Notas iniciais
Desculpa a demora ai gente crise de criatividade
Capitulo meu a da Babi uhu palmas pra nos uhu
#desculpa caso tenha algum erro ortografico

P. O. V. Annabeth Chase

Acordei as 06h00min da manhã com os raios do sol invadindo a janela de meu quarto. Espreguicei-me e levantei junto ao cântico dos pássaros.

Fui até o banheiro, minha aparência estava horrível. Meu cabelo loiro, totalmente desorganizado. Peguei uma escova sob a penteadeira e me sentei defronte ao espelho. Arrumei-me com alguns minutos e logo em seguida desci às escadas em direção a ampla e arejada cozinha.

Como de costume, fiz algumas torradas e tirei as geléias da geladeira. Servi o leite e fritei os ovos. Tudo como de costume. Coloquei-os em uma bandeja e subi novamente as escadas, desta vez em direção ao quarto de meu pai. Faz uns meses que ele começou a adoecer, nem sai mais de casa. A cada dia sua situação piora, e é ai que eu entro. Ele não queria gastar a fortuna dele em enfermeiras que o maltratariam.

Já nesta semana ele não conseguiu sair da cama. Os médicos dizem que é câncer e que não demora muito, ele vai morrer. Pois na idade dele, é quase irreversível. Em gral ele aceitou bem, a única coisa que quis fazer era um testamento, ao qual ele não me deixou ler ainda.

Eu fico pensando, quantas manhãs como esta eu ainda tenho? Apesar das lembranças de minha infância, ele é meu pai. Eu me preocupo com ele.

Sentei ao seu lado na cama e coloquei a bandeja no seu colo. Ajudei-o a comer aos poucos. Sabe, eu nunca pensei em ver o meu pai em uma situação como esta, como um morto-vivo.

-Filha... – Ele falou pela primeira vez em dias, me tirando de meus pensamentos.

-Pai! O que foi? Quer alguma coisa?- Perguntei preocupada, se ele falou, tinha bons motivos.

-Me Le-leve lá fora- Ele pediu tentando em vão se levantar.

-Pai, você não pode fazer esforço- Eu o repreendi

-Por f-favor- Ele pediu e eu não pude dizer não. Pelo ao menos, não sabendo que a qualquer momento ele poderia não estar aqui. Ajudei-o a se levantar e a descer as escadas. Abri a porta de vidro e o ajudei a se sentar em um banco de madeira branco na varanda.

-Filha... – Ele me chamou e eu o encarei deixando-o continuar.

-Logo... Você estará s-sozinha- Ele começou e me deu um aperto no coração.

-Pai não... – Eu comecei e ele fez sinal para eu parar e continuou a falar:

-Eu quero que você fique b-bem, e cuide bem das minhas t-terras- Ele pediu e meus olhos se encheram d’água, a simples idéia de não ter meu pai ao meu lado, me dava pavor.

Ele levou sua mão ao bolso e tirou dele dois papeis, um com vários números e um envelope.

-Suas irmãs- ele falou gaguejando e me entregou o papel – li-ligue para elas e leia junto com elas- peguei o envelope e o papel e os examinei.

Ouve um minuto de silencio, então meu pai pegou minha mão e a segurou, seus dedos estavam tão gelados quanto os de um morto.

-Annabeth, me perdoe por ter te prendido aqui por tantos anos, por impedir que você conhecesse sua mãe e irmãs eu só... -eu o abracei impedindo que ele continuasse a falar.

-eu o perdôo- murmurei.

O soltei do abraço e ele sorriu para o nada e fechou os olhos e respirou profundamente.

-Pai?- Eu o chamei, mas ele não me ouviu, pois continuou com os olhos fechados.

-Pai? Papai?- Chamei de novo, desta vez, balançando seu ombro direito.

-PAI!?- Exclamei balançando seus ombros, já totalmente desesperada.

Não conseguia segurar minhas lágrimas que caiam. Eu só queria que meu pai abrisse os olhos e dissesse que estava bem.

[...]

