O amor começa

12 Novidade chegando, junto com o ciúmes.


Notas iniciais
Oi meus amores lindos, como vocês estão? Não postei ontem, pois foi minha primeira Eucaristia, mas hoje eu fiz. Então senhoras e senhores, eu lhes apresento, um novo capítulo (rsrsrsrsrs só eu mesmo).

Pov. Autora

Passaram-se duas semanas, depois de alguns fatos ocorridos: o beijo entre Binho e Ana, o fato de Bia e Duda estarem em uma situação que nem eles sabem. Mosca e Mili estavam super felizes juntos, mas não estavam namorando. Também tinha o Juca e a Pata, que estavam tão próximos, que era de se desconfiar que existisse algo entre eles, mas nunca confirmavam nada.

Já era noite no orfanato, e os meninos estavam no quarto, conversando sobre diferentes assuntos.

– Vocês já estão sabendo que o Duda está meio que ficando, namorando, sei lá o que com a Bia- falou Binho que estava sentado em sua cama.

– Com a Bia? Não sei o que ele fez para gostar dela? Tipo, ela é Bia- Rafa disse super surpreso (Pov. Autora: é de surpreender qualquer um).

– Verdade, mas se eles quiserem ficar juntos, deixem eles- Juca resolveu dar sua opinião sobre o assunto- ninguém escolhe por quem se apaixonar.

– Mas e você Juca, escolheu se apaixonar pela minha irmã? – falou Mosca todo curioso. Na mesma hora, Juca ficou todo sem jeito.

– Que isso Mosca? Eu e a Pata somos apenas amigos. Só somos amigos- disse Juca um pouco vermelho.

– Não é isso Juca. Mas se você realmente gostar da minha irmã, não quero que faça nada para magoa-la, ela é muito importante para mim- pelo o que percebemos, Mosca aceitaria que Juca tivesse algo com Pata.

– Eu nunca iria magoar a Pata Moca, ela é uma ótima amiga, sempre está do meu lado, e....

Quando Juca iria terminar a frase, ninguém menos, e ninguém mais que Pata, entra no quarto, fazendo todos olharem para a porta.

– Essa daí não morre cedo- Binho estava se referindo à Pata, que ficou sem entender nada.

– Como assim Binho? – interrogou Pata.

– Nada não Pata, mas o que foi? – Rafa perguntou.

– É que a Carol quer que vocês desçam. Ela disse que vai ter surpresas.

O que será?

Pov. Tati

Pata tinha ido chamar os meninos que estavam no quarto, enquanto nós estávamos na sala, à espera dos meninos e da surpresa.

Logo os meninos desceram, e depois de um tempo Carol chegou para nos dizer a surpresa (Pov. Autora: na minha fic, a Carol é a diretora). Ela apareceu com um menino, quem será?

– Bom gente, já que estão todos aqui, eu já posso dizer. Esse é o Thiago, novo morador do orfanato. Meninos, apresentem todo o orfanato para ele e digam onde ele vai dormi. Eu já vou porque está tarde, e Thiago, espero que goste do lugar.

– Pode deixar Carol- disse Thiago.

Continuamos na sala conversando durante um tempo, depois os meninos foram levar o Thiago para o quarto. Durante todo o tempo, ele não tirava o olhar da Ana, que percebeu e ficou super envergonhada. Binho reparou a situação e ficou super enciumado, mas não disse nada, preferiu ficar na dele.

Pov. Thiago

Aquela ruivinha, uma tal de Ana é bem bonitinha. Às vezes, eu dava uma olhada para ela. Acho que quem não gostou nada foi um tal de Binho, mas não estou nem aí para ele. Vamos ver se consigo alguma coisa com ela não, custa tentar. Ninguém me impede de fazer nada. Faço o que eu quero (Pov. Autora: o Thiago não é mal, só é um pouco rebelde).

Pov. Binho

Não gostei nada desse tal de Thiago. Toda hora ele ficava olhando para Ana. Ela ficou toda envergonhada, até fingiu que não era com ela, mas acho que todos perceberam. Ele mal chegou e já quer ser o tal, assim não dá. Deixei os meninos lá no quarto, e fui até a cozinha beber água, e me deparo com a Ana.

– Oi Binho- ela se aproximou e me deu um selinho. Mesmo estando com ciúmes desse Thiago, eu não resisti. Transformei o selinho em um beijo. Quando nos separamos, lhe perguntei:

– O que esse Thiago ficou olhando para você? – falei curioso.

– Nada não. Você tá com ciúmes? – falou toda cheia de sorrisinhos.

– Eu ciúmes? Que nada, eu não.

– Oh que fofo, cheio de ciúmes. Você fica tão lindinho assim, sabias.

– Ah Ana- falei olhando para baixo.

– Não fica assim não- ela me abraçou bem forte. Aquele abraço me confortava e me acalmava. Eu realmente a amo. Como nunca amei ninguém.

Continua...

Notas finais
Gostaram ? Comentem. Gente, eu realmente preciso da ajuda de vocês. Recomendem, comentem e deem sugestões, eu estou sem ideias por causa da minha prova. Até logo, beijos !