O Sultão

26 Lua de Mel


Notas iniciais
Oi flores e queridos. Começo da semana, capítulo novo e no 26 a paz volta a ser perturbada. Muito obrigada pelos comentários de vocês e leitoras (es) novas (os) sejam bem-vindas (os).

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Capítulo 25

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Bella

─ Não acredito que estamos vendo a versão original de Cinquenta Tons de Liberdade.

Vários filmes com conteúdo mais erótico são proibidos ou censurados na Península Arábica.

─ É a vantagem de ser da família real. ─ Edward respondeu mordendo de leve a ponta inferior da minha orelha.

─ Eles são quentes. ─ murmurei tragando um gole do meu refrigerante.

─ E por que não subimos a temperatura também? Mas a nossa maneira. ─ sua voz baixa e sensual arrepiou minha pele.

Mordi meus lábios inferiores.

─ Tem certeza? ─ olhei para ele.

Estávamos abraçados no sofá da sala de estar da sua casa de praia.

Ela foi presente do Sultão Carlisle para a Sultana Esme no último aniversário de casamento deles ── lugar muito especial para o meu marido.

─ Você não quer continua descobrindo o sexo comigo? ─ beijou meu pescoço.

Tremi de tesão.

─ Quero. ─ minha voz saiu rouca.

Senti ele sorri.

─ Vamos. ─ levantou do sofá me dando sua mão.

A aceitei e ele me abraçou me virando de costas para o seu peito.

─ Edward. ─ senti minha pele formigando quando ele abriu o laço frontal do meu vestido acarinhando meu abdome nu e sua outra mão apalpou meus seios.

Não coloquei sutiã.

Me virou de frente beijando minha boca com um desejo capaz de queimar.

Puxei a barra da sua camiseta e ele a tirou do seu corpo beijando meu pescoço quando se aproximou novamente.

Curvei minha cabeça para trás.

Sua mão segurou minha nuca e a outra apalpou minha bunda.

Estávamos caminhando para o quarto.

Reajustei minha postura beijando sua boca.

Edward colou uma mão na minha cintura.

As minhas estavam no seu rosto.

Entramos no quarto.

─ Espera. ─ ele me deixou parada perto da porta, abriu uma gaveta do coleset.

Voltou para perto de mim.

─ Posso? ─ por trás de mim ele esticou com as duas mãos na minha frente uma gravata de cetim azul-escuro.

─ Pode. ─ sorri e ele a colocou no meu rosto como uma venda.

─ Caminhe comigo. ─ segurou minha mão. ─ A cama está a dois passos de você. Deite nela. ─ me comandou.

Obedeci.

─ Relaxe. ─ ele disse no meu ouvido curvando seu corpo sobre o meu. ─ Deixe suas mãos paradas ou segure o lençol, mas não me toque, nem toque o seu corpo.

Mordi meus lábios inferiores de novo.

─ Não vou tocar. ─ respondi.

─ Bom. ─ sua voz continuava rouca e sensual.

Percebi que ele se abaixou do meu lado e senti seus lábios na minha clavícula com suas mais abaixo, mas continuando na parte superior do meu corpo. ─ Linda! ─ ele beijou entre a curva dos meus seios. ─ Maravilhosa! ─ os beijou.

Sua mão acariciou meu abdome novamente e a outra minha cintura.

─ Minha Isabella. ─ senti seus lábios chuparem minha pele três dedos abaixo do meu seio direito e darem um beijo molhado nela.

Gemi.

Mais três dedos abaixo e ele repetiu seus movimentos do outro lado da minha pele.

─ Cheirosa.

Gemi de novo.

Senti sua mão no meu joelho e a outra entre minhas coxas.

A mão que estava no meu joelho apertou de baixo da minha coxa e a outra a beliscou.

─ Ah! ─ resfoleguei gostando de todas as sensações.

Senti seu queixo na minha pelve e ela tremer com seu riso sensual.

Edward segurou minha bunda e me retorci de baixo dele quando percebi que estava tirando minha calcinha com os dentes.

─ Edward...

─ Shiii...

Virei à cabeça para baixo, mas sua gravata não me deixava vê-lo.

Ele acabou de tirar minha calcinha e senti seus lábios beijarem a superfície da minha feminidade, mas meu marido se afastou e a ponta de um objeto suave tocou meu rosto ── parecida com uma pena.

Lábios, a ponta do queixo, escorregando para a clavícula e para os meus seios. Circulou o bico deles com o objeto o passando entre as curvas deles até minha feminidade.

Aspirei.

Edward beijou minha feminidade novamente passando o objeto na parte interior das minhas coxas, na curva dos joelhos, panturrilha e pés. Beijou a superfície inferior dos meus pés e refez o caminho com seus lábios.

