O Vizinho da Minha Melhor Amiga
13 Capítulo 13 - Surpresa no Escritório I
Notas iniciais
PDV Dimitri
Aquele sábado que passei com Rose em meu lugar secreto foi de puro êxtase. Ela me fazia sentir como um garotão de novo. E como gostava de me provocar, mais tinham consequências muito prazeirosas para ambos.
Ela fazia que meus instintos mais primitivos aparecerem e a fodi forte várias vezes — com selvageria até — mais no momento o único pensamento era de me enfiar dentro dela fortemente e fazê-la gritar de prazer, nesse momento também não conseguia frear as palavras sujas que saíam de minha boca e ela parecia gostar.
Mencionei que queria comer seu rabinho mais ela recuou, entendi que ela não queria, talvez ela não curtisse, desisti, mais então seu lindo rosto adquiriu um tom de vermelho, ela estava corada ficando mais encantadora, me explicou que nunca tinha feito, beijei seus lábios passando confiança, muitas mulheres tinham receio, mais se acharem o homem que vá com calma será prazeroso para ambos, mais maioria dos homens só querem se enfiar de uma vez e acabam traumatizando-as.
Expliquei que jamais forçaria ela a nada, nunca, e realmente não faria.
Passou-se o dia entre beijos, amassos, provocações, muito sexo, lanche, fotos e conversas. Tê-la ao meu lado a cada momento só fazia ficar mais consciente de que ela era a mulher certa para mim e que eu a amava muito. Era minha menina.
O resto do sábado voltamos para casa, jantamos e vi que ela estava um pouco dolorida, resolvi fazer uma massagem relaxante nela, só que quase desisti quando vi só de calcinha.
Convoquei todo meu auto-controle para não fazê-la minha fortemente mais uma vez.
Depois da massagem fizemos amor, se fosse por mim teria a fodido a noite toda, mais ela estava dolorida, e com a sensação de pós-orgasmo adormecemos.
»»»
No domingo de madrugada ela passou muito mal, vomitou e vi sangue no chão do banheiro, conclui que ela estava menstruada, preparei um chá que minha mãe sempre fazia para minhas irmãs quando elas estavam nesse período e levei pra ela com alguns comprimidos para dor.
E ai que tudo desandou, depois de beber seu chá, ela se irritou comigo pois falei que queria que ela ficasse — logo depois de ela falar que não queria atrapalhar meu domingo — e perguntou o que ela faria aqui se não poderia fazer sexo.
Primeiro me irritei e dei uma resposta com um tom um tanto grosseiro e saí do quarto indo para meu escritório. Depois senti tristeza de constatar que o que ela queria era apenas sexo, mesmo com todos meus carinhos, os momentos românticos que passamos, tudo aquilo fora em vão.
Droga a única mulher que despertou um sentimento tão intenso — até mais que Emily tinha — não correspondia a ele. Decidi deixá-la em paz, depois decidiria o que faria.
De repente ouvi um barulho de algo caindo, levantei-me apressadamente e vi Rose desmaiada aos pés da escada, corri até lá e a peguei no colo, me desesperei, sua pele estava tão pálida, levantei rápido e fui para o hospital.
Quando cheguei lá, a pegaram imediatamente colocando-a na maca e levaram para a parte interna do hospital a qual fui impedido de entrar.
A recepcionista pediu que eu preenchesse uma ficha com dados pessoais da paciente, mais eu não sabia quase nada sobre Rose, então lembrei-me de Lissa e liguei para ela e logo ela estava lá.
Depois da chegada de Lissa uma enfermeira fez algumas perguntas de praxe, tipo sanguíneo, alergia, essas coisas, e também o que realmente tinha acontecido antes do desmaio, falei que ela tinha vomitado muito e tinha começado seu período menstrual. Ela disse que eles estavam realizando alguns exames e incluiriam o de gravidez.
Senti meu sangue esquentar e esfriar ao mesmo tempo. Rose grávida? Não tinha como ser meu... ou teria?, definitivamente não, era quase impossível.
Mais se ela estivesse queria muito que fosse meu, senti um gosto amargo só de imaginar ela grávida de outro que não fosse eu. Lembrei que nunca usamos camisinha, será que ela tomava algum medicamento para evitar? Eu estava sendo irresponsável, não que eu não quisesse um filho, mais acho que para Rose não era o melhor momento.
Lissa terminou de preencher a ficha, peguei e levei à recepção e lá fiz o pagamento do atendimento.
Mais tarde o médico chamou pelo acompanhante de Rose e nos apresentamos, ele primeiramente perguntou se nós sabíamos o que tinha provocado algumas marcas roxas na pele dela — tinha percebido isso durante a massagem, eram marcas de dedos e chupões — Lissa olhou para mim e viu meu rosto, vi compreensão passar por seus olhos, e antes que eu dissesse algo, ela explicou que Rose e o namorado eram muito intensos e provavelmente seria resultado de algumas noites de sexo.
