O Sultão
60 Recomeço
Notas iniciais
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Capítulo 59
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Bella
Com as verdades mostradas para o povo Lady Hana ganhou liberdade para reconstruir sua vida, mas como nunca abandona sua imprudência ao encontrar num dos corredores do palácio real esteve sendo mais que desconfortável.
─ Lady Hana.
Ela me olhou de cima a abaixo.
─ Desde a primeira vez que a vi desconfiei que era egoísta e ambiciosa, mas roubar o filho de uma mãe é muito baixo.
Meu olhar pesou nela, mas minha voz esteve calma respondendo sua ofensa:
─ Não a estou ouvindo me ofender na minha casa.
─ Sua casa está em Rajar, mas para ser Sultana do seu povo tem que matar ou destronar seu pai e seu irmão.
A raiva pesou no meu interior e o tapa no seu rosto não foi desmerecido.
Seu corpo virou para trás.
─ Se deseja olhar para mim como a bruxa do seu conto de fadas olhe, mas não coloque minha família na sua lama.
Com sua mão no rosto e o cabelo um pouco desorganizado pelo movimento forte do seu corpo no tapa ela também me olhava com raiva.
─ Vai embora de Suma no primeiro voo que tiver e por ter se oferecido para o meu marido estava te devendo esse tapa há muito tempo.
Sua respiração pesou, achei que ia tentar me bater também, mas acabou continuando onde estava quando minha sogra caminhou para a gente.
─ Guardas. ─ a Sultana Mãe os chamou, com Hana se movendo para ela.
─ Esme. ─ minha sogra não a olhou e Hana caminhou um passo trás quando os guardas que estavam num outro corredor correram para o que estávamos.
Esme olhou para eles.
─ Levem Lady Hana para o aeroporto, ela não entra mais no nosso país e se entrar vai ser castigada por difamação a Sultana Isabella.
Minha sogra a olhou pela primeira vez.
─ Muito obrigada por sua ajuda a Carlisle e a mim, mas se vai estar ofendendo minha nora não é mais bem-vinda a vida da gente e prostitutas por escolha não merecem estar perto de uma família honrada.
Lady Hana resfolegou.
Olhei para os guardas.
─ Levem.
Eles caminharam para ela e com as mãos nos braços dela a afastaram da gente.
Minha sogra os olhava. Expeli o ar, virando para a olhar.
─ Prostituta?
Ela virou para mim.
─ Você é a única esposa do meu filho.
Não sorri, mas meu coração estava mais leve percebendo que pouco a pouco seu comportamento comigo estava mais gentil.
─ Obrigada.
Caminhou para mim.
─ Você não roubou nada. ─ sorriu um pouquinho. ─ Carlisle sempre falou para os filhos da gente que ia estar no trono máximo até os sessenta anos. ─ o que só vai acontecer daqui oito anos. ─ Ele não abdicou do trono por nada.
Parei na sua frente.
─ Por documentos do governo ele percebeu que sozinho ou com você, Edward esteve fazendo muitos projetos novos, mas também continuou e concluiu todos os projetos interrompidos pela queda do nosso avião e na terceira vez que Carlisle e eu estivemos com Husam percebemos que ele sempre vai olhar para a gente como neto.
Meu coração apertou.
─ Se conhecêssemos a gente ia ter...
Ela colocou suas mãos na minha.
─ Não ia mudar nada. ─ beijou minhas mãos. ─ Vocês são o melhor para ele e vamos estar felizes como avós dele.
A abracei e juntas estivemos organizando uma pequena comemoração familiar para o aniversário do Edward daqui dois dias em vinte de junho, mas por nossas obrigações nunca acabarem também estive lendo mais da pesquisa da vacina contra o vírus da pandemia e compreendendo como tem estado o novo plano de educação na Maniza.
─ Ele vai gostar muito, Edward adora surpresas. Quando vão começar a vacinação?
─ Daqui dois ou três meses. ─ respondi.
Sorri.
