O Tempo Mudará

21 Capítulo 21 - “Preparativos”


Notas iniciais
Gente mais um capítulo pra vocês! Desculpa a demora, a gente estava em época de prova e demoramos um pouco.

Estamos felizes! Temos 211 reviews e 116 leitores. Mas bem que todos esses leitores podiam deixar reviews né galera? Por favooor!!

Temos aqui o último capítulo. No próximo começa o quarto livro, o torneio Tribuxo!

Pessoal, espero que gostem! Beijos e até a próxima!

Capitulo 21 – “Preparativos”


Amanhã seria o jogo da Taça Mundial de Quadribol. O mundo bruxo estava focado demais no jogo e ele estava focado em sua primeira vingança: Crounch Jr estava parado dentro de um beco esperando Moody chegar em sua casa. Jr esperou vários dias para poder finalmente dar o troco naquele bruxo intrometido. E de quebra, ainda estava cumprindo a primeira parte da missão que seus Lordes deram a ele.



Depois da reunião que ele tinha tido com Snape e seus Lordes, onde sua Lady declarou seus planos e dividiu os papeis de cada um deles, duas semanas tinham se passado. De acordo com a carta que Snape tinha mandado à sua Lady, a oito dias atrás havia ocorrido uma reunião de professores ou qualquer coisa do gênero. Lá Dumbledore entregou a lista com os nomes dos possíveis professores da matéria de Defesa Contra as Artes das Trevas desse ano. E para seu prazer o Velho tinha caído e escolhido o Moody.



A Lady tinha ficado muito feliz com a notícia, mas ele principalmente tinha adorado. Era por isso que ele estava naquele beco. Nos últimos cinco dias desde que Snape tinha falado que Alastor tinha aceitado o convite de Dumbledore, Jr tinha seguido e estudado a rotina de Alastor que, vamos combinar, não mudava nunca. Defina o dia dele: trabalho (e pausa com olhar assustado)... trabalho (e pausa com olhar assustado) e trabalho (com mais uma pausa com olhar assustado). O que era isso? O cara tinha a síndrome da sombra-que-anda?! Por Merlin! Seu olho mágico era aterrorizante e paranoico.



Agora mesmo eram sete horas da noite. Era a hora que Moody voltava pra casa. E Jr estava em um beco esperando quase desesperadamente pelo aparecimento do bruxo gagá.


Ele ia usar a distração do jogo para poder sequestrá-lo. Ele era bom em tortura, mas o negócio dele era sequestro. A tocaia... O bote... O desespero da pessoa de se ver encurralada... Era uma delícia!


Um dos melhores trabalhos que ele fez até hoje tinha sido o sequestro de Frank e Alice Longbothon. Claro que esse trabalho tinha levado ele para Askaban, mas ele não mudaria nada se soubesse que seria preso; sempre existiu essa possibilidade. Aliás, essa era uma das coisas que o excitava: o perigo de ser pego! Principalmente o pai dele sendo o executor das leis. A única coisa que ele mudaria era que não deveria ter ido ao julgamento do Karkaroff. Se ele não estivesse lá teria conseguido fugir quando o desgraçado o entregou. Mas não adiantava pensar nisso agora, o jeito era esquecer e focar no presente.



Observando a rua viu a vassoura de Alastor pousando na frente de sua casa. Jr começou a se aproximar de suas costas para pegá-lo de surpresa, quando de repente Alastor se virou e o atingiu com um feitiço estuporante que o jogou contra a parede. Antes que pudesse se levantar se viu aprisionado dentro de uma grade.



Alastor se aproximou rapidamente da melhor maneira que a sua perna de metal permitiu. A perna que substituía sua perna verdadeira perdida em um duelo contra um Comensal.



–Quem é você? – perguntou quando estava de frente para Jr.



–Nossa! São tantos que nem se lembra das pessoas que prendeu? – apesar de preço, Jr riu com vontade. Sua língua passou por seus lábios repetidamente.



–Bartho... Crounch... Jr? – forçando os olhos ao vê-lo, Moody não parecia surpreso – Você não tinha morrido?



–Se eu fosse você não acreditaria em tudo o que dizem por ai – Jr ficou um pouco desapontado por Moody não parecer mais chocado ao vê-lo. Mas esse pensamento logo foi esquecido.



–Para de ser tão insolente! – exclamou o velho bruxo irritado – Moleque, você não aprendeu nada em seus anos em Askaban?



–Ah! Eu aprendi sim! – Jr sorriu maliciosamente – Aprendi muito!



Quando terminou de falar aquilo um barulho foi ouvido do beco que Jr tinha estado esperando.



–Mas o que é isso? – olhando na direção do beco Moody fixou seu olho mágico em Jr – Trouxe amigos?



