O Vizinho da Minha Melhor Amiga

24 Capítulo 24 - Felicidade


Notas iniciais
Olá meninas! Fiquei super feliz com todos os comentários de vocês, muito obg. Meus agradecimentos vão também para querida Regina Queiroz que favoritou a fic. :D Nos vemos lá em baixo.

A decoração estava linda, tinha flores amarelas e brancas em lindos ramos de folhas bem verdes. Todos os amigos estavam lá, entrei na igreja segurando um buquê de flores brancas e minha atenção estava nele, parado no altar do lado esquerdo me aguardando com um lindo brilho no olhar. Me lembrei do dia do meu resgate, quando ele confessou que iria me pedir em casamento. Senti um comichãozinho na barriga e meu coração acelerar.

Seguida por Jennifer e Amanda, que eram amigas de Ana, andei lentamente tomando cuidado para não tropeçar no vestido amarelo-dourado, que a própria noiva tinha escolhido. Cheguei e fiquei ao lado de Dimitri, recebendo um sorriso maravilhoso dele e um sussurro "linda".

A noiva entrou e a cerimônia começou, foi tudo realmente muito lindo. Me emocionei por meu irmão está se casando. Durante a festa ficamos só um pouco para nos despedimos de John e Ana, afinal não sabíamos quando nos veríamos novamente, já que quando eles voltassem da lua de mel estaríamos em Londres.
Minhas aulas começavam no próximo mês e ainda não tinha conhecido "nosso" apartamento (como Dimitri dissera).

Voltamos para casa e Lissa tinha preparado uma festa de despedida para mim e Dimitri. Foi um chororô só, até a insensível Janine não aguentou.

Ao amanhecer fomos para o aeroporto, embarcamos e muitas horas depois chegávamos em nosso apartamento, fiquei deslumbrada..
Era realmente lindo, ficava localizado na Eaton Square, a sala dava visão para aquele parque através de uma grande janela, a porta de entrada ficava perto da parede a esquerda, e à direita dois sofás de dois lugares um de frente para o outro separados por uma mesinha de centro, ao final da sala tinha a janela e seguia-se um corredor que dava acesso a uma escada e no final a cozinha. Na parte de cima os cômodos eram divididos por um corredor, duas suítes uma maior e outra menor, e uma pequena biblioteca. Fui para o quarto principal, e observei onde seria nosso ninho de amor. A cama ficava de frete para porta e tinha um pequeno sofá a seus pés, a janela ficava na cabeceira da cama e tinha uma cortina bege, do lado direito ficava o closet e do esquerdo o banheiro. Fiquei ali de pé olhando o quarto, e pensamentos como inaugurá-lo rondaram por minha mente.

— Gostou Roza? — perguntou Dimitri atrás de mim, fazendo-me virar em sua direção.

— Claro que gostei camarada — disse, e ele se aproximou de mim enlaçando minha cintura com seus braços, coloquei minhas mãos em seu pescoço e sorri sapeca

— Hum... eu conheço esse sorriso — disse ele — O que você vai aprontar Roza?

Não respondi, coloquei minhas mãos em seus cabelos e puxei sua boca para minha, explorei cada pedacinho dela assim que ele permitiu que minha língua entrasse, tomando para mim o controle do beijo, paramos depois de um tempo para respirar e olhei naqueles olhos que eu tanto amava, que estavam escuros de desejo.

— Quer tomar um banho comigo? — perguntei me afastando dele e tirando meu casaco deixando cair no chão, em seguida tirei minha blusa ficando com os seios à mostra pois estava sem sutiã, por um momento me senti insegura por conta da fina cicatriz em meu abdômen, mais logo se dissipou ao ver a forma que ele olhava para mim.

Ele não falou nada e continuou parado me olhando luxuriosamente.

Retirei minhas botas e virei de costas para ele, descendo minha calça e calcinha empinando a bunda em sua direção. Sua respiração ficou suspensa e quando voltou, saiu de sua garganta um barulho como de um rosnado.

Eu estava louca para tê-lo me preenchendo novamente, já que quando ficávamos a sós ele não deixava que chegássemos a fazer sexo, só porque a Dra pediu um tempo sem esforços físicos, incluindo o sexo, o tipo de sexo que eu adorava fazer. Mas já tinha passado o tempo que ela estipulou... No primeiro mês não me senti bem mesmo em transar, pois ainda doía muito minha cirurgia, mas conforme o tempo foi passando, e Dimitri se recusando, minha libido estava num grau que nem poderia medir.

— Você está muito vestido camarada — disse ao virar-me e chegar mais perto dele.

Tirei seu pesado casaco de couro e espalmei minhas mãos em seu peito até chegar ao cós de sua calça onde arranhei aquela área sensível.

