Notas iniciais
Minha primeira história Rizzles, mesmo sendo uma one-shot espero que gostem.

Quando Jane menos esperava, ela encontrou finalmente o amor da sua vida. Claro que até ela descobrir quem realmente seria esse amor levou um tempo, mas ela descobriu e isso que importa!
Jane Rizzoli, a única policial feminina da Divisão de Homicídios de Boston, uma mulher que não tem medo de nada, que é durona, sarcástica e que raramente baixa sua guarda. Já Maura Isles, uma mulher que se veste impecavelmente bem, ela é mais fechada, tem dificuldade em ter amigos e é a legista chefe da Divisão de Homicídios de Boston. O que elas ainda não sabem, é que o destino irá juntar essas duas, talvez mais do que elas pensam...
Era uma quinta-feira, Jane estava trabalhando disfarçada para a Narcóticos, estava vestida de prostituta em uma cafeteria, havia passado a noite toda na rua por isso o cansaço. Estava totalmente sem dinheiro, tentava negociar um café da manhã na cafeteria, mas o atendente não cedeu, foi então que apareceu uma mulher loira, muito elegante, com uma luva na mão e com uma nota de R$20 dólares estendida pra Jane:
–Com licença moça, pegue os 20 dólares e tome seu café da manhã, sendo ele a refeição mais importante do dia, precisamos nos alimentar adequadamente...-foi cortada por Jane.
–Olha aqui, pra tua sorte eu vou aceitar, mas só por que eu estou com fome, obrigada.
–De na...-novamente foi interrompida por Jane
–Já te falaram que você fala demais?
Sem responder, a loira misteriosa sai do ambiente e vai embora, deixando Jane segurando a nota de R$20 dólares dada pela loira.

Um mês depois...

Jane havia sido promovida a detetive da Divisão de Homicídios de Boston, sendo hoje, uma segunda-feira, seu primeiro dia de trabalho. Assim que ela saiu da sala do chefe, foi guiada por ele para a apresentação da nova detetive ao restante do Departamento, chegaram ao lugar desejado para o anúncio, e Cavanaugh, agora chefe de Jane, fez o anuncio.
–Vamos parar o trabalho apenas por alguns minutos — imediatamente todos pararam o que faziam e olharam pra ele — Como vocês já sabiam, teremos uma nova detetive aqui no Departamento, e ela começa hoje. Quero apresentar a vocês a detetive Jane Rizzoli. Jane -falou olhando para ela- esses agora são a sua equipe. Também temos o irmão da Jane que começará como policial, o Frankie Rizzoli. Detetive Korsak, mostre a ela o Departamento e apresente-a para sua equipe.
–Pode deixar senhor. -falou Korsak
Logo que seu chefe foi para sua sala, Korsak se aproximou de Jane, junto com Frost e Maura.
–Oi detetive, prazer em conhecê-la, sou o detetive Korsak. -falou meio animado.
–Prazer é meu detetive. – ela respondeu sem ânimo
Logo depois foi a vez de Frost:
–Prazer em conhecê-la detetive, sou o detetive Frost.
–Obrigada, prazer é meu! – lhe disse
Quando Jane viu que a próxima a cumprimentá-la seria um rosto conhecido, ela ficou meio que com um pânico e um medinho, ela sabia que tinha tratado mal a loira, mas não imaginava reencontrá-la, pelo menos não nessa situação.
–Oi detetive Rizzoli, muito prazer, é bom finalmente nos conhecermos da maneira adequada. Sou a legista chefe do Departamento. – Maura se apresentou
–Prazer em revê-la. E sobre aquele dia, me desculpe, se eu fosse mais gentil estragaria meu disfarce, e foi graças aquele disfarce que me tornei detetive. Sinto muito mesmo. – lhe disse
–Tudo bem, sem problema nenhum. Agora se me dá licença, preciso voltar para o necrotério.
–Tudo bem.
Frost e Korsak apenas se entreolharam e Frost perguntou:
–Vocês já se conheciam?
–Já sim.
–De onde?
