O Vizinho da Minha Melhor Amiga
19 Capítulo 19 - Matando a Saudade
Notas iniciais
Ao chegarmos no quarto ele colocou-me no chão e abriu lentamente meu vestido, deixando-o cair em meus pés, expondo meu corpo completamente nu (por falta do sutiã e a calcinha, esta que ele mesmo rasgou), afastou-se um pouco para olhar-me.
— Vê algo que gostas? – perguntei. (NA: Ai gente, não resistir, acho essa parte muito foda no livro :p)
— Muitas coisas Roza... – respondeu-me – E deliciosas por sinal. – falou com um sorriso sacana.
Cretino! pensei, fez meu corpo quase entrar em combustão.
E contrariando todas minhas expectativas ele não me agarrou e me jogou na cama. Ele pegou-me no colo e me carregou até o banheiro me deixando no chão novamente.
Hum!... Uma rapidinha no banho! Que delícia! pensou minha mente pervertida.
— Agora você vai tomar um banho para relaxar. Leve o tempo que precisar – falou-me – Tenho algo pra você, vou buscar e já volto. – beijou-me rapidamente e saiu, não dando tempo de reclamar.
Apressei em tomar meu banho, eu realmente estava precisando, meu corpo estava todo suado e alguns dos fios de meus cabelos estavam grudados em meu pescoço. As atividades no elevador foram muito intensas e o calor de nossos corpos somados ao calor do ambiente fechado tornou-se uma sauna, que realmente só percebi depois de sair de lá.
Com uma ducha não muito rápida, tomei meu banho e senti um pouco de ardor na parte de cima minhas costas. Hidratei meu corpo com um óleo de banho, muito cheiroso por sinal. Quando terminei me sequei, coloquei um roupão que estava disponível ali e fui para o quarto.
Sentei na cama e olhei ao redor, o quarto era grande – como todos os cômodos ali – era decorado nas cores bege, grafite e azul. Uma parede era totalmente de vidro que dava para ver a cidade inteira, só que estava coberta com uma cortina de cor bege. Perto dela ficava uma enorme cama, sendo que o seu espelho era na cor grafite e tinha um buraco em forma de retângulo tendo três pequenas luminárias redondas. Ao lado esquerdo havia um criado-mudo e em frente uma porta que deveria ser o closet, seguido de um sofá e uma televisão e na parede onde ficava a cama outra porta que dava acesso ao banheiro.
Não demorou muito e logo Dimitri estava de volta, usava apenas uma bermuda preta e seus cabelos estavam um pouco úmidos, soltos, e ali pude ver que realmente haviam crescido bastante deixando-o mais sexy. Depois de observar feito uma boba toda aquela gostosura de homem, reparei que em suas mãos tinha uma grande caixa amarela com um lindo laço vermelho, que me entregou ao se aproximar.
— Dimitri eu... Não precisava, sério. – falei.
— Não é meu Roza – disse ele – Abra, tem um cartão dentro.
Retirei a tampa abri o bilhete que dizia:
“Querida Rose. Feliz aniversário! Fiz esse modelo exclusivo para você, sei que vai gostar, é para usá-lo no dia do meu desfile viu?! Você será a mais bela da festa.
Sei que você está querendo me matar por não ter contado nada sobre Dimitri, mais ele me procurou e disse que sabia de tudo e que te amava e precisava saber onde você estava, então dei seu endereço para ele. Ah! E não fui te visitar hoje, pois você me conhece bem e saberia que eu escondia algo e como eu não sou muito boa com mentiras iria estragar a surpresa. Espero que me perdoe por isso, mais foi por uma boa causa. E espero também que vocês tenham se entendido. No começo eu tinha dúvidas quanto a isso, mas agora vejo que ele é o homem certo para você, deu para ver o quanto ele te ama. Torço para que sejam felizes.
Eu te amo minha irmã. Muitas e muitas felicidades!” Lissa
Emocionada por suas palavras, retirei o que era o vestido mais lindo que já vi, e feito pela minha melhor amiga era muito mais ainda. Vermelho, longo, com delicados e pequenos bordados na parte do busto e nas costas tinha um decote estilo V que era um pouco insinuante, do jeito que eu gostava.