─ Te amo. ─ falou no meu ouvido.

Sorri.

Ele voltou a escorregar o objeto suave para minha feminidade e senti sua língua na minha entrada, mas só estava me lubrificando e logo seus dedos a substituíram.

─ Hum. ─ gemi me retorcendo. ─ Ah!

─ Você é muito apertada. Eu continuo tendo que ter cuidado redobrado para não te machucar. ─ enfiou seu dedo mais fundo na minha feminidade, mas sua outra mão massageava meu clitóris.

Os bicos dos meus seios queimaram.

Meu marido lambeu meu clitóris o deixando mais sensível e o massageou novamente com seus dedos no meu interior mais ligeiros e fundos.

─ Ah! ─ resfoleguei alto curvando meu corpo para cima um pouco.

─ Calma, amor. Nem comecei. ─ ouvi a malicia na sua voz sentindo a ponta dos seus dedos procurarem o ponto G da minha feminidade.

Aspirei.

─ Tire a venda. ─ comandou.

A tirei.

Ele beijou meu clitóris.

Aspirei de novo.

Edward parou.

Lamuriei frustrada.

─ Me dê. ─ pediu a gravata juntando minhas mãos acima da cabeça.

Olhei para o peito dele.

─ Confiei em mim. ─ beijou meus lábios e entre minhas pernas, mas seus olhos estavam em mim e ele abriu os lábios chupando de leve minha feminidade.

Minha respiração estava pesada.

─ Ah, ai... ─ gemi.

Edward aumentou a pressão dos seus lábios gostosos.

Me desconectei do mundo e por vários minutos não ouvi, o só senti.

Virei minha cabeça, doida de tesão, e continuando a me chupar com seus lábios ele enfiou seus dedos no meu interior novamente.

Gritei agarrando o lençol.

Ele segurou minhas pernas para elas não fecharem.

─ Seu gosto é perfeito. ─ falou baixo.

A velocidade dos seus dedos aumentaram e gritei novamente sentindo minha feminidade contrair.

Meu corpo estava doendo de tesão.

─ Preciso de você em mim. ─ eu estava a ponto de chorar de prazer.

─ Minha flor. ─ beijou meus lábios e se afastou tirando sua calça cor caqui.

Contive a vontade de acarinhar minha feminidade olhando para o pênis dele.

Edward estava duro e muito sexy colocando uma camisinha.

Ele me puxou para o meio da cama e abriu minhas pernas para me penetrar.

─ Ah. ─ gemeu escorregando para o meu interior.

Uma, duas, três vezes e de joelhos na cama levantou minha perna beijando os dedos dos meus pés.

A outra estava na lateral do seu corpo.

Uma, duas, três, quatro vezes e inverteu nossa posição na cama para que em cima dele eu comandasse a velocidade dos nossos movimentos.

Me ajustei melhor no seu corpo e Edward voltou a massagear meu clitóris com seu dedão enquanto continuava me penetrando e sua outra mão acarinhava meu corpo.

Sobe e desce. Eu estava em cima dele e Edward mordeu meu abdome com um pouco mais de pressão, mas nada que machucasse.

Passei de leve a ponta das minhas unhas no seu peito lembrado do que ouvi nos EUA relacionado a sexo:

Homens sentem prazer com esse movimento, mas tem que ser com cuidado para não machucá-los.

Ele se arrepiou.

Me curvei para frente.

─ Te amo. ─ falei no seu ouvido beijando seu pescoço. ─ Te adoro. ─ beijei seu ombro.

Sobe e desce.

Joguei meu cabelo do rosto para a lateral.

Minha feminidade o apertou no meu interior.

Edward gemeu.

Me curvei de novo aspirando no seu ouvido.

─ Seu cheiro é gostoso. ─ falei baixo.

Ele apalpou minha bunda aprofundando a penetração no meu corpo.

Beijei seu peito e lembrando que homens compartilham varias zonas erógenas com as mulheres parei no bico deles os chupando de leve.

Edward apertou minhas coxas com força.

Circulei os bicos do seu peito com a língua.

─ Isabella... ─ passei a ponta do meu indicador neles e com um último beijo joguei minha cabeça para trás com meu cabelo caindo em camadas nas costas.

Os olhos do meu marido acompanharam os movimentos dele.

Homens adoram cabelo longo. Para eles é muito sensual. Minha mãe disse casual num lanche da tarde.

Giramos na cama com minha perna em cima da lateral do seu corpo enquanto ele continuava no meu interior.

Nos abraçamos.

Edward beijou meu pescoço e minhas costas.