Jane explicou toda a história aos dois detetives que soltavam leves gargalhadas na maioria das partes. Assim que ela terminou de contar a história, o celular dos três detetives tocaram.
–Rizzoli...
–Frost...
–Korsak...
Era um assassinato, o primeiro de Jane e só mais um para os dois detetives.
Assim que Jane chegou na cena do crime, foi direto falar com Frost para saber informações sobre a vítima.
–Ei Frost, o que temos aqui?
–Oi detetive Jane, é uma men... — foi interrompido por Jane
–Só Jane por favor.
–Tudo bem Jane, a vítima é uma menina entre 13 e 17 anos.
–Conseguiram identificar a vítima?
–Não, infelizmente não achamos nada perto do corpo, mas ainda estamos procurando em volta da cena do crime.
–Obrigada.
Terminando de falar com Frost, ela seguiu de encontro com a Dr.ª Isles e com o corpo. Chegando perto do corpo, a aparência de feliz de Jane pelo seu primeiro homicídio foi totalmente mudada para tristeza, ela estava vendo no chão uma menina bonita, de cabelos ruivos e uma marca de bala no peito, aparentemente a queima roupa.
–Temos o que aqui Dr.ª Isles?
–Só posso de dizer que é uma menina e que está morta detetive.
–Como assim? Para mim está bem claro que mataram ela a queima roupa com um tiro no peito.
–Olha detetive, acho que você tem de saber algumas coisinhas sobre mim.
Maura falou com uma expressão séria e com uma voz fria, Jane apenas a olhou, revirou os olhos e falou:
–Não sei por que você está me tratando assim, foi por causa do incidente que aconteceu na cafeteria aquela vez?
–Não sei de que jeito que você está falando que estou te tratando. Só estou sendo eu mesma.
–Ah não está sendo mesmo.
–Então me fala como estou te tratando?
–Você está sendo rude comigo, poxa, seremos colegas de trabalho a partir de agora, nos veremos todo dia.
–Detetive Jane...- novamente a morena a interrompeu
–Só Jane por favor.
–Como eu ia falando detetive Jane, eu não gosto de trabalhar com suposições e nem adivinhar coisas. Por isso não trabalho assim, só poderei te afirmar com certeza a causa da morte dessa menina depois que eu realizar a autópsia.
–Oh God, nunca te falaram que você fala demais? Que você é uma boca de Google?
–Já me falaram sim, mas eu não ligo.
Nesse momento elas estavam falando meio alto e Frost percebeu e chegou para interromper.
–O que está acontecendo?
Jane estava bufando e Maura estava olhando para ele com cara de brava. Jane falou:
–Eu não irei trabalhar com ela, mas nem a pau.
Dito isso ela saiu da cena do crime e foi no seu carro para o Departamento.
*****
Alguns minutos depois, ela chega ao trabalho e para desestressar, resolve ir a cantina do Departamento tomar seu café de todo dia. Ao chegar lá, ela fica surpresa com quem vê trabalhando.
–MÃE?
–Oi filha. Quer seu café de sempre?
–O que você faz aqui?
–Agora sou a nova gerente da cantina filha. Você não está feliz por mim?
–Estou mas ...
–Você não queria que eu estivesse aqui. Já sei...
–Não é isso mã...-foi interrompida pela mãe
–Olha Jane, você devia estar feliz por mim, pois finalmente, depois que eu e seu pai nos divorciamos, eu estou feliz.
–Desculpa mãe, é que eu não sei se me acostumarei em te ver todos os dias aqui na cantina do Departamento.
–Tudo bem filha.
–Agora me dá o meu café que eu estou com muito trabalho pra resolve e um assassino pra pôr na cadeia.
–Café da minha filha saindo...Prontinho.
Enquanto Jane pegava seu café, pra sua infelicidade, Maura chegou a cantina também para um café pós autópsia.
–Olá Jane. -falou Maura
–Oi Maura.
–Filha você vai sair com o ...-quando Angela vê que Maura está no balcão da cantina esperando para fazer seu pedido, ela logo muda de assunto sem muito sucesso- Ah, oi Maura.
–Oi Angela.