Jr não respondeu. Na verdade, nem precisava. Alastor logo saberia. Deixando Jr preso e sem a varinha, Moody se afastou da grade enfeitiçada e andou para o beco com a varinha em mãos esperando qualquer ataque. Antes de chegar ao beco um rato correu de lá de dentro, passou por Alastor e disparou para longe dele.



–Um rato... – Moody disse com uma voz mais calma.



–O que é isso Alastor... Tem medo de ratos? – Jr debochou com um sorriso horripilante.



Antes que Alastor pudesse falar, outro rato saiu da escuridão do beco, e outro e mais outro.



–O que é isso? Infestação de leptospirose? – o olho mágico de Moody se mexia para todos os lados.



Jr viu centenas de ratos saíram do beco. Muitos deles pulando e mordendo Alastor aonde alcançavam. Um fenômeno totalmente não natural... E a coisa mais engraçada que Jr tinha visto.



Jr viu Alastor lançar vários feitiços para tentar afastar os ratos, tão distraído que estava com os ratos o atacando por todos os lados, obstruindo sua visão mesmo do olho esquerdo que possuía a essência da magia – seu olho mágico – que podia girar em 360 graus e ver através de quase tudo (incluindo paredes, portas, Capas de Invisibilidade, e a parte de trás da sua cabeça). Mas mesmo ele podendo ver através de tudo... Ela tinha um defeito: o olho não via através de seres vivos e, no caso presente, RATOS!



–Immobilus!



Alastor e todos os ratos que o atacavam e estavam em volta dele paralisaram, olhando para quem tinha lançado o feitiço sobre eles. Jr viu Rabicho em sua forma humana andando em direção a eles.



–Bom trabalho! – Jr parabenizou, satisfeito que tudo tinha ocorrido com forme o planejado – Agora me solta! – exigiu.



Rabicho ficou ao lado dele e lançou o feitiço.


–Finite Incantatem – Rabicho apontou sua varinha para a grade mágica em volta de Jr.


–Termine logo com isso! – Jr indicou com a cabeça todos os ratos paralisados em volta de Alastor, que durante todo o tempo estiveram sob o controle de Rabicho – Apesar de ter sido engraçado, o velho bruxo gagá tinha razão: eu não quero pegar uma leptospirose.



–Drop mites – Rabicho disse revirando os olhos, e todos os ratos que estavam paralisados e sob seu controle saíram correndo e se espalharam em várias direções, deixando somente Alastor paralisado no meio da rua.



Se aproximando dele e olhando os vários arranhões e mordidas que os ratos deixaram em sua pele, Jr debochou:



–Achou mesmo que eu viria enfrentar você sozinho, meu velho amigo? Meu tempo em Askaban não me deixou mais burro nem mais idiota – com presunção continuou – Incarcerus lumeus!



Jr recitou com satisfação o feitiço que ia impossibilitar Alastor de fugir, o feitiço que sua Lady tinha criado e ensinado a ele. Ela disse que poderia ser útil... E realmente foi.



–Seu maldito você não vai escapar dessa! – Alastor disse com o rosto contorcido de fúria vendo-se solto da paralisia, mas novamente preso agora em uma jaula. Ele tentou aparatar, mas não conseguiu.



–Você não consegue aparatar não é? – Jr perguntou com escárnio – Eu nunca usei esse feitiço, mas a pessoa que o criou disse que funcionava, e não é que realmente funciona? Parece que quem não vai escapar dessa, é você Alastor.



Jr sorriu, mas seu rosto se desfez rapidamente em uma careta de fúria.



–Por causa de você eu fiquei TRÊS anos... Ouviu?... Três LONGOS anos em Askaban! – espumando de raiva, apontou a varinha para Alastor.



–Crucio! – disse e no mesmo instante Alastor caiu a seus pés gritando e se contorcendo em dor. Uma crucio dele era como se mil facas atravessassem seu corpo, e depois como se sua pele toda estivesse queimando. Alastor gritava pela dor que o cruciu provocava. Era como mil agulhas invadindo seu corpo. Quanto maior o ódio, maior era a vontade de infringir dor.



Conforme Jr agitou a varinha cancelando o cruciu, ele ficou observando a respiração rápida de Alastor pelo esforço.



–Vocês Aurores se acham os donos da verdade, nos colocando naquele lugar, nos deixando para morrer naquele inferno! Eu quero ver se vocês aguentariam ficar um dia naquele lugar! Se iriam gostar daquilo. Você não sabe como é a dor provocada pelo Beijo do Dementador. Você não sabe como é passar anos sem sorrir ou sentir nada! Maldito!



–Por mim, Askaban é pouco para vocês... – Moody respondeu com dificuldade, cuspindo em cima dos sapatos de Jr –... Comensais nojentos!



Odiando a insolência dele, mesmo na situação em que se encontrava e ainda se atrevendo a cuspir nos sapatos que sua Lady tinha dado a ele de presente, Jr lançou outra maldição em cima de Moody.