— Roza... — disse ele com seu sotaque bem forte — Não podemos...

— Podemos sim — disse retirando sua camisa pelo pescoço e, wow. .. ele estava mais forte — Você quer Dimitri... tanto quanto eu — falei escorregando minhas mãos até encontrar sua potente ereção e acariciei por cima da calça — Olha só como eu estou molhada... Você vai me deixar assim? Vai me deixar me satisfazer sozinha? Por que é isso que farei no banho sem você — disse pegando sua mão e levando em minha boceta mostrando o quão molhada eu estava.

Um brilho passou por seus olhos e percebi que a batalha estava vencida. Sem me demorar ataquei seus lábios como se minha vida dependesse disso. Ele me agarrou pela cintura com a mão esquerda pois a direita estava me levando a loucura.

— Ah... Hummm — suspirei gemendo quebrando o beijo quando ele introduziu dois dedos em minha boceta e começou a movimentá-los ao passo que também esfregava meu clitóris.

— Era isso que você queria minha vadia? — perguntou ele aumentando o ritmo de suas estocadas me levando à borda do orgasmo — Isso Roza... Goza em meus dedos com seu delicioso mel.

Eu já não era mais nada, apenas sensações poderiam me definir naquele momento, meu corpo obedeceu seu comando e cheguei em um orgasmo maravilhoso que nem consegui manter-me em pé.
Ele me carregou até o banheiro, testou a temperatura da água, me colocou no chão e tirou o resto de sua roupa, vindo para debaixo do chuveiro comigo.

— Eu amo você — disse eu abraçando-o pelo pescoço e colando seu corpo ao meu sentindo seu pau cutucar minha barriga.

— Eu também te amo Roza — ele me beijou delicadamente.

Desci minha mão direita e agarrei seu pau movimentando-o para cima e para baixo lentamente ganhando uma mordida sensual no lábio inferior. Eu queria tanto senti seu sabor... Quebrei o beijo, desliguei o chuveiro, me ajoelhei em sua frente e coloquei minhas mãos em sua perna.
Ele abriu a boca para protestar, mas quando coloquei minha língua para fora e lambi a fenda de sua glande, gemeu alto, tomei aquilo como incentivo e não demorei a colocá-lo em minha boca chupando em seguida. Suas mãos foram para meus cabelos onde fez um rabo de cavalo e começou a ditar o ritmo, relaxei minha garganta sentindo seu pau tocar lá. Não demorou muito e seu pau inchou em minha boca e ele se afastou, mais não por muito tempo, eu não deixaria.

— Não quer me dar seu leitinho? — perguntei com a cara mais safada do mundo — Eu quero Dimitri, toda sua porra na minha boca — disse, e vendo seu breve tempo de surpresa por minhas últimas palavras, aproveitei e agarrei seu pau e coloquei novamente em minha boca engolindo-o quase todo, ouvindo seu gemido descontrolado. Chupei mais forte que pude, algumas vezes arranhando levemente com os dentes outras passando a língua ao seu redor, e então ele derramou em minha boca e engoli tudo, provando aquele líquido maravilhosamente gostoso, depois limpei todo seu pau com a língua, constatando o quão duro ainda estava.

— Ah Roza... — disse ele assim que me levantei, me trazendo para perto de si — Você é minha vadia mesmo — disse ofegante, depois me beijou — Sobe em mim, quero comer você assim primeiro — pediu ele depois do beijo já impulsionando meu corpo para cima, fiz o que ele pediu, envolvi seu pescoço com meus braços e rebolei em seu colo.

Ele posicionou seu pau na entrada da minha boceta e meteu vagarosamente até que estava todo dentro de mim.

— Ah... — ele gemeu, e instantâneamente fiquei mais molhada — Como eu estava com saudade de sentir meu pau nessa sua boceta deliciosa.

Ele me encostou na parede e começou a meter mais rápido e profundamente. Nossos gemidos eram altos e sensuais, ele estava um pouco mais solto em relação a seus gemidos e eu estava adorando esses sons que me deixavam, se possível, mais excitada.

Conforme o tempo passava e a intensidade de suas estocadas aumentavam, meu corpo começou a perder-se em prazer e não aguentei muito tempo e gozei sendo seguida por ele.

Depois que nossas respirações normalizaram-se, ele me desceu de seu colo e me beijou. Terminamos o banho e ele me enxugou e, eu a ele. Pegou-me no colo e me aninhei em seus braços soltando um bocejo. Meu corpo estava um pouco cansado da viagem e relaxado por conta dos orgasmos. Ele deitou-me na cama delicadamente, bocejei mais uma vez, minhas pálpebras estavam um pouco pesadas, seu corpo veio para cima do meu, ele olhou em meus olhos e desceu com a boca até meu ouvido.