–Vai querer o que querida?
–Um macchiato por favor.
Assim que Angela sai para buscar o café da doutora, ela logo comenta.
–Quer dizer que você tem um encontro hoje Jane?
–É, pois é.
–Gostaria que eu te ajudasse com o seu visual?
–Pra mim fica assim que nem você – riso — não muito obrigada.
–O que você quis dizer com ficar assim como eu detetive?
–Nada não Maura. Só acho que eu não sou da mesma classe social que você, não tenho a mesma grana que você, não tenho os mesmos gostos que você, somos totalmente diferentes.
–Bom, isso eu percebi.
–Pois então, eu só quero conviver com você durante o trabalho em paz, não dá pra ser não?
–Me desculpa Jane, é que eu sou meio difícil de conviver, um dos motivos de eu não ter amigos...
–Você não tem amigos doutora?
–Não Jane, só tenho mesmo minha mãe.
–Nos vemos por ai. Tchau.
–Ok. Tchau.
Jane foi para sua sala e Maura fez o mesmo indo para o necrotério. Horas se passaram até que o fim do expediente das duas acabam. Quando a detetive estava saindo rumo ao seu carro, ouviu alguém a chamando, olhou para trás e era Casey.
–Jane....
–CASEY? — o espanto era visível em seu rosto. — O que faz aqui?
–Vim te buscar para sairmos.
***********
–Casey, eu já te falei que acabou tudo que tínhamos, você me traiu, eu não vou te perdoar por ter me feito sofrer. Eu te amei e você fez o quê? Me magoou pra caramba!
–Me desculpa Jane!
Ele a puxou para um beijo, mas ela o empurrou.
–Me larga, nunca mais encoste um dedo em mim seu desgraçado.
Sem Jane perceber, Maura estava atrás de um pilar observando tudo, sem se pronunciar, Maura resolveu esperar e ver o que Jane faria com essa situação tão desagradável. Casey não desistiu fácil.
–Vem aqui Jane, você sabe que eu te quero todinha pra mim, vem logo Jane. — ele foi tentar beijá-la novamente mas Jane chutou suas partes baixas.
–Eu falei que você nunca mais iria encostar em mim.
–Eu tentei falar com você, pra você voltar numa boa comigo, mas se não funcionou, vai ser de outro jeito.
Terminando de falar isso, Casey foi para cima de Jane e a agarrou a força, Maura observava tudo, ela resolveu tomar uma atitude, subiu correndo para o andar de Jane e chamou Korsak, Frost e Frankie que também estava lá. Enquanto Maura não chegava com os meninos, Jane tentava a todo custo se soltar de Casey, mas ele era mais forte que ela, muito mais forte. Ele estava começando a tirar as calças, já que Jane estava encostada na parede, sendo segurada por ele. Casey já estava sem sua calça, ficando assim, apenas de cueca, ele foi para tirar a blusa de Jane, que cada vez mais sentia nojo dele, quando Frost, Korsak e Frankie, junto com Maura chegaram.
Quando Frankie viu o que aquele cretino, que ele não conhecia, estava fazendo com sua irmã, ele logo falou:
–Larga ela seu covarde!
Casey ficou espantado, ele pensara que estava sozinho ali com Jane.
–Não vou largar ele porcaria nenhuma, e vê se dá o fora daqui seu IDIOTA.
Nesse momento Frankie não se aguentou, seu sangue havia subido rápido demais, ele se aproximou de Casey, que para ele era um total desconhecido, imobilizando os braços dele fazendo assim com que Jane se soltasse dos braços de Casey. Frankie olhou Jane, ela estava chorando, mas ainda assim ele precisava saber quem era esse cara.
–Mana, quem é esse cara?
–É, é ...- entre soluços Jane finalmente conseguiu falar — Meu ex namorado.
–Jane, porque ele está fazendo isso com você?
–Ele não se conformou com o término do namoro, ele sempre foi assim, ele me batia mano. — ao lembrar de tudo que Casey fazia a Jane ela começou a chorar desesperadamente, sendo, para sua surpresa, aparada no ombro de Maura, que a abraçava.