Pelo cálculo que temos o casamento religioso de Emmett com Rosalie vai estar acontecendo em outubro.
─ E plano de educação na Maniza?
Meu sorriso acabou.
─ A maioria o está aceitando, mas...
─ Os mais conservadores continuam achando que as moças só têm que estudar o suficiente para alcançarem ter um bom casamento, porque a verdadeira obrigação delas é ter filhos e cuidar do marido, o obedecendo como se fosse seu pai. ─ murmurou azeda.
Movi os ombros.
Ela olhou para uma foto minha com Alice.
─ Carlisle e eu estamos ansiosos para conhecer a neta da gente. ─ sorriu. ─ Acho que vai ser mais mimada que Husam.
Também sorri.
─ Vocês são pais maravilhosos e vão ser avós melhores.
Ela sorriu mais.
─ O Sultão Charlie também é.
Não falei nada e com os compromissos oficiais da gente estando mais calmos Edward e eu alcançamos mais tempo para vivemos nosso casamento sem pesos que machucam.
─ Como esteve sua visita no hospital?
─ Com muitas flores na ala pediátrica.
Sorri.
─ As crianças te adoram.
Ele também sorriu.
─ São para você de toda a equipe hospitalar pelos materiais de proteção que receberam.
Olhei seus olhos bonitos.
─ Por ordem sua.
Sorriu mais.
─ No seu nome.
Sorrindo, expeli o ar.
Meu marido me beijou, sempre maravilhoso e vê-lo com nosso bebê sem o peso do medo de o perdemos colocou meu coração muito mais alegre.
─ Morto, vivo! Vivo, vivo! Morto!
Husam riu, caindo sentado no tapete da sala de estar da ala privada da família da gente.
─ Podemos brincar de twister.
Jasper olhou para o pai.
─ Está se achando a própria flexibilidade, não. ─ zombou.
Sorrindo Carlisle jogou uma almofada nele.
─ Você brincou muito comigo.
─ No tempo dos dinossauros.
Apertei os lábios para não rir.
Nosso sogro olhou para mim e Alice.
─ Alice, Bella?
─ Enjoos e twister não combinam. ─ Jasper respondeu primeiro.
Edward apertou os lábios ── Tem muitos dias que os enjoos dela acabaram.
Carlisle expeliu uma risada.
─ Bella?
─ O livro dela está muito bom.
Esteve mais difícil não rir com Edward copiando o comportamento do irmão ── Carlisle o empurrou de leve.
─ Quieto.
Sorri.
─ Vou estar com meu livro.
Sei que Jazz e Edward só estão tentando não perder para a gente ── Por nosso treinamento como líderes de torcida temos muita flexibilidade.
Rindo Alice virou o rosto e no aniversário de Edward todos estivemos comemorando mais um ano de vida dele com Emmett, Rosalie e meus pais vendo tudo pela internet.
─ E pro Edward nada?
─ Tudo!
Alice ajudou a alegrar mais a festa no final da versão árabe do “parabéns para você” ── Ela esteve chocada por não termos o costume de bater palmas, como na cultura ocidental, mas adorou animação da gente para bailar e o tradicional som do zaghareet esteve sendo reproduzido por Esme e minha mãe.
─ E o primeiro pedaço do bolo vai...?
─ Bella ou Husam?
Jasper e seu pai brincaram com Edward, com ele piscando para mim.
─ Minha formiguinha mirim.
Ri.
─ Eu! ─ Husam comemorou, com Edward se colocando na altura dele e o beijando no rosto com a fatia de bom num pratinho que estava na sua mão.
Husam sorriu, comigo esperando que meu marido reajustasse sua postura de novo para falar com ele.
─ Parabéns, amor meu. ─ beijei seu rosto.
─ Te amo, vida minha.
Sorri.
─ Mãe Renée. ─ sorrindo, ele mandou um beijou para ela com a ponta dos dedos.
Ela também sorriu.
─ Longa vida, meu menino.