— Cansada Roza? — perguntou sussurrando, fiz que sim com a cabeça. Percebi seu forte sotaque ao dizer meu nome e aquilo só significava uma coisa, confirmei minha suspeita quando ele esfregou a cabeça de seu pau em meu clitóris. Todo meu corpo acendeu instintivamente — Você quer dormir? — perguntou enfiando só a cabecinha em minha boceta e voltando a massagear meu clitóris com ela, repetiu o processo alguma vezes. De repente estava difícil respirar, fiz que sim com a cabeça. Eu estava louca para tê-lo em mim, mais não daria o gostinho a ele dizendo isso. Não agora.

— Mas você não vai dormir agora Roza — disse ele, sua voz estava extremamente sensual — Esperei muito tempo para apenas meter um vez no banheiro... Foda-se, eu quero e vou comer você a noite toda, e você nem vai consegui sentar direito amanhã. Vou tirar todas suas energias.

— Dimitri... Ah — gritei quando sem aviso ele me penetrou — Dimitri... Oh Dimitri... — era tudo que conseguia dizer enquanto ele estocava forte em minha boceta.

Ele me beijou e continuou seus movimentos de vai e vem rápidos. Quem precisava dormir mesmo? Eu é que não.

De repente ele saiu de mim e me virou de costas fazendo ficar de quatro na cama e não demorou muito para que ele me penetrasse novamente, e sem se demorar estocar bem forte, fundo. Ele estava louco, insano e eu estava adorando isso. Comecei a sentir uma leve quentura em meus seios e se espalhando por todo meu corpo, eu estava perto, mas então ele parou, me colocou deitada de barriga para cima e deitou-se em cima de mim.

— Dimitri... — ronronei igual uma gatinha quando ele começou a dar mordidas e chupões em meu pescoço — Eu...preciso que você me foda...

— Calma minha vadia, primeiro vou chupar seus seios — disse indo ao meu seio direito abocanhando, chupando-o com muita fome e massageando o esquerdo. Gemi. Repetiu o processo no outro seio por um longo tempo, deixando-os bem vermelhos e sensíveis — Agora vou chupar sua boceta — disse e deu um beijo suave em minha cicatriz, desceu dando pequenas lambidelas por minha barriga até chegar a minha boceta onde lambeu toda minha extensão e penetrou sua língua em minha fenda, chupando-a em seguida — Caralho Roza... mais deliciosa do que me lembrava — disse ele antes de voltar a me chupar.

Arqueei minha coluna sentindo toda sua língua dentro de mim e logo ele se concentrou em meu botãozinho de prazer passando-a de cima para baixo bem lentamente em um doce tortura. Meu corpo todo esquentou e senti o orgasmo se formando e ele vendo que eu estava perto penetrou dois dedos em mim e estocando bem rápido enquanto prendia meu clitóris em seus dentes e passava a língua de cima para baixo, meu corpo tremeu, minha mente nublou brevemente e cheguei ao ápice, ao extremo.

Muito difícil descrever o que estava sentindo, cada célula de meu corpo estava em puro êxtase que não acabou pois depois que ele sorveu toda minha essência me penetrou lentamente, fazendo com que as paredes de minha boceta se alargassem recebendo centímetro por centímetro de seu pau delicioso.

— Dimitri... Hummm — gemi quando ele estabeleceu um ritmo rápido e forte de estocadas.

Meu corpo ainda tremia de leve, mais logo voltou a tremer mais forte e minhas paredes internas aperta-se em volta de seu membro dando um claro aviso que outro orgasmo estava perto, e ele como sempre, percebeu e aumentou os movimentos e ainda sua mão massageou meu clitóris. Foi a gota d'água que desencadeou meu orgasmo, gritei feito uma vadia louca, transmitindo todo o prazer que ele me deu. Não demorou para que ele gozasse também, mais algumas fortes estocadas e se derramou em mim.

Ele retirou seu pau de dentro de mim e caiu deitado ao meu lado pegando minha mão, levando-a a seu peito. Nossas respirações estavam aceleradas, nossos corpos suados.

Apesar de meu corpo esta relaxado, minha boceta doía. Dimitri tinha cumprido sua promessa, sem sombra de dúvidas seria um pouco ruim sentar direito. Eu estava acabada mais feliz, meu corpo ainda estava com as sensações pós-orgasmo e nem percebi quando cochilei, pois fui desperta por vários beijos em minha coluna.

