Notas iniciais
Oi gente! Tudo bom? Eu sou a beta da Haruka.. é um prazer conhecer vocês! :D Bom, como vocês sabem a Haruka está viajando, portanto, sou eu quem vai postar as histórias para vocês... shauhsua.. Então, se eu errar em alguma coisa, por favor me perdoem.. rs Bom, então aí vai mais um capítulo! Espero que vocês gostem.. Um beijo e boa leitura! ;)

Capítulo 9 – “Finalmente Hogwarts”


Nove Anos Depois...

Em um bairro da Londres trouxa, uma menina, aparentando ter seus onze anos, se balançava em um balanço próximo do centro da cidade. Olhava para as pessoas que andavam na rua agasalhadas, pois o inverno este ano estava rigoroso. Elas estavam alheias ao olhar frio e indiferente que a garota lhes lançava e quem a visse de perto, achava até que com desdém.

Algumas vezes olhando para o céu, ela aparentava estar falando com alguém, mesmo que não houvesse ninguém ao seu redor, e nestas horas, um raro sorriso cruzava seus lábios. Para todos, ela parecia uma garota comum, normal e sem qualquer qualidade diferente. Mas quem a visse de perto e soubesse o que procurar, conseguia sentir a incrível magia que se desprendia dela.

Ao longe, uma senhora corria ao encontro desta menina. Tinha uma carta na mão e uma expressão de felicidade em seu rosto. Ao perceber a aproximação da senhora, a menina parou de se balançar e dirigindo um olhar frio à mesma, esperou para ver o que seria tão importante, ao ponto daquela velha interromper seu pequeno passeio no parque trouxa.

–Minha Lady – disse Kalil afobada – uma carta chegou para a senhora, é aquela carta.

Saindo rapidamente do balanço, Hermione arrancou a carta da mão da velha e disse com raiva:

–Porque não me disse logo? Você sabe que eu odeio ser surpreendida.

–Perdão Milady, mas como a senhora já esperava por esta carta, pensei em vir correndo e lhe avisar.

Nisto, você pensou bem Kalil.

–Bem, parece que o dia finalmente chegou. – a voz dele disse – Confesso que não estava esperando, mas a carta chegar ao final do dia, realmente é um insulto.

Vai ver mandaram a carta há esta hora apenas por eu ser uma sangue-ruim — Hermione disse irônica

–Você aprendeu perfeitamente bem todas as lições que lhe ensinei — respondeu com um sorriso.

–Eu sei. E não vejo a hora de colocar os nossos planos em prática. – disse abrindo a carta e lendo:



–Esperamos essa carta por tanto tempo, mas esse sobrenome Granger, o coisa nojenta, mancha o que essa carta representa para os bruxos como eu queria usar o meu sobrenome — reclamando

–Eu sei e já conversamos sobre isso você tem que se passar por uma sangue-ruim para que nossos planos deem certo.

–Vai ser muito difícil — suspirando

–Tenho certeza que você consegue, só confio em você pra isso

–Onde estão os Trouxas? – Hermione perguntou a Kalil, se referindo ao casal Granger.

–Estão na casa, minha Senhora.

Quando Kalil tinha escolhido os Granger, pra ser a minha família Trouxa substituta,depois de colocar eles sob a maldição império ela injetou memórias falsas neles de uma gravidez,que eles eram meus pais ,Kalil era minha babá, uma família e blá blá blá.

Realmente se fosse por mim, preferia que eles tivessem ficado sob a maldição Imperius durante todos esses anos, mas eu era uma criança não tinha muito que opinar. Kalil me explicou que era o melhor jeito afinal nunca se sabe: a qualquer hora alguém bate na nossa porta e vêem eles sob a maldição, faria que todos os planos que planejamos durante todos esses anos fossem por água abaixo e como diz os trouxas “é melhor prevenir do que remediar “.

–Está tudo seguindo conforme o esperado — disse a voz com um sorriso

–Sim, a festa vai começar – sorri.


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Sete meses depois...

Hermione chegou a Plataforma Nove ¾ com seu carrinho cheio de matéria inútil e sem sentido. Claro, o livro Hogwarts, Uma Historia tinha lá seus encantos, afinal de contas ele apresentava a história da melhor escola de magia e bruxaria que já existiu, e Hermione havia aprendido a amar este lugar. Ainda mais por Salazar Sonserina ter feito parte desta história. Mas fora isto, todo o resto continuava sendo uma cultura pobre e desagradável. Para que perder seu tempo estudando magia branca, quando ela já tinha conhecimentos básicos sobre a verdadeira magia, que era a negra?

