muito dele pela fama que ele tem, e que não me sentiria à vontade se ele viesse conosco.

É melhor do que nada.

Antes que eu pudesse dizer, o celular de Drew começou a tocar. Ele se desculpou e atendeu, adivinha?

—Goten, eu estou próximo a praia na rua dos bares, o que foi?! Sua carteira? Ah, sim ficou comigo. Pode vir aqui buscar, consegue chegar aqui? Sem problemas, até

— Meu primo esqueceu a carteira comigo, e está vindo busca-la. Você se importa? –perguntou enquanto me fitava-

— Não... tudo bem. Sem problemas. –Engoli seco enquanto respondia. Eu não estava mais aguentando aquilo, fui em busca de paz e o que encontrei? Um inferno! Eu só queria ir embora, mas não seria justo com Drew. Eu tinha que encarar tudo aquilo como a adulta que era. Se Goten tiver o mínimo de decência agira da mesma forma. Como um adulto.

*

Lá estavam eles, Sentados, aparentemente relaxados. Como Bra conseguia fingir dessa forma? Bom, se ela consegue, sinto muito, eu não.
Desculpa Drew, você é um dos melhores caras que eu conheço, mas essa situação é ridícula!

— Eai, cara! Achei que tivesse perdido minha carteira, mas ufa, menos mal –falei para Drew assim que cheguei no local aonde os dois estavam. Nada de mais, estavam apenas sentados em um muro baixo de pedras de frente para a areia. Dessa vez eu pude reparar melhor em Bra, que fazia de tudo para não me olhar. Estava vestindo uma saia que o deixou sem ar. Sua pele estava levemente bronzeada... e Drew a estava tocando. A maldita mão do primo estava em volta da cintura dela, tocando sua pele, inferno!

— Sem problemas cara. –respondeu Drew entregando o pequeno objeto preto de couro-

— Já que vim atrapalhar, o mínimo que posso fazer é buscar umas bebidas. Juro que depois eu me mando!

Não esperei uma resposta. Sai em direção ao bar mais próximo e faria o que deve ser feito!

*

Aquilo não estava cheirando bem...
Não confiava em Goten. Mas ok, Drew não era um desconhecido. Era seu primo! E afinal de contas, se havia algum culpado nessa história éramos nós! Menos o Drew.
Goten voltou com as bebidas, agindo como se nada estivesse acontecendo. Ok...
Entregou o copo para Drew que bebeu um bom gole. Entregou um para mim, mas recusei, disse que não queria beber no momento.
Mas incrível como Goten não compreende nada!

— Eu insisto, peguei com todo o carinho para você.

Aé? Seu sínico!

— E eu insisto na recusa. Prefiro ficar com o gosto do beijo que seu primo tem. Obrigada de qualquer forma.

Goten fechou a cara na mesma hora, e eu adorei. Para ser sincera, é o mínimo que ele merece após tudo o que me fez. Drew apertou meu corpo junto dele e cheirou meu pescoço. Por mais que eu aquilo fosse ótimo, eu não conseguia me sentir bem com aquilo. Não naquela situação.

Os dois ficarem conversando sobre o resort e sobre a praia. Goten falando idiotices sobre as mulheres que passavam, mas Drew não dava muita atenção. O tempo todo me enchia de carinhos. Estava nítido que ele queria o sumiço de Goten tanto quanto eu.
Quanto mais anoitecia, mais pessoas chegavam na praia. Pela conversa, toda noite tinha festa naquele local. A música logo começaria, pelo menos poderia inventar a desculpa e puxar Drew para dançar, assim sumíamos da vista de Goten, e eu contava a verdade pra ele (com algumas omissões de fatos).
Resolvi beber a bebida entregue por Goten, pelo menos para criar coragem de terminar essa noite infeliz.
Já estava bem mais relaxada, quando o pior começou a acontecer.

Drew fez uma careta de dor, tirou rapidamente as mãos que me envolviam e as levou até a barriga.