O médico que já era um senhor de idade, sorriu e falou "jovens", e relatou que tinham feito alguns exame e que deram todos normais e o de gravidez dera negativo, e que o desmaio foi por contra de sua pressão arterial que ficou baixa, mais tinha se estabilizado e agora só dormia tranquilamente e que já poderia receber visitas mais apenas um por vez, então disse para Lissa que ficasse com ela.
Já havia amanhecido e nem percebi que adormeci sentado, acordei e fui ao banheiro na volta encontrei com Lissa que me levou até Rose que já estava acordada.
Entrei em seu quarto e vi que estava melhor, seu rosto mais corado e ela disse que me amava e confessei a ela que também a amava, nos reconciliamos.
Depois de liberada ela foi para minha casa e recebemos a visita inesperada de Natasha me convidando para jantar, Rose quase batia nela e a tratou de um jeito hostil, lancei um olhar reprovador mais ela não se intimidou e continuou, tive que intervi mandando Natasha embora, ela era uma boa amiga, sempre esteve perto quando precisei, gostava muito de sua companhia, mais vi que Rose não gostava muito dela, não entendia porque.
Porque ela está com ciúmes mané — ralhou meu subconsciente.
Depois que Rose conduziu Natasha até a porta fui ver o forno e quando voltei Rose estava de frente para porta já fechada, sua testa encostada na mesma, seu corpo tenso demonstrava toda sua irritação.
Cheguei perto dela e a acalmei, jantamos e dormimos juntos.
»»»*«««
No outro dia, acordei e não encontrei Rose na cama, tomei meu banho e desci, encontrei em minha cozinha já com o café organizado na mesa e ela em cima de uma cadeira pegando um copo, dei-lhe bom dia, comemos e fui me vestir para ir trabalhar, queria muito ficar com ela mais não podia.
O dia no trabalho foi excruciante, quase não tive tempo para nada, mais tirei um tempinho e me comuniquei com Rose por mensagem.
No final do expediente Ivan deu uma passada em minha sala, resolvemos alguns detalhes burocráticos e ele ficou de me enviar um relatório.
— Então Belikov — disse ele assim que terminamos nossa pequena reunião — Não tem nada de novo para me contar?
Avaliei ele por instantes, ele sabia sobre mim e Rose, é claro que sabia, mais restava saber quem teria contado. Levantei uma sobrancelha e ele entendeu o que eu estava perguntando.
— Vick — disse ele — Me ligou a pouco tempo histérica, e devo alertá-lo que provavelmente toda sua família sabe também. Vi que pensou no que te falei, mais quando pretendia contar-me?
Contei a ele o que aconteceu, da discussão e que depois ela se declarou e estávamos juntos.
— Não sabe como estou feliz por você irmão — disse ele — Mas o que você pretende fazer agora? Porque pelo que me disse vocês só tem mais uma semana juntos.
— Enquanto ela estiver na casa de seus pais — falei — Posso ir visitá-la nos finais de semana. Agora quando ela for para a faculdade, vai complicar um pouco, até lá arranjaremos um jeito. Eu só não posso me separar daquela menina.
— É! quem diria — falou — Belikov apaixonado. Eu te disse que ela daria rumo a sua vida. Ela é muito especial.
Me surpreendi ao ver Ivan falando assim dela, com um jeito fraternal, é, parece que Rose não tinha conquistado somente a mim.
Mais um tempo de conversa, nos despedimos e fui para casa. Entrei tomei um banho rápido e fui para minha academia, desde sexta que não fazia meus exercícios.
Depois Rose chegou, fui tomar um banho, quando saí ela estava presa em pensamentos, me aproximei e vi sua preocupação, tivemos uma conversa sobre o futuro, mais não decidimos nada de concreto.
Ela foi para o banheiro e eu vesti o resto de minha roupa, sentei-me na cama pensando em tudo que aconteceu e como eu era sortudo de ter Rose só para mim, e como fui idiota no começo, agora estaria sem ela se não tivesse tomado uma decisão. Não tínhamos como prever o futuro, mais eu tentaria o impossível para que desse certo.
Ela chegou e fez carinho em meu cabelo — que eu agora estava deixando crescer — puxei seu corpo para meu colo e a beijei demonstrando o quanto eu a amava e estava disposto a ficar com ela.
Depois do beijo, sua expressão mudou para sapeka e quando ela disse que queria me chupar, minha ereção logo apareceu, mais pensei que seria injusto só ela me dar prazer, mais ela estava disposta a me deixar louco, e conseguiu e eu não resistir... Depois de gozar em sua boca, dei prazer a ela, pois quando cheguei a seu sexo ela estava usando um daqueles absorventes internos, e brinquei um pouco com seu clitóris até que gozasse.
Depois jantamos e fui ao escritório resolver algumas pendências, senão ficariam para amanhã e teria que ficar até mais tarde na empresa e eu queria passar o máximo de tempo com Rose.