— É simplesmente lindo – declarei.
— Não mais do que você – Dimitri falou pegando em minhas mãos. Sorri.
— Então quer dizer que você ficou de segredinho com minha melhor amiga e assim conseguiu informações minhas, camarada? – perguntei divertida.
— Bem... sim. – disse ele sentando perto de mim – Afinal ela é minha vizinha e foi por causa dela que eu te conheci. – beijou minhas mãos – Eu pedi sua ajuda, pois estava disposto a ir até você caso não aparecesse – olhou em meus olhos e deu-me um beijo casto nos lábios – Eu faria tudo para te ter de volta Rose. Você agora faz parte de mim.
Não aguentei de felicidades ao ouvir tais palavras, e beijei sua boca tentando demonstrar toda a imensidão do amor que sentia por ele. Mais como toda vez que nos beijamos, transformou-se em ardente, implorando por nossos corpos entrelaçados, fundidos. E para minha frustação ele interrompeu cedo demais.
— Calma Roza – disse ele afagando meu rosto – Agora temos todo tempo do mundo do mundo meu amor. – disse e meu coração acelerou.
Era a primeira vez que ele me chamava assim, meu amor, duas pequenas palavras com um significado tão grande e importante que senti como se meu peito fosse explodir, se encheu tanto de alegria ao passo que eu sairia flutuando por aí.
— Eu te amo muito minha Roza – pegou do bolso uma caixinha de veludo e abriu revelando minha aliança que tinha deixado para trás – Você aceita ser minha namorada novamente? Só que agora sem segredos, sem mentiras, compartilharemos tudo, sejam coisas boas ou más. – pediu ele.
— Aceito... claro que aceito meu amor – disse não contendo as lágrimas. Ele então colocou a aliança em meu dedo – Eu... fui tão idiota Dimitri... Uma boba por não ter te contado e pedido sua ajuda, decidindo resolver tudo do meu jeito, mas eu não podia deixar que prejudicassem você, ou pior, te ferissem ou alguém de sua família, por minha causa.
— Shi... – ele me abraçou e acariciou meus cabelos – Já passou... Você tem um bom coração Rose, e agradeço por você tentar proteger a mim e minha família. Mais você poderia ter pedido ajuda. Mas como eu disse, já passou, e o importante é que agora estaremos juntos, para o que der e vier. E nada mais vai nos separar. – disse e me beijou brevemente – E os presentes ainda não acabaram, e esse... – tirou do bolso um pequeno envelope retangular do bolso — ... É o meu. – disse entregando-me.
Abri e tinha uma passagem de ida e volta para Paris, hospedagem, passeios, um pacote completo, para um dia depois do desfile de Lissa, que seria próximo mês. Fiquei hiper feliz, nem me lembro da última vez que fui lá, mas ir com Dimitri seria melhor ainda. Ia agradecendo com um abraço quando percebi uma coisa.
— Espera... – falei – Eu vou sozinha? Você não vai comigo? Porque aqui só tem uma passagem.
— E você quer que eu vá com você? – falou e olhei para ele como se fosse a pergunta mais absurda que existia – Estou brincando Roza – sorriu e tirou outro envelope do bolso – É claro que eu não iria deixar você sozinha em uma das cidades mais bonitas e românticas do planeta. Agora eu tenho que cuidar direitinho do que é meu.
— Ah é? – falei – E o que exatamente é seu posso saber? – perguntei.
— Sim... – falou puxando-me para seu colo, abri minhas pernas ficando de cada lado de seu corpo – Seu sorriso e boca... – passou gentilmente o polegar em meus lábios, ofeguei – Seus cabelos – acariciou-os.
— Sua pele macia... – roçou o nariz em meu pescoço fazendo-me arrepiar instantaneamente
— Seus seios... – arfei quando ele desatou o nó do roupão e suas mãos vieram de encontro aos meios seios apertando-os em uma deliciosa massagem. Ele demorou um pouco as carícias nessa parte enquanto chupava meu pescoço.