Goten se aproximou e perguntou o que estava acontecendo, se o primo estava se sentindo bem. Eu não estava entendendo nada, mas ele aparentava estar com muita dor!

Espera ai...

A minha única vontade era voar em cima do cafajeste, cretino, maldito, ordinário Goten! Eu não tinha mais adjetivos para descrever o ódio que eu estava sentindo! A bebida, lógico! O maldito colocou alguma coisa na bebida!

— Drew, diz pra mim o que está sentindo... Vou levar você ao hospital querido, consegue andar até o carro? –perguntei preocupada, acariciando sua testa que suava-

— Nã.. não se pre..o..cupe. Eu só vou ao banheiro. É só uma má digestão. –respondeu, levantando- se rapidamente-

— Eu acompanho você primo –disse Goten, fingindo preocupação-

— Não! –esbravejei- Eu vou com ele!

Fuzilei Goten enquanto me levantava e acompanhava Drew ao banheiro mais próximo, que era na praia mesmo. Eu era puro ódio, Drew não tinha culpa de absolutamente nada! Vai saber o que a merda que Goten fez! Definitivamente eu não respondia mais por mim.

Quando retornei, Goten ainda estava no mesmo lugar. Com aquela cara de pau, sorrindo para mim. Ele teve a audácia de sorrir para mim!
Maldito!
Me aproximei o suficiente e comecei a soca-lo. Tudo bem que ele era forte o suficiente para não surtir muito efeito, mas fiz o que pude. Ele apenas ria, e me encarava com aquele sorriso de merda.
Me apoiei no muro aonde estávamos sentados e comecei a tirar minhas sandálias, que já tinham um destino: sua cara.
Quando viu o que eu estava prestes a fazer, me segurou e pediu calma.

— O que você fez com ele Goten?! Como você tem coragem?

— Calma, é só laxante! Não faria nada com meu primo. Só não garanto que ele consegue terminar essa noite com voc..

Antes que ele pudesse terminar de responder minha mão foi até seu rosto em um tapa. As pessoas começaram a nos olhar, eu só queria desaparecer.

— Por favor, vá embora. Suma da minha frente, eu estou fora de mim. –falei com uma calma que tirei do fundo da alma-

— Eu precisava conversar com você Bra. A sós! Que merda estamos fazendo? Até quando vamos ficar fingindo iss..

— Ah! E para isso você precisou envenenar seu próprio primo, porque você Goten, não aceita que as coisas sejam diferentes daquilo que você quer. Você vive nesse seu mundinho sujo e pequeno e acha que todas as pessoas na sua vida devem se adequar as suas vontades. Não aceita ser contrariado, é um garoto mimado, um merda! Eu odeio você Goten! Eu agora, tenho todos os motivos para odiar você! Você teve várias oportunidades para conversar comigo! Mas você preferiu me expulsar da sua casa, preferiu me expulsar do seu escritório! Me expulsou da sua vida, e agora quer que eu converse numa boa com você?! A sós?! Você não pode estar falando sério!

Esperei por alguma resposta mas nada foi dito. Eu estava cansada, exausta na realidade. As pessoas não estavam mais prestando tanta atenção. Eu estava descalça e pronta para começar a chorar, Drew ainda no banheiro... se eu não surtasse ali, não surtaria nunca mais!

— Primeiro, eu não o envenenei, é só um laxante e garanto que amanhã ele estará novo em folha. Segundo, nós dois sabemos o quanto precisamos conversar, porra Bra, não se faça de desentendida. Eu estou tão bolado com essa história quanto você, eu jamais planejei encontrar com você aqui... só aconteceu, ok?

— Eu não quero conversar com você! Entendeu? –minha voz ficou embargada, merda, eu sabia que ia começar a chorar- Eu não quero ver você, não quero nada que envolva você! Consegue entender? Só me deixa em paz, por favor.