Edward sorriu mais e em Suma ou Rajar estivemos num círculo de novo para bailar num ritmo animado ── Husam esteve no centro do círculo.
Sorrir por estar vendo que os remédios estão alcançado cumprir o objetivo deles no seu tratamento para termos o benefício da cirurgia no seu coraçãozinho.
─ Olha vovó, vem vovô! ─ com suas mãozinhas na dos dois ele começou a bailar com eles e para vermos mais da alegria do Edward o colocamos para adivinhar os presentes que ganhou ── Ele se divertiu como criança e Jasper o esteve fotografando para mostrar para as pessoas no site oficial do governo como foi a comemoração do trigésimo aniversário do sultão delas.
─ Um cartão de comemoração? ─ Edward perguntou, virando o último nas mãos.
─ Nesse você tem que tirar o lenço do rosto. ─ Alice respondeu.
Ele o tirou, com seu pai rindo pela surpresa que o filho mais velho mostrou no rosto.
─ Você tem três dias livres do trabalho para estar com Isabella. ─ sua mãe falou.
─ Alice e eu vamos substituir vocês nos compromissos oficiais e Husam concordou em estar com os vovôs até estarem de volta.
O nome correto era cartão presente ── Para uma pessoa que tempo para sua vida privada é um privilégio três dias de folga é um presente muito especial.
Edward sorriu e na manhã do próximo dia estivemos num helicóptero com só um dos seguranças da gente ── Fora da pandemia mais seguranças iam acompanhar a gente, mas escolhemos não estar nos colocando a perigo e outros três estavam a caminho da tenda especial que nossa família tem no deserto.
Muitos a chamam de palácio desmontável ── Edward também estava se divertindo pilotando o avião.
Ele me olhou.
─ Você é muito boa organizando surpresas, não desconfiei de nada.
─ Não foi só uma comemoração. É um recomeço para toda nossa família.
Seu rosto se mostrou mais doce que nunca.
─ Te amo.
─ Eu mais, Habibi. ─ respondi.
Edward sorriu e nosso segurança não falou nada.
Ri por estamos o colocando para “segurar vela”, mas com o helicóptero pousado perto da tenda se afastou com os outros seguranças e Edward me carregou nos braços.
─ Estou de tênis.
─ Eu sei, te colocar nos meus braços para que não pise na areia é só uma desculpa para te ter mais perto de mim.
Riu e me beijou, entrando comigo no palácio e me colocando nas almofadas organizadas na primeira área do palácio.
─ Somos só eu e você, não?
─ Somos. ─ respondi, deitada.
Seu corpo estava acima do meu, mas não me tocava e sorrindo ele começou a estar fazendo cocegas em mim com seus lábios.
─ Não! ─ tentei empurrá-lo, mas ele escolheu parar as cocegas com um beijo apimentado.
Coloquei a mão no seu cangote, com ele colocando seu corpo no meu, mas inverteu a posição da gente me colocando sentada nele e me beijando de novo, abriu os botões da minha blusa. Só que, nossa verdadeira diversão começou quando estivemos nadando nus no oásis.
─ Isabella.
Mordi meu lábio inferior, olhando para o seu pênis ── Edward é muito bom no sexo oral, mas nunca tentei... O beijei e com suas mãos nas minhas coloquei as minhas de leve no seu órgão genital.
O beijo da gente esteve mais apimentado.
Minhas mãos tremeram, só que parei de estar pensando. No sexo só temos que sentir e sentir com tudo que temos e somos.
Edward beijou atrás da minha orelha. Aspirei pesado, colocando meus joelhos na areia do oásis.
Olhei ── Seus olhos também estavam em mim.
─ Minha Isabella. ─ mordi o lábio inferior de novo e virando o rosto para baixo beijei seu pênis.
Edward aspirou.
─ Você não tem que...
O beijei novamente.
Foi um começo tímido, mas tive desejo de continuar e por só conhecer a teoria do sexo oral estive me movimentando minhas mãos devagar no seu comprimento para alcançar perceber do que meu marido gosta ou não.