— Sua bunda e cuzinho... – falou tirando as mãos de meus seios e descendo o roupão, tirando-o de meu corpo, apertou minha bunda ao mesmo tempo em que um de seus dedos acariciava meu ânus. Gemi baixinho lembrando-me da sensação de tê-lo dentro de mim por trás .
— Sua boceta que é extremamente deliciosa... – sussurrou e sua mão direita foi de encontro a minha fenda molhada, massageando meu clitóris, fazendo-me soltar um gemido sôfrego, querendo muito mais dessa carícia.
— Você é toda minha, Roza. Cada pedacinho de seu corpo é meu – sussurrou empenhando-se mais em seus movimentos em meu clitóris, fazendo meu corpo se contorcer em prazer. – E vou mostrar-lhe como ele reconhece e responde a minha voz, ao meu corpo e a cada carícia minha.
Dito isso ele beijou-me intensamente, luxuriosamente, suas mãos foram para minha bunda trazendo meu corpo mais perto dele, e foi impossível não rebolar em seu colo ao sentir seu pau duro, pronto novamente para mim. Quando sua língua adentrou minha boca senti meu corpo pegar fogo. Ele estava me reivindicando como sua, e eu? claro que deixaria. Eu já era sua antes mesmo de dar-me conta disso.
Ele então me deitou na cama com seu corpo em cima do meu ainda beijando-me, mas logo necessitamos de ar e ele quebrou o beijo, deslizando sua boca em suaves mordidas em meu maxilar, descendo para meu pescoço onde ficou algum tempo lá.
Quando se deu por satisfeito desceu arrastando sua língua até o vale e de meus seios. Suas mãos vieram para os lados de meus seios e ele lambeu entre eles. Logo estava lambendo lentamente o bico já rijo de meu seio direito enquanto sua mão massageava o esquerdo.
— Dimitri... – resmunguei querendo que ele chupasse meu seio.
— Ãnn?! – falou sorrindo maliciosamente, olhando para mim – O que desejas minha doce Roza? – perguntou ainda olhando para mim, enquanto sua língua fazia círculos em volta de meu mamilo. – Pede que eu farei.
— Me chup... — comecei — Oh... – disse quando ele chupou bem forte meu seio direito.
Ele então ficou louco, e chupava meus seios como um bebê faminto, e suas mãos ficaram um pouco mais agressivas, não ao ponto de me machucar, mais de massagear com fome também.
— Ah Roza – disse ele – Você não sabe o quanto eu estava com saudades de chupar seus seios – ele falou parando para dar leves beijos neles. – Durante todo esse tempo, eu sonhei todos os dias nesse momento que tivemos, e estamos tendo agora. – falou e voltou a por a boca em minha pele.
Chupou mais algum tempo meus seios com a mesma fome de antes, incentivado por meus gemidos, e por um segundo achei que ele me faria gozar apenas chupando-os.
Depois desceu também com lambidas para minha barriga onde circulou meu umbigo e parou. Se ajoelhou no chão e abriu mais minhas pernas, me expondo, me deixando a sua mercê. Ele me observou por alguns segundos e me disse o quanto eu era linda, me derreti com seu olhar de adoração por mim.
Aproximando seu rosto de minha boceta inalou meu cheiro e falou algo em sua língua materna que eu sabia muito bem ser um palavrão e isso me excitou muito. Ver aquele Dimitri que conheci — controlado — sendo deixado dominar-se pelo homem sem pudores que estava aqui prestes a me chupar e foder era incrível, e o fato de ele ser só meu era mais incrível ainda. Fui tirada de meus pensamentos e levada às alturas quando sua língua entrou em contato com minha boceta, especificamente meu clitóris.
Ele dava breves e torturantes lambidas ali, e eu estava prestes a implorar quando ele desceu e colocou sua língua dentro de minha fenda, fazendo-me gemer, e começou a movimentá-la. Depois subiu para meu clitóris novamente e chupou vigorosamente.