–Crucio!!! – com toda a raiva que sentia Jr ficou cego pelo ódio. Alastor começou a se debater e gritar.



–AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!



Jr ria divertido vendo a dor de Alastor. As risadas enlouquecidas do Jr e os gritos de Alastor poderiam ser ouvidos a distância se Rabicho não tivesse colocado um feitiço ilusório que fazia com que quem passasse não visse nada mais do que uma rua calma; e um abaffiato para não se ouvir os gritos.



–Se for me matar mata logo. Não fica gastando saliva! – falou Moody com a voz rouca pelos gritos, respirando ruidosamente pela boca quando Jr interrompeu novamente a maldição.



–Não precisa se apressar, a sua morte vai vir, mas não agora. – Jr se ajoelhou na frente de Alastor para que pudesse olhar em seus olhos — Você ainda vai sofrer muito e vai descobrir na pele, o que é ficar preso.



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No bairro Little Hangleton existia uma mansão abandonada. Poucos chegavam perto dela. A consideravam arrepiante. Além dela ter um cemitério próprio, o que já revelava que as pessoas que residiram naquela mansão não eram de classe baixa, essas mesmas pessoas hoje já não existiam depois de todos os membros da família terem morrido de modo inexplicável.



Hermione caminhava em direção a essa mansão, era uma mansão imponente e de longe já se podia avistá-la. Ficava em um morro com vista para o povoado. Com um cemitério sombrio onde cada lápide possuía uma estatua que ia de anjos a uma lápide em especial que possuía a estatua do próprio ceifador da morte. Quem tinha escolhido aquela imagem, Hermione nem imaginava, mas que era uma coisa que não se via todo dia com certeza era.



Ela já tinha atravessado o cemitério e passado por essa estátua que ela sabia bem de quem pertencia, mas não quis parar para dar uma olhada melhor, porque sabia que incomodaria o Tom.



Se aproximando da casa, pode ver melhor o estado em que ela estava. Outrora uma bela casa senhorial, e, sem favor algum, a construção maior e mais imponente de toda a redondeza, a Casa dos Riddle ainda que já fizesse muitos anos desde que a família Riddle morara ali, agora estava úmida, em ruínas, telhas faltando e a hera se espalhando livremente pela fachada. E... desocupada.



Se aproximando da porta, Hermione teve um pouco de dificuldade para abri-la, já que estava com as mãos ocupadas carregando o novo corpo de Tom que ele passou a ocupar desde os últimos oito dias, quando ela tinha feito o corpo.



Conseguindo forçá-la a abrir, a porta rangeu, revelando que a muito tempo não era aberta. Hermione colocou o novo corpo de Tom mais para perto de seu colo, e ele rodeou o pescoço dela com seus bracinhos.



Com os bracinhos de Tom rodeando o pescoço de Hermione, ela passou pelo Hall de entrada observando o lugar. A poeira, as teias de aranha, algumas janelas pregadas...



–Não é por nada não, mas isso aqui tá caindo aos pedaços, em? – ela comentou em voz alta quando tentou colocar a mão no corrimão e uma parte se quebrou na mão dela.



–Ninguém nunca veio aqui depois que meu corpo foi destruído Hermione. Era uma herança de família. Essa casa estava e ainda está carregada pelo poder da mais poderosa magia bruxa... Mesmo caindo aos pedaços.



–Quem cuidaria? – Hermione perguntou sarcasticamente – Teoricamente, pelo menos todos da família Ridlle morreram. Estou surpresa que não demoliram isso aqui ainda que oficialmente isso aqui não tenha dono.



–Ainda bem que não demoliram. Se não eu quero ver como você ia achar um dos itens que faltava pro feitiço. – ele disse presunçoso.



Soltando um suspiro, pois ele estava certo, Hermione começou a subir as escadas. Percebeu a podridão do lugar. Nem seus passos ela ouvia de tanto pó que cobria as escadas e abafava os sons de seus pés. No topo da escada seguiu pelo corredor a sua direita, onde por ele se tinha várias portas. Abriu todas elas, e cada quarto por detrás das portas estava pior do que o outro. Até que parou em um dos quartos que não estava tão deteriorado.



–Acho que aqui está bom. É o lugar com menos pó aqui de dentro – Hermione disse franzindo o nariz.



Hermione entrou no quarto, acendeu a lareira que iluminou o quarto empoeirado e conjurou um feitiço para limpar o lugar da melhor forma. O quarto tinha uma poltrona e uma lareira, mas não tinha cama... Vai saber o que fizeram com a cama.



–Hermione eu vou dormir um pouco. – Tom disse um pouco sonolento.



–Está cansado? – a preocupação transpareceu em sua voz.



–Um pouco.



–Então durma – ela disse suavemente.