Mas Hermione sabia que todo este sacrifício seria por um bom motivo. E não via a hora do momento oportuno chegar.

–Estou sentindo a presença dele. Olhe para frente, minha pequena Lady e veja a que ponto o mundo bruxo pode se rebaixar.

Olhando adiante, Hermione viu um garoto pequeno, franzino e de aparência frágil, tentando guiar seu carrinho lotado de livros, roupas e utensílios bruxos. Uma coruja branca estava empoleirada no meio de toda aquela confusão. Ele tinha os olhos verdes, pelo que Hermione conseguiu perceber, e usava óculos. Olhava para o nome da plataforma nove ¾ e sorria. Vendo isto, Hermione disse:

–Parece que ele está feliz. – ao ver o sorriso do menino aumentar, acrescentou – Como um sonho sendo realizado.

–Pena que esta felicidade não vai durar para sempre – a voz acrescentou com escárnio.

O menino estava acompanhado de um esquadrão de meninos magros, altos e ruivos, sendo que um deles conversava animadamente com o rapaz franzino.

–São os Wesleay – disse a voz indiferente – Uma família de bruxos que possui sangue puro, mas que infelizmente falam como um bando de idiotas e que se comportam como trouxas intrometidos. Um exemplo disso é o cargo em que o Arthur Wesleay trabalha – acrescentou com indiferença.

–Ouvi falar deles. O Sr. Wesleay trabalha na sessão de “Mau Uso dos Artefatos dos Trouxas”, não é? Realmente, que funçãozinha mais inútil. Porque um puro-sangue se sujeitaria a isto? Fetiche? Mentalidade senil?

–Eles são os Wesleay. Não precisa pensar muito para entender o porquê disto.

Rindo alto, Hermione respondeu:

–Tem razão. Como não pensei nisso antes? – respondeu irônica, andando com o seu carrinho mais para frente.

Ao redor da estação, Hermione distinguiu diversos bruxos andando entre os vagões. Eles auxiliavam as crianças com suas malas e bagagens. Avaliando o poder deles, Hermione sentiu que era baixo.

–Que ridículo. Onde já se viu contratar ajudantes tão sem poder? Isso é praticamente pedir para ser atacado.

–Você se esquece que a maior ameaça do mundo bruxo desapareceu? – a voz disse com ironia pura — é claro que todos pensam que o pior já passou.

–Ledo engano. Eles mal sabem que o pior ainda este por vir – Hermione respondeu com orgulho.

Ao longe, o apito alto e estridente sinalizou o inicio da partida do trem. Os últimos estudantes correram para entrar nos vagões. Hermione viu o garoto franzino subir no trem junto com seu amigo ruivo – Rony Wesleay.

–Prepare-se para entrar em ação, minha pequena Lady – a voz estava orgulhosa.

–O melhor de mim esta guardado para você, e farei o impossível para realizar os seus desejos. Não se preocupe – Hermione falou sorrindo com arrogância – o melhor ainda está por vir. Eu não irei parar. Não irei parar até acabar com Harry Potter.

Com o ultimo apito soando ao longe, Hermione entrou no trem e seguiu o garoto franzino até a sua cabine.


Dentro do Trem, que já estava zarpando, Hermione foi até a cabine onde o Potter e o Weasley estavam, era a oportunidade perfeita pra se aproximar deles,mas quando entrou não conseguiu se controlar. Mesmo que durante anos Tom tinha lhe treinado, quando ficou frente a frente com o Potter não se segurou e acabou agindo com arrogância. Quando saiu da cabine depois de ter percebido a burrada que tinha feito, a voz já começou a repreendê-la.

–Hermione –disse com raiva – você tem noção do que fez? Perdeu a oportunidade perfeita para se aproximar dele!

–Eu sei –respondeu desanimada – Desculpa mas é que... -suspirou — só de olhar pra ele meu sangue já sobe. Por causa dele...

–Entendo que você se sinta assim minha pequena — disse em um tom condescendeste — deve ficar calma. Tudo está apenas começando.

Sim – suspirou tentando manter a calma – não se preocupe, outras oportunidades virão e se não aparecerem criarei elas – sorriu maleficamente.

– Essa é a minha pequena.