— Adoro a forma que você me acorda — disse ainda de olhos fechados

— Adoro acordar você assim — disse ao meu ouvido descendo com beijos coluna à baixo — Mais ainda não acabou... quero comer esse seu rabinho delicioso — gemi em antecipação quando ele abriu minha bunda e me deu um delicioso beijo grego.

Ele pegou-me no colo e me deixou no banheiro me preparando para o sexo anal. Depois entrou no banheiro com sua potente ereção já pronta e comeu meu rabinho ali mesmo.
Depois que ele me deu mais um orgasmo metendo por trás, tomamos um banho de banheira e ele queria fazer amor comigo como na primeira vez, mais quando ele tocou em minha boceta não consegui segurar um gemido de dor. Ele ficou todo preocupado e pediu desculpas por ter sido rude.

— Não tem o que desculpar Dimitri — disse quando ele me enxugava depois do banho — Amei cada momento que tivemos, sei que você me ama e não faria nada para me machucar meu amor — disse beijando sua boca.

Ele me carregou de volta para cama, escolheu uma camisa do pijama dele e me vestiu, depois se vestiu e deitou-se ao meu lado me abraçando pela cintura.

— Boa noite meu amor — disse ele

— Boa noite amor -falei

Só que eu não dormi, não consegui, lembranças de sua confissão no dia do meu resgate encheram minha mente. Durante todo esse tempo ele não tocou no assunto, eu não sabia o porque mais tinha uma vaga ideia. No começo achei até bom ele não falar, porque vamos analisar... eu só tenho dezoito anos, ainda nem cheguei de fato a minha total independência, eu ainda tinha muito que aproveitar. Mas por outro lado, eu tinha total certeza que queria passar o resto da minha vida com Dimitri, ele era o homem da minha vida. A declaração dele no carro naquela época, quando ele achou que ia me perder, foi a mais linda que já ouvi, na verdade cada declaração dele era maravilhosa. Então porque não? Se eu aceitasse seu pedido, o casamento não seria necessariamente amanhã, nós poderíamos entrar em um acordo.

— Dimitri... — chamei depois de um tempo pensando, ele respondeu com um resmungo me apertando mais a seu corpo — Eu... eu aceito me casar com você.

Ele estacou. Me soltei de seu aperto e virei para ficar de frente para ele.

— Eu ouvi tudo... — continuei — No começo, quando me lembrei, pensava que tinha sido um sonho, mas percebi que era real, você disse dentro do carro no dia do meu resgate que ia me pedir em casamento, e eu quero, isso se ainda você quiser...

Não consegui terminar pois sua boca já estava na minha em um beijo suave, que me lembrava muito nosso primeiro beijo calmo que fora na casa de sua mãe.
Percebi o quanto minha decisão era certa, ele me amava tanto quanto eu a ele, tínhamos sido feitos um para o outro.

— É claro que quero casar com você Roza — disse ele depois do beijo — É o que eu mais quero na vida... Ter você ao meu lado até ficarmos velhinhos vendo nossos filhos crescerem...Poder mostrar para todos que você é minha, minha Roza, minha menina. Eu amo você! — disse ele me beijando onde caía minhas lágrimas, que até então não tinha dado conta.

Ele levantou-se da cama e foi a uma de suas malas, ligou a luz alta, pois o quarto estava à meia luz. E veio com uma pequena caixa de veludo, sentei-me na cama e ele ajoelhou a minha frente.

— Roza... — começou ele — Nem o infinito conseguiria medir o tamanho do meu amor por você. Lá no fundo, meu coração já sabia que seria você a mulher da minha vida, assim que viu você naquela sacada, sabia que nossos caminhos estariam destinados, tão certo que estamos juntos aqui. Eu amo você mais que tudo nessa vida e além dela também... já sei sua resposta, mas gostaria de perguntar: Rosemarie Hathaway Mazur, você aceita casar-se comigo? — disse abrindo a caixinha

— Sim... — disse em meio às lágrimas — Vou ser sua para sempre.

Ele colocou o anel em meu dedo e me beijou docemente, demostrando toda infinidade do nosso amor, da nossa felicidade.

— Você não sabe como me faz feliz Roza — disse me beijando novamente.

Mas eu sabia, pois ele fazia o mesmo comigo.

Notas finais
Dimitri... como não amá-lo? Então meninas? Sentiram falta do fogo deles que eu sei kkk Estou super feliz como já disse lá em cima, por todo esse tempo que passei aqui com vocês, mais muito triste porque praticamente acabou a fic, só mais o próximo cap e acabou :( Mas novamente me alegro por poder contar com vocês ao longo da fic, vcs são o combustível que tenho para continuar a escrever. Adoro todas vocês ♥ e espero que continuem comigo nas fic's futuras. Xero até o próximo