O Sultão

65 O marido & o sultão


Notas iniciais
Oi flores e queridos. Olha como estou fofinha, apareci um dia antes! Esse é antipenúltimo capítulo da O Sultão e o próximo vai estar no Nyah dia dezoito ou antes. Muito obrigada a Zezinha pela recomendação maravilhosa! Adorei, flor! Bem-vinda (o) a (o) nova (o) leitora (or) e muito obrigada pelo comentário de todos (as).

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Capítulo 63

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Bella

Não pedi para a ginecologista renovar minha receita para o anticoncepcional. Edward e eu estamos preparados para termos um bebê biologicamente da gente. Tudo esteve no nosso tempo, não vamos estar pressionados quando ele chegar.

— Maravilhoso.

Edward sorriu.

— Todinho para você quando escapamos da festa.

Mordi o lábio inferior.

Piscou.

Ele estava com roupa a moda ocidental com terno e gravata, colete e camisa social azul, mas também lenço árabe masculino e agal* dourado na cabeça.

Ri, o abraçando.

Colocou suas mãos na base da minha cintura, movendo a língua pelo meu cangote, o mordendo de leve e beijando da mesma maneira.

Tremi.

Riu, me cheirando e dando um tapinha na minha bunda.

Dei um beijo sonoro nós seus lábios, me afastando dele.

— Te amo.

— Eu mais, habibi. — respondi.

— Vou estar com a minha mão colada na sua.

— Vai, é? — minha voz esteve mais macia.

— Vou, está o próprio haraam*.

Ri, me colocando na ponta dos pés para falar baixinho perto da sua orelha.

— Eu estou, mas você sempre é o próprio haraam.

Gemeu e pelo movimento na sua calça percebi que o coloquei excitado.

— É melhor você estar na festa primeiro, se eu entrar nela dessa maneira. — moveu o dedo para a área inferior do seu corpo. — os seguranças da gente vão ter que me prender por atentado ao pudor.

Olhando para seu pênis escondido pela roupa, mordi os lábios de novo, colocando a mão nele e Edward grunhiu/gemeu.

— Isabella.

— Vai ser muito mais gostoso se eu te ajudar e não você no banheiro… — abri seu cinto e a calça, mas não o coloquei para o exterior da cueca, o massageando nela.

— Moça malvada. Gosta de estar queimado meu corpo com seu comportamento apimentado. — colocou a mão no interior da cueca também, se massageado comigo.

Sorri, o colocando para o exterior dela.

— Vai ser só o começo da noite. — minha voz se sensualizou.

Beijei a lateral do seu pescoço.

— Isabella. — gemeu quente.

Aumentei os movimentos da minha mão.

Gemeu mais.

Dei um beijo molhado no seu pombo de adão, soprando a área e o beijando de novo.

A corrente sanguínea na veia do seu pescoço esteve mais forte.

Continuei os movimentos no seu pênis com uma mão, só que com a outra abri uns botões do seu colete e da sua camisa.

Beijei de leve seu peito.

Se arrepiou.

Acarinhei seu cangote, escorrendo a mão das suas costas para a base da sua coluna.

Mais movimentos no seu pênis.

Escorreguei a mão para as maçãs da sua bunda, as apalpando no Interior da sua roupa.

Gemeu forte, com os olhos fechados. Mais um beijo no seu peito e virou a cabeça, me beijando.

Gemi.

Eu também estava cheia de desejo, mas parei nosso beijo, me abaixando para beijar sua pelve.

Aspirou.

Beijei seu pênis, movendo a língua nele e o chupando também.

A ponta do seu pênis estava rosada e brilhando ── A arrodeei com a língua e a beijei.

Edward aspirou novamente, apertando meu cabelo de leve.

O beijei mais, só que parei chupando e movendo minha língua um pouquinho nos seus testículos, com minhas mãos na sua extensão num vai e vem de novo.

Meu marido esteve mais duro nelas e com um pouquinho de fluindo transparente caindo da sua ponta estive segura que logo ia gozar derramando o fluindo da sua ejaculação.

O coloquei na boca, relaxando a garganta para tragar tudo com mais facilidade ── Nunca vai ser o melhor gosto ou o pior.

O chupei mais, com os movimentos do seu corpo e aperto da sua mão no meu cabelo aumentou, com seu grunhido forte vindo quando gozou.

Sua respiração pesou, meus olhos estavam nos seus e tragando tudo, movi a língua nos lábios, com ele se apoiando no sofá do quarto da gente e na festa todos estiveram muito alegres por Husam estar com o pai na hora dos parabéns.

Edward deu a ele o primeiro pedaço de bolo novamente, só que por continuar se recuperando nosso bebê não esteve mais vinte minutos na festa e no meu discurso para os convidados todos riram um pouco do que estive falando do meu marido para eles:

— Se perguntam como é o Sultão Edward respondo que um governante justo, honrado, inteligente e maduro, mas se perguntam do meu marido… — sorri. — o Edward que conheço tem tudo que o governante tem, só que também é muito divertido e carinhoso.