PDV. Narrador

Os olhos da jovem fazendeira se encheram de lagrimas e ela nem mesmo conseguiu alguém o seu peso e desmoronou no chão, seu pai havia partido e nunca mais voltaria.

O fazendeiro foi levado com um saco cobrindo seu corpo para dentro de uma ambulância, Uma caminhonete parou bem em frente há casa e fez sinal para que os para médicos parassem.

-Quiron- disse a jovem um tanto feliz por ver o melhor amigo de seu pai.

O homem magro e alto se aproximou da jovem e sentou-se no chão ao lado dela e abraçou Annabeth.

-Sinto muito querida- ele falou.

Logo os empregados da fazenda já estavam todos ali vendo um homem tão bom sendo levado pela morte e ninguém conseguiu conter as lagrimas.

-Você... — começou a falar a jovem a seu antigo professor, Quiron, mais as lagrimas e o soluço a impediram. Ela queria pedir para ele acompanhar o pai dela, ela sabia que não conseguiria.

-Eu vou com ele, eu cuido de tudo ok?- afirmou o homem magro.

A jovem apenas assentiu e o agradeceu em silencio, ele era um bom amigo.

A fazendeira e agora herdeira de tudo com o sobrenome Chase, observou seu amigo entrar na ambulância junto com seu pai, morto.

Ela olhou para os papeis em suas mãos.

Silena Beauregard Tel.: 0551234-5678 – Thalia Grace Tel. 0779874-5612 – Leu em pensamento à jovem.

Será que ela devia ligar? Mais oque ela falaria, varia perguntas passava pela cabeça da jovem, ela respirou fundo e pegou o celular e ligou para o primeiro numero. Ela pensou em desistir, rezou para que ninguém atendesse, mais...

-Alô- ao ouvir o som daquela voz, várias lembranças se passaram pela cabeça da fazendeira a fazendo sorrir pela primeira vez hoje.

-er... — oque ela diria? Ela não sabia, a jovem pensou em disser alguma besteira como fingir que vendia algum produto, mais ela sabia que seu pai não iria gostar disso.

-Quem é?- perguntou sua irmã do outro lado do país

-Silena Beauregard?- perguntou a fazendeira, e depois se chamou de idiota em silencio, pois estava se sentido uma.

Ouve um silencio ninguém disse nada, Annabeth pensou em desligar e nunca mais se atrever a ligar de novo. A fazendeira então escutou duas pessoas discutindo do outro lado e a voz ao fundo... Era conhecida uma voz irritada que repreendia sua irmã, então ouve um “Tu_Tu_Tu” sua irmã havia desligado.

Ela se sentiu uma idiota, como este dia seria lembrado, como o dia que ela ligou para sua irmã ou que seu pai morreu, ela se perguntou por que estava fazendo aquilo, ela sentia falta de suas irmãs a anos mais jamais admitiria aquilo em voz alta ou que seu coração acelerou ao ouvir a voz da irmã.

Os olhos da fazendeira se encheram novamente de lagrimas, foram 10 anos sem elas, e agora ela passaria o resto da vida sem o pai, seria solitária, seria apenas uma jovem de 17 anos que perdeu o pai, ao menos ele não havia a deixado por escolha assim como sua mãe, ela tentou tirar aqueles pensamentos da cabeça e ligou para o outro numero.

-por favor, não atenda- rezou a jovem, em vão.

-alô- falou uma voz que a jovem reconheceu também.

-Thalia Grace?- perguntou Annabeth forçando uma voz animada

Ouve um silencio mutuo e a seguir apenas um “Tu_Tu_Tu”

Notas finais
Bom galerinha queria agradecer por todos os maravilhoso comentários
Como temos 34 leitoras eu (Stefanyjackson), Babi (Babifurfuro) e a juh (Gatinha0506) estamos tentando atingir uma meta 100 comentários antes do capitulo 10 e no minimo três recomendações ! então ajudem a gente comentando e recomendando please!!!
Espero que tenham gostado
Beijos
-S.L. Alves