Observou ele fechar os olhos e depois de um tempo sua respiração ficou calma. Ela foi até a poltrona e o colocou deitado nela, ajeitou as pontas do cobertor o melhor que pode em volta do corpo dele e se afastou em direção a janela, observando a noite sem lua.



Desde que passou a viver nesse corpo que ela tinha criado, perceberam no segundo dia da ocupação que o corpo de Tom já estava ficando letárgico. Ele era muito fraco. Na verdade, entenderam que aquele corpo estava morrendo. Hermione disse para Tom voltar para seu corpo, mas ele insistiu que não ia deixar que aquele corpo que ela tinha criado morresse.


Analisando seus vários livros e anotações, Hermione concluiu que ele estava fraco principalmente porque não comia. Ela tentou alimentá-lo com comida, mas o corpo dele não aceitou, pelo contrário: fazia ele se sentir pior. A única coisa que o corpo aceitava era o veneno da Nagini. Então Hermione pensou, já que aquele corpo tinha sido feito com base em uma cobra, uma coisa que poderia sustentá-lo seria o veneno dessa cobra. Ela tentou e funcionou. Deu o veneno da Nagini para ele beber e logo sua letargia passou a sumir.


Agora Tom se alimentava da Nagini diariamente. Um dia sem o veneno é motivo de fraqueza, mas mesmo podendo ficar mais tempo nesse corpo do que podia ficar no corpo dos outros, Hermione sabia que ele deveria voltar logo para o corpo dela.



Ouvindo o som de aparatação, Hermione se virou para a porta, encontrando Jr com uma mochila nas costas.



–Minha Lady. – ele disse fazendo uma reverência.



Hermione acenou com a cabeça, aceitando a reverência e permitiu que ele entrasse no quarto.



–O que está fazendo aqui? Não deveria estar vigiando o Moody?



–Milady falou que vinha para cá falar com o Rabicho, por isso eu vim também.



–Você estava com o Rabicho? – ela perguntou. Ele acenou coma cabeça confirmando.



–Estava fazendo o quê com ele? – perguntou desconfiada.



–Ele estava me ajudando a trazer uma coisa para Milady! – passando a língua na boca daquele jeito que só ele fazia, e olhando para a mochila em suas costas, Jr sorriu.



–O que seria essa coisa? – perguntou curiosa.



–Um presente, Milady!



–Um presente? – ela perguntou desconfiada – Que “tipo” de presente?



–A senhora vai gostar. – ele disse com um sorriso perverso... E passando a língua no lábio de novo. Bem que ele podia parar com esse hábito irritante! Hermione pensou irritada.



–Me mostra logo então, estrupício!



Colocando a mochila no chão como se pesasse toneladas, Jr abriu e enfiou os dois braços lá dentro, puxando um baú enorme de dentro da mochila. O Feitiço de expansão! Hermione pensou. Normalmente um baú daquele nunca caberia naquela mochila, mas com o feitiço de expansão um recipiente pequeno poderia compor coisas enormes.



–Mas o que... é isso? – ela perguntou olhando para o baú enorme.



–Bom, Milady tinha me pedido que fosse atrás do Alastor... E eu fui! – ele disse com orgulho.



–Siiiiiiim... – Hermine respondeu como se ele fosse demente – E aí, no que deu? Pegou ele?



–...



–...



– CONTA LOGO!! – Hermione não suportava mais aquele imbecil.



–Bom, eu trouxe ele.



–O quê? – ela perguntou confusa – E onde ele...



Então Hermione entendeu. Alastor estava trancafiado dentro do baú! Bem, parece que esse Jr. não é tão tonto afinal das contas. Sorrindo Hermione falou:



–Parabéns Jr! Estou realmente feliz pelo que fez. Obrigada!



–Obrigado Milady! – Jr. sorriu e passou a língua nos lábios de novo. – Posso ver televisão agora?



Hermione se irritou com ele e essa mania de querer ver televisão. Respondeu:



–Não! Você tem coisas para fazer ainda.



–O que?



–Jr... – suspirou cansada – Qual foi o serviço que eu te dei?



–Ah, foi sequestrar o Alastor! – respondeu empolgado – E depois substituí-lo com a poção polissuco.



–Isso! Resposta certa. PARABÉNS!! – bateu palmas debochadamente – Agora cadê a poção? – perguntou séria.



–Bom... – gaguejou – Eu achei que a senhora ia fazer...



A voz de Jr sumiu quando ele viu a cara que Hermione fez.



–Você achou? Você não tem que achar nada! – falou irritada – Você realmente é impressionante, quando faz uma coisa certa, peca na outra!



–Mas...



–Mas nada! E agora, hã? As aulas começam daqui uma semana e você sabe que a poção demora UM MÊS para ficar pronta e você fez não fez!!!