Percebi que não tínhamos uma relação definida, certo que eu era seu e ela era minha, mais eu queria alguma coisa que mostrasse isso.
Pesquisei na internet alguma coisa que poderia dar para Rose, braceletes, alianças, colar, não sabia o que comprar, precisaria de ajuda.
Acabei perdendo muito tempo em minha pesquisa, depois fiz meu trabalho e Rose veio me chamar vi que estava tarde, fomos para o quarto e dormimos.
»»»
Durante os dois dias que se seguiram foram todos iguais, acordava ao lado de Rose, tomávamos café juntos e eu ia ao trabalho, chegava a tardezinha e dormimos juntos, só dormimos, pois toda vez que eu tentava alguma coisa sexual ela se esquivava, eu já estava louco de tesão, não entendia, antes de conhecê-la ficava muito mais de que dois dias sem sexo e não era problema, mais agora era diferente eu desejava a cada momento do meu dia.
Na sexta-feira usei o horário do almoço para ir uma joalheria, e encontrei com Vick lá — tinha pedido sua ajuda, ela tinha quase a mesma idade de Rose, por isso optei por ela — Ela levou um tempão escolhendo, dei-lhe a medida de Rose que tinha tirado ontem enquanto ela dormia.
Escolhemos uma para mim também, me despedi de minha irmã e voltei para o trabalho, no caminho me deparei com uma vitrine onde tinha um colar em ouro branco, era uma corrente fina e delicada e tinha um pequeno pingente de Rosa e dentro o formato parecia um D, olhei o preço, o melhor pela minha Rosa, entrei e comprei.
Estava em minha sala — que ficava na cobertura, tinha recepção onde ficava a sra Raquel, ao lado uma sala de reunião, uma cantina e um banheiro, uma área onde tinha uma sala de espera aberta — a não ser pela sala de Ivan que ficava longe mais na cobertura também, eu ficava sozinho ali, olhei para relógio que ainda marcava quinze horas, queria ir logo encontrar Rose e pedir sua mão em namoro, depois quando ela fosse embora eu iria com ela para pedir a seus pais, conhecendo-a um pouco, ela odiaria a idéia mais eu queria fazer tudo certo e conhecer seus pais.
Estava preso em pensamentos quando ouvi baterem em minha porta, falei um "entre" e era minha secretária perguntando se poderia sair mais cedo porque precisava resolver alguns problemas particulares, achei estranho aquele pedido, mais concedi afinal faltava apenas uma hora para o final do expediente e ela era uma profissional exemplar.
Virei minha cadeira para a janela de vidro que tinha ali, no mesmo instante meu celular tocou e era minha mãe, pronto Vick já tinha soltado a língua, atendi e ela me pediu para passar lá depois do expediente, confirmei, teria que avisar Rose que chegaria atrasado, enviei uma mensagem para ela e no mesmo instante ouvi um som alto de celular que parecia estar em minha sala, me virei e paralizei com o que vi.
Rose vestia uma saia xadrez curta com pregas, uma blusa branca fina com botões na frente, sendo que os três primeiros estavam abertos mostrando seus seios fartos cobertos por um sutiã branco de renda. Seus cabelos presos em um rabo de cavalo. Tinha em sua mão um caderno e uma caneta, que depois colocou na boca. Uma típica colegial americana.
Meu pau logo deu sinal de vida, ficando apertado em minha calça. Como ela estava gostosa! Ela então se aproximou deixando o caderno e a caneta em cima de minha mesa, se inclinou para mim.
— Boa tarde Sr. Belikov — disse — Eu estou fazendo um trabalho sobre profissões e escolhi falar sobre direito, descobri que sua empresa é a melhor dessa área — ela continuou falando e eu ainda estático pensava como isso era errado e como era excitante — Então o senhor sendo o presidente seria o melhor advogado para me ajudar... — enquanto ela falava movimentava um pouco os braços fazendo seus seios ficarem mais apetitosos — Marquei hora com sua secretária semana passada, e preciso que o sr me dê algumas orientações. — falou e sentou-se na cadeira pegando o caderno e abrindo, cruzou às pernas e mordeu a tampa da caneta.
Me lembrei da primeira vez que ela fez isso quando esteve em minha casa, o que me deixou louco e não aguentei e a agarrei em meu escritório.
Mais aqui era muito arriscado e se alguém nos visse?
Como se soubesse o rumo de meus pensamentos ela tirou do caderno um pedaço de papel e pôs na mesa, o peguei e quase não acreditei no que li, sua letra era inconfundível.
" Vocês tem o andar inteiro para vocês, me encareguei de não deixar ninguém subi aí hoje.
Aproveite!"
Ivan.
Olhei para ela com uma sobrancelha arqueada ela apenas sorriu e disse
— Então Sr. Belikov, vamos começar?!
Fale com o autor