— Dimitri... Ah Dimitriii. – gemi quando ele colocou lentamente dois dedos dentro de mim e depois estocou fortemente. – Ah.. ah... – ele chupava-me bem gostoso.
Não satisfeito ainda, ele ainda acrescentou mais um dedo em minha boceta e suas estocadas se intensificaram conforme os segundos passavam, levando-me á borda. Vendo que eu estava muito perto, ele prendeu meu clitóris em seus dentes e passou a língua de baixo para cima rapidamente. Não aguentei e espasmos atingiram meu corpo, e gozei sentindo seus dedos serem substituídos por sua língua, e ele me chupou até tomar a ultima gota de meu gozo.
Quando abri os olhos ele já estava terminando de tirar a boxer azul e veio para cima de mim, mais me levantei antes que ele pudesse completar o ato, fazendo-o olhar-me confuso. Apoiei minhas mãos em seu tanquinho e subi para seu pescoço enlaçando-o, e o beijei. Quando nos separamos empurrei para que ele se sentasse na cama.
— Minha vez camarada – falei ajoelhando em sua frente agarrando seu pau, totalmente duro e necessitado, em minhas mãos, massageando-o para cima e para baixo ganhando um gemido grosso em resposta – Não foi só você que sonhou com esse momento. Estou louca para chupar seu pau e ter novamente todo seu leitinho em minha boca.
Não perdi mais tempo e passei minha língua na abertura de sua glande, vi seus punhos se fecharem e ele reprimir um gemido. Ainda com a língua, circulei sua glande uma vez voltando para abertura da mesma e chupando lentamente sentindo o princípio de seu delicioso sabor.
Deixei um pouco lá e desci com pequenas mordidas em toda sua extensão até chegar a seus testículos chupando-os em seguida. Seus gemidos demonstravam como ele queria que eu voltasse e chupasse seu pau de um vez. Eu queria que ele implorasse, mais não faria pois estava louca para senti-lo dento de minha boca, mais antes eu faria uma coisa.
Subi lambendo até chegar a sua glande novamente, mais não a coloquei na boca, me afastei um pouco e olhei em seus olhos, que estavam escuros. Me aproximei novamente dele fazendo seu pau encostar-se entre meus seios, e depois coloquei ambas as mãos nas laterais dos mesmos pressionando um contra o outro e comecei a mover meu corpo para cima e para baixo, consequentemente masturbando seu pau com meus seios em uma deliciosa espanhola.
— Черт возьми! Вот дерьмо!(Caralho, porra) – falou ele quando aumentei o movimento e ainda lambi a cabeça de seu pau quando o mesmo chegava perto de minha boca, e depois ele mesmo impulsionou seus quadris enquanto eu apenas segurava meus seios juntos, e ficamos assim por algum tempo.
Mais eu ainda queria senti-lo em minha boca, e também queria que ele gozasse em minha boca não em meus seios. Então soltei meus seios e o olhei e ele parou de movimentar-se como entendendo o que eu queria.
Sem mais, abri minha boca coloquei seu pau todinho – pelo menos até onde deu – na boca e comecei a chupá-lo, apreciando seu gosto que me deixou mais louca para que ele se derramasse logo.
Apoiei minhas mãos em ambas as suas coxas e comecei a fodê-lo, relaxando a garganta fazendo ir mais fundo, e eu estava com muito tesão para conseguir sequer engasgar, eu só queria sentir seus jatos de leite quente e engoli-los.
Senti suas mãos em meus cabelos fazendo um rabo de cavalo, mas acho que percebendo minha cede ele não tomou o domínio para si, apenas os segurou e começou a gemer alto, ao mesmo tempo em que percebi seu pau expandir-se em minha boca, avisando-me que logo chegaria ao ápice.
Ele então se derramou em minha boca com jatos fortes e deliciosos, nos quais eu não deixei nenhum desperdiçar-se. E como era gostoso! Me deliciei com seu gozo e depois limpei seu pau que ainda continuou duro.