–M-milady eu não sei – Jr andou de um lado para outro da sala. – Agente tem que fazer alguma coisa...



Olhando o desespero dele andando de um lado a outro por medo de ter feito todo o plano deles ter ido por água abaixo, Hermione começou a rir. Ele merecia isso. A poção era uma coisa óbvia, ela já sabia que ele ia fazer algo do tipo por isso ela já a tinha preparado. A poção estava prontinha dentro da sala secreta dela em casa.



–Milady o que que foi?... Porque a senhora está rindo?



–Você realmente é... patético! Há! Há! Se dependesse de você todo o trabalho que tivemos até agora teria ido por água baixo. Jr, se eu te disse que você vai usar a poção polissuco para tomar o lugar do professor, o que você deveria ter feito?



–...



–O que você deveria ter feito? – ela perguntou pausadamente.



–Deveria ter feito a poção – respondeu resignado.



–Exatamente! Mas você não fez! Então como eu já imaginava que você ia fazer algo do tipo eu... já fiz a poção.



–Fez? – Jr perguntou descrente – Porque Milady me assustou desse jeito? – Jr disse chateado colocando a mão no peito e respirando aliviado.



–Para você aprender a prestar atenção em todos os detalhes de um plano, quando te apresentam um. Você sabe vai ter que usar a poção por quase um ano. Eu fiz poção suficiente para um mês apenas, portanto dentro da escola você vai ter que fazer mais. Severo irá te fornecer os ingredientes.



–Ufa! A senhora me assustou – ele disse rindo.



–É pra você aprender e não fazer de novo. – ela comentou rindo também – Vê se não vai me esquecer de fazer mais poção quando estiver lá.



–Não vou! – ele prometeu com um olhar solene.



Hermione foi em direção a poltrona que Tom estava dormindo, o levantou, sentou e colocou ele em seu colo, acariciando a cabeça dele. Percebeu o corpo dele relaxar na presença dela. Olhou pra Jr que olhava espantando o colo dela. Percebendo o que ele olhava e o que sua mente deveria estar perguntando disse:



–É o Voldemort.



–O LORDE? – gritou.



–Não grita idiota! – o repreendeu irritada – Vai acordá-lo!



–Perdão – Jr quase se ajoelhou pra pedir desculpas. Mais baixinho perguntou – Como assim é o Lorde?



–Você sabe, desde que o Potter o derrotou ele ficou sem corpo e viveu dentro de mim até hoje, mas gora que estamos com planos de ter um corpo pra ele até o final do ano, eu fiz um teste com a poção que estou criando e saiu isso. – Hermione apontou para o corpo de Tom – Lógico que ela não está terminada e ainda faltam os ingredientes principais... Foi apenas um teste.



–Como você conseguiu fazer isso Milady? – Jr parecia maravilhado ao invés de espantado.



–Eu não vou te contar. Você não precisa saber. Mas então me diga: deu tudo certo com a captura do Alastor? – ela perguntou achando melhor mudar de assunto.



–Deu sim! Eu montei uma armadilha pra ele e o idiota caiu. Foi uma surpresa na verdade, afinal ele pode ver atrás da cabeça com aquele olho tonto... Milady deixou ele a minha disposição então usei o Rabicho.



–E ele fez tudo certo?



–Daquele jeito dele tremendo que nem uma vara verde, mas fez sim. – Jr se encostou na parede ao lado da janela; ficou um tempo em silêncio olhando para fora, para o cemitério – Milady falou que vinha pra cá falar com ele por isso eu vim e trouxe Alastor pra te mostrar.



–Logo as aulas vão começar e Voldemort me pediu pra chamá-lo aqui para contar a parte dele no plano.



–Porque a senhora não marcou o encontro na sua casa? – Jr se virou para ela.



–Porque eu não confio no Rabicho. É melhor que ele não saiba onde eu moro. – Hermione levantou os olhos pra Jr – Nem onde você está escondido.



–Pensando desse jeito se aquilo ali for pressionado um pouco – sorriu ironicamente – Ele abre até o que não sabe.



–Mandei ele vir para cá por volta de umas cinco horas da manhã.



Hermione ouviu o som de teleporte vindo do corredor, viu Jr sacar a varinha rapidamente esperando por qualquer coisa. Ela sabia quem era e não era alguém que se precisasse sacar a varinha.



–Winky... O que está fazendo aqui? – Hermione perguntou friamente.



Olhando pra porta ela viu Winky parada na soleira da porta, vestida com os trapos de sempre. Seu corpo estava tenso, ela e o Jr não estavam em seus melhores dias.



–Jr se acalme e abaixe essa varinha. Você está assustando a Winky. E você Winky, pare com essa palhaçada.



Jr relaxou o corpo que tinha ficado tenso, esperando algum ataque, e guardou a varinha novamente no bolso. Winky olhou para Hermione, mas ainda estava tensa ao ver Jr ali.