Minha pele se arrepiou.

Chupei a parte superior e inferior da sua orelha e quanto alcançamos o ápice fechei meus olhos com a cabeça deitada no seu ombro.

─ Você fez um curso secreto de moda? ─ perguntei.

Edward riu.

─ Não, mas a minha mãe era designer de moda e eu adorava estar vendo ela desenhar.

Sorri.

─ Me lembro de você falando que seu pai encobria você e seu irmão e não só ele.

─ E encobria, mas Jasper era muito agitado e eu via como uma hora só minha e dela.

─ Que bonito.

Edward sorriu.

─ Soube que você impediu importantes jornalistas rajaneses de cobrirem nosso casamento. Por quê?

─ Eles tinham uma divida comigo, só cobrei o preço justo. ─ respondi estando feliz por ele não me perguntar que divida era.

Edward levantou para beber água.

Entrei no banheiro.

─ Obrigada. ─ agradeci aceitando a maça que ele trouxe para mim no quarto.

Olhei para a paisagem da praia.

─ É perfeita. ─ falei baixo.

─ Não mais que você. ─ me abraçou por trás beijando minha mandíbula.

Sua mão tocou minha feminidade.

Eu estava só com a sua camisa e ele de cueca.

Sorri virando minha cabeça para beijar seu queixo.

─ Gostosa. ─ apalpou minha bunda.

Corei sentido seu pênis duro atrás de mim e Edward me virou de frente para ele beijando meus lábios.

Coloquei meus braços no seu pescoço e ele me sentou no balcão da sacada abrindo minhas pernas com sua cintura para me penetrar.

Meu marido sabe que estou pronta para ele e estar nos seus braços é o melhor lugar do mundo.

Edward me penetrou e após alcançamos o ápice sairmos para cavalgar pelo imenso jardim da casa.

─ É tudo muito bonito, mas uma casa de praia com jardim botânico e estabulo?

Ele riu.

─ Como a gente meu pai não era muito tradicional. Ele às vezes também não acompanhava a lógica. E se minha mãe gostava de plantas e animais por que não?

Sorri.

─ Quando voltamos a capital vou procurar o médico do palácio.

Edward virou para me olhar.

─ Você não está bem?

Corei.

─ Estou, mas nos bastidores das lideres de torcida eu ouvia comentários relacionados a sexo e sei que a maioria dos homens não gostar de usar preservativos quando está com sua parceira.

Ele me abraçou beijando meu cabelo.

─ Está tudo bem minha flor. Eu não me importo, só desejo estar com você.

Estávamos deitamos debaixo da sombra de uma árvore do jardim.

Corei de novo.

Falar dos meus sentimentos para Edward continuar sendo mais difícil do que ele falar dos seus para mim, mas me esforço para ver ele feliz.

─ Eu desejo sentir você sem nada entre nós dois e vou precisar de indicação para uma nova ginecologista para começar a usar anticoncepcionais, porque com tudo o que aconteceu nas últimas semanas escapou da minha cabeça procurar a que eu tinha nos EUA. ─ respondi e no nosso contrato de casamento estar que vamos esperar alguns meses para nos conhecemos melhor antes de sermos pais.

─ Vou com você.

Perdi a falar.

Não estava nos meus planos o levar.

Ele percebeu meu desconforto.

─ Habibti controle de natalidade não é responsabilidade só sua e eu desejo estar do seu lado.

─ Vamos dar chance para fofocas no país. No ocidente é comum os homens acompanharem suas parceiras, mas na Arábia não. ─ murmurei.

─ Mas somos os líderes de Suma e temos que dar o exemplo para todos.

Calei.

Edward não vai desistir e sei quando parar.

Ele me beijou e de volta a casa fizemos o jantar:

─ Quem ensinou você a cozinhar?

─ Meu pai. ─ respondeu.

Surpresa parei de mover o arroz árabe.

Edward riu.

─ Como falei meu pai não era tradicional e ele não se importou de escolher uma mulher que não sabia cozinhar nem um ovo.

Ri.

Ele estava desancando as batatas para assá-las com o cordeiro e eu colhi cerejas para fazer suco.

Edward também cortou salada italiana para comemos como entrada.

─ É o telefone por satélite? ─ perguntei ouvindo o toque dele quando estávamos acabando de jantar.

─ É. Vou ver por que Jasper está lingando. ─ respondeu.

Seu irmão é o único que tem esse número.

Continuei comendo, mas não gostei do rosto preocupado dele quando voltou.

Esperei ele falar:

─ Temos que voltar para Rajar.

─ Por quê? ─ questionei.

─ Jasper achou melhor não falar por telefone, mas ele disse que é muito grave.

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