Olhei para cima e ele estava de olhos fechados, com a respiração acelerada, tentando estabilizar-se, mais eu ainda não tinha acabado, minha boceta implorava por ele dentro de mim novamente. Então me levantei fechei suas pernas e sentei lentamente em seu colo já posicionando seu pau a entrada da minha fenda.
Minhas paredes alargaram-se lentamente, mais não resistir e antes de chegar ao fim sentei nele de uma vez fazendo que nossos gemidos saíssem alto e sincronizados.
Ele então abriu os olhos e sorriu para mim me beijando em seguida.
Suas mãos foram para minha cintura me ajudando a cavalgá-lo com mais força e intensidade. Paramos o beijo quando precisamos de oxigênio, e no quarto ouvia-se agora só o som de nossos gemidos.
E ele levou um de seus dedos á boca e levou até minha bunda e começou a acariciar meu buraquinho, forcando um pouco a entrada- mais não entrando completamente — ganhando um gemido alto meu.
— Ah minha Roza... – disse ele com a voz fortemente acentuada com seu sotaque – Você não para de me surpreender, adorei o modo como você me masturbou com seus seios. Adorei o modo como você me chupou e adoro o modo como você responde as minhas investidas em seu cuzinho delicioso. – falou colocando mais um pouco de pressão nele para depois acariciá-lo – Goza pra mim minha vadia... – disse ele voltando a segurar minha cintura me ajudando a me movimentar mais rápido – Goza bem gostoso no meu pau, que eu quero comer esse cuzinho gostoso – disse e eu gemi por suas palavras que aumentaram mais os espasmos em meu corpo, me fazendo gozar finalmente.
Ele então me deitou na cama de barriga para cima enquanto tentava me acalmar, e foi para o banheiro, voltando em seguida com a camisinha já em seu pau e um vidrinho de que achava ser gel lubrificante, e uma toalha molhada.
Meu coração ainda estava acelerado, assim como minha respiração, os orgasmos que só hoje Dimitri tinha me dado foram mais intensos do que ele me deu no passado, acho que por conta de todo esse tempo que passamos afastados.
Estava de olhos fechados quando senti sua língua entrar em minha fenda, tirando qualquer possível pensamento, e fazendo meu coração já quase desacelerado, acelerar novamente. A língua de Dimitri fazia verdadeiras loucuras com minha boceta.
Continuei de olhos fechados gemendo contidamente e apreciando as sensações de total prazer que ele me dava, sentindo também um dedo entrar em meu buraquinho molhado por gel lubrificante.
Ele então subiu sua boca para meu botãozinho inchado e prendeu entre os dentes passando a língua lentamente para baixo e para cima. Ah! Como eu adorava quando ele fazia isso! Introduziu mais um dedo em meu ânus fazendo movimentos de vai e vem lentamente. Com sua boca ainda em meu clitóris chupou mais fortemente fazendo-me dar um gemido bem alto em contentamento, e colocou mais um dedo, eu estava perto novamente, vendo isso ele retirou seus dedos de mim com bastante cuidado e pegou alguns travesseiros e empilhou-os em cima do outro e me deitou de barriga para baixo em cima deles.
Ajeitou meus joelhos para que ficasse meio ajoelhada e com a bunda bem empinada para ele, jogou o resto do gel em meu buraquinho e se posicionou atrás de mim.
Começou a introduzir lentamente seu pau até que estivesse todo dentro, admito que doeu um pouquinho no começo – qual é? Minha segunda vez – mas nada como a dor da primeira vez.
Ele ficou um tempo parado e beijou minhas costas perguntando se estava tudo bem, e que poderia parar assim que eu pedisse. Respondi que estava tudo bem e ele começou a movimentar-se, primeiro lentamente, mais à medida que meus gemidos de prazer ficaram mais altos ele estocava mais rápido e fortemente.
Era um prazer indescritível, só quem conhece vai saber. Eu estava indo as alturas com suas arremetidas, não sei se porque quando ele começou, já estava perto de gozar, mais só sabia que estava muito delicioso ele comendo meu cuzinho, e eu já gritava de prazer, mais até que no elevador.