Depois de horas no trem, finalmente chegamos aos barcos. De longe já se podia ver Hogwarts e como era imponente. Quando estávamos para entrar no grande salão, uma senhora se apresentou como Minerva Mcgonagall,o nome que estava na carta de ingresso a escola. Ela era professora de Transfiguração e Diretora substituta, pelas minhas pesquisas ela tinha estudado na mesma época que Tom aqui em Hogwarts. Cheguei a ver o breve interlúdio entre o Draco Malfoy, filho de um dos comensais do Tom, Lúcio Malfoy e o Harry e o Ronald.

Quando entramos no salão, sei que vai ficar muito clichê o que eu vou dizer, mas era tudo tão mágico! O teto que era enfeitiçado, tudo era lindo, olhava tudo em volta, realmente deveria parecer uma sangue ruim que nunca viu magia na vida. Olhando em volta vi a pessoa que eu queria tanto ver sentado na sua cadeira de Diretor como um rei: Alvo Dumbledor. O desgraçado que matou meu pai. Provavelmente meus olhos refletiam todo o ódio que eu sentia, pois logo a voz me repreendeu.

–Se controle Hermione.

–Está dizendo isso porque não é você.

–Eu também sinto ódio, mas você deve se controlar ou colocará tudo a perder.

–Colocar tudo a perder? – perguntei com descrente – Provavelmente seremos revelados quando colocarem o chapéu Seletor na minha cabeça.

–Não se preocupe com ele – quando ele percebeu que ela ia refutar acrescentou antes – Confie em mim.

–Confio — disse com convicção e confiava com a minha vida.

Se sentaram nas mesas e tiveram que ouvir toda aquela ladainha, que provavelmente ouviriam repetidamente em todos os anos que ainda viriam. Então chegou a hora a seleção das casas, eu sabia que pelo meu sangue e tudo o que eu era, iria para a Sonserina, mas para que nossos planos dessem certo e eu mantivesse a máscara de sangue ruim infelizmente teria que ir pra Grifinória. Vários nomes foram chamados para ir até o tablado sentar no banquinho e colocar o chapéu seletor, o do Weasley que óbvio foi pra Grifinória o do Potter que também foi pra lá. Então chegou minha vez

– Hermione Granger – gritou Mcgonagall pelo salão.

Hermione se levantou e foi ate o banquinho, quando o chapéu seletor foi colocado na sua cabeça ela temeu o que ele diria, até que começou a ouvir a voz do chapéu na cabeça dela; o que foi uma surpresa porque ele era um escandaloso e todas as conversas que ele tinha com os alunos falava gritando e o salão inteiro escutava.

–Não acredito uma Avadra em Hogwarts! – disse o chapéu em tom descrente – A quase um milênio não me colocam na cabeça de algum! E pasmem: não é uma Avadra qualquer, pois possui também o sangue de Salazar Sonserina! –disse em tom impressionado – Sabe, a 53 anos atrás, nesse mesmo banco que você está sentada, outro Herdeiro de Salazar se sentou: Tom Ridlle. Ah! mas posso ver que você sabe disso, afinal pelo que vejo ele agora vive dentro de você...

Fiquei com medo: e se ele revelasse sobre o Tom e quem eu era? Estranhamente Tom tinha ficado quieto desde que colocaram o chapéu seletor na minha cabeça.

–Não se preocupe criança – disse o chapéu em tom tranqüilizador – não vou revelar que você é, nem o que veio fazer aqui.

–Por quê? – Não resisti perguntar.

–Porque como você deve saber fui enfeitiçado para ter as características de todos os fundadores das Casas, portanto sou totalmente imparcial. Em termos gerais parte dos fundadores vive dentro de mim, ou seja, Sonserina também está aqui e lhe garanto que nunca trairia uma Herdeira – se referindo a mim – ou Herdeiro de Salazar – se referindo a Tom.

–Obrigada! – Eu não sabia o que sentir no momento.

–Não precisa agradecer. Mas lhe digo criança, o caminho que você tomou é muito complicado, você não veio aqui só estudar, veio também por vingança. E pelo que posso observar na sua mente, para que tenha sucesso nela, você não deve ir a casa a qual pertence por direito a Sonserina, estou correto?

–Exatamente – confirmei. Não adiantava mais fingir para ele.

– Muito bem então – ele deu uma pausa parecendo que ia tomar fôlego e gritou – GRIFINÓRIA!!



Notas finais
Bom galera, é isso aí. Espero que vocês tenham gostado desse capítulo. E fiquem atentos porque a história vai tomar novos rumos a partir de agora! Não esqueçam de comentar (isso faz as autoras felizes.. shaushua).. e recomendem a história para que possamos ter mais leitores! ^^ Beijos e até quarta que vem! ;)