Notas iniciais
Teffy (StefanyJackson)Meu primeiro capitulo em terceira pessoa e drama.Espero que gostem Boa Leitura

Prólogo

Dia 28 de Julho de 2000.

Annabeth Chase apostava corrida com suas irmãs até em casa, ela chegou até a porta e celebrou sua vitoria zombando das irmãs por ser tão lerdas, ela rio quando Thalia caiu sentada no chão, ela estava pronta para ir ajudar sua irmã mais então ouviu gritos...

-Sua vagabunda!- gritava seu pai com uma voz de pura raiva- de quem ela é filha?

Annabeth abriu lentamente a porta e espiou oque acontecia ali, sua mãe caída no chão com o nariz e a boca sangrando e seu pai com olhos de pura raiva e ódio gritava com ela, que respondia tudo com um não com a cabeça e levava um tapa em seu rosto.

Annabeth sentiu suas irmãs próximas, ela tinha apenas sete anos e não entendia oque acontecia ali ela simplesmente sabia que ninguém estava feliz, ela fechou a porta e se assustou quando olhou para trás, pois suas irmãs tinham espiado tudo, Thalia a casula com apenas cinco anos e Silena com seis anos estavam com expressões indescritíveis, Annabeth tentou falar alguma coisa, mais sua voz não sai, a cena que ela acabará de presenciar voltava a sua mente, assim como os insultos que seu pai usará antes de agredir sua mãe. Ela queria apagar de sua mente oque havia visto, queria entender oque acontecia ali, Silena e Thalia olhavam para ela como se pedissem para que ela explicasse oque acontecia ali.

-Por que papai estava assim?- perguntou Silena

Annabeth pensou no que responder, ela não sabia, não sabia por que seu pai estava gritando e por que sua mãe chorava e não fazia nada, ela já vira seus pais discutir mais nunca de seu pai usar o termo “vagabunda” e bater nela, ela nunca vira sua mãe chorar, nunca vira a seu pai assim. Ela não tinha resposta para a pergunta de Silena.

Annabeth fechou os olhos com força e abriu a porta esperando ver um cenário diferente, mais não foi isso que ela viu, a cena se repetia seu pai gritava palavras proibidas de ser ditas, chamava sua mãe de nomes que Annabeth nunca ouvira e que ela não sabia o significado e tinha medo de descobrir ou ao menos tentar. Annabeth não entendia por que sua mãe apanhava em silencio, ela queria mudar aquilo, mais sabia que não podia.

-Annie faça alguma coisa- pediu Thalia

Annabeth se deu conta que suas irmãs choravam assim como ela, Annabeth olhou novamente para seus pais, ela não os reconhecia, não acreditava que aquela no chão que ganhava a cada minuto um novo tapa no rosto era sua mãe, nem que o homem agressivo que gritava como nunca vira alguém gritar era seu pai.

-Annie faça alguma coisa- pediu novamente Thalia

Annabeth olhou para sua irmã de apenas cinco anos que chorava como se tivesse perdido seu ursinho, Silena olhou para Annabeth e seu olhar dizia tudo ela parecia implorar para que sua irmã fizesse alguma coisa. Annabeth não sabia oque fazer, quando viu seu pai tirar alguma coisa que estava presa entre a calça e a blusa, ela reconhecia aquele objeto já vira em desenhos e filmes, filmes de guerra na qual ela era proibida de assistir, era uma arma de fogo, ela não sabia se a arama soltava fogo, ela só sabia que era muito perigosa e poderia tirar sua mãe da vida dela. Lagrimas caíram dos olhos de Annabeth, seu pai fez um gesto que ela reconhecia estava destravando a arma ela sentiu que precisava fazer alguma coisa, mais suas pernas estavam bambas ela não sabia oque fazer, então fez algo que nunca fora aconselhado, ela gritou e correu para a frente de sua mãe, ela esperou de olhos fechados que algo que levou a mãe do seu pai chamada morte a levasse também mais não foi isso que aconteceu, ela não vira a luz no fim do túnel, ela sabia que tudo estava preto, pois seus olhos estavam fechados, ela criou coragem a mesma coragem que ela havia terá quando entrou na frente de sua mãe.

Ela sentiu suas bochechas arder, ela abriu os olhos, sua mãe estava em pé com ela no colo e seu pai estava no chão com uma faca no joelho. Annabeth tentou entender oque acontecerá ali mais não compreendia de onde surgira a faca, seu pai gritava de dor e sua mãe tinha uma expressão de desespero, sua mãe pegou a arma de seu pai e jogou longe. Annabeth olhou para suas irmãs que ainda estavam na porta chorando muito, a pequena menina corajosa olhou para seu pai que gritava de dor e tentava tirar a faca do joelho, ele olhou para sua pequena filha na qual ele tinha dado tanto amor e carinho agora suplicava por sua ajuda.

-ajuda ele- pediu Silena entrando na sala e olhando para o sangue que saia do joelho de seu pai

-sua vagabunda, você vai queimar no inferno- gritou Frederick

-para papai- gritou Thalia

Ava, a mãe que toda criança um dia quis ter, carinhosa, bonita, perfeita aos olhos das filhas dela, aquela mãe que havia ensinado elas a ler e a escrever seus nomes, que saia com elas e cantava e brincava, agora era uma mulher, uma mulher que acabara de esfaquear seu pai.