Ele então começou a massagear meu clitóris e me entreguei a um maravilhoso orgasmo sendo seguida por ele.
Aproveitando-se de meu estado de topor, retirou-se de dentro mim e deitou-se ao meu lado me puxando para seu peito. Seu coração batia rápido, sua respiração ofegante e seu corpo suado, refletindo ao estado do meu. Ficamos assim meio abraçados esperando que nossos corpos relaxassem, e me entreguei ao cansaço.
E assim como na primeira vez que adormeci depois de um sexo maravilhoso, fui acordada com leves beijos pela minha coluna até minha boca.
— Acorda preguiçosa! – disse ele me pegando no colo – Precisas tomar um banho e comer alguma coisa.
— Só mais cinco minutinhos – falei me aninhando em seus braços e ouvir seu peito tremer ao som de sua risada, que me despertou. Era tão bom vê-lo sorrindo.
— Ah minha menina! – falou e meu coração pulou de alegria com seu carinho – Você não muda mesmo não é?
Apenas sorri sapeca para ele e pisquei, ganhando outra gargalhada em resposta. Chegamos ao banheiro e ele me colocou na banheira.
— Pronto Roza – disse me entregando o sabonete – Toma um banho, que eu vou pegar o lanche para comermos – falou e deixou-me ali.
Tomei um banho me sentindo muito feliz e quase não acreditando no que tinha acontecido essa noite. Eu finalmente estava novamente com ele, e pode vir o que vier, com ele ao meu lado. Eu estaria pronta.
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Depois que saí do banho vesti uma camisa de Dimitri branca, e conversamos durante o lanche, reparei em seu rosto e seus olhos estavam diferentes do começo da noite, estavam brilhantes de felicidades e seu sorriso então, era o mais lindo. Acho que eu também estava da mesma forma. Era muita alegria, que até não cabia em mim.
Depois do lanche, fomos para a cama ele apagou as luzes, deixando apenas as luminárias que ficavam na parede acima de nossas cabeças acesas. Deitamos de conchinha, suas mãos estavam em volta de mim, como se tivesse medo que eu fugiria novamente (mas eu não era louca de cometer o mesmo erro. Não! Eu nunca mais fugiria dele) e seu corpo tão grudado ao meu que parecíamos um só.
— Boa noite Roza – sussurrou ele em meu ouvido – Eu amo você.
— Boa noite camarada – disse eu – Eu também amo você.
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Despertei algumas poucas horas depois, sentindo meus cabelos sendo acariciados, o dia ainda não tinha amanhecido. E quando abri meus olhos e virei para o lado, dois olhos chocolates me observavam atentamente, não como se estivessem acabado de acordar, mas como se não estivesse dormido ainda.
— Você não dormiu não é? – perguntei já sabendo a resposta, que ele confirmou com um aceno de cabeça. Suspirei. – Olha Dimitri, eu não vou fugir, juro, na verdade nunca mais você vai se ver longe de mim. Eu sei que fiz besteira no passado, mas não precisa ficar me vigiando po...
— Ei... Shi... Calma...- disse ele afagando meu rosto – Eu não estava te vigiando. Só não queria perder nenhum detalhe seu, apenas isso. E além do mais, eu amo ver você dormir, tão linda, tão serena. Eu estava olhando o quanto eu sou sortudo em ter você só para mim, e como o destino traça o caminho das pessoas. E como ele colocou você no meu caminho para que eu encontrasse a felicidade. Eu amo você meu amor e jamais vou deixar de amar, nunca se esqueça disso.
— Ah Dimitri – falei emocionada beijando seus lábios – Eu também amo você, nunca pensei que uma simples viagem e obsessão para levar um homem mais velho para cama, me trariam o amor da minha vida.
Ele então me beijou, e aquele beijo suave, cheio de amor, cheio de palavras que significavam mais demonstradas do que faladas. Nosso beijo foi ganhando um pouco de sensualidade, mas sem perder o compasso do amor que sentíamos um pelo outro. Suas mãos passearam pelo meu corpo lentamente, fazendo meu corpo arder de desejo.