******
Jane se surpreendeu com o ato de Maura, elas que viviam sempre em pé de guerra, mesmo propondo delas serem amigas pensou que não seria nada sério, mas mesmo assim, naquele momento ela estava frágil, não iria negar colo, nem que fosse de Maura. Avisada de tudo que aconteceu com Jane, Angela sai correndo da cantina e vai até sua filha:
–Meu amor, o que aconteceu?
–Nada mãe, está tudo bem agora. — Jane falou chorando.
–Tudo bem filha, vamos pra casa, você não está legal para continuar trabalhando. — continuou falando Angela
–Eu não vou mãe. -Jane falou ainda chorando
–Você irá sim, não se preocupe dona Angela, eu levo ela em casa. -disse Maura se interrompendo
–Obrigada Maura. -Angela falou acompanhando Maura e Jane até o carro da legista.
Alguns minutos se passaram e Jane guiava Maura até seu apartamento, chegando lá a detetive convidou a loira para entrar.
–Quer entrar Maura?
–Não precisa Jane, você precisa descansar. -Maura falou
–Não vem com essa, entra logo Maura.
–Obrigada Jane.
As duas entraram e Jane fez sinal para Maura se sentar enquanto se dirigia até a geladeira para pegar uma cerveja, e por impulso, ela havia pegado também uma para a loira.
–Eu não gosto de cerveja Jane.
–Você já experimentou?
–Não mas, eu amo vinho e ...-Jane a interrompeu
–Prova, você vai gostar.
–Ok ....-Maura provou a cerveja-Isso é bom...
–Eu não ti falei.
–Obrigada.
–Eu que tenho que te agradecer Maura.
–Pelo quê?
–Por tudo que você fez hoje por mim... Eu não consigo mais esconder de mim mesma meus sentimentos por você Maura...
Jane falou sem pensar, apenas saiu. A verdade era que a detetive, desde o dia em que Jane estava disfarçada de prostituta naquela cafeteria e conheceu Maura, ela não havia parado de pensar na loira, o que seria loucura, pois elas nem se conheciam, Maura só foi uma pessoa prestativa que a ajudou. Jane não conseguia tirar Maura da cabeça, e trabalhar com ela, tendo a loira todos os dias do seu lado, fazia com que Jane sentisse algo muito forte por ela, mas a morena não sabia o que era. Até aquele abraço que a loira deu na detetive, quando o corpo dela ficou junto ao corpo de Maura, a morena sentiu que existia ali uma atração, pelo menos da parte dela, e que essa atração, não era apenas física, era maior que isso, Jane estava apaixonada por Maura.
–Não entendi Jane, o que você quis dizer com não conseguir mais esconder os seus sentimentos por mim de você mesma?
–Não sei Maura, se eu fizer uma coisa, mesmo sendo mais absurda possível, você promete não ficar brava comigo?
–Prometo, mas que coisa é essa?
Assim que Maura terminou de falar, imediatamente os lábios de Jane estavam encostados nos da legista, e para alegria de Jane, o que ela pensava sentir por Maura era realmente verdadeiro, a morena sentiu pelo beijo que ela estava apaixonada, e a sensação de ter os lábios de Maura nos seus, era sem explicação. Maura, que por sua vez ficou surpresa só no início, não relutou e nem afastou Jane de perto de si, pelo contrário, a aproximou mais ainda. Infelizmente, por falta de ar, elas tiveram de se separar. O beijo foi intenso, apaixonado (mesmo elas não sabendo muito bem dos seus sentimentos), foi ótimo. Já separadas, elas se olharam e em seguida abaixaram a cabeça, não sabiam como reagir depois daquilo, estava um silêncio meio incômodo para as duas, até que Jane resolveu quebrá-lo:
–Me desculpa Maura, mas eu não consegui me conter — Jane foi interrompida por Maura, que juntou seus lábios nos da Jane e começou novamente um beijo de tirar o fôlego.
Apenas com beijos, o clima entre Jane e Maura estava ficando quente, elas queriam a mesma coisa, mas nenhuma das duas queria apressar as coisas, e Jane se separou de Maura, meio relutante mas assim fez.