–Entre Winky. Jr não vai te morder – pelo mesmo era o que ela esperava.



–Então Winky... – Jr olhou para a elfa com ódio – Está fazendo o quê aqui?



–Jr... – Hermione olhou para ele. Ela levantou uma sobrancelha dizendo claramente que não toleraria mais nenhuma interrupção. Acenando com a cabeça para Hermione, Jr olhou uma última vez para Winky e foi se postar do lado da janela.



Hermione suspirou e continuou.



–Trouxe o que eu pedi? – perguntou calmamente para não assustar mais Winky do que já estava assustada.



–Sim, Milady – confirmou a elfa estalando os dedos. Uma mochila surgiu na frente dela.



–Obrigada Winky, bom trabalho! Pode ir pra casa agora.



–Sim senhora. – Winky fez uma reverência a ela e outra a Jr, estalou os dedos e sumiu deixando a mochila pra trás.



–Pra quê a mochila, Milady? – Jr perguntou fingindo que não tinha sido afetado pela presença da elfa.



–Daqui eu vou me encontrar com o Harry e os Weasley na casa deles. Lembra? Amanha é o jogo.



–Ah, é! – o rosto de Jr se iluminou quando se lembrou do que ela tinha contado a ele – O jogo é amanhã à noite, né? Está tudo pronto para o ataque?



–Eu acho que sim – Hermione respondeu despreocupadamente – E é bom que esteja. Voldemort não vai ficar nada feliz se eles desacataram a ordem que demos.



–Alguém se manifestou? – perguntou Jr sombriamente.



–Não, e eu não esperava que fizessem isso. Eles iam responder para quem? Eles nem ao menos sabiam quem tinha mandado as cartas...



–Acha que eles vão, Milady? Que eles vão acreditar que o ataque a Copa Mundial são ordens do Lorde?



Essa era pergunta que atormentava Hermione desde o dia que ela passou a incitar as marcas dos Comensais do círculo interno a mando de Tom. E quando enviou as cartas para eles três dias depois.



Lógico que ela não tinha feito a marca doer somente por diversão, embora tivesse sido prazeroso saber que aquele bando de traíras estava sofrendo um pouco. Ela estava usando a marca com uma espécie de onda de rádio que ia fazer com que ela soubesse onde eles estavam e como contatá-los.



–Não sei, espero sim. Mas com certeza a influência de Tom não passou despercebida para eles. A marca não doía desde que Voldemort sumiu há quase quatorze anos e quando eu a ativei a fiz doer por três dias.



–Como se os tivesse alertando – Jr falou franzindo levemente a testa. Hermione se surpreendeu com a seriedade na voz dele.



–Sim... fiz a marca doer durante três dias e logo depois as cartas com a ordem de ataque chegaram. É claro, eu fiz algumas leves observações sobre cada um deles e as vidas que estiveram levando no tempo em que Tom passou adormecido em mim.



–Deixando indicado que o Lorde está de olho neles. – Jr sorriu satisfeito, mas logo sua expressão mudou para uma feição desconfiada – Mas... a Milady não se revelou, não é?



–Claro que não! – Hermione respondeu ofendida – Não é o momento ainda. Eu escrevi as cartas como se fosse o próprio Voldemort. Eles podem entender que era ele como podem desconfiar que era alguém a mando dele.



–Só um burro não entenderia a mensagem – debochou Jr.



–E eu acho que os Comensais do círculo interno do Voldemrot não são tão burros – Hermione riu da lealdade de Jr. Mas então, seu tom esfriou consideravelmente e Jr engoliu em seco. – Pelo menos, eu espero que não.



–Eu vou poder ir ao ataque, Milady?



–Se você quiser... Mas você sabe que é provável que seu pai apareça por lá – Hermione deu uma olhada em Jr quando disse isso.



–Eu sei – afirmou sério — E quando eu o vir... Irei matá-lo!



–Não vai! – falou Tom com uma voz fria.



Hermione e Jr se sobressaltaram com a voz fria de Tom que surgiu de repente no meio da conversa.



–Lorde? – olhando assustado para corpo que ela segurava, Jr se ajoelhou.



–Tom, você acordou! – Hermione exclamou surpresa vendo os olhos com as duas fendas ofídicas, como o de uma cobra aberta, olhando para ela.



–Você está bem? – Hermione perguntou na mente dele para Jr não escutar sobre a fraqueza do Tom.



–Estou. Essa soneca me fez bem – a voz dele não estava mais tão arrastada.



–Que bom. Você estava precisando...



–Porque eu não posso matá-lo Lorde? – perguntou Jr indignado, apesar de continuar de joelhos.



–Eu sei que você quer matá-lo, mas não pode fazer isso agora. Pelo menos não ainda.