— Droga... Bra, me desculp...

Goten não conseguiu terminar a frase, Drew estava se aproximando. Tratei de secar as lágrimas o mais rápido possível, e coloquei meus sapatos.

— Bra, consegue me perdoar? Algo que comi não me fez bem, acho que preciso voltar para o hotel, ainda estou com dor. –disse Drew, nitidamente envergonhado e triste com a situação-

— Hey, não se preocupe –respondi, o abraçando e o conduzindo a caminho do carro. Não fazia aquilo com a intenção de provocar Goten, nem nada do tipo. Simplesmente porque Drew era um cara maravilhoso, que estava pagando pelos meus erros. Isso era a coisa mais injusta que já vivenciei.

Ele se acomodou no banco carona e eu assumi o volante. Não estávamos longe do hotel, mas fui o mais rápido que consegui.
Chegando, o acompanhei até seu quarto e pedi na recepção do hotel alguns medicamentos como soro e algo para dor estomacal.
Cuidei dele até pegar no sono. Drew passou a maior parte do tempo se desculpando e dizendo que amanhã faríamos algo. Eu só concordei enquanto me sentia a pior pessoa do mundo.

Sai do quarto de Drew eram 02h30 da manhã. Deixei um bilhete dizendo o quanto apreciei a companhia dele, e desejei melhoras.

Fechei a porta lentamente e Goten estava lá, parado feito estátua.

Droga.

Eu estava exausta para mais uma discussão. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, Goten iniciou a conversa.

— Como ele está? –perguntou-

— Dormindo –respondi secamente-

— Bra, eu só vim me desculpar. Por tudo. Espero que consiga me perdoar... me perdoar por hoje, me perdoar pelas merdas que te falei, me perdoar pelo o que houve com a gente...

— Nunca houve “a gente”. Só houve você afim de transar comigo. A gente transou e acabou. Não sou uma má pessoa Goten, mas não consigo ter essa conversa com você hoje. Não aqui, não agora. Eu só quero dormir e esquecer tudo isso, você deveria fazer o mesmo.

— Não vou conseguir dormir depois de ver você, depois de tudo o que aconteceu hoje. Você nem precisa falar nada, só quero que me ouça. –disse Goten, segurando levemente meu braço-

— Não encoste em mim! –disse apressadamente, rompendo seu toque- As coisas não são do jeito e nem no momento que você quer. Eu vou dormir agora. O que você vai fazer, não é da minha conta. Se der, amanhã conversamos. Não garanto, preciso cuidar do Drew.

— Você o ama?

— O que disse? –perguntei, sem entender-

— O Drew. Você o ama, Bra?

— Levando em consideração que eu o conheço há 2 dias, não. Não o amo. Agora, se me der licença...

— Vocês dormiram juntos?

Aff, sério?

— Não que isso seja da sua conta, mas não, não dormimos juntos. Nós mal nos beijamos... droga, por que estou te falando isso?

— Esqueça tudo o que eu te fiz, por um momento. Imagine que sou um cara tão legal quanto o Drew... você escolheria ficar comigo?! Se tivesse que escolher entre nós dois?

Respirei fundo e fingi que aquilo não estava acontecendo. Fui andando até meu quarto ignorando Goten. Chega dessa merda toda, eu precisava dormir!
Graças a Deus ele não tentou me impedir de entrar, apenas ficou falando no meu ouvido até eu trancar a porta.

Tirei minhas roupas e entrei no chuveiro. Tomei um banho rápido, mas o necessário para me sentir relaxada. Vesti uma camiseta e uma calcinha, e dormi. Apesar de todo esse turbilhão de acontecimentos, adormeci rápido.

Estava com medo do que me aguardava no dia seguinte, mas eu teria de encarar Goten!

Notas finais
Será que Bra perdoará Goten? E quanto a Drew? Espero que tenham apreciado a leitura! Até a próxima, prometo ser breve! Beijinhos.