Sorriu.

— Mas, as pessoas não são perfeitas. — o olhei. — Nem você amor.

Os convidados riram.

— Sei que sua tolerância segura muito do seu lado ciumento. — olhei para os convidados. — Se me perguntam o que mais meu marido e o governante têm em comum vou responder que seu altruísmo e bondade, mas não sei como o governante nunca esquece a data e a hora dos seus compromissos, porque a cabeça do meu Edward tem que ser estudada.

Todos riram mais.

— A facilidade que ele tem para esquecer os dias da semana ou perder seus objetos pessoais é de impressionar.

Mais risadas.

— "Estamos na quarta?" pergunta estando numa segunda, "Viram minhas chaves? Ah, estão na minha mão" e se há quase dois anos me falassem que eu ia casar estando apaixonada ia responder que a pessoa não me conhecia. Sempre fui razão, nunca emoção, só que, você ganhou meu coração e merece todos os anos que têm e muito mais.

Aplausos.

— Muito obrigada por estarem com a gente, que tenham uma bonita noite.

Mais aplausos.

Edward levantou, beijando minha mão e animadas as pessoas não perceberam quando escapamos mais cedo da festa.

— Edward! — ri, com ele me abraçando numa sala de descanso do palácio.

Beijou meu cangote.

— Hora da sua roupa "pecadora" desaparecer.

Gemi.

Beijou meu cangote novamente, abrindo o botão do meu vestido.

Virei, abrindo os botões da sua também.

A gente se beijou.

Seu colete e meu vestido foram para o chão.

Enfiou a mão no meu cabelo, comigo colocando a mão na área nua do seu peito.

A beijei.

Ele me colocou deitada num sofá de centro.

A gente se beijou mais.

Sua mão beliscou meu seio.

Aspirei.

Beijou a lateral do meu pescoço e entre o monte dos meus seios.

Gemi, apertando suas costas. Curvei as pernas com ele entre elas.

Edward movimentou sua barba aparada nos meus seios e os chupou.

Me movimentei cheia de desejo debaixo dele.

Colocou sua mão na minha feminidade, a massageado só até eu estar molhada para tê-lo no meu interior.

Abriu seu cinto e a calça, escorregando seu pênis no meu corpo.

Maravilhoso.

Acarinhei seu cabelo.

Estávamos nos movendo juntos.

Ele beijou meu rosto, me virando de costas.

— Minha flor. — falou baixo.

Minha respiração pesou com ele no meu interior de novo.

Vai e vem.

Beijou meu cangote.

Me arrepiei.

Vai e vem.

A mordeu de leve.

Eu estava flutuando.

A soprou.

Mais vai e vem, profundo.

Suas roupas estarem quase todas nele, com meu corpo nu debaixo dele estava me colocando doida.

Ligeiro, mas devagar de novo.

Sua mão estava no meu cabelo.

Meu corpo estava quente.

Reajustou seu pênis no meu corpo e pela manhã tive um compromisso oficial com Emmett na fabrica estatal de produção de vacinas ── Ele e Rosalie vieram para o aniversário de Edward representando Rajar.

— Papai e mamãe desejavam muito estar no aniversário do Edward, mó pelas obrigações no governo sempre temos que estar nos dividindo e os dois permitiram que a gente viesse os representando, porque tenho que falar com você.

O olhei.

Sorriu.

— Rosalie está no terceiro mês da gravidez.

Surpresa.

O abracei, animada.

— Felicidades.

Também me abraçou.

— Obrigada, amor.

Sorrimos e numa viagem minha com Edward para Rajar na próxima semana meus pais falaram para o nosso povo da espera do primeiro neto ou neta.

Todos comemoraram ── Menino ou menina, essa criança um dia vai governar eles.

Nossa família sorriu e as pessoas se mostraram alegres por Edward estar com a gente.

Escolheu vir porque vou estar por mais uns dias ── Tem muito tempo que não venho no meu país.

Os dois caminhamos para o interior do palácio e na nossa visita numa das tribos do deserto encontramos a senhora que um dia me falou que os sumaneses tinham mais medo de mim do que eu deles.

— É muito bom ver duas almas bonitas juntas.

Sorrimos.

Ela caminhou para Edward.

— Ouvimos falar que Vossa Majestade gosta de ler.

Ele moveu a cabeça para ela.

Os olhos dela brilharam.

— Organizamos esse livro artesanal para que conheça as histórias da nossa tribo.

Sorri de novo e meu marido se mostrou emocionando pelo comportamento mais aberto da tribo com ele.

— Muito obrigada, vou ler todas para aprender mais da cultura de vocês.

A senhora também sorriu e numa das três principais cidades de Rajar que visitamos estive comprando brinquedos para Husam e roupas Edward —— No nosso primeiro aniversário de casamento comprei para ele um novo kit de desenho profissional e para seu aniversário de trinta e um anos a nova versão de fones mais confortáveis e práticos para estar falando no celular sem estar ocupado as mãos para atender suas chamadas.