Quebramos o beijo e ele me fez deitar de barriga para cima e abriu minhas pernas se ajoelhando entre elas. Por seu olhar eu já sabia o que faríamos, ele então sem dizer uma palavra, tirou a camisa que eu vestia, deixando-me nua e me olhou por breve tempo antes de se abaixar em direção a minha boceta e lamber toda a extensão, como se estivesse medindo, reconhecendo, não deixando nenhum canto sequer, sem que sua língua passasse.
Eu gemia baixinho extasiada, pensando como eu que era sortuda, em ter encontrado um homem que me amava, e que supria todas minhas necessidades. E ainda na cama era puro fogo, tempestade, furacão quando era preciso, mais também calmaria, como estava sendo agora. E as duas formas não deixavam a desejar de jeito nenhum. E eu o amava tanto.
Senti quando seus dedos entraram em minha fenda e estocavam intensamente e sua boca em meu clitóris chupava me deixando bem perto. Gemi um pouco mais alto, quando senti apertar seus dedos e gozar perdendo momentaneamente os sentidos. Fora o orgasmo mais rápido que já tive, mais não deixou de ser gostoso igual aos outros.
Abri novamente os olhos quando senti seu corpo por cima do meu, e seu pau entrar e reivindicar mais espaço para ele em minha boceta. Gememos em uníssono, e ele começou a estocar em meu interior indo até o fundo dando-me um prazer indescritível.
Seus movimentos de vai e vem me levaram a lua e gememos baixo, como se fosse o gemido dele fosse só para mim e o meu só para ele.
Estávamos reafirmando nosso amor, nossas promessas feitas de que ficaríamos juntos a partir de agora e que batalharíamos para que ninguém nos separasse novamente. Nossos olhos nunca se desviaram um do outro e assim nos amamos por algum tempo, que tive certeza de que fora o mais duradouro que já fizemos... Chegamos ao ápice, ao extremo êxtase juntos, trocando mil juras de amor sussurradas. E adormecemos em seguida.
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Despertei com uma canção, de uma voz que eu reconhecia muito bem, e logo meu sorriso apareceu. Espreguicei-me e levantei indo em direção ao banheiro de onde a melodia vinha. E eu reconhecia a música, era a mesma que um dia ouvir cantando no banho em sua casa.
Entrei no banheiro e lá ele estava de costas no chuveiro, não percebendo minha presença ainda fiquei apreciando a visão daquele corpo magnífico, que aliais, era só meu. Mas cedo demais fui percebida e puxada para dentro do box.
— Bom dia meu amor – falou dando-me um longo beijo em seguida – Dormiu bem?
— Bom dia – respondi feliz – Sim, e você dormiu dessa vez? – perguntei.
— Sim Roza... Como um bebê – falou
Depois tomamos banho, um acariciando a pele do outro, mas sem pretensão nenhuma para sexo, só aproveitando o momento. Saímos e depois tomamos um belo café da manhã na mesa que ficava do lado de fora da cobertura.
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Depois de comer passamos na minha casa, para me trocar. Eu não tinha aula hoje, era reunião de planejamento, então durante o dia passeamos bastante, arrastei ele para o shopping, fomos ao cinema, fizemos um programa que qualquer casal faria. Via alguns olhares reprovadores em nossa direção, principalmente de pessoas mais velhas, mais não me importei, só que estávamos juntos é que me importava.
Na volta passamos pela minha casa para pegar algumas roupas e o material escolar, pois ele exigiu que eu ficasse com ele no hotel, e como meu pais só chegariam amanhã, ele me levaria de manhã para a escola e à noite falaria com meus pais. Não gostei muito dessa ideia, mas ele me convenceu.
Estávamos em meu quarto quando ouvir um barulho lá em baixo. Dimitri foi a minha frente e descemos a escadas. Na sala estava minha mãe e meu pai acabava de fechar a porta.
— Boa noite Rosemaire – disse minha mãe que olhava para Dimitri inquisidoramente – Você poderia me dizer o que Dimitri faz aqui?
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