O massageei, também de leve, as vezes as arrodeando com a língua a ponta do seu pênis ── Edward gemeu.
Sorri e o chupando um pouquinho, sem estar com ele completamente na minha boca, Edward aspirou.
O umedeci com a ponta da língua e soprei, com sua pele se arrepiando e suas mãos achando uma maneira de acarinhar meu corpo.
Gemi, evitando estar no automático, e com as mãos também acarinhando outras áreas do seu corpo, chupei suas bolas um pouquinho.
Edward se movia, me mostrando como o excitar mais.
Olhei para o seu rosto ── Ele acarinhou meus lábios e os escorreguei por seu dedo.
Edward sorriu, acarinhando meu cabelo e queixo.
Mordi e chupei os lábios para mostrar o desejo de tê-lo por completo na minha boca.
Eu não sabia muito como ia ser seu comportamento ou se eu estava fazendo algo errado, mas achei que a maneira que fechou os olhos e toda a resposta mais forte do seu corpo com meus movimentos de vai e vem, devagar e mais ligeiro nele mostravam que ele estava gostando.
Continuei com seu pênis na minha boca entre olhares e gemidos da gente até ele me levantar colocando minhas costas no seu peito.
─ Tenho que estar em você quando alcançamos o ápice.
Ouvindo sua voz rouca minha respiração pesou.
─ Também tenho que o sentir em mim.
Edward mordeu a ponta superior da minha orelha e cheirando meu cangote, escorregou para o meu interior com cuidado para não me machucar.
Gemi, com seu peito mais nas minhas costas.
Entra e sai. Forte, mas leve. Devagar e mais ligeiro.
─ Habibi. ─ gemi, com meu marido apertando meu corpo mais forte.
Também gemeu e por minha escolha tudo foi mais para ele. Só que, Edward alcançou aguentar seu prazer até que eu também alcançasse o meu e quando recomeçamos tudo de novo também esteve fazendo sexo oral em mim.
Nossos seguranças não viram nada ── Trabalhando ou não, eles têm que respeitar a distância que mandamos e com meu corpo subindo e descendo de frente para o seu estivemos um no outro novamente até estamos gemendo alto pela nova dose de prazer que estávamos tendo.
O abracei.
Edward colocou seu queixo no meu ombro e com as mãos na maça da minha bunda me ajudou a continuar subindo e descendo até alcançamos o ápice de novo.
Paramos.
─ É bom esquecer do mundo nos seus braços.
─ E lembrar do nosso nos seus. ─ respondi.
Ele sorriu, beijando meus seios e reajustei minha cabeça no seu peito.
Me abraçou mais.
─ Sempre acha uma maneira de me colocar mais doido por você e não estou falando só do seu corpo. Você coloca calma na minha vida. ─ cheirou meu cabelo. ─ Sei que o comportamento da minha mãe a chateia, me chateia, mas você não grita com ela, só tenta conversar ou se cala.
Sorri.
─ A gente está se acostumando a conviver.
Também sorriu.
─ Você adorou o comportamento dela com Lady Hana.
Ri ── Eu não tinha tentado esconder nada dele e sua mãe...
─ Sou humana. ─ respondi.
─ E você não sabe o quanto tive que ouvir pela imprudência dela.
Ri mais.
─ Não foi minha culpa.
Edward também riu.
O olhei e parou de sorrir, beijando meu rosto.
─ Obrigado.
O olhei mais.
─ Apesar da sua relação com a falecida princesa sua mãe sempre foi o norte de todos vocês antes da queda do avião, mas nosso casamento e o do Jasper com Alice mudaram tudo e as pessoas não gostam de perder o controle do que conhecem para evitar estarem perdidas.
Me beijou.
─ O que acha de montamos a camelo?
Sorri animada ── Não monto num camelo desde os seis anos.
O abracei, mostrando minha alegria.
Não é tempo de sermos pais biológicos para continuar nossa família, mas sei que vamos estar bem quando acontecer.
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