Annabeth ainda se perguntava oque acontecerá ali, ela queria que alguém a acordasse daquele pesadelo. Ela nunca tivera sonhos ruins, ela não sabia como fazia para acorda, mais ela queria ter tido um dia ela queria gritar para que alguém a acordasse mais sua voz não saia, ela queria acreditar que aquilo não era real, mais ela sabia que aquilo era real, ela sabia que não podia ser acordada já que não estava dormindo, ela tentou pensar em um monte de provar que aquilo era uma mentira, uma brincadeira que seu pai não estava no chão sangrando, que sua mãe não havia o esfaqueado. Sua mãe a colocou no chão, todos ali estavam mudos.

-Frederick o bonito o gostosão, o rico, o milionário que tem a maior fazenda de toda America esta no chão esfaqueado por uma mulher- zombou minha mãe

Meu pai guspiu no chão perto do pé de minha mãe, minha mãe riu como se estivesse no controle da situação. Annabeth não sabia quem estava no controle, ela não sabia da onde sua mãe terá tanta raiva.

Frederick se levantou e tirou rapidamente a faca de seu joelho e andou mandando até Ava, com a faca na mão direita.

-Annabeth tira suas irmãs daqui- gritou o homem sem tirar os olhos de seu alvo

Annabeth não sabia oque fazer, ela não queria que sua mãe se machucasse nem seu pai, ela admitiu no intimo dela que preferia que seu pai morresse á sua mãe, ela nunca sentira a dor de perde alguém, da morte levar alguém que ela amava, ela só tinha vagas lembranças de quando seu pai triste por que sua avó falecerá sabia que ele estava triste, Annabeth pegou a mãe de suas irmãs e começou a subir as escadas ela queria voltar correndo e gritar, mais sabia que não podia. Thalia queria que aquilo fosse uma peça de teatro que ela assistira com seus pais sobre alimentação, ela queria saber por que eles estavam brincando e mudar tudo aquilo, ela queria ser mais alta e velha para poder mudar aquilo, ela queria que aquilo fosse apenas um sonho.

As três irmãs subiram a escada com o rosto molhado por lagrimas elas não queriam que aquilo fosse real, mais era e elas não podiam mudar a realidade, Silena e Thalia foram conduzidas por sua irmã mais velha até o quarto da própria, a cama ainda estava desarrumada, suas irmãs sentaram na cama e ficaram um olhado para a cama da outra, Annabeth não podia deixar de ouvir os gritos, ela pensou oque ela poderia fazer? As cenas ficaram gravadas em sua cabeça, Annabeth queria fugir, ela queria morrer, mesmo não sabendo oque era aquilo ela queria sumir, queria fazer como nos filmes de super heróis ou de maquinas do tempo e voltar para nunca ter aberto aquela porta para nunca ter visto aquilo, Thalia correu e ligou seu som que por motivos desconhecidos estava no quarto de sua irmã, ela ligou no volume Maximo para não escutar os gritos de seu pai e sua mãe. Annabeth se sentou no chão ela sabia que por mais não lesse pensamentos que todas se perguntavam a mesma coisa, oque vai acontecer com papai e mamãe?

[...]

A pequena menina acordou, ela notou que a musica e os gritos tinham parado sua mãe estava na porta olhando para ela e chorava, o rosto de sua mãe estava inchado, sua mãe estava triste.

Ava se aproximou de Annabeth e se ajoelhou e abraçou sua filha, aquele era o pior momento da vida das duas

-eu vou voltar- prometeu a mãe da menina- eu vou voltar pra te buscar e serei sua mãe de novo eu prometo.

Annabeth não entendeu a dor daquelas palavras, mais ela abraçou o mais forte que podia sua mãe, Ava não queria larga sua filha, mais ela precisava pelo bem das outras, ela precisava ir embora, ela precisava deixá-la.

Ava se levantou e pegou sua filha mais nova, sua querida Thalia, no colo e acordou gentilmente Silena que dormia calmamente, ela segurou a mão de sua filha e ajeitou com a outra mão Thalia no colo, ela olhou para Annabeth sentada no chão que esperava que sua mãe a chamasse, Ava deixou uma lagrima cair e virou as costas para sua criança Annabeth, para seu bebe, para sua corujinha que salvará sua vida, ela não queria deixá-la mais não podia ficar com ela, ela chorou, chorou por que sabia que não ia cumprir sua promessa, chorou já com saudade de sua pequena corujinha.

Ela desceu as escadas o mais rápido que pode, olhou para o homem que ela amava, ou melhor, que ama mais que sabia que não daria mais certo, ela não queria admitir mais estava deixando ele sem motivos, ela amava ele demais, mais não queria mais aquela vida, ela queria a cidade grande, ela queria sumir, mais ela também queria o abraçar e pedir perdão disser que mentiu, e ficar ao lado dele para sempre.

Frederick não conseguiu olhar nos olhos dela, ele queria abraçá-la e pedir desculpas mais não conseguiu, ele era orgulhoso, orgulhoso demais, ele sabia que ia se arrepender de ter a deixado ir de ter apontado uma arma pra ela, ele sabia que ia se arrepender deixar suas filhas irem, ele olhou para ela e impediu as lagrimas que caísse, ela lançou um ultimo olhar para ele esperando que ele falasse algo, como nada saiu de sua boca ela entrou no carro e dirigiu para onde a vida a levasse com apenas duas de suas filhas, ela olhou pela ultima vez pelo retrovisor e olhei aqueles lindos cabelos loiros me olhando na janela, não dava pra ver mais ela sabia que sua filha chorava assim como ela. Ela olhou para frente, mais sabia que jamais esqueceria aquele lugar que ela tanto amava.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Adoraria receber comentários.Mil desculpas caso tenha algum erros ortográfico. Obs: aceitamos recomendações3eijos da Teffy