Sorri e na casa da nossa família onde meu marido estava me esperando o achei se exercitando na área da academia ── Seu corpo estava suado, mas…

— Tinha que ser haram ser gostoso dessa maneira.

Sorrindo, parou de mover seus braços os abrindo e fechado num dos aparelhos dela.

— Suas compras foram calma?

— Só porque me disfarcei como na época de líder de torcida para estar entre as pessoas, mas tem sua Isabella de volta. — vi seu tablet pessoal perto da esteira. — Falando com Husam?

— Estive cantando para ele antes do soninho dele.

— Você só o mima, não e meu beijo é que nada.

Ele nunca vai ser um cantor profissional, mas outro dia saiu por alguns minutos de uma reunião oficial só para cantar para o nosso bebê.

Sorriu.

— Achei que não ia gostar de me ter suado perto de você.

Também sorri.

Se colocou de pé.

— Sempre vou gostar de ter você por perto de mim.

Caminhou para mim.

— Eu ia gostar de te ter por perto até se você estivesse coberto de areia ou fosse um mecânico gostosão cheio de graxa.

— Isabella!

Ri.

— Seu corpo me dá ideias.

Esteve mais perto de mim, com a mão na minha cintura.

— Só meu corpo? — perguntou baixo, com sua voz estando mais sensual.

Coloquei as mãos no seu ombro.

— Você todo.

Riu também.

— Minha gostosa. — colocou minhas pernas nas laterais da sua cintura.

Minhas mãos estavam no seu cangote.

A gente se beijou.

Edward colocou minhas costas num dos aparelhos.

Me segurei nesse aparelho.

— Uma chance para desistir.

— Dispensada. — respondi.

Edward me beijou mais e estando de volta a Suma se emocionou por uma homenagem do povo no quinto ano do seu sultanato.

— Não me arrependo do comportamento que tive, porque nada dos sentimentos pela Princesa Jamillah esteve sendo falso, mas dói ter machucado vocês para proteger uma pessoa que não merecia e de novo peço desculpa pelo meu erro com todos. — ele estava chorando. — Amo vocês e sou muito abençoado e agradecido por não ter perdido o amor de vocês.

Todos aplaudiram emocionados também ── Eles tinham organizado uma fábula da Bela e a Fera, mostrando nela a maneira que viram o amado Príncipe Rebelde deles se transformar numa Fera triste e assustadora quando a Bruxa Má o enfeitiçou, mas que todos continuavam amando, apesar do medo que tinham dele. Só que, a Princesa Gentil o resgatou, devolvendo o maravilhoso Príncipe para o seu povo e todos estiveram felizes de novo.

Sorri e no final de agosto quando enjoei o cheiro dos biscoitos que Edward estava assando para mim.

— Minha flor.

Meu rosto estava frio.

Sentei.

Colocou a mão no meu rosto.

— Vou chamar o médico.

Coloquei minha mão na sua.

— Não precisa, sei o que tenho. — enjoei mais.

— Vou chamar, você perdeu a cor.

— É só o cheiro dos biscoitos que me colocou enjoada.

Me olhou mais.

— Acha que…?

— Nunca atraso, mas minha menstruação está atrasada e… — ri. — Uma formiguinha nunca rejeita doce.

— Amor. — me abraçou.

O enjoo continuou.

— Os biscoitos. — murmurei.

Ele se moveu, colocando os biscoitos que estavam numa bandeja no balcão da cozinha num ponte fechado, que guardou longe de mim.

— Melhor?

Movi a cabeça.

— Amor meu. — me abraçou novamente.

O abracei também.

— Nossa criança. — colocou a mão no meu barriga.

— Mais uma. — respondi.

Edward me olhou.

— Te amo.

— Vida minha.

A gente se abraçou mais e ele se abaixou na minha frente.

— Oi bebê, papai também vai te amar muito. — beijou minha barriga.

Me emocionei.

Não tem nenhum exame comprovando que estou grávida, só que uma mulher que se conhece percebe as mudanças do seu corpo e meu está mais sensível.

Me olhou de novo.

— Quando acha que…?

Sorri.

— Na academia.

Sorriu também.

— Husam vai estar doido.

Rimos.

A gente esteve falando com ele antes de começamos a tentar de verdade e adorou a ideia de ter um irmãozinho ou irmãzinha que vai crescer no meu interior.

Edward reajustou sua postura, me colocando nos braços e nos girando pela cozinha.

— Obrigada, habibti*. — me beijou, colocando minhas pernas na vertical novamente, meus pés não estiveram no chão.

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Notas finais
*Agal é aquela “cordinha” de duas voltas que você sempre vê no topo da cabeça de um árabe. * Habibti é querida em árabe. * Haraam é um termo usado no Islão para se referir a qualquer coisa que é proibida pela fé.