–Mas Lorde, ele me manteve preso por dez anos como um vegetal. Meu próprio pai! – Jr desviou os olhos de Tom, tentando esconder os sentimentos que o atormentavam – Era preferível que tivesse me matado!



–É bom saber que eu e Tom perdemos nosso tempo libertando você... – Hermione falou cinicamente.



–Claro que não Milady! – Jr exclamou ofendido – Eu morreria por Milady e pelo Lorde! – Jr apertou as mãos em punhos — Preferiria passar mais dez anos com Meus Lordes do que com qualquer outra pessoa.



–Eu aprecio isso Jr e o Voldemort também. Sabemos que você quer se vingar eu sei o que é isso, também tenho a minha cota de ódio e também quero vingança – Hermione pensou em Dumbledore e no Harry quando disse isso – Mas eu preciso esperar. Desde que eu tive idade para entender eu espero e você também deve aprender a ter paciência.



–Sua Lady tem razão Jr. Entendemos seu ódio e o seu desejo de vingança, mas você deve esperar. Eu espero todos esses anos pela minha vingança pessoal contra o Potter.



–Muitas pessoas me devem! – Jr rangeu os dentes com raiva – Karkaroff por me delatar... Moody por ter me capturado... E meu pai por ter me sentenciado a Askaban!



–Eu sei. Eles vão pagar Jr. Mas você deve esperar a hora certa – Tom insistiu.



Jr suspirou tentando se acalmar.



–Sim, esperarei – ele olhou para os dois – Por vocês Meus Lordes.



Hermione deu aquela conversa por encerrada e procurou dormir até a hora em que o Rabicho chegasse, sabia que não deveria baixar a guarda, mas estava cansada. As últimas semanas tinham sido tensas e cansativas. Mas ela sabia que não precisava se preocupar, pois Jr nunca os trairia. Tom ficaria acordado caso algo acontecesse.



Algumas horas depois, Tom acordou Hermione na hora que ela tinha marcado com Rabicho. Ela não estaria na conversa, tinha que sair para a Toca, se encontrar com os Weasley e o Harry.



Naquele exato momento Rabicho entrou no quarto, fazendo uma reverência para os dois.



–Demorou – comentou Hermione friamente.



–Demorei? – perguntou Rabicho surpreso, pegando um relógio do bolso e olhando o horário – Mas a senhora marcou as cinco horas da manhã.



–Isso, e agora são cinco horas e cinco minutos. Está atrasado! Sabe o que pode acontecer em cinco minutos? Líderes perderam batalhas por causa de míseros cinco minutos.



–Sim, Milady. – gaguejou – É que eu me perdi...



–Se perdeu, é? – Hermione comentou com escárnio – Então da próxima vez que você se perder não se ache, se perca de vez! Porque se não EU vou fazer você se perder... para o outro mundo!


Rabicho se encolheu com medo do que ela pudesse fazer, era um rato mesmo e se pudesse Hermione nunca o usaria na parte final do plano para ter o corpo do Tom de volta.


–Tom, eu preciso ir. – Hermione disse na mente de Tom, cansada de lidar com Rabicho. Olhando pela janela, já podia ver que embora estivesse escuro devia faltar uns vinte minutos para amanhecer.



–Já? – Tom perguntou chateado.



–Já. Eu disse que ia chegar na Toca lá por volta do amanhecer. Tenho que voltar a cumprir o meu papel, no final das contas. É cansativo, mas eu sei que no final, tudo vai dar certo!



–Toma cuido lá! – Tom disse, a preocupação por Hermione dominando sua voz – Se alguma coisa der errado...



–Calma! – Hermione procurou tranquilizá-lo – Eu vou ficar próxima do ataque, mas não tão próxima assim. Afinal eu sou uma sangue ruim que também vai estar correndo pela sua vida – disse irônica – Mas vou ficar perto para poder observar tudo e depois te mostrar.



–Sim – sorriu mais calmo – Eu estou ansioso para ver o que vai acontecer lá.



–Devo estar de volta amanha à tarde. Quanto a sua alimentação, deixei tudo pronto e instruído para Kalil.



–Odeio isso! Odeio parecer tão débil e fraco – a voz de Tom estava cheia de raiva – Eu não sou essa coisa morta!



–É só por enquanto. Logo isso vai mudar, só precisamos de um pouco mais de paciência.



–Paciência? – Tom ficou irritado ao lembrar que havia dito a mesma coisa para Jr – Paciência está parecendo a palavra da vez agora.



–Relaxa. – Hermione insistiu – Diga tudo o que precisa para o Rabicho e o dispense.



–Tudo bem pequena Lady. Estarei de olho em você.



–Jr está na minha hora, tenho que ir. – Hermione falou se levantando e colocando Tom sentado na poltrona. Se surpreendeu quando viu que Naguini estava nos pés da poltrona. Tom deve ter mando Jr trazê-la até ali.