–Nossa, você...-Jane estava ofegante, mal conseguia falar — Nossa!
–Você não gostou? Me desculpe. -Maura falou de cabeça baixa
–Claro que eu gostei, foi... Ótimo ..
–Mesmo?
–Lógico Maura, você... Nossa, preciso te confessar uma coisa...
–O que Jane?
–Estou apaixonada por você...-Jane falou, quase que em um sussurro...
–Eu também Jane.
A revelação de Maura surpreendeu Jane, mas sem negar que ela havia adorado ouvir isso de Maura.
–Mesmo?
–Aham.
Novamente elas se beijaram loucamente, como se fosse a última coisa que elas fariam na vida. Quando perceberam já estavam no quarto da morena, apenas de lingerie, indo em direção a cama, Jane estava por cima de Maura que estava adorando os carinhos que a morena fazia, mas a detetive não pode deixar de perguntar, da melhor forma possivel, tentando não quebrar o clima.
–Você tem certeza que quer isso? -Jane perguntou a Maura entre beijos
–Absoluta.
Jane continuou o que estava fazendo e sentiu mais prazer ainda ao ver Maura na cama, na sua cama, se contorcendo devido aos carinhos dela, Jane, com sua boca, percorria por cada espaço vazio no corpo de Maura, fazendo Maura se entregar completamente ao momento. Jane estava dentro de Maura, ela penetrava dois dedos em Maura que a faziam gemer alto, quando a loira chegou ao ápice da transa, a morena se deitou ao seu lado e foi a vez da loira dar prazer a Jane e retribuir o que ela sentiu.
Maura ficou em cima de Jane e como a morena, preencheu cada espaço vazio do corpo da detetive com sua boca, fazendo com que a mesma soltasse gemidos incontroláveis. A legista fez com que Jane tivesse a melhor noite da sua vida, Jane havia chegado ao orgasmo duas vezes. E assim, mais uma noite havia se passado, mas para as duas, a melhor noite.
******
Ao amanhecer do dia, Jane foi a primeira a se acordar e ficou admirando Maura, finalmente ela estava junto da sua amada, mas ela sabia que não seria nada fácil, que enfrentaria preconceitos, que nem todos aceitariam sua relação com Maura, isso se houver relação. Enquanto Jane pensava e refletia sobre esse assunto, Maura, sua Maura, havia acordado;
–Muito tempo me olhando Jane?
–Só o bastante para acreditar que isso não é um sonho.
–E já descobriu que não é?
–Já sim.
–Hum, bom saber. Mas agora eu preciso ir. -a loira ia se levantando da cama, mas a mão de Jane a interrompeu
–Onde você vai?
–Para minha casa, onde mais iria?
–Antes de você ir, que para deixar bem claro eu não queria que você fosse, eu quero ti falar uma coisa.
–Pode falar Jane.
"Agora é a hora, eu preciso arriscar...Mas se ela disser não? Ai meu Deus, ela não vai dizer não, ela não pode. Vamos Jane, você consegue." pensou Jane.
–Jane? — silêncio- JANE! -Maura interrompeu os pensamentos de Jane.
–O-o que?
–O que você tem para me falar?
–Quer namorar comigo?
Maura ficou pálida no momento em que Jane terminou sua frase, no fundo ela queria isso, mais que tudo, mas agora a loira estava com medo, Jane poderia estar falando tudo isso da boca para fora por que gostou da transa das duas, mas ela queria aceitar, sem se importar com o depois, ela só queria viver aquele momento, e foi o que a legista fez, ela aceitou o pedido de Jane.
–Quero Jane!
Só essas duas palavras bastaram para Jane abrir um belo sorriso e logo selar seus lábios nos de Maura. As duas estavam felizes, muito felizes, mas elas sabiam que não seria fácil, mas estando uma do lado da outra, elas enfrentariam o mundo se preciso fosse.

The End.

Notas finais
Obrigada por terem lido, por favor, deixem seu comentário criticando ou elogiando. Beijinhos com gosto de maçã!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!