–Eu gostaria de te acompanhar – Jr pediu contrito.



–Não precisa. Eu vou aparatar até lá – Hermione disse acariciando Naguini.



–Eu insisto, Milady.



–Se você quer... – a menina deu de ombros despreocupadamente ainda acariciando a Naguini.



–Sa ia chi seri aga Tom sou? (“Vai cuidar de Tom para mim?”) – Hermione perguntou a Naguini na língua das cobras.



–Sim, Milady – a cobra respondeu com sua voz sussurrante.



–Quanto a você Rabicho – Hermione se levantou, virando para olhar para ele e falou friamente – Fique e escute o que o Voldemort vai te contar. Entenda e absorva bem a sua missão. A honra que você está recebendo é imensurável, entendeu?



–Sim, Milady – Rabicho balançou a cabeça confirmando freneticamente. Hermione conseguiu ver a curiosidade em seus olhos.



–Vamos? – Jr perguntou com a mochila dela nas costas que ele tinha pegado perto da porta. Ele se aproximou de Hermione e estendeu a mão em um convite – A sua espera, Milady.



–Vamos – Hermione confirmou se virando e colocando um beijo na cabeça do Tom.



–Estou indo – disse na mente dele.



–Vai com cuidado – Tom disse a ela – E não esqueça que estarei olhando por você.



Ela sorriu para ele e se afastou. Foi até onde Jr estava, colocou a mão em cima da dele, visualizou aonde eles iriam e aparatou dali.



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Hermione e Jr aparataram dentro de um bosque de onde podia se avistar a Toca, a casa dos Weasley.



–Aqui está bom Milady? – Jr observou a distância até a casa dos Weasley.



–Está sim. – Hermione confirmou vendo que não estavam muito longe para ela andar, nem muito perto pra que as pessoas na casa vissem o Jr. – Daqui deve dar uns 10 minutos andando. Volte logo Jr. Não quero deixar o Rabicho muito tempo sozinho com o Voldemort.



–Porque Milady? – Jr perguntou surpreendido – Acha que ele se atreveria atacar o Lorde?



–Não digo isso. – Hermione disse olhando o horizonte – Mas ainda assim é melhor prevenir do que remediar. Depois que ele conversar com o Rabicho, leve ele direto para casa, para o meu quarto. Entendido?



–Sim. Quando Milady volta? – Jr perguntou entregando a mochila dela que ele estava carregando.



–O jogo é hoje a noite – Hermione pegou a mochila – Devo estar de volta por volta do meio dia de amanhã. Os Weasley disseram que queriam que ficasse com eles até as aulas começarem daqui uma semana, mas consegui dar a desculpa de que meus pais estavam voltando da viagem deles e, como tinha ficado as férias inteiras sem vê-los, ia aproveitar para matar as saudades.



–Os Trouxas estão voltando?



–Estão. – a menina confirmou desgostosa – Eles ligaram e disseram que voltarão amanhã à noite, algumas horas depois de eu ter voltado do jogo.



–Então não vou poder ficar mais lá – Jr lamentou entristecido. – Gosto daquela casa... e de assistir televisão.



Hermione revirou os olhos.



–Era preferível que você saísse, mas estamos em um ponto crucial agora, com as aulas para começarem. Então é melhor você ficar, vou manter os Trouxas presos pelo Imperius.



–Tudo bem. Enquanto Milady não estiver lá, o Lorde precisa de algum cuidado especial?



Gostando da preocupação de Jr, Hermione respondeu:



–Não precisa se preocupar Jr. Kalil já sabe tudo o que tem que fazer.



–Tudo bem eu estou indo então. – se preparou para aparatar quando Hermione se lembrou de uma coisa.



–Ah! Jr espera! Não se esquece da diversão de hoje a noite.



–Não vou esquecer Milady. Não perderei isso por nada – ele sorriu passando a língua na boca e aparatou de volta a casa dos Riddle.



Hermione deu risada com a diversão que viu nos olhos de Jr. Agora as coisas estavam se ajeitando. Neste ano, em Hogwarts, muitas coisas estavam para acontecer. Na verdade, com o Torneio Tribruxo tudo estaria fervendo. Hermione mal podia esperar para colocar em prática o plano que passaram tanto tempo arquitentando. Estava na hora da ação. Estava na hora de acabar com o Potter. Sorrindo, ajeitou a mochila nas costas e começou andar em direção a Toca.



Continua . . .



Notas finais
Gente reviews ONEGAI!!!

E por favor recomendação. Não vai ter próximo capítulo se não tivermos pelo menos mais 5 recomendações e pelo menos mais de 20 reviews!!

Quanto ao feitiço "incarcerus lumeus" --> Pra quem não lembra, foi usado no capítulo 19, quando a Hermione invadiu a casa do Jr e